terça-feira, 7 de agosto de 2018

OS HUMANOS E OS HOMINÍDEOS - ENSAIO


DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR
Subsérie: (Estudos metafísicos). Ficção antropo/filosóficas 
do existir.

O SER E O EXISTIR
CAPÍTULO 21
OS HUMANOS E OS HOMINÍDEOS

O primeiro tema é de 1920, novo o quanto as primeiras flores da primavera.
O segundo é de 4,5 milhões de anos atrás, tão velho o quanto os primeiros passos dos bípedes.  

                                   AMALA E KAMALA  1920
1* O primeiro tema. Em plena selva no oeste da Índia. Uma Freira Inglesa com voz forte chama uma assistente nativa para ajudar a carregar para dentro do convento uma gaiola carregada por dois nativos contendo dois seres aparentemente humanos. A assistente gritou apavorada: “os macacos são sagrados não podem ser aprisionados”. Ao que a velha Freira retrucou! Cale-se e ajude a levar a jaula para dentro, (não era permitido estranhos na parte interna da Missão). Os dois seres agora já plenamente identificados como humanos pela assistente relutavam em comer as bananas jogadas no interior da jaula. A balbúrdia se acalmou com a entrada dos dois médicos do exército Inglês e seus assistentes. A velha Freira lhes explicou que as duas criaturas haviam sido encontradas na selva vivendo com um bando de lobos, e trazidas pelos nativos para a Missão. Tendo sido imobilizadas pelos assistentes dos médicos foram limpas, vestidas com uns roupões, com certa dificuldade conseguiram que comessem alguma coisa. Rasparam-lhes as cabeças e fizeram um exame clínico completo. Diagnosticaram várias doenças em Amala a mais nova, estando Kamala em melhor estado de saúde. Não souberam calcular suas idades com precisão. Como a maioria das doenças foram diagnosticadas como crônicas, os médicos ingleses resolveram mandá-las para Londres, pois lá seriam submetidas a exames e tratamentos mais sofisticados e melhores que ali em plena selva Indiana. A chegada destes infelizes seres foi amplamente noticiada pela imprensa londrina e depois esquecida. Os médicos ingleses determinaram suas idades em 4,5 e 6 anos respectivamente, os fisiologistas não encontraram nenhuma irregularidade sérias nos organismos das duas, só as doenças, e a atrofia nos músculos da deambulação. Já o pessoal da ortopedia e da neurofisiologia diagnosticaram alterações nas musculaturas dos membros e nos músculos do tórax, talvez devido ao fato de as mesmas terem abandonado o andar ereto tendo adotado o andar dos lobos. Havia espessas crostas nos joelhos e nas mãos das duas criaturas, e incrível! Os fonoaudiólogos confirmaram que as duas crianças, não falavam! Não sorriam! E não choravam. Podemos observar que quem iniciou o ensino da ciência da fonoaudiologia foi a Universidade Eötvös Loránd, na Hungria, em 1900. Mas já havia referências sobre estes procedimentos cunhados no antiquíssimo papiro de Edwin datado de 1700 (aC.). Os fonoaudiólogos não conseguiam fazer com que elas articulassem nenhum som humano com os órgãos da fala, os psicólogos descobriram para seu espanto que nenhuma das duas eram hipnotizáveis! Ou seja, elas não eram portadoras de personalidades, esta também, adquirida no princípio, por um cérebro (inteligente e imitador). A despeito de todo esforço dos médicos, Amala só durou mais um ano e Kamala veio a falecer depois de mais oito anos. Kamala ainda conseguiu aprender algumas palavras do inglês. Para espanto de toda a equipe médica e dos religiosos que cuidava das duas crianças, nenhuma das duas infelizes crianças, como já dito, não sabiam sorrir nem chorar. Os psicólogos constataram, o que muitas pesquisas indicavam, que o ser humano tem todo seu aprendizado fundamentado na imitação, e que alguns deles desconfiavam era a mais pura verdade, o choro dos humanos ao nascer não traduzia nenhuma emoção sendo assim tão somente um exercício inicial de partida do aparelho respiratório, talvez provocado pela dor vinda dos primeiros exercícios da respiração. Principalmente, para limpeza das vias aéreas superiores, e nada mais. E de que tudo que o ser humano aprendia após o nascimento era fruto da imitação e de que só desenvolvia este aprendizado pela repetição continuada da imitação. Os fatos aqui abordados e descritos da triste história de Amala e de Kamala são reais, sendo este, um simples roteiro adaptado. Não podemos confundir esta história com o fato de que, em 1935 um velhaco, chamado Singh forjou a mesma história com fins lucrativos. O que nada tem a ver com a história original.

