domingo, 29 de julho de 2018

O UNIVERSO SINGULARIZANTE (1) - ENSAIO



DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR
Subsérie: Ficção do universo dos (Três Insights)

O UNIVERSO SINGULARIZANTE (1)

                     TODOS OS SEGREDOS DO UNIVERSO ESTÃO DENTRO DE NÓS.

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O TEMA, E OUTRAS ABORDAGENS METAFÍSICAS TENTANDO EXPLICAR O INEXPLICÁVEL

*primus* 

O RETORNO

Nenhuma partícula presente no Big-Bang, na formação da matéria do Universo, estará ausente no processo de retorno a uma nova fase de singularidade. (Tudo estará presente, embora em forma de energia).

*secundus* 
O OPOSTO
Eis uma verdade antiga: tudo no Universo tem o seu oposto. A singularidade é o Universo contraído, é o oposto do Universo expandido, ou seja, a singularidade é o antiuniverso. O Big-Bang cria um Universo de longa duração, pleno de matéria, de luz e de som. A singularidade forma um Universo de curta duração, ausente de matéria, de luz e de som. Só decorridos os eventos da grande expansão acelerada inicial, com duração de “trezentos mil anos”, denominada de inflação, e após a formação da matéria, é que surgirá a luz e o som. A luz só aparecerá após a formação da matéria, pois só é emitida pela matéria que já tenha alcançado altas temperaturas. O som é resultante da vibração da matéria e existe no Universo desde os primórdios, mas também só surgirá após a formação da matéria. Daí se deduz  que o Big-Bang só veio a ocorrer após ou no final da inflação, isto é, depois de formada a matéria, e que o Big-Bang ocorreu internamente e após o surgimento da grande esfera em inflação, expandindo toda a matéria mais externa adensada em forma de focos massivos para o espaço vazio, (já com a gravidade renormalizada), espaço este externo ao próprio Universo,  esta calota de corpos massivos, que atualmente é nossa morada e à qual chamamos de Cosmos e, denominamos Universo da terceira esfera, espaço pleno de focos massivos, galáxias, protogaláxias, nebulosas, buracos-negros, quasars, pulsars, etc. e etc. e, que, atualmente já tendo atingido sua expansão máxima, já se encontra em fase de contração. Então o ciclo é este: singularidade, inflação, Big-Bang, expansão, contração, novamente singularidade e o ciclo se repete dentro da eternidade.

 

