domingo, 29 de julho de 2018

UMA REVISITAÇÃO - ENSAIO (54)

DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR

Subsérie: A memória e a Mitologia: Mnemosynes, a deusa memória, era uma titânide filha de Urano e de Gaia. Mnemosynes foi enganada por seu sobrinho Zeus, que se lhes apresentou como um pastor, tiveram uma lua de mel por nove noites seguidas, mel este, que resultou no nascimento das nove MUSAS: Calíope, da Poesia Épica; Clio, da História; Erato, da Poesia Romântica; Euterpe, da Música; Melpômene, da Tragédia; Polímnia, dos Hinos; Terpsícore, das Danças; Tália, da Comédia; Urânia, da Astronomia. Mnemosynes de sua união com Zeus tiveram outros filhos, que são os TITANS: Oceano; Céos; Crio; Jápeto; Hiperião e Cronos.

Tiveram as TITÂNIDES: Tétis; Teia; Reia e Têmis. Também tiveram os CICLOPES: Arges; Brontes e Estéropes... E os HECATÔNQUIROS: Briareu; Coto e Giges, sendo que os Hecatônquiros possuíam 100 cem mãos cada um. Mnemosynes e Zeus tiveram ao todo, 25 filhos.

 

Capítulo 20 da Obra “Os Três Insights” de 1999.

 

UMA REVISITAÇÃO

 

OU UM REAVIVAMENTO DA MEMÓRIA DA EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE

(SENDO MNEMOSYNES A MEMÓRIA DE TODA A HUMANIDADE)

 

1)UR). Ao revisitarmos dentro do tempo as diversas etapas da evolução do homem, citadas no capítulo 19 da obra: “Os Três Insights”, notaremos que realmente o homem evoluiu. Comparemos o comportamento do homem de três mil anos atrás com o do homem atual, e veremos que o homem melhorou; as guerras daquele tempo eram guerras de extermínio! Guerras de terra arrasada! Ninguém reclamava; era o costume, era o “modus operandi e vivendi”. Embora nas guerras atuais ainda haja muita barbárie, a grita dos povos é imensa e existem leis internacionais, a que todas as nações são obrigadas a cumprir, embora nem sempre as cumpram, estas leis proíbem atos bárbaros! Na realidade, os povos atuais não concordam com as guerras; os governos é que as provocam, por três principais motivos: Econômicos, ideológicos ou territoriais, estando incluso nos dois últimos, embora de forma disfarçada, torpes motivos financeiros.

 

O HOMEM ANTIGO E O MODERNO

2)UR). Vejam o exemplo atualíssimo da guerra entre os Estados Unidos e o Iraque. O que se observa e se constata é que a grande maioria dos governos do mundo é contra a guerra, e a totalidade da humanidade é completa e absolutamente contra. Querem outra prova de que o homem evoluiu? Então me respondam! Quais foram os povos, antigos ou os modernos, antes do século XX, que instituíram livremente as organizações não governamentais, ONGS, para lutar em defesa do meio ambiente, temos como exemplo: a “Greenpeace”! Assim como, as sociedades de proteção de cada espécie animal em perigo de extinção, as de proteção a cada específico meio ambiente, as sociedades de proteção à infância, aos menores abandonados, sociedades de proteção às mulheres, à velhice, aos deficientes, aos pobres, as sociedades de apoio aos sem teto, aos sem terras e as de proteção aos direitos humanos? Agora eu respondo, foi a civilização atual, a nossa, e não as civilizações de um passado longínquo ou imediatamente anterior aos nossos dias, que as instituiu. Esta constatação é ou não é uma prova de evolução espiritual da humanidade? Então me dirão! O homem de três mil anos atrás não agredia o meio ambiente! Ora, ninguém cospe no prato que come! Hoje em dia, você se alimenta ainda do meio ambiente, mas, passa despercebido porque os alimentos passam por processos de industrialização, a maioria nem nota a sua origem, alimento este, que tem origem na natureza. Hoje em dia a agressão ao meio ambiente tem origem no grande número de “sapiens”, o que provoca a explosão demográfica. Neste caso, o problema é de número; na época da Hélade, a humanidade não passava de 100.000.000 (cem milhões) de seres; talvez nem isso, atualmente, já somos sete bilhões e oitocentos milhões, e aí então, a pressão demográfica exercida sobre o meio ambiente é formidável, e não há meio ambiente que suporte tal pressão. Já expus anteriormente esta minha opinião! Se alcançarmos o quádruplo de nossa população atual, as reservas energéticas do planeta serão exauridas em poucas décadas e então teremos um colapso e uma reviravolta no existir do homem sobre o planeta, ou, no mínimo, voltaremos à barbárie. Se a população do planeta somente dobrar! A economia entrará em colapso, e o caos planetário estará estabelecido! Após os voos espaciais a humanidade passou a ter consciência planetária, atingindo, assim, não somente um passo, mas, também, mais um degrau da evolução espiritual, embora, um pequeno degrau. Com os voos espaciais, até mesmo o homem comum tem visão planetária do seu habitat. Num tempo pretérito aos voos espaciais, somente algumas mentes especiais, diga-se, “iluminadas” tinham esta visão.

