terça-feira, 24 de julho de 2018

O CLIMA NO PLANETA - Obra 21 ENSAIO

DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR
Subsérie: Estudos paleoclimatológicos
Sexto ensaio


                               O CLIMA NO PLANETA

Uma abordagem sobre a afirmação de um grupo de sábios,
mais conhecidos como “Céticos” da inexistência do efeito estufa.
Talvez nem tão sábios assim...

Assuntos “paleoclimatológicos”



A argumentação do ensaísta.
1* Não há o que discutir, o clima do planeta azul já passou pelas mais diversas fases, e não há como duvidar ou mesmo negar tal fato, já houve breves e longos períodos de clima frio, e longos e breves períodos de clima quente, isto em seus extremos. Já as mudanças do clima por curtos períodos fazem parte do nosso viver cotidiano. Na realidade, as mudanças do clima começaram a se fazer sentir ou a existir após a formação dos oceanos na primeira era geológica que a ciência denomina de (Pré-Cambriano) e no período a que chamam de (Arqueano) que vai de 3.5 bilhões de anos até os 2,5 bilhões de anos atrás, portanto até o início do período (Proterozóico), nada mais natural, pois, foi entre o meio do período (Arqueano) e o meio do (Proterozóico) que surgiram os primeiros vestígios de vida no planeta na forma de estromatólitos. Sem clima ameno e umidade não há condições para surgir a vida, pois esta depende de constância de temperatura, e presença constante de água. Recentemente apareceu uma corrente do "não"! Negando a existência do efeito estufa nos dias atuais. Há de tudo no planeta! Inclusive pessoas cultas, mas, “inocentes úteis” que seguem esta corrente, não se perguntando a quem interessa esta crença da não existência do efeito estufa? A quem interessa? Ora! Interessa a quem lucra com a emissão de CO2. Claro que este modelo ou paradigma da inexistência do efeito estufa, foi elaborado ou criado por grupos econômicos interessados na exploração descontrolada e desapiedada das fontes produtoras de CO2, pouco se importando com os resultados desta exploração. Negando assim, o efeito estufa e o consequente aumento na temperatura média do planeta, aumento este, neste caso, provocado unicamente pela ação humana. O seu maior argumento é de que já houve em eras passadas alterações violentas no clima do planeta, isto sem a interferência do homem, isto não é possível negar, houve é verdade! Grandes mudanças no clima do planeta, estas mudanças tem duas origens ou vertentes!  A primeira tem "endocausa" e são originárias do próprio planeta e a segunda tem "exocausa" com suas origens na mecânica celeste.  Vejamos como primeiro enfoque o que chamo de "endocausa". O clima do nosso planeta está sujeito a diversos efeitos produzidos pelo próprio planeta, que alteram de forma notável seu macro-clima! Vejamos quais são estes efeitos! Observe que aqui estamos tratando das grandes mudanças climáticas com longa duração, e que deixaram registro nos fósseis, nas rochas, nos solos e principalmente nos "eternos" gelos polares. A fonte maior das mudanças do clima tem origem nos oceanos, e nos oceanos o maior fator dessas mudanças de longa duração está na alteração da temperatura e da salinidade das correntes marinhas, E por sua vez! Estas correntes têm origem nas mudanças na temperatura dos oceanos, provocando diferenças de salinidade, alterando a densidade da água provocando o fluxo constante das correntes marinhas, e o que mais concorre para manter o fluxo constante das correntes é a diferença da rotação da superfície do planeta! A rotação do planeta em torno do seu eixo tem várias velocidades indo de 1.669.782,00 (Hum mil seiscentos, sessenta e nove quilômetros e setecentos e oitenta e dois metros) por hora, no equador, até poucos centímetros por dia nas proximidades dos pólos geográficos. Foi notado que