domingo, 29 de julho de 2018

AS CRENÇAS BUDISTAS E A OBRA DE OLCOTT - ENSAIO


DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR
Subsérie: Ocidentais desvendando as ciências esotéricas

AS CRENÇAS BUDISTAS E A OBRA DE OLCOTT

1* Dando prosseguimento a singela abordagem sobre as ciências esotéricas, abordagem esta, que foi iniciada com o ensaio: (Jiddu Krishnamurti e o Autoconhecimento), postado nos Blogs em  - 22/05/2014 - desta feita, referir-me-ei ao outro personagem masculino, Henry Steel Olcott, que juntamente com Helena Petrovna Fadeef Von Blavatsky  e William Quan Judge  fundaram o que se tornou na  atualidade a maior organização esotérica do planeta, a que nominaram, e que ainda hoje é denominada de: Sociedade Teosófica. Olcott  nasceu em OrangeNova JerseyEstados Unidos, em 2 de agosto de 1832 – e faleceu em 17 de fevereiro em Adyar, Madras, Índia, O Coronel Olcott era escritor, advogado, teósofo, jornalista, e sobretudo um erudito e especialista em conhecimentos esotéricos orientais. Alcançando a  Presidência da Sociedade Teosófica, Olcott nasceu e cresceu na fazenda Eddy do seu pai em Nova Jersey. Em 1860, ele casou-se com Mary Epplee Morgam e tiveram três filhos. Olcott trabalhou como editor no jornal New York Tribune, escrevendo artigos sobre diversos assuntos, entre os quais noticiava fatos sobre o movimento espiritualista estadunidense. Ele serviu no exército durante a Guerra de Secessão, onde obteve a sua patente de Coronel. Ele também publicou uma genealogia da sua família que traçava uma linha direta entre ele e Thomas Olcott, um dos fundadores em 1636 de Hartford, capital do estado americano de Connecticut. Sua principal obra foi a “A Buddhist Catechism”, publicada em 1881. Foi o primeiro tratado dos fundamentos do Budismo em língua ocidental “inglês”. Donde advém seu grande valor como obra religiosa, principalmente na difusão atual do Budismo pelo resto do mundo. Quando chamo o esoterismo de ciência, o faço no sentido de que seja entendido como “conhecimento”, e não como ciência na acepção do termo. O que não o impossibilita de ser uma ciência! Num enfoque léxico o termo esoterismo possui o seguinte significado: [...Atitude doutrinária, pedagógica ou sectária, segundo a qual certos conhecimentos, (relacionados com a ciência, a filosofia e a religião), não podem, ou não devem ser vulgarizados, mas sim, comunicados a um pequeno e seleto número de iniciados em ciência, doutrina ou prática baseada em fenômenos sobrenaturais...] O verbete “ciência” aqui utilizado nesta acepção! Não pode ser tomado ao pé da letra, um fato ou um proceder esotérico é infenso a uma análise de laboratório ou a uma comprovação matemática. Mover