 

O ENFOQUE QUE BUSCAMOS

3)UR). Conforme anteriormente explicitado, esta obra não é dirigida especificamente, aos homens de ciência, sendo tão somente uma singela tentativa de fazer chegar ao grosso da humanidade, aos leigos em assuntos cosmogônicos uma visão ampliada e, ao mesmo tempo simplificada do macro universo em que vivemos, tendo como centro os “insights” que dão uma nova visão à forma e à dinâmica de um novo universo, simples, racional e crível ao extremo, dando também uma despretensiosa olhadela no comportamento do animal paradoxal que se autointitula “gente”, ou taxonomicamente classificado de “Homo sapiens sapiens”. Obedecendo aos princípios da pirâmide escalonada invertida, numa visão evolutiva espiritual, só há dois tipos de seres humanos: os “antiquus” e os “novatus”, quanto as suas primeiras encarnações, tendo ambos, acesso irrestrito aos bruxedos da ciência, estando ambos, hoje, encarnados ou desencarnados. Esta proposição se aceita ou não, valida ou invalida a ciência da “Psicologia Transpessoal” de Stanislav Grof. Qualquer um desses dois tipos de espíritos pode chegar a ser um Tomas Alva Edison, um Albert Sabin ou um Dr. Silvana da vida ou um Pol Pot ou um Hitler da vida. Assim como; poder atingir qualquer cargo de mando no planeta, de um chefe tribal na Amazônia, até a ser presidente da maior Nação do planeta. O (conhecimento e o poder), são direitos “inderrogáveis” do ser humano; todos, indistintamente, têm livre acesso a eles. Normalmente e, por lógica o que se espera é mais evolução nos espíritos “antiquus”, e menos evolução nos “novatus”. O fundamento dessa proposição está no aumento constante na população do planeta. Quanto mais aumenta, mais espíritos “novatus” reencarnam! O que leva evolução aos espíritos são as sucessivas reencarnações, quanto mais vezes um espírito reencarna mais evoluído ele estará. Assim os espíritos mais antigos seriam obviamente mais evoluídos pelo maior número de reencarnações. Não me venham com a proposição de que existe um número muito maior de espíritos que o número da população viva naquele momento, e de que assim, existiria a possibilidade de que todos reencarnaram o mesmo número de vezes, se assim o fosse! A humanidade inteira possuiria o mesmo grau de evolução, coisa que não ocorre, fato que pode ser facilmente observado, não somente hoje, mas mesmo através da história do mundo.