*tertiarius*

NOVAS FORÇAS FUNDAMENTAIS E A TESE DO CÍCLO ETERNO

Um Universo em singularidade é um Universo sob o domínio da quinta força, onde não existe a força nuclear forte, nem a força nuclear fraca, nem o eletromagnetismo, nem a força gravitacional “como a conhecemos”. Somente a gravitação permanecerá, num estado que engloba as outras três forças, aniquiladas na transição do estado de matéria para energia pura, ou quinta força, onde primeiro desaparece as duas primeiras forças; depois, na transição de energia para energia pura ou quinta força, também o eletromagnetismo desaparece totalmente, restando a quinta força e a gravitação descomunal. Na fase de contração, a partir de onde a matéria passa a se transformar em energia até se atingir a plena singularidade a gravitação é inconcebível, e tem força atrativa, mas a partir do ponto em que se atingiu a plena singularidade, no centro da primeira esfera, a gravitação tem a seta gravitacional atrativa invertida, no caso a “antigravidade”; possuindo o mesmo potencial gravitacional que provocou a singularidade. A gravidade com a seta invertida provoca o inicio da expansão inflacionária, acelerando de forma descomunal a energia, dando início à formação da matéria primária, que entra em incandescência provocando a certa altura o Big-Bang, ativando a reinversão da seta gravitacional, acelerando assim a matéria mais externa que representa menos de 10% do total da matéria existente. Estes menos de 10% de matéria em aceleração formará a calota da terceira esfera, contendo nosso “Universo dos cosmólogos”. Num Universo em expansão e em início de contração também existe a quinta força, presente nas grandes concentrações de matéria, como quasars, pulsars, buraco-negros etc. Existe também a sexta força, que está disseminada por todo o Universo, desde os primórdios, em forma de “vacum” ou energia do ponto ou grau 0 “zero” (-273ºC), e mais concentrada nas proximidades das grandes massas, ou em altíssimas concentrações nos buracos-negros, e que também será aniquilada na fase final da contração. Esta forma de energia no estado disseminado já era conhecida dos Indús antigos, “Vedas” e era chamada de prana, ou mais modernamente, de éter. Este éter não tem nada a ver com o tão discutido éter dos filósofos antigos, nem do éter dos físicos clássicos; a sexta força será a principal fonte da energia do futuro. Como a sexta força está disseminada por todo o Cosmos, ela tornará permissíveis as viagens interestelares e mesmo intergalácticas. Esta sexta força ou energia do grau zero, de muito, é conhecida dos místicos, mas só muito recentemente a ciência oficial vem notando a sua existência. A quinta força e sua gravitação descomunal só desaparecerá por bilionésimos de segundo, durante o estado de singularidade, A quinta força é que dá origem aos buracos-negros nos centros das galáxias fazendo com que elas se reciclem; onde tudo é energia num alto grau de concentração; é a quintessência da matéria. A quinta força é aterrorizante; pequenas doses dela formam os ainda, desconhecidos buracos-negros, que são os devoradores de estrelas. Einstein chegou perto disto, com E=Mc2. Na fase final da contração, as quatro forças fundamentais são aniquiladas, sendo, porém, a gravitação transformada em gravitação de alta potência até a singularidade, quando tem a atração convertida para repulsão. É bom que se frise que, no futuro, a ciência dará mais importância a estas duas novas forças.  A quinta força compõe-se das três primeiras forças primárias, que são forças energéticas interiores da matéria. Como a gravitação é uma força externa à matéria, não participa da formação da quinta força. Como na presença da quinta força no estado de alta concentração a distorção espacial é infinitamente maior que no caso da proximidade das grandes massas, a gravitação aí é  de  um valor tremendamente descomunal. Sabe-se que qualquer corpo, ao alcançar a velocidade da luz muda seu estado de matéria para energia, no entanto conserva sua massa, onde sua aceleração cresce rapidamente, como o fator tempo se anula à medida que a velocidade aumenta e o tamanho do corpo diminui em função do crescimento da velocidade, conforme a teoria da relatividade o demonstra, nas duas equações do paradoxo dos gêmeos. Deduzimos, então, que se estas equações funcionam para o paradoxo dos gêmeos, fazendo com que o gêmeo viajante tenha o seu tempo encurtado e o seu tamanho físico diminuído, as galáxias que alcançarem velocidades supralux terão suas massas reduzidas à dimensão zero e atingirão o ponto da singularidade em forma de energia e em um tempo inferior ao que sua velocidade e sua distância do Big-Bang normalmente permitiriam.  Quando as galáxias (que viajam em direção do centro comum do Universo) ultrapassarem várias vezes a velocidade da luz, rapidamente atingirão o estado de energia pura e, já transformadas na quinta força, ao chegarem à zona da segunda esfera, onde está mais de noventa por cento da matéria do Universo, e ao atingirem este início de concentração de matéria escura menos adensada, enormes focos de luz brilharão no Universo da segunda esfera. No entanto estas ondas de energia de altíssima potência, ao final de alguns bilhões de anos depois, ao atingirem a zona de matéria escura mais adensada já próximo ao início da primeira esfera, provocarão o surgimento de um número infinito de buracos-negros, que levarão em forma de energia toda esta matéria ao centro comum do Universo. Quando toda a matéria em forma de energia pura se comprimir em um ponto extremamente diminuto, por uma fração de bilionésimo de segundo de tempo se dará a singularidade, neste momento a gravitação é revertida e, logo após, dar-se-á  o  início da inflação e, depois, após o novo Big-Bang. Aí, a gravidade retorna ao estado primitivo, mas o Universo da terceira esfera já está formado e em expansão. Como mais de 90% ma matéria do Universo ficou próximo ao seu centro, em forma não adensada, por não haver atração gravitacional no centro da primeira esfera vazia, a interação gravitacional entre as partículas dessa massa expandida interagindo entre elas no sentido transversal ao eixo comum das três esferas, contrairá essa massa aproximando-a lentamente na direção do centro da primeira esfera vazia.  A compressão de toda matéria do Universo em um ponto comum ocorre em função do fato de a chegada destes focos de energia ser, a um só tempo e, em sentido radial, a forma esférica do Universo da Grande Bolha faz gerar esta forma radial no aniquilamento do Universo.

 *quartus*

A DESCOBERTA QUE MUDOU O CONCEITO DO UNIVERSO

O astrônomo que descobriu o efeito que permite, inicia e provocará a futura singularidade foi Edwin Hubble. Conforme Einstein, a matéria só se transforma em energia quando submetida a altíssimas velocidades. Hubble foi quem primeiro percebeu estas altíssimas velocidades no Universo.