2* O Dr. e Coronel Olcott, após mudar-se para a Índia em 1878 com a notável senhora H.P. Blavatsky e o advogado W.Q. Judge, Quando transferiram a sede da Sociedade Teosófica para a cidade de Myar, após  o que, Olcott dirigiu suas atividades, principalmente sua ação humanista para o Sri Lanca,  onde construiu várias escolas budistas, sobressaindo o Colégio Ananda ,o Colégio Nalanda, o Colégio Dharmaraja e o Visakha Vidyalaya. Após a sua morte, a presidência da Sociedade Teosófica passou a ser exercida por Annie Besant. O que já implica noutro capítulo da Teosofia. Olcott difundiu e uniu o Budhismo em torno de uma unidade doutrinária contida em seu “Magnum opus” (A Buddhist Catechism, editado em 1881). Este “Grande Trabalho”, O Catecismo Budista). foi aprovado pelos grandes mestres do esoterismo do Japão, Birmânia, Ceilão em Chitangong e em Lankara em Bangladesh. Os fundamentos do Catecismo Budhista de Olcott foram compilados com base em seus estudos pessoais feitos no Ceilão e, em parte fundamentados nas seguintes obras: TEXTOS DE VINAYA,  de Davids e Oldenberg. - LITERATURA BUDDHISTA CHINESA,  Beal - CADEIA DE ESCRITURAS BUDDHISTAS, Beal - PARÁBOLAS DE BUDDHAGHOSA, Rogers - LENDAS DO NASCIMENTO DO BUDDHISMO, Fausboll e Davids - LENDA  DE GAUTAMA, Bigaudet - BUDISMO CHINÊS, Edkins - KALPA SUTRA E NAVA PATVA, Stevenson - BUDA  E O  PRIMITIVO BUDISMO, Lillie -  SUTTA NIPATA, Sir Coonara Swami – NAGANANDA, Broyd - KUSA JATAKA, Stelle - BUDISMO, Rhysd Davisd - DHAMMAPADA, Fausboll e Max Muller - HISTORIA ROMÁNTICA DE BUDA, Beal - UDANAVARGA, Rockhill -  DOCES SETAS BUDISTAS JAPONESAS, B. Nanjio - O EVANGELHO DE BUDA, Paul Carus - O DHARMA, Paul Carus -  INDIA ANTIGA, R.C. Dutt -  AS SÉRIES DE “LIVROS SAGRADOS DO ORIENTE” Edição de Max Muller - E A ENCICLOPÉDIA BRITÂNICA.

3* Estes esclarecimentos acima são tão somente para uma melhor e real avaliação desta Grande obra de Henry Steel Olcott. Entendamos que esta obra é uma obra que representa a síntese da crença Budista, constando de 380 perguntas e suas 380 respectivas respostas, portanto 760 (inquirições e respostas). Como os fundamentos religiosos dos meus leitores em sua maioria são cristãos! Listarei somente as 14 proposições constantes no final do Catecismo. Algumas destas proposições, onde nas quais podemos observar uma lídima coerência com os princípios morais do cristianismo. Esta coerência é decorrente do fato singular de que todas as grandes religiões do planeta seja ela de qualquer época, todas possuem sua base moral num único fundamento, que é o (Amor ao Próximo). Principalmente o fundamento da “máxima”: Só desejarei ao meu próximo o que desejo para mim. Nisto, e somente nisto, todas as religiões são exatamente iguais. Não creio que as religiões tenham sido criadas para a divisão dos povos, mas, podemos constatar estarrecidos que isto é o que as religiões tem feito através dos séculos e da história do homem civilizado, este poder separatista das religiões é notado até mesmo dentro das comunidades humanas, erroneamente nominadas de selvagens. As crenças de todos os povos, do oriente e do ocidente, ao longo dos tempos, nos revelam histórias de guerras, crimes, genocídios, perfídias e horrores. É difícil saber se as religiões causaram à sociedade humana, mais benefícios ou mais malefícios. Os problemas das religiões, não são as religiões, nem seus dogmas ou seus fundamentos! São os homens que as praticam!!!... Movér.
O texto do Catecismo Budista de Henry Steel Olcott é composto de 360 perguntas e de 360 respostas, que por motivos óbvios aqui não serão listadas, listarei somente as quatorze proposições, ou crenças fundamentais do budismo.

            ANEXO AO TEXTO PRINCIPAL. Em palavras do Olcott.
4* O texto das quatorze proposições de fé que foram aceitas como princípios fundamentais, tanto no budismo do Norte como no do Sul, por comitês autorizados, “aqueles” que se submeteram, pessoalmente a tal importância histórica, que eu a adiciono a esta edição do Catecismo budista, como um apêndice. Recentemente, ele me informou sua Excelência, o Príncipe Ouchtomsky, Russo orientalista erudito que o traduziu no local, ser este o documento principal.  Lamas dos grandes mosteiros mongóis, afirmaram que seria aceito estas quatorze proposições inseridas aqui, com a única exceção de que eles acreditam que a data do advento do Buda ter sido vários milhares de anos antes do que eu fixo.
Se este fato surpreendente não tivesse chegado de tão longe ao meu conhecimento. Será que o Sangha Mongolian confunde o tempo real de Sakyamuni com seu antecessor anterior? Seja como for, ele quer, é um fato muito encorajador que o mundo inteiro budista agora unidos, pelo menos em acatar estas quatorze proposições a seguir. Como o fundamento basilar do Budismo. H. S. OLCOT.