 

COMO NOS ENFOCAM

4)UR). Por mais que não queiramos ser explicativos, alguém sempre provoca nossa tendência para dar explicações, e como não há como escapar das críticas, dos que leem e dos que não leem o que criticam. Pelo menos esta primeira crítica eu vou responder, e aqui vai o elucidário deste julgamento. Antes deste pequeno ensaio ir ao prelo, se é que um dia irá, distribuí algumas versões “beta”, entre algumas pessoas amigas. Alguns, com bastante cultura geral e conhecimentos aprofundados em áreas específicas do saber acadêmico, como física nuclear, geofísica, astronomia, engenharia, na área de cálculo estrutural, medicina, ciência da computação, matemática superior, filosofia, música, filologia, sociologia, teosofia, espiritismo, teologia, poesia, psicologia, psiquiatria, idiotia, “opa! Desta última ninguém escapa”, etc. etc., outros com cultura mediana ou mesmo com pouca cultura, o fiz com a intenção de colher opiniões as mais diversas possíveis, para que, com a análise da opinião deste pequeno, atípico e variado universo de leitores, eu pudesse avaliar o grau de aceitação da obra e, principalmente, a qualidade da sua descrição (na realidade, a obra é somente a descrição de três fatos singulares ocorridos comigo), isto se algum dia por, quaisquer motivos, ela viesse a ser publicada.

 

A VISÃO DISTORCIDA DO HOMEM DOS TRÊS SÁBIOS

5)UR). Morando na época em Itacaré e tendo um primo, Geraldo Figueira Brito, morando na Tulha, zona praiana, por sinal, linda, no litoral norte de Ilhéus, aqui na Bahia, dei um exemplar dos “Três Insights” a este primo, para que ele o lesse e opinasse, dei um exemplar “beta”, isto é, sem a revisão final. Este primo emprestou o exemplar para um amigo (dele) para ler; este amigo (dele), com formação acadêmica, isto é, com curso universitário, fez algumas perguntas, tais quais: O autor desta obra é usuário de drogas? É louco? É um lunático? Ou um visionário? Tais perguntas, partindo de uma pessoa com formação acadêmica, que tenha cursado uma universidade, eu não entendo, não dá para entender, mas por ter formação em uma área específica do saber acadêmico, eu entendo, mesmo porque os sonhos dos gatos serão sempre povoados de ratos. Este amigo do meu primo é psiquiatra, assim, estaria próximo das pessoas com problemas nas células gliais. Estaríamos regredindo espiritualmente? Ou seria somente a burrice que grassa solta e desembestada pelos rincões da Pátria? Principalmente no campo do ensino superior! E assim, ele não conseguiu perceber que o texto é uma ficção, coitados, e pobres homens dos três sábios: Leonardo de Ser Piero da Vinci, 1452-1519 de Arthur Schopenhauer 1788-1860 e de Leon Tolstói 1828-1910. Tenhamos em vista que: A proposta do filósofo e cientista Rupert Sheldrake ultrapassa todas as propostas dos filósofos do passado. A proposta deste grande pensador nos trás de uma só vez, evolução espiritual e tecnológica. 

 