o desenho das costas dos continentes tem grande influência na formação das correntes marinhas. Esta diferença de rotação é a maior causa da existência das correntes. As correntes marinhas por sua vez são as responsáveis diretas pelas maiores mudanças do clima do planeta, sendo estas mudanças cíclicas e mais ou menos constantes. (Na realidade tudo está estreitamente inter-relacionado). Todas as correntes marinhas tem influência no comportamento do clima planetário. No entanto somente algumas alterações nas temperaturas dos oceanos são mais conhecidas, como as que provocam os dois fenômenos chamados de "El niño" e "La niña" no sul do oceano pacífico, nas costas da América do Sul. Sabe-se que a grande corrente do golfo (Gulf Stream) que se forma no golfo do México indo na direção do Atlântico norte é que mantém a costa da Europa aquecida, principalmente o oeste da Europa. Sem as águas quentes do Gulf Stream, pelo menos parte da costa de Portugal, da Espanha, parte da costa da França e de toda a costa oeste da Inglaterra seriam cobertas pelo gelo. O certo é que ao longo do existir do planeta o oceano é o grande responsável pela existência da massa de nuvens controlando o ciclo das chuvas e consequentemente grande parte do macro clima do planeta, e mesmo o micro clima de algumas regiões. No entanto as grandes mudanças climáticas que alteram por milhares de anos a face do planeta, não se originam somente dos oceanos, ainda tratando das mudanças "endocausa" a mudança climática que mais transfigurou a face planetária, veio justamente, de "dentro" do planeta. Há registros na história fóssil do planeta contidos em solos continentais, nos gelos polares e no fundo dos mares comprovando que há 250.000 mil anos e há 74.000 mil anos ocorreram catastróficas erupções vulcânicas, alterando completamente a vegetação e a vida na superfície do planeta e principalmente o seu clima. Os cientistas chamam a estes acontecimentos de "gargalos" na existência da vida no planeta. A última catástrofe de 74.000 anos atrás foi provocada por uma descomunal erupção de um vulcão na ilha de “Toba” na indonésia, (os registros da deposição da cinza desta descomunal erupção existe em todos os continentes), o homem quase desapareceu da face do planeta. É um verdadeiro milagre que tenhamos sobrevivido, calcula-se que o planeta foi coberto por uma nuvem de cinzas por mais de três anos, foi uma longa noite de três anos desaparecendo quase que completamente a cobertura verde do planeta, provocada pela ausência da fotossíntese. Como prova deste cataclismo, a camada desta nuvem de cinza está depositada por toda a superfície do planeta. Calcula-se que a cada desastre deste tipo, naturalmente adviria uma prolongada glaciação, o que dificultaria ainda mais a sobrevivência. O grupo ou os grupos de humanos que sobreviveram, naturalmente viviam na zona equatorial e nas bordas de grandes reservatórios de água, ou de grandes rios, e mais! Só sobreviveram por que já sabiam pescar. Estes sítios ou "nichos" com certeza estavam localizados próximos da linha do equador, devido a maior insolação! E quase que com certeza na África. Não há quase registros de fósseis nesta data (74 mil anos), nas Américas, na Ásia nem na Europa e muito menos na Polinésia. Uma das principais provas desta drástica redução do número de humanos, é que todo ser humano possui não se sabe por que, o DNA mitocondrial. Um estudo feito em todos os países do planeta detecta no genoma humano a existência de uma matriz no DNA mitocondrial da espécie, assim, somos descendentes de uma mesma mãe ancestral! Portanto somos todos irmãos e filhos de uma mesma Eva. O que nos leva a supor que a humanidade daquela época (74.000 anos atrás), foi reduzida a um número extremamente diminuto.
Eis um estudo interessante:

2* [... - Estudos do mapa das migrações dos primeiros humanos, baseado no estudo do DNA da Eva mitocondrial, este é o nome pelo qual é conhecido o mais recente ancestral comum - MRCA, do inglês, (Most Recent Common Ancestor) por descendência  de todos os seres humanos vivos na atualidade. O seu DNA mitocondrial (mtDNA) foi passando de geração em geração e está agora presente em todas as pessoas. Todos os mtDNAs presente em todas as pessoas do mundo é derivado do mtDNA da Eva mitocondrial. É a contraparte do Adão-Y, o Mais Recente Ancestral Comum - MRCA, por descendência patrilinear . E, segundo a hipótese científica mais aceita, tudo teve origem na África.-...]
 fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/DNA_mitocondrial

3* Trataremos agora das mudanças climáticas devidas aos efeitos externos, (exocausa). Temos que considerar três conhecidos movimentos ou efeitos astronômicos a provocar estas mudanças. Um astrofísico e matemático (sérvio) de nome Milutin Milankovitch, (1879-1958), por formação universitária ele era engenheiro e geofísico, propôs a teoria mais aceita até hoje, sendo apresentada em 1920, (Teoria dos Ciclos de Milankovitch), esta teoria propõe o seguinte: As alterações climáticas de grande porte, como as glaciações tem origem no índice de energia originária do Sol absorvida pelo planeta. Este índice varia em função de três movimentos a que o planeta está sujeito, a saber: O 1º movimento é o de “precessão”, que é a variação do ângulo de (obliquidade), (A obliquidade é o 2º movimento), em relação à eclíptica, que varia (em números redondos de 21 a 24 graus), somada ao efeito da inclinação da obliquidade, conforme, se no afélio ou, se no periélio, os solstícios nos dois hemisférios possuem diferentes graus de intensidade. Tendo a precessão uma duração de 22 mil anos, portanto, a cada 11 mil anos os hemisférios mudam completamente de posição, o que está no solstício de verão passa para o solstício de inverno e vice-versa. Na atualidade o hemisfério norte está com o solstício de inverno no periélio e o hemisfério sul com o solstício de inverno no afélio. Assim o inverno do hemisfério norte que é mais rigoroso, e o inverno no hemisfério sul, deduz-se que estas diferenças de intensidade não são provocadas pelos extremos da elípse, afélio e periélio. Assim, não confundam, pois, as intensidades dos climas nos solstícios nos dois hemisférios que não são marcados pelo afélio nem pelo periélio, mas, sim pelo ângulo de incidência dos raios solares mais diretos no hemisfério sul, e mais indiretos no inverno no hemisfério norte que se dá em dezembro, o que diminui a insolação no inverno no norte. O contrário ocorre no hemisfério sul onde o inverno se dá em junho e a insolação é mais intensa que no norte provocando um inverno menos intenso.

4* Também, Milutin através de cálculos matemáticos comprovou que o movimento de translação do planeta sofre alterações pronunciadas, (excentricidade da órbita), (A excentricidade é o 3º movimento), variando num ciclo de 92 a 100 mil anos a (curva elíptica) percorrida no espaço em um período de um ano pelo planeta em torno do Sol, a alteração na forma de uma elipse ligeiramente oval, até atingir a forma de um círculo quase perfeito. A elipse sofre alterações da ordem de 0 a 0,067 o pressuposto maior aventado por Milutin, não é cada uma destas alterações em separado, mas sim; a soma destas alterações conjugadas em seus extremos mais pronunciados, que resultaria nas grandes alterações climáticas. Alguns cientistas chamam nossa atenção para o fato de que estas alterações na mecânica da órbita planetária não seriam suficientes para provocar grandes alterações na temperatura média do planeta, ou que fossem suficientes para provocar as glaciações. No entanto estas alterações conjugadas seriam “bastantes” para provocar em seus prolongados períodos mais quentes, digamos 50 mil anos mais quentes e secos, com as consequentes queimas de toda cobertura verde (já seca) do planeta, e como resultante disto, a queima constante da massa verde, e a natural emissão lenta de dióxido de carbono, (CO2) para a atmosfera, o que provocaria e resultaria num leve efeito estufa. Nos próximos 50 mil anos a emissão de CO2 seria quase 0 (zero), com clima ameno e com a cobertura verde conservada e clima úmido, sem queima da vegetação. Como se sabe, uma baixa concentração de CO2 tem como resultado um efeito estufa invertido, levando lentamente o planeta a uma fase de uma nova glaciação. Isto com a soma dos três efeitos da mecânica celeste com seus efeitos conjugados e invertidos. Quando estes três efeitos da "exocausa" ocorrerem conjugados e forem somados aos efeitos conjugados da "endocausa"! Aí, sim, poderemos esperar, ou uma glaciação global ou uma fase de extremo calor a depender de como será a soma dos extremos da "exoendocausa". Efeitos conjugados podem levar o planeta para uma fase de aquecimento, na outra ponta desta conjugação os efeitos podem levar-nos logicamente a uma fase de resfriamento. Ambas indesejáveis... só que desta vez, neste início de uma fase de aquecimento, a emissão de CO2 para a alta atmosfera do planeta quem está provocando somos nós. Só que desta vez, o planeta possui quase 7,6 (sete bilhões e seiscentos milhões), de seres humanos que dependem de um clima compatível com sua fisiologia, para que possam sobreviver... E principalmente poderem produzir alimentos. Na realidade o que mais nos afetará será a queda da produção de alimentos, não importando se o planeta seja aquecido ou resfriado, o que importa é de que não deixemos de produzir a quantidade de alimentos necessária para a sobrevivência da espécie humana, e massa vegetal para que os animais (a fauna em geral), também possam sobreviver. É bom lembrar que a maior fonte de proteínas utilizadas pelos humanos tem origem nas espécies animais. Em última instância, não interessa nem é benéfica à espécie humana uma alteração violenta e acentuada no clima, não importando, portanto, se é a natureza ou o homem o responsável por esta alteração climática.
 