      5* CRENÇAS FUNDAMENTAIS BUDISTAS
1 – É um princípio geral para os budistas demonstrar a mesma tolerância, a mesma indulgência e o mesmo amor fraternal para com todos os homens, sem distinção; e também mostrar bondade para com todos os animais.
2 – O universo evoluiu, não foi criado; opera de acordo com a lei, e não de acordo com o capricho de qualquer Deus.
3 - As verdades sobre a qual se funda o budismo são naturais. Acreditamos que elas têm sido ensinadas em sucessivos kalpas, ou períodos de mundo, por certo, por seres iluminados chamados Budas, cujo nome significa "Iluminado".
4 – O quarto Instrutor do presente kalpa ou Shakyamuni foi Gautama Buda, que nasceu em uma família real na Índia cerca de 2.500 anos atrás. É uma figura histórica e seu nome era Siddhartha Gautama.
5 –Sakyamuni ensinava que a ignorância produz o desejo, e que o desejo não satisfeito é a causa do renascimento, e o renascimento é a causa do sofrimento. Para se livrar do sofrimento, portanto, é necessário se livrar do renascimento; e para se livrar do renascimento deve-se extinguir o desejo; e para extinguir o desejo, você tem que destruir a ignorância.
6 - A ignorância gera a crença de que o renascimento seja uma coisa necessária. Quando a ignorância é destruída, se reconhece a degradação que representa cada uma desses renascimentos reconhecidos e considerados como um fim em si mesmos; assim, se reconhece a suprema necessidade de se adotar um modo de vida pelo qual seja abolida a necessidade de tais renascimentos repetidos. A ignorância gera também a ideia ilusória e ilógica que só existe apenas uma existência disponível para o homem; e esta é outra ilusão de que esta vida é seguida pelos estados de prazer ou de imutável tormento.
7 - A dissipação de toda essa ignorância pode ser alcançada pela prática perseverante de um abrangente altruísmo na conduta por um desenvolvimento da inteligência e da sabedoria
pelo pensamento e pela destruição dos desejos e dos prazeres pessoais inferiores.
8 - Sendo o desejo de viver a causa do renascimento, quando esse desejo se extingue, os renascimentos cessam, e o indivíduo aperfeiçoado alcança pela meditação esse estado superior de paz chamado Nirvana.
9 - Sakya Muni ensinou que a ignorância pode desaparecer e alijar-se do sofrimento, pelo conhecimento das quatro Nobres Verdades, a saber:
Um- As calamidades da existência
Dois- A causa produtora do sofrimento é o desejo sempre renovado, nunca satisfazendo a si mesmo, e incapaz de alcançar este fim.
Três- A destruição desse desejo, ou a separação de um deles.
Quatro- Os meios de se obter essa destruição do desejo. Constituem o Nobre Caminho Óctuplo indicado por Sakia Muni, a saber: Reta Crença; Reto Pensamento; Discurso Congruente;
Ação Correta; Modos de Vida Retos; Esforço Correto; Recordação Perfeita; Meditação Correta.
10 - A Meditação correta leva à iluminação espiritual, ou ao desenvolvimento dessa faculdade de semelhança com o Buda que está latente em cada homem.
11 - A essência do Budismo, como resumiu o Tathagatha (o próprio Buda). É composta por: Cessar de fazer o mal, Conseguir a virtude e Purificar o coração.
12 - O universo está sujeito a uma causalidade natural conhecida pelo nome de "Karma". Os méritos e deméritos de um ser em existências passadas determinam sua condição no presente. Cada homem ou mulher, pois, preparou as causas dos efeitos que agora experimenta.
.13 –  Os obstáculos para adquirir um bom karma, podem ser afastados com a aplicação dos seguintes preceitos, que estão incluídos no código moral do budismo, a saber:
A- Não matar;
B- Não roubar;
C- Não se entregar aos prazeres sexuais ilícitos;
D- Não mentir;
E- Não tomar drogas ou licores intoxicantes.
Há cinco preceitos que não é necessário aqui  enumerar, para observância daqueles que queiram alcançar mais rápido do que o leigo comum, a livrança da dor e do renascimento.
14 – O Budismo repudia a credulidade supersticiosa. Gautama Buda ensinou que era o dever do pai que seus filhos sejam educados na ciência e na literatura. Ele também ensinou que ninguém deve acreditar no que diz nenhum sábio, ou que está escrito em algum livro ou afirmado pela tradição, a menos que seja de acordo com a razão. Elaborado como uma agenda comum e que todos os budistas possam aceitar.
H. S. Olcott, P. S. T.

