terça-feira, 7 de agosto de 2018

A CHEGADA DA VIDA NA TERRA - ENSAIO (133)oks

 

DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR

Subsérie: (Estudos metafísicos-científicos). Numa rápida e tríplice viagem, com foco na geologia, na biologia e na paleoantropologia.

 

Da Obra, O Ser e o Existir

Capítulo 07

 

A CHEGADA DA VIDA NA TERRA

 

COMEÇAMOS ESTE ENSAIO TRATANDO DOS CONHECIMENTOS ADQUIRIDOS PELOS “SAPIENS”, SOBRE O UNIVERSO, DEPOIS TRATAMOS DA CHEGADA DA VIDA NA TERRA

1”ACDVNT”. Como tudo começou? No princípio era o “tudo e o nada”, concentrados num só ponto infinitesimal chamado pela cosmologia de: “Singularidade”, portanto, no princípio era o vazio absoluto. Num átimo de um não tempo, tudo que estava concentrado na singularidade devido à descomunal soma de todas as atrações gravitacionais existentes num universo já decaído, num átimo transformou-se numa “antigravidade” com um valor inconcebível, expandindo num único pulsar, toda a energia do universo em forma comprimida dentro da singularidade, onde estava contido o “tudo e o nada” em referência,  e concentrada naquele momento na forma de um antiplasma energético, a antigravidade continuou agindo provocando a expansão até atingir 380 mil anos após o Big-Bang, a partir desse tempo ou ponto, na medida que continuava se expandindo em altíssima velocidade, iniciava a se transformar em partículas que se uniriam e resultariam nas partículas bariônicas. Fase que a cosmologia denominou de: “Primeira Recombinação”. Essa “recombinação” refere-se ao tempo em que a energia se transformava em prótons e elétrons que, unidos formavam o hidrogênio eletricamente neutro, pois o hidrogênio primevo possui um próton e um elétron, onde suas cargas contrárias se anulam, ou seja, a carga elétrica (positiva) do próton e a carga elétrica (negativa) do elétron se anulam. O hidrogênio comum não possui nêutron, à exceção de seus sete isótopos, sendo os dois primeiros estáveis, o (prótio e o deutério), o (trítio e o quadium) e mais três nominados de (isótopo 5, isótopo 6, e o isótopo 7) estes últimos 5 são instáveis. O hidrogênio é comumente chamado de hidrogênio primordial, pela sua antiguidade e abundância no universo, mais por ser realmente, o primeiro elemento. Toda matéria que existe no universo, representa 4,9%, os 95,1% restantes é composto pelo ainda pouco compreendido duplo escuro! Essa parcela do todo do universo e chamada de “Duplo Escuro” tem a seguinte distribuição na composição destes 95,1% do universo, a Matéria Escura com 26,8%, e a Energia Escura com 68.3% do total da massa do universo conhecido. A expansão inicial provocada pelo Big-Bang sendo em altíssima velocidade, finalmente sofreu o efeito de uma espécie de frenagem brusca, quando a energia em expansão passou a se