Vejamos aleatoriamente as principais bases da teoria de Milutin
 A variação da excentricidade da órbita:
5* Enquanto estamos todos familiarizados com o eixo da Terra apontando em direção à Estrela Polar (Polaris) em um ângulo de 23º45' e que a distância média da Terra ao Sol é de 149.593.222,5 milhões de Km do Sol, esses fatos ou números não são absolutos ou constantes. Pois, o periélio é de 147.095.271,0 Km, e o afélio é de 152.091.174,0 Km. A interação entre a Terra e o Sol, conhecida como variação orbital, são alterações que mudaram a história do clima da terra durante toda sua existência de 4,6 bilhões de anos.

1º) A excentricidade
6*Eccentricity is the change in the shape of the earth's orbit around the sun. Excentricidade é a mudança na forma da órbita da Terra ao redor do sol. Currently, our planet's orbit is almost a perfect circle. Atualmente, a órbita do nosso planeta é quase um círculo perfeito. There is only about a 3% difference in distance between the time when we're closest to the sun (perihelion) and the time when we're farthest from the sun (aphelion). Há apenas cerca de uma diferença de 3% em distância entre o tempo em que está mais próximo do sol (periélio) e o tempo em que está mais afastado do sol (afélio). Perihelion occurs on January 3 and at that point, the earth is 91.4 million miles away from the sun. O periélio ocorre em 3 de janeiro e, nesse ponto, a terra está 147 milhões de quilômetros distante do sol. At aphelion, July 4, the earth is 94.5 million miles from the sun. No afélio, em 04 de julho, a terra esta 152 milhões de quilômetros distante do sol. Daí, dá para entender que o afélio e o periélio não provocam as diferenças de intensidade nos invernos nos dois hemisférios.
Over a 95,000 year cycle, the earth's orbit around the sun changes from a thin ellipse (oval) to a circle and back again. Ao longo de um ciclo de 95.000 anos, a órbita da Terra ao redor do sol muda a partir de uma elipse fina (oval) para um círculo, e de volta, qWhen the orbit around the sun is most elliptical, there is larger difference in the distance between the earth and sun at perihelion and aphelion.uando a órbita em torno do sol é mais elíptica, há maior diferença na distância entre a terra e o sol no periélio e afélio. Though the current three million mile difference in distance doesn't change the amount of solar energy we receive much, a larger difference would modify the amount of solar energy received and would make perihelion a much warmer time of the year than aphelion. Embora a diferença atual de quatro milhões de quilômetros em distância não altere significativamente a quantidade de energia solar que recebemos, uma maior diferença poderia modificar a quantidade de energia solar recebida e faria do periélio um tempo muito mais quente, e do mês do afélio um período muito mais frio.

          2º) ObliquityA obliquidade
On a 42,000 year cycle, the earth wobbles and the angle of the axis, with respect to the plane of revolution around the sun, varies between 22.1° and 24.5° . 7* Em um ciclo de 42.000 anos, a terra e as oscilações do ângulo do eixo, com respeito ao plano de revolução em torno do sol, varia entre 22,1 ° e 24,5 ° mLess of an angle than our current 23.45° means less seasonal differences between the Northern and Southern Hemispheres while a greater angle means greater seasonal differences (ie a warmer summer and cooler winter).enos de um grau que a nossa posição atual de 23º,45 o que significa menos diferenças sazonais entre os Hemisférios Norte e Sul, enquanto um maior ângulo significa maiores diferenças sazonais (ou seja, um verão mais quente e um inverno mais frio). No meridião e no setentrião, respectivamente. Compreendendo-se, como disse, que o fator causador dessas diferenças! É o ângulo de incidência da luz do astro rei, e não suas distancias no afélio e no periélio.