6* Respeitosamente submetido à aprovação dos Sumos Sacerdotes das nações que representam em diferentes formas, a Conferência budista em Adyar, Madras, nos
dias 8,9,10, 11 e 12 de Janeiro 1891 (2434 de Budismo).
JAPÃO Kozen Gunaratana
Chiezo Tokuzawa
BURMA Hmoay Tha Aung U.
Ceilan Dhammapala Hevavitarana
MAGHS DO Chaudra Chowdry Krishna por seu advogado Maung Tha Dwe
CHITTAGONG
Birmânia
Aprovado em nome dos budistas da Birmânia, neste terceiro dia de Fevereiro de 1891 (2434 de Budismo). Tha-tha-na-baing Saydawgy; Aung MYI Shwebón Sayadaw; Me-ga-waddy
Sayadaw; Hmat-Khaya Sayadaw; Sayadaw Hti-lin; Myadaung Sayadaw; Htwe Hla-Sayadaw; e outros dezesseis. Ceilão.
Aprovado em nome dos budistas do Ceilão neste 25 de fevereiro de 1891 (2,434 de Budismo); Mahanuwara upawsatha pusparama viharadhipati Hippola Dhamma Rakkhita Maha Nayaka Sobhitábhidhana Sthavirayan wahause wamha. (Hippola Dhamma Rakkhita Sabhitabhidhana, Sumo Sacerdote da Malvatta Vihare em Kandy.) Assinado: HIPPOLA.
Mahanuwara Asgiri viháradhipati Jatawatte Maha Nayaka-Sthavirayan Chandajottyábhidhana wahause wamha - (Jatawatté Chandajottyábhidhana, Sumo Sacerdote da Asgire Vihare em Kandy). Assinado: JATAWATTE.
Sri Sumangala Hikkaduwe Sripádastháne saha Kolamba paladar pradhana Nayaka Sthavirayo
(Hikkaduve Sri Sumangala, Sumo Sacerdote do Pico de Adão e no Distrito de Colombo). Assinado: H. Sumangala.
Maligawe Prachina Pustakáláyadhyakshaka Suriyagoda Sonuttara Sttravirayo (Suriyagoda
Sonuttara, bibliotecário da Biblioteca Oriental do Templo de Tooth Relic em Kandy). Assinado: S. SONUTTARA.
Sugata Sásanadhaja Vinaya Chariya Dhammalankárábhidhána Sthavira Nayaka. Assinado: W. DHAMMALANKARA.
Pawara neruttka Chariya Subhuti Maha Vibhavi de Waskaduwa
Assinado: W.SUBHUTI - JAPÃO
Aceito como parte das doutrinas do Budismo do Norte
Shaku Genyu (Shingon SHU)
FUKUDA NICHIYO (Nitiren SHU)
SANADA SEYKO (ZEU SHU)
QUAN Shyu ITO (ZEU SHU)
Takehana Hakuyo (IODO SHU)
KONO RIOSHIN (JI - SHU SHU)
KIRO KI - KO (IODO Seizan SHU)
HARUTANI Shinsho (Tendai SHU)
Manabe SHUN - MYO (Shingon SHU)
Chittangong
Aceito por budistas de Chittagong Nagawa Parvata Viharadhipati
Megu Guna Wini - Lankara
HARBING, Chittagong, BENGAL

7* Sucintos comentários moverianos:
Estas despretensiosas anotações, são aqui inseridas à guisa de “comentário” sobre as crenças fundamentais do Budismo elencadas por H. S. Olcott.
O item (1) refere-se ao universal princípio do amor ao próximo, onde o Budismo inclui o amor aos nossos irmãos animais.
Pois, é vã pretensão do homem, julgar-se único, e mais importante que outra espécie de vida, De vez que somos somente uma ínfima parcela do grande organismo universal a que chamamos “vida”.