A LEITURA DE UMA FICÇÃO,

6)UR). Mas, convenhamos! Pessoas que tenham um dia cursado uma universidade, por mais desligadas que sejam, têm algum conhecimento e discernimento em áreas como física, cosmologia, geologia, química, astronomia, pelo menos já ouviu falar em integração e diferenciação, teoria dos números, trigonometria, história geral, paleoantropologia, etc. Pelo menos já ouviram falar de Relatividade Geral e Restrita, Física newtoniana, Química, Física Quântica, Geometria esférica e plana, Ondas Gravitacionais, Geometria Euclidiana, etc. Pelo menos um dia, por descuido, viu escritos estes nomes: Anaximandro, Tales, Pitágoras, Aristóteles, Sócrates, Platão, Copérnico, Galileu, Newton, Leibniz, Maxwel, Feynman, Laplace, Böhr, Werner Heisenberg, Hubble, Hawking, Guth, J.R. Gott, Einstein; com certeza, pelo menos já viu escrito! Restou-me a desconfiança de que ele andara lendo a obra do escritor, jornalista e filósofo inglês Aldous Huxley, e deu especial atenção à área do estudo da percepção sensorial do homem, alterada por estímulos outros, relatado em (As Portas da Percepção) e, com certeza, o amigo de meu primo não captou a essência da obra; será que leu O (Macaco e a Essência)? Ora se leu! Aí me caiu a primeira ficha: a pessoa tinha tomado a descrição dos três “insights” em forma de obra de ficção como um absurdo, e uma irrealidade! Assim o fiz para tornar a descrição mais fácil e mais crível. Ele tinha acreditado em tudo que eu tinha imaginado, e escrito como uma forma de descrever o que ocorrera comigo, onde lancei mão da minha criatividade para dar vida ao relato dos três “insights” como um fato que houvera se passado realmente daquela forma comigo! Aí me dei conta de que tinha alcançado o objetivo a que todo contista de ficção almeja, que é de que sua obra fosse tomada como a descrição de um conto “do real”. Na descrição dos três “insights”, cheguei a ser redundante, dizendo que relatar tudo o que ocorrera e da forma que ocorrera era impossível e “irrelatável”, (Recordando-me de C. Lispector e repetindo o ministro do “imexível”). Assim, sobretudo no antelóquio, usei a ficção para tornar mais compreensível o que eu tinha que descrever. Desta forma, grato, meu bom primo, e grato, bom amigo (dele). Ou será que este ilustre amigo (dele) não leu todo o ensaio? E teria opinado sobre o que não tomou conhecimento “in totum?”, ou leu e não compreendeu o conteúdo? Em última instância, ainda resta a opção deste humilde “insightista” não ter tido sucesso em sua vã tentativa de se fazer compreendido. Tudo é possível! Tudo é possível! Neste exato momento, me caiu a ficha maior; agora quem não sabe se se trata de uma ficção, ou se se trata de fatos reais ocorridos comigo sou eu! Assim, ficam eleitos como juízes dessa querela os leitores; eles é que decidirão se realmente é uma obra de ficção, ou se ficcionalmente a obra é fruto de um fato real. O trocadilho é proposital, cabendo ao leitor o julgamento final. Como todo contista de ficção tende a ser meio discípulo de Pirro, será que não deveríamos apoiar Montaigne no seu aforismo dos mestres ineptos? Aqui transcrevo “Ipsis Litteris” o pequeno apotegma de Montaigne, pois em todo conto de mistério sempre há um vilão; parece-me que desta vez os mestres serão os vilões. Como neste conto de mistérios não há mordomos, inescapavelmente, pelo menos desta vez, os mestres serão os vilões. Pobres mestres, pobres mestres!

 

OS ESTUDANTES E OS MESTRES INEPTOS

“Sob um ponto de vista de Montaigne”

Assim, Montaigne começa o seu apotegma...

 

Detesto o sábio que não é sábio por si próprio: “Eurípedes”. Não basta adquirir sabedoria; é preciso tirar proveito dela: “Cícero”. Vã é a sabedoria que não é útil ao sábio: “Ênio”.

7)UR). Dionísio caçoava dos astrólogos que cuidavam de saber das desgraças de Ulisses, mas ignoravam as próprias; dos músicos que afinam suas flautas, mas não os seus costumes; dos oradores que estudam para discutir a justiça, mas não a praticam, se seus juízos não se tornam mais lúcidos, melhor fora que o estudante gastasse seu tempo a jogar péla, pois ao menos o corpo ele o teria mais ágil. Observai-o de volta após quinze ou dezesseis anos: nada se fará dele; o que trouxe a mais é o grego e o latim, que o fizeram mais tolo e presunçoso do que quando deixou a casa paterna. Devia voltar com o espírito cheio, e voltou balofo; incharam-no e continuou vazio.