 *quintus*

NOSSO UNIVERSO OBSERVÁVEL

(TENHA O UNIVERSO O TAMANHO QUE TIVER!)
Mesmo sendo esta uma abordagem metafísica, é fundamentada em dados coerentes com a Cosmologia moderna. Conforme esta mesma Cosmologia, a taxa de aceleração das galáxias nos leva a deduzir um limite observável do Universo dos cosmólogos, pois, segundo a Astronomia, os focos massivos, ou seja, as galáxias, que estiverem entre dezoito e vinte bilhões de anos-luz de distância, já estarão ultrapassando ou já ultrapassaram a velocidade da luz. Sendo este o raio do Universo observável, é de se deduzir e é interessante observar que os corpos emissores de luz, que alcançarem ou ultrapassarem a velocidade da luz, não nos enviarão mais nenhum fóton de luz, pois sendo sua velocidade igual ou superior à velocidade da luz, levarão consigo estes mesmos fótons de luz e, assim, embora o Universo possa ter um diâmetro muito maior, só receberemos mensagens de luz e radiações de um Universo com, no máximo, quarenta bilhões de anos-luz de diâmetro, sendo este o diâmetro do nosso Universo observável, tenha ele  o tamanho que tiver. A partir deste ponto, tudo é elucubração e conjectura da mente humana. Naturalmente que nós estamos tratando do Universo dos cosmólogos; os dados atuais da cosmologia só nos permitem analisar este Universo.
Mesmo sendo esta uma abordagem metafísica, é fundamentada em dados coerentes com a Cosmologia moderna. Conforme esta mesma Cosmologia, a taxa de aceleração das galáxias nos leva a deduzir um limite observável do Universo dos cosmólogos, pois, segundo a Astronomia, os focos massivos, ou seja, as galáxias, que estiverem entre dezoito e vinte bilhões de anos-luz de distância, já estarão ultrapassando ou já ultrapassaram a velocidade da luz. Sendo este o raio do Universo observável, é de se deduzir e é interessante observar que os corpos emissores de luz, que alcançarem ou ultrapassarem a velocidade da luz, não nos enviarão mais nenhum fóton de luz, pois sendo sua velocidade igual ou superior à velocidade da luz, levarão consigo estes mesmos fótons de luz e, assim, embora o Universo possa ter um diâmetro muito maior, só receberemos mensagens de luz e radiações de um Universo com, no máximo, quarenta bilhões de anos-luz de diâmetro, sendo este o diâmetro do nosso Universo observável, tenha ele  o tamanho que tiver. A partir deste ponto, tudo é elucubração e conjectura da mente humana. Naturalmente que nós estamos tratando do Universo dos cosmólogos; os dados atuais da cosmologia só nos permitem analisar este Universo.

*sextus*
SONDANDO OS ABISMOS DO COSMOS
Como o insondável que se pode sondar não é o insondável, então se o sondamos, embora mesmo com a mente, o nosso Universo não é insondável. A força de atração gravitacional que a massa da segunda esfera de matéria escura exerce sobre os focos massivos é tão descomunal que o efeito da velocidade imprimida a estes leva-os a se transformarem literalmente em energia de altíssima potência. Estes trilhões e trilhões de corpos massivos ou galáxias da terceira esfera, neste estado de energia que denominamos quinta força, ao passarem pela segunda esfera de matéria escura, criam igual número de buracos-negros, todos se dirigindo para o centro da primeira esfera vazia. Como disse, criam buracos-negros que transformam toda a massa da matéria escura, que se precipita em forma de energia para o centro da primeira esfera vazia. Quando todos os focos massivos e toda massa de matéria escura em forma de energia de alta intensidade ou em estado da quinta força se reunirem em um ponto extremamente diminuto, por fração de bilionésimos de segundos estará atingida a singularidade. Neste ponto é que a seta gravitacional se inverte. Então se dará o início da inflação e, depois, um novo Big-Bang. Após esses bilionésimos de segundo, o ciclo dos Universos terá sequência e um novo Universo nascerá. Esta é uma das muitas explicações de como o Universo conseguiria se reverter ao estado de singularidade e a explicação é bem simples. Assim fica esclarecida uma das simplicidades, das muitas existentes, neste nosso “dito” complexo e insondável Universo!!!....

*septimus*
A EQUIVALÊNCIA RELATIVA
Embora, da singularidade até o Big-Bang haja uma inflação com duração de trezentos mil anos, as coordenadas destes dois eventos em relação às coordenadas do nosso SC podem ser referidas como um único ponto. Os dois pontos referenciados se confundem no infinito, devido à monumentalidade do semidiâmetro do Universo. Assim, às vezes nos referimos ao centro do Universo como sendo a singularidade e, às vezes, como sendo o Big-Bang. Como referido no item 14 na descrição do “insight” do Universo reverso, o nosso SC sideral é imaginário, tendo seu foco de origem, ou seu centro, ou suas coordenadas iniciais em um ponto qualquer do cosmos, pois até mesmo nossa ciência cosmológica vive às tontas, desconhecendo completamente as coordenadas do local onde se deu o início do Universo. Aliás, é impossível para a ciência conhecer o ponto de origem de um objeto, desconhecendo a forma e a dimensão deste objeto.