O INSTINTO DE PRESERVAÇÃO SE CALA
 FRENTE AS POTÊNCIAS DA EVOLUÇÃO:
 O “SALTO” HÁ 4,5 MILHÕES DE ANOS
2* O segundo tema. Koki ainda vivia colado às costas ou na barriga da mãe, tinha preferência pelas costas, o panorama era muito mais amplo, sua mente arisca observava uns pássaros um pouco próximos, a voarem de galho em galho e a bicarem os pequenos frutos já maduros. Embora os primatas fossem aparentados e arborícolas, nenhuma das espécies que viviam na região, mesmo, as mais aparentadas com a sua tinham o hábito ou a habilidade de saltar de galho em galho! nem a sua tão pouco. Koki observava e pensava, vou sair destas costas e saltar, vou sair destas costas quentinhas e saltar.

O PRIMEIRO SALTO
3* E outra coisa não fez! Aproveitando um momento em que sua mãe catava uns saborosos piolhos nos próprios pelos, olhou para suas mãos fechou-as e as abriu, tornou a fechar, olhou para um galho não muito distante um pouco abaixo, tornou a olhar para suas mãos, olhou para sua mãe, fechou os olhos para não ver sua mãe, como para não ser repreendido e tomar coragem, abriu os olhos bem devagarzinho, mirou no galho, tornou a fechar os olhos e saltou! No meio do pulo abriu os olhos fixou os olhos no galho escolhido e se agarrou, todos seus irmãos e primos viram estupefatos seu mergulho para o abismo e o sucesso de sua agarrada ao galho. Claro que o costume de saltar dos galhos pode ser tão velho o quanto os primatas o são! O que apresento aqui, trata-se somente de uma ficção descritiva e acrônica de um costume que seria abandonado com o bipedalismo, estes mesmos antropoides seriam num futuro distante o “homo digitalis”.

   O INSTINTO DIFERENCIADOR DA ESPÉCIE. “A IMITAÇAO”
4* Logo depois um seu irmão, também levado da breca saltou no abismo e se agarrou ao galho por ele escolhido, foi uma gritaria ensurdecedora, Para assombro dos adultos e espanto de Sol a irmã mais velha de Koki, na parte da tarde todos os jovens do bando saltavam de galho em galho, à noite nenhum dos jovens conseguiu dormir as juntas dos quadris, suas mãos e principalmente as articulações dos ombros estavam doloridas. Assim, no dia seguinte ninguém arriscou um salto sequer. Nos dias seguintes, à exceção dos adultos, todos saltavam, salvo alguns tombos, ninguém se machucara gravemente. Por sorte no fundo do vale Turkana, na zona central da África onde, a raça daqueles primatas habitava, a orla da floresta era de árvores relativamente baixas, não ocasionando nenhum acidente sério aos novatos na arte do salto, os mais experientes dificilmente erravam, o salto parecia ser instintivo. Desde muitas gerações que todos da espécie já conseguiam ficar de pé por pouco tempo, para fiscalizar a área próxima ao seu território. Após várias gerações, a espécie já conseguia, embora, “desajeitadamente” dar alguns passos e apanhar os frutos mais baixos nas copas das árvores. Após muitas gerações, todos da espécie já conseguiam andar com relativa desenvoltura e segurança. Após muitíssimas gerações a espécie tinha se transformado em hábeis bípedes tornado-se verdadeiros maratonistas, aumentado consideravelmente suas chances de sobrevivência quando necessitavam livrar-se da perseguição dos predadores. Temos que levar em conta que a habilidade de caminhar (de se locomover em duas pernas) facilitaria no futuro, a mudança para novos campos de caça e de coleta, melhorando a ingestão de mais proteínas em sua dieta. O que resultaria em mais musculatura, mais força, e obviamente dentro dos milhares de anos, num encéfalo maior.
  
