terça-feira, 24 de julho de 2018

INTRODUÇÃO À OBRA 21 - Obra 21 ENSAIO


01 21 ENSAIOS

PARA O SÉCULO XXI
LER, MEDITAR, SORRIR OU CHORAR... CLARO, QUE A ESCOLHA É LIVRE!

Introdução à Obra 21:

Nestes ensaios que nos levam a pensar, a primeira e única intenção é demonstrar como se descobre a pólvora e, se abre portas abertas. Tudo está diante de nossas vistas, nós é que não queremos ver. Aqui se discorre sobre o futuro de Gaia e sobre a escatologia de sua insensata humanidade. Esta obra a que chamei de “21”, simplesmente será isto, “21”, tem esse nome meio “acorreiado”, por um motivo simples...  Eu pincei estes ensaios de um NoteBook com defeitos sérios de funcionamento, encostado como imprestável, contendo matérias diversas, considero um milagre ter conseguido fazê-lo funcionar! Ao abrir uma pasta qualquer, nela estava uma subpasta, onde descobri meus ensaios sobre a insensatez humana, estes eram os ensaios que tinham desaparecido, e que eu já andava em busca há tempos, peguei o pacote, transferi para um pen Drive, e alguns dias depois ao tentar abrir o NoteBook não consegui mais, então, no PenDrive, selecionei o material que fosse referente ao tema central, que era tudo o que versasse sobre a insensatez do homem e seu efeito danoso sobre o planeta! O que consegui foi estes 21 ensaios, que tornaram-se a obra 21 – Obra esta, que dedico à todos os falantes, especialmente, aos raríssimos falantes sensatos, e de forma geral ao restante, que compõe a grande manada de insensatos! Depois de ter escrito o últimos desses ensaios em princípios de 2009, ainda escrevi noutro NoteBook outros ensaios com o mesmo tema! Mas, decidi não os inserir neste grupo de ensaios. O nome da obra continuaria a se chamar “21”. Pois, era assim que eu via a coisa! O número “21” é o resultado de uma operação com três números ultra cabalísticos, e ponto. Teve um momento em que pensei que seria mais apropriado o título: (INSENSATEZ).
Se bem observarmos, dificilmente dois sensatos se cruzarão na estrada da vida. Então, a coisa mais rara seria dois sensatos se encontrarem. O problema é que fora do instinto não há sensatez! Assim, nunca cruzaremos em nossa existência com um falante completamente sensato, até mesmo se fosse possível, cruzarmos com nós mesmos, isto não ocorreria! Pois, ninguém é completamente sensato. Quando Carollus Linnaeus classificou-nos taxonomicamente de “homo sapiens” sapiens, em 1735, ele teria conseguido um maior grau de acerto se nos tivesse classificado de: “Homo Stultus”. Aí sim, o falante teria sido classificado corretamente.
Estes ensaios, (que estiveram “hegirados”, e quase perdidos), foram elaborados na esperança de que os homens possam (ler e meditar), ainda neste século XXI, sobre a forma como agem no seu insensato uso da finita energia fóssil e da matéria prima, também finita, existente do planeta! Repito, que estes ensaios só serão lidos pelos homens do (sXXI). E que dificilmente poderá ser lido, muito menos meditado no século XXII, pela total ausência desta espécie, que fala, escreve, lê, sorri e chora. Sendo atualmente e, talvez, por mais um curto espaço de tempo, o animal dominante no planeta azul. 
O maior mistério que permeia a existência da humanidade, não é a sua origem nem o seu destino!  É ela ter sobrevivido a tanta insensatez, a tanto ódio, a tanto desamor, a tanta estultícia! Pois, é isto que desde o início da sua recente história escrita, mais tem sido registrado. A história fóssil do “homo erectus” do paleolítico inferior, 2,4 milhões de anos a 300 mil anos AEC, e do paleolítico superior, 300 mil anos a 10 mil anos AEC, nele, o humano, já como “homo sapiens sapiens”, tempo onde se inicia o neolítico e a invenção da lavoura, indo até aos 4,5 mil anos, AEC, quando a sociedade humana dá início a era dos metais. Nos estudos paleoantropológicos, quando se analisa o comportamento dos povos que viveram em todas estas eras, vemos estarrecidos que o seu comportamento não era diferente dos homens embrutecidos de hoje! Emudecidos, descobrimos que a insensatez nos acompanha desde sempre. Observem que usaremos muitas vezes o palavra (portanto), pois, ao utilizarmos estes ensaios que nos levam a pensar, o resultado esperado e natural desses pensares são muitas elucubrações, que inevitavelmente provocarão os numerosos, “portantos”, frutos das múltiplas conclusões desses múltiplos pensares.

TESE:
[“Não é lógico crer que a insensatez seja uma coisa nova, e que só passou a acompanhar o homem, quando este adotou o sedentarismo, ou após a invenção da escrita. Talvez ela seja companheira permanente do homem desde quando ele fabricou as primeiras ferramentas há 2,4 milhões de anos AEC. O que não deixa de ser um grande paradoxo. Como sobrevivemos à tanta insensatez? Muitos questionarão o porquê, da ordem invertida dos ensaios na obra “21”. Ora! A sociedade humana anda ao avesso, por isso eu propositadamente inverti a ordem dos ensaios. O comportamento do “Homo Stultus, e que pensa que é “sapiens”, me leva a este proceder. E é fácil ver esta verdade de que somos “stultus”, através do seguinte raciocínio! Medindo o grau de insensatez do homem moderno, e levando-se em conta que: Se a insensatez da espécie crescesse proporcionalmente para o passado na razão direta da duração desse passado! Nós não existiríamos mais “como espécie”!  Simplesmente, nós já teríamos desaparecido diante de tamanho grau de insensatez acumulada desde seu mais remoto passado. O fato de aqui permanecermos, nos leva a novos raciocínios e a uma verdade que é consequência do acima exposto”].