Tais mestres, como os sofistas seus parentes próximos a que alude Platão, são de todos os homens os que parecem mais úteis à humanidade. No entanto são os únicos que não somente não melhoram a matéria-prima que se lhes confiou, como fazem o carpinteiro e o pedreiro, mas a estragam e ainda cobram por tê-la estragado. Cap. XXV–Pedantismo - Montaigne, (1533 –1592).

 

O ESQUECIMENTO

8)UR). A grande verdade é que não somos significantes, individualmente, perante o existir humano. Tentamos e não conseguimos nos eternizar, mesmo na memória da nossa progênie. Pergunte a uma pessoa qualquer, qual é o nome de um de seus 32 tetravôs? Simplesmente ela não saberá responder; somente as pessoas ligadas a área da genealogia saberá alguma coisa sobre alguns de seus tetravôs, a maioria nada sabe, ou melhor, ninguém sabe. Então! Os nossos tetranetos nunca ouvirão falar de nós; sumiremos, ou nunca faremos parte de suas memórias; deixaremos de existir; mesmo como lembranças!  Esta é uma dura constatação, mas é a realidade. Somente alguns poucos seres serão lembrados, como escritores, artistas, poetas, estadistas, déspotas, cientistas, assassinos, loucos, etc. e não para sempre; com o passar do tempo, digamos um milhão de anos, as informações do passado serão em número tão grande, que somente áreas especializadas de pesquisa terão acesso aos dados de faixas de tempo específicas. Simplesmente ficaremos no olvido. Se por felicidade a humanidade durar todo este tempo, inapelavelmente ficará sem passado. Aí eu me pergunto: para que tanta guerra? Para que tanto orgulho? Para Que tanta ganância? Quanto mais tento conhecer, menos conheço o homem. E muito menos a mim mesmo, pois é impossível conhecer os meus semelhantes sem antes conhecer a mim mesmo, isto como “homem-humanidade”, sem a conotação indivídual! Pois tentar conhecê-lo ou analisá-lo como indivíduo, a impossibilidade chega ao infinito. O comportamento de um homem isolado é imprevisível, no entanto o comportamento de uma sociedade humana é bastante previsível e analisável. A aplicação dos princípios bayesianos no estudo do comportamento humano, em se tratando de grandes massas ou sociedades humanas no futuro, torna tudo muito previsível, extremamente previsível. O estudo do homem no passado só é possível através dos dados deixados em seus fósseis! Observe que este remate só contém fatos comuns, e declarações comuns, e do conhecimento de todos; o que fiz foi somente uma rememoração destes fatos, um reavivamento; isto mesmo, um reavivamento da memória. É um paradoxo: quanto mais aprendo, mais descubro que menos sei! Novamente enfrento outra dura constatação: nada sou, agora, sim, mais sei que nada sou. Sou um montão de argolinhas girantes; é só isto que sou. Um nada. Nem um. Sou simplesmente nada. Nada, absolutamente nada. Agora posso contestar físicos e filósofos; agora tenho plena certeza, de que o nada existe! Sou eu.

 

Edimilson Santos Silva Movér

Itacaré – Bahia, verão de 1999

moversol@yahoo.com.br

 

Hoje, início de 2012- parece-me que as argolinhas girantes, a que me referia, no fim do século passado, nada mais seriam que as “cósmic strings” existentes nas outras sete dimensões, do espaço Calabi-Yau, na escala de 10-33 --- portanto, numa escala maior duas unidades, mas, próxima da distância ou comprimento de Planck. que é igual a: 1,616199(97) x 10-35 m. continua válido, Edimilson Movér. Hoje, março de 2021, a distância ou comprimento de Planck também chamada de equação do tempo de Planck que é igual a:

 

TP = √ħG  ≈ 5.391247 (60) x 10-44 s continua válida.

         C5

No entanto, a teoria “main” da física quântica, também conhecida como Modelo Padrão, continua com as mesmas incoerências da proposta inicial do distante ano de 1973. 

 


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