5* Somando a habilidade de correr com a de subir nas árvores e saltar com segurança de galho em galho afastara-se definitivamente as chances de serem extintos pelos predadores. Iniciando assim a ascensão do primata ao seu futuro de hominídeo com os membros superiores livres para colher, caçar e principalmente criando as condições anatômicas de oposição do polegar aumentando a apreensibilidade das mãos facilitando a aquisição da habilidade manual levando o cérebro a se desenvolver mais ainda, para atender estas novas qualidades anatômicas e sensoriais da espécie. Ou pode ter sido o contrário! As habilidades serem fruto do desenvolvimento adquirido pelo cérebro. O certo é que a paleontologia registra o crescimento contínuo do compartimento craniano da espécie em questão. Esta espécie eles a denominam de homo erectus desde os (2,4 milhões de anos atrás), depois o homo habilis (800 mil anos atrás), sendo classificado como homo sapiens há (300 mil anos atrás), vem depois o homo sapiens sapiens (150 a 125 mil anos atrás), depois “o homo pictor” (30 a 20 mil anos atrás), depois o homo scriptor (6 ou 7 mil anos atrás), recentemente, o “homo digitalis” (No momento representado pelo homem moderno que vive dependendo unicamente dos dedos). Não temos meios de saber se daqui a 2 milhões de anos o compartimento craniano da espécie já terá alcançado os 2,5 (dois mil e quinhentos) cm3, ou mais! Mas, existem indicações seguras, de que tal fato ocorra, tudo indica que no futuro a espécie “homo sapiens sapiens” terá um super cérebro para atender ações e atividades extremamente mais complexas que serão delegadas aos cérebros dos futuros navegantes das estrelas, portanto, necessitaremos de um conjunto cerebral maior, portanto um encéfalo maior... (como explicação para os não afeitos a fisiologia do encéfalo!), disso eu tratei no ensaio (Antitratado do Cérebro) em março de 2014. O encéfalo, segundo a medicina é todo o conjunto dos tecidos nervosos alojados dentro da caixa craniana, sendo dividido pela mesma medicina em três grandes estruturas: o cérebro (que em si, é formado pelo sistema complexo do telencéfalo e pelo diencéfalo), o cerebelo (que se localiza na parte posterior no encéfalo, na nuca) e o tronco encefálico (este é formado pelo mesencéfalo, a ponte e o bulbo raquiano que se encaixa no tronco da espinha dorsal). (Quando os primatas dos quais descendemos, viviam nas árvores, 400cm3 ),--(quando fez as primeiras ferramentas 700cm3),--(quando adquiriu a oposição do polegar e tornou-se no “homo habilis”, e fez armas de caça aprimoradas, 1000cm3),--(quando tornou-se o “homo sapiens sapiens, 1.400cm3). Ora! A lógica nos diz que: (quando construir naves para ir e voltar das estrelas, 2,500cm3), pode ser daqui a 5 mil anos, mas chegaremos lá, O único problema que eu vejo, são 17 mil ogivas atômicas em seus covis. Com meu pequeno cérebro, e meu parco entendimento, sempre me faço esta pergunta: Porquê? As organizações humanas de todos os tipos, credos, filosofias, modelos e níveis, não partem para uma campanha planetária para erradicar com o desumano arsenal nuclear existente? Porquê? Porquê? Porquê? Porquê? Porquê? Porquê?