(ANTÍTESE):
 [“Existe um entendimento natural entre os pensadores, chamados de filósofos, pelos “stultus”; de que o humano seria menos sensato na direção do seu passado! E de que portanto, a insensatez estaria diminuindo na direção do futuro! Mesmo indo de encontro ao que nos propõe o (Steven Pinker, 2018).  Observando com acuidade o proposto na tese, e se aqui, (como dito), ainda permanecemos! É porque a insensatez não cresce   na direção do passado do homem e sim, na direção do seu futuro! Se a insensatez crescesse proporcionalmente à duração do passado!  A primeira geração do nosso primeiro antepassado, pararia por aí, esta primeira geração nem procriaria, desaparecendo dentro do torvelinho de insensatez, e assim podemos deduzir que: A insensatez nesse passado seria tão grande que a espécie desapareceria! Isto, conforme as deduções que conseguimos fazer dos procederes do passado recente do “homo sapiens”! O mais lógico! É de que ele era mais sensato na direção do seu passado. Senão, ele teria desaparecido! Sensatez nada tem a ver com desenvolvimento mental, ou tecnológico! Nem com a aquisição da fala no passado! Portanto, a insensatez da espécie está aumentando na direção do seu futuro. Assim, racionalmente, logicamente e escatologicamente! Nosso fim como espécie está se aproximando, e não o contrário. Não me refiro à escatologia utilizada pelas religiões judaica e cristãs. Mas sim, a uma escatologia mais racional, portanto, matemática, e obviamente, mais científica. A insensatez do humano pode ser aquilatada pelas dezessete mil ogivas atômicas estocadas. Considerando a data do início do bipedalismo, como data/início da existência do homem! Com certeza, ainda não sapiens! Teremos então 4,5 milhões de anos, de existência, nessa instância; viveu o “Pithecanthropus anamensis”, olhe bem, que não o nomino de Australopithecus, mas sim, de  Pithecanthropus, isto por estar considerando-o como nosso mais antigo (antepassado). Se considerarmos o uso da primeira ferramenta, teremos que o considerar há  2,4 milhão de anos, já então como homo erectus”, se considerarmos a aquisição do raciocínio e o consequente abandono do instinto, teremos então 300 mil anos, que é a transição do “homo erectus” para “homo sapiens”, então nesse caso, somos bem mais novos como sapiens. O mais lógico é admitirmos que a insensatez seja inerente ao humano pensante e de que, tenhamos surgido há 300 mil anos, e não a 4,5 milhões de anos, seja em qualquer data, pode-se observar que”].

(SÍNTESE):
[“O instinto protege naturalmente os animais da insensatez, sendo a insensatez um ato resultante da escolha diante de uma dicotomia, de algo lógico e algo ilógico, somente de uma escolha poderia advir a insensatez; fruto de uma escolha errada, de um raciocínio pífio, portanto a insensatez seria algo que só apareceu depois da aquisição do raciocínio. Algo que só veio a acontecer depois de 300 mil anos AEC, seguindo este raciocínio a insensatez é bem mais nova. Não datando dos primórdios da aquisição do bipedalismo. Isto, nos leva a uma conclusão! Que é uma terrível e horripilante verdade!
A aquisição do raciocínio lógico nos levará à nossa destruição como espécie, e não o contrário. Então! Melhor seria se tivéssemos continuado como seres instintivos, nesta condição, ainda existiríamos por muitos milhões de anos.
Entristecido por ter chegado a estas conclusões, e principalmente, por ver o véu da sensatez encerrando esta síntese de forma tão sensata”].
E agora damos de cara com o último ensaio dessa obra! Que mesmo não perdendo sua ordem numeral, passa a ser o primeiro ensaio na cronologia da obra.
Sendo este, o vigésimo primeiro ensaio, muitos questionarão! Por que os ensaios estão em ordem numeral e cronológica invertidos, começando pelo último? Ora! Eu mesmo fui um viciado em ler primeiro o último capítulo dos livros, mas, só o fazia para tentar avaliar a qualidade da obra com antecedência. Coisa que nem sempre conseguia! O que hoje em dia tornou-se comum é encontrarmos opiniões sobre as obras, nas orelhas das obras. Antigamente não existia o costume de grande Jornais e críticos de renome expressarem suas opiniões a respeito da qualidade de publicações recém lançadas. Costume que hoje em dia é comum, embora corramos o risco de acreditarmos nestas opiniões, e elas serem opiniões pagas, principalmente! Opiniões de capa.
Os sapiens que, tudo fazem por dinheiro, ainda se dizem sábios! A sabedoria leva a humildade e ao desapego. A estultícia e a ganância, inimigas da sabedoria, agem ao contrário.

Vamos então, ao cerne da Obra “21”,

Que são seus 21 ensaios e os adendos apostos no final da obra.

Edimilson Santos Silva Movér
moversol@yahoo.com.br  


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