3º) A precessão dos equinócios

8* A precessão é o giro que o eixo do planeta faz (numa realidade astronômica), num ciclo completo de 360 graus em 25.765 anos. E não 22 mil como arredonda alguns. Portanto, durante 12.882,5 anos um hemisfério está mais voltado para o Sol, nos outros 12.882,5 anos ocorre o contrário, o outro hemisfério é que está mais voltado para o Sol. Em termos astronômicos podemos descrever assim! No decorrer dos próximos 12.882, anos a partir de agora o Hemisfério Norte vai no futuro experimentar verão em dezembro e o inverno em junho porque o eixo da Terra estará apontando para a estrela Vega, em vez de seu atual alinhamento com a Estrela Polar ou Polaris, que é estrela mais brilhante da constelação da Ursa Menor Esta inversão sazonal não vai acontecer de repente, mas as estações do ano vão mudar gradualmente ao longo de milhares de anos. O oposto disso, naturalmente ocorrerá com o Hemisfério Sul. Imagine a precessão como o bambolear de um pião num giro de 360 graus, e que dure 25.765 anos. Sendo o ângulo do bamboleio de 23º45’, e está tudo explicado.

          Os três “Ciclos de Milankovitch”.
9* Astronomer Milutin Milankovitch developed the mathematical formulas upon which these orbital variations are based. O engenheiro, geofísico e astrofísico sérvio, Milutin Milankovitch (1879-1958), desenvolveu as fórmulas matemáticas em que essas variações orbitais são descritas e baseadas. He hypothesized that when some parts of the cyclic variations are combined and occur at the same time, they are responsible for major changes to the earth's climate (even ice ages). Ele propôs a hipótese de que, quando algumas partes das variações cíclicas são combinados e ocorrem ao mesmo tempo, eles são responsáveis ​​por grandes mudanças que afetam o clima da Terra (idades até mesmo de gelo).Milankovitch estimated climatic fluctuations over the last 450,000 years and described cold and warm periods. Milankovitch estimando flutuações climáticas durante os últimos 450.000 anos e, descritos como períodos quentes e frios. Though he did his work in the first half of the 20th century, Milankovich's results weren't proven until the 1970s. Embora ele tenha feito o seu trabalho na primeira metade do século 20, os resultados dos estudos de Milankovitch não foram comprovadas até a década de 1970. Quando isso ocorreu com a identificação das grandes eras dos gelos "eternos", ou grandes glaciações, Milankovitch foi reconhecido como um grande cientista. 
A 1976 study, published in the journal Science examined deep-sea sediment cores and found that Milankovich's theory corresponded to periods of climate change. Um estudo de 1976, publicado na revista científica Science analisou núcleos de sedimentos no fundo do mar e descobriu que a teoria dos ciclos de Milankovitch correspondia aos períodos de mudanças climáticas. Indeed, ice ages had occurred when the earth was going through different stages of orbital variation. De fato, as eras glaciais haviam ocorrido quando a Terra estava passando por diferentes estágios de variação orbital.  E assim, passaram a considerar a teoria de Milutin Milankovitch como válida e real. No entanto, nos dias de hoje a Terra não está passando por uma variação orbital, saímos de um clima de frio extremo há 12 ou 14 mil anos, estamos portanto muito distantes de outro extremo provocado por nova variação orbita! No entanto o clima do planeta está em fase de aquecimento crescente! Os céticos são desonestos, todos sabem que os degelos das calotas polares ocorrem anualmente e são poucos significativos em relação às massas dos gelos polares, nunca os gelos do  Ártico permitiram a navegação, coisa que em certas épocas do ano são possíveis hoje em dia. Como explicar tal fato? Assim, o aquecimento do planeta é uma realidade, os céticos que recebem diretamente ou indiretamente, dinheiro das grandes empresas poluidoras e produtoras do CO2, são desonestos, ante a grande massa de humanos com menos conhecimento e informação. O futuro os julgará! Certamente os julgará!

Após a abordagem da teoria de Milutin sobre o clima do Planeta!
 Torna-se necessária a repetição da declaração de Cousteau:

10* "Hoje em dia, o ser humano apenas tem ante si, três grandes problemas que foram ironicamente provocados por ele próprio: 1) A super população, 2) o desaparecimento dos recursos naturais e 3) a destruição do meio ambiente, triunfar sobre estes problemas, visto sermos nós a sua única causa, deveria ser a nossa mais profunda motivação". Jacques Yves Cousteau.  (1910-1997).

Edimilson Santos Silva Movér
Vitória da Conquista, 
20 de fevereiro de 2008
moversol@yahoo.com.br  

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