6* O relato verdadeiro do que ocorreu no longo desenvolvimento da espécie, pode não ser exatamente este, mas a probabilidade de que o ocorrido seja muito semelhante a esta ficção é incontestavelmente e imensuravelmente grande. Uma abordagem neste ensaio, com uma conotação na ressonância mórfica muito pouco alteraria a linha mestra do tema. Todos os organismos, vivos ou não, se desenvolvem com a recorrência da ressonância mórfica; Reafirmo, que segundo esta mesma ressonância mórfica de Rupert Sheldrake, todos os organismos no universo evoluem. Observamos que mesmo os organismos mais simples tendem a manter suas formas como (padrão natural) ao longo do tempo, pois, conforme a paleobiologia, os grandes saltos na evolução das espécies se dão somente dentro de muitos milhões de anos, a ciência da paleontológica, tem observado e nos diz, que o tempo mínimo para os grandes saltos evolutivos, transformando as espécies, é de 2,5 a 3 milhões de anos, normalmente ocorrem aos 5 ou 6, ou até mesmo 15 milhões de anos. Parece que a escala é decrescente no tempo. Verifica-se isto nos primatas: O primeiro é o Purgatórius. O primeiro ancestral do homem que viveu há 4,5 milhões de anos, o Australopithecus Anamensis, evoluiu para o Australopithecus Afarensis, este como espécie, evoluiu umas 4 ou 5 vezes até chegar ao "homo erectus", deste se origina o  homem moderno.

O PRIMEIRO PRIMATA
7* Recentemente, muito recentemente, há 70 milhões de anos, viveu o mais antigo Primata conhecido e que nos deixou um registro fóssil, este é o nosso provável mais antigo ancestral como Primata, foi dele que se originou o homem moderno, como também, dele se originou todos os outros Primatas. Embora nem todos sejam nossos antepassados.

No fim deste texto, vamos inserir a tabela de Carolus Linnaeus publicada em 1735 da taxonomia dos seres humanos.

Estes são os mais antigos animais da Ordem dos primatas.
O Purgatórius, 70 milhões, - próximo ao fim do (cretáceo).
O Plessiadapis, (paleoceno-eoceno) 65 a 56 milhões, -
O Adapídeos:   (Eoceno Inferior Holártico). 40 a 30 milhões de anos
O Northarcus: (fim do eoceno) de 41 a 37 milhões de anos
O Oligopiteco: No (oligoceno) 30 a 26 milhões de anos
O Rooneyia – No (mioceno):  26 a 23 milhões de anos

SURGEM OS ANTROPOIDES

9* O registro do fóssil mais antigo de um antropoide data de 39 milhões de anos no (eoceno médio tardio). O antropoide é um primata já sem uma cauda. Talvez esta seja a primeira mutação de um Primata que no futuro chegaria à espécie “homo sapiens sapiens”.


CLASSIFICAÇÃO TAXONÔMICA DE OUTROS PRIMATAS

- Subordem Strepsirrhini:
- Infraordem Lemuriformes
- Superfamília Cheirogaleoidea
- Familia Cheirogaleidae:
- Superfamilia Lemuroidea
- Familia Lemuridaelêmures
- Familia Lepilemuridae:
- Familia Indriidae:
- Infra ordem Chiromyiformes
- Familia Daubentoniidae:
- Infra ordem Lorisiformes
- Familia Lorisidae:
- Familia Galagidaegalagos
- Subordem Haplorrhini:
- Infraordem Tarsiiformes
- Familia Tarsiidae:
- Infraordem Simiiformes
- Platyrrhini: "macacos do novo mundo" (4 famílias)

- Catarrhini: humanos e outros primatas "macacos do velho mundo"
   (3 famílias)

-Os catarríneos são os Primatas que tem as narinas no centro do rosto e voltadas para baixo, com sistema dentário semelhante ao do
homem.
Estas listas não estão completas, pois, são somente para dar uma melhor ilustração ao assunto.