8* O Item (2) encerra uma verdade que engloba toda episteme humana, isto, com referência às últimas proposições e descobertas proporcionadas pelos avanços da física quântica, isto, com base em experimentos com o LHC, em Genebra. Realmente o universo não foi criado, ele evoluiu da “energia primordial inteligente” condensada num ponto de escala e dimensão menor que um núcleo de um átomo. Portanto, infinitamente diminuta, próximo de um fenômeno a que a cosmologia chama de “singularidade”, esta singularidade,  evoluiu ao longo de 13.81 bilhões de anos, para atualmente ser composta de 73% de energia escura, 23% de matéria escura e 4% da matéria de que somos feitos, nós, e nossa inteligência, e  o restante do universo material, conhecido também como cosmos.

9*Do Item (5) ao Item (8) observaremos uma “cíclade”, como um oroboro de proposições: ignorância, + desejo, + renascimento, =sofrimento, onde o Budismo nos propõe eliminarmos a ignorância que elimina o desejo, sem o desejo fica eliminado o renascimento sem o renascimento fica extinto o sofrimento, alcançando o “Ser” o nirvana ou a verdade absoluta. Esta “verdade absoluta” foge ao meu entendimento, com certeza, devido à minha pequenez evolutiva. Observem que eles dizem: O indivíduo aperfeiçoado. Este raciocínio fez-me lembrar do oroboro do esoterismo da alquimia, uma serpente devorando a si mesma, pela cauda.

10* Os Itens (9) e (10) contém um ensinamento numa fórmula simples para se conseguir atingir o ápice do desenvolvimento do homem, que segundo o Budismo é deixar de renascer.
O Item (11) relata com mais simplicidade ainda a síntese da síntese do Budismo, a que o Tathagatha numa tríplice recomendação nos mostra o que seria e é, a essência da essência do Budismo. Releia-o!
Os Itens (12) e (13) tratam do carma, assunto já abordado no ensaio A Lei do Plantio e da Colheita, tratado no último ensaio, onde trato da obra de William Quan Judge.
Finalmente, o Item (14) trata da principal recomendação de Alan Kardec aos espíritas! Não ser supersticioso e usar sempre a razão. Fim dos comentários.

11*A beleza do Budismo está em sua extrema simplicidade, coerência e pureza. Estudei por toda minha vida, o Cristianismo, este, todos conhecem, dispensa comentários, o Zoroastrismo, no Avesta ou Zend/Avesta como denominam encontrei uma oração sem fim.  O Hinduísmo dos Brâmanes, o Rigveda do “Ser” cósmico primordial me prendeu a atenção! O Bagavad Gita é muito bonito, só que Krishna escolheu o fragor de uma batalha para ensinar a Arjuna seus preceitos. Não entendi o porquê disso! Deve ser minha mente ocidental, ou minha burrice! O Xintoísmo, como todas as religiões segue a fórmula universal do amor ao próximo. O Confucionismo é de uma pureza e beleza infinita, um homem comum não consegue atender suas máximas. O Espiritismo, não é simples! E anda por caminhos que não nos é permitido normalmente andar! O Taoísmo, por sinal, de Lao Tse é extremamente hermético, mesmo com a ajuda do filósofo Huberto Hohden, seus aforismos continuaram em “parte”, herméticos. Creio que não foram escritos para nosso Manvantara, de 852 mil anos ou um ciclo de tempo de Manu. Ou talvez! Para um novo Kalpa de 4,32 bilhões de anos.

Edimilson Santos Silva Movér
Compilou e comentou em 24/06/2014
Santo Estevão-Bahia
moversol@yahoo.com.br








0 comentários:

Postar um comentário