*octavus*
UMA EXPLICAÇÃO PLAUSÍVEL E A FORÇA DE UMA EXPLOSÃO FOTÔNICA DE DIMENSÃO CÓSMICA.
Por que somente uma fração da energia do Universo em singularidade se transforma em focos massivos ou galáxias, e o restante em matéria escura? O Big-Bang não ocorre no início da inflação da singularidade, mas, sim, após um período de tempo em que esta fração de energia contida na singularidade e que formará os focos massivos já está transformada em matéria. Então após o que, vem a grande explosão, Big-Bang. Imaginem este evento como a ignição de uma hiperexplosão fotônica, provocada pelo acender do Universo. Este evento foi  que lançou esta fração de energia já transformada em matéria de alta densidade e presente na parte mais externa da inflação para fora da esfera inflacionária em grande velocidade e o restante da energia contida na inflação se transformará em matéria escura de baixa densidade e de baixa velocidade, também já com a seta gravitacional reinvertida. Daí a proposição das três esferas, como segue: no centro de tudo, a primeira esfera vazia, ausente de qualquer vestígio de matéria, e, no entanto, preenchida com a energia da sexta força. Recobrindo esta esfera vem a segunda esfera, de matéria não adensada, e em uma zona mais distante; recobrindo estas duas esferas, a terceira e última esfera de matéria adensada, em forma de galáxias, protogaláxias, aglomerados globulares, quasars, buracos-negros, etc. Esta é a nossa morada, é o Universo Einsteiniano, onde a plena distorção do espaço cria a ilusão de um Universo em expansão, iludindo, assim, os nossos sentidos, e, principalmente, os instrumentos dos nossos cientistas.

*nonus*                       
(A Entropia)
A INVERSÃO DA SETA TERMODINÂMICA,
Um princípio da termodinâmica nos diz que todos os sistemas de energia do universo caminham “sempre” no sentido da organização para a desorganização, ou, em outras palavras, no “tempo”, os sistemas de energia fechados partem dos sistemas mais simples para os sistemas mais complexos, onde esta complexidade é traduzida em mais entropia no mesmo sistema. Sabemos que a segunda lei da termodinâmica não é válida em todos os casos, mas apenas na maioria deles; comprovadamente há inversões! E houve inversões no decorrer da evolução do universo. A maior prova disto é a existência de seres inteligentes no universo, que só poderiam existir se houvesse existido uma inversão na segunda lei da termodinâmica, para permitir a produção dos elementos necessários à existência de seres inteligentes. Eis o que a astrofísica descobriu com referência à formação das estrelas primordiais: - As massas estelares primordiais só conseguiram processar os átomos dos elementos mais leves, como hidrogênio, hélio, lítio, berilo, etc. Isto por condicionantes quânticas. As estrelas primordiais tiveram que consumir todo seu combustível (e isto durou bilhões de anos), para então colapsarem e depois explodirem em colossais supernovas, resultando em imensas nuvens gasosas, onde reinava o caos completo e, obviamente, o mais alto grau de desorganização. Não há nada mais desorganizado no universo do que uma nuvem protoestelar, sendo este o estado da nuvem de matéria gasosa que deu surgimento a estrelas do tipo do nosso Sol com seus planetas.  Daí deduz-se logicamente que houve uma inversão da seta termodinâmica. A formação das estrelas de segunda e terceira geração tem sua origem num sistema altamente desorganizado e resulta num sistema altamente organizado. Os elementos pesados, como oxigênio e carbono, e outros elementos dos quais somos formados, e igualmente essenciais à existência de seres inteligentes, são originários de um cadinho onde a segunda lei da termodinâmica foi invertida pelo “dedo” de alguém, que tal, pra variar, o “dedo” do Criador! (Há uma alusão a isto, pintada na Capela Sistina). A matéria de que somos constituídos só foi processada durante a formação das estrelas de segunda ou de terceira geração e graças à inversão da seta termodinâmica, num tempo pretérito. Quem diria! E não me venham com o argumento de que a matéria monumental de uma estrela primordial, ao colapsar-se e depois explodir expandindo toda sua matéria em forma de gás, como uma hiper-super nova, tornar a contrair-se em função do efeito gravitacional e entrando em rotação, formando uma nova estrela de segunda ou terceira geração com o seu séquito de planetas, não seja um sistema fechado de energia! Não me venham com este argumento. Como o insondável não é sondável? Se o sondamos, embora com a mente, mesmo sendo imensurável, o Universo não é insondável. Só há dois tipos de seres humanos: Os “novatus” e desligados, que nada percebem.  E os “antiquus” e ligados, que tudo percebem. Não há meio termo. Os primeiros, são responsáveis somente pelos próprios destinos.
Os segundos, são os responsáveis pelo destino de toda a humanidade.
                
Deo Gratias   
Aqui chegamos ao fim da abordagem do terceiro “insight”,

Edimilson Santos Silva – Movér
Itacaré, Bahia, junho de 2002




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