Vamos agora a classificação da espécie humana, primeiramente feita pelo sueco Carolus Linnaeus em 1735

CLASSIFICAÇÃO TAXONÔMICA DOS SERES HUMANOS:

- Domínio: Eukaryota
- Reino: Animal (Animalia)
- Subreino: Eumetazoa
- Filo: Chordata (Cordados)
- Subfilo: Vertebrata (Vertebrados)
- Superclasse: Tetrapoda (Tetrápodes)
- Classe: Mammalia (Mamíferos)
- Subclasse: Theria
- Infraclasse: Eutheria
- Ordem: Primates (Primatas)
- Subordem: Haplorrhini
- Infraordem: Simiiformes
- Superfamilia: Hominoidea
- Família: Hominidae (Hominídios)
- Subfamília: Homininae
- Tribo: Hominini
- Subtribo: Hominina
- Gênero: Homo
- Espécie: Homo Sapiens
- Subespécie: Homo Sapiens Sapiens

Pode parecer complicada a classificação do homem. Mas, complicado mesmo é o próprio homem.

10* Interessante é observar que só existe uma única raça de seres (sencientes, pensantes e falantes) no planeta, a subespécie “homo sapiens sapiens”, assim, sempre afirmo que todo racista é estulto, ou melhor dizendo burro, orelhudo, e sem nenhuma cultura. Diferenças de cor de pele, hábitos, culturas, crenças, riquezas, tecnologias, não podem nos fazer diferentes, desde quando, todos os seres humanos surgiram no Vale Turkana, no noroeste do Kênia na mãe África, isto há aproximadamente 4,5 milhões de anos. Ora! Se todos os mais de 7,5 bilhões de humanos indiscriminadamente possuem 100.000.000.000 (cem bilhões) de neurônios, como pode um humano, ser mais especial que o outro? Inegavelmente, racismo é pura burrice. Outra grande prova da completa igualdade dos "homo sapiens sapiens", é a capacidade de se entre-reproduzirem! Não há um único ser humano "sadio" incapaz de fertilizar ou incapaz de ser fertilizado por outro humano, desde quando, os acasalantes sejam de sexos opostos.

11* Ora! Meu povo que fala! Os hominídeos foram os animais que nos precederam e que não falavam! Os humanos são os animais que falam e que vão preceder a espécie futura e que não vai falar! Pois, a espécie que virá depois do homem, vão "telepatar". A telepatia vai ser uma coisa natural nos humanos do futuro. A fala é, e foi um grande mal para a nascente sociedade de 300 mil anos atrás. Se tivéssemos aprendido a usar a telepatia e não a fala, a historia da sociedade humana seria outra história! O bom senso nos mostra esta dura verdade!  A fala e a escrita escondem inescapavelmente o pensamento do homem! As mazelas do mundo desaparecerão completamente quando a telepatia for natural e inerente a toda sociedade humana. 
"Tempus fugit".

      12* O título desse ensaio! OS HUMANOS E OS HOMINÍDEOS, nos remete a um questionamento! Quando surgiu o primeiro hominídeo? O primeiro hominídeo surgiu em torno de 2 milhões de anos, ele foi classificado pela paleoantropologia como "homo erectus", somente há setecentos mil anos ele se bifurcou nos nossos ancestrais (Neandertal e no Cro-Magnon). O homem moderno, falante e pensante descende do Cro-Magnon, mas, só apareceu há trezentos mil anos atrás como ser pensante! No entanto o homem atual! "Nós", herdamos 3 por cento do DNA do Neandertal, e naturalmente 97 por cento de DNA do Cro-Magnon. Há trezentos mil anos surgiu a espécie "homo sapiens", pensante, somente muito tempo depois, algo em torno de 150 mil anos surgiu a sub-espécie já falante "homo sapiens sapiens"! Isto é, o homem que sabe, que sabe! Ou segundo um linguista alemão! O homem que sabe e que saboreia o saber. 


Edimilson Santos Silva Movér
Itacaré, Bahia – início do sXXI. 
Em torno de 2007
Atualiz. 08/2018
Atualiz. 06/ 2019
moversol@yahoo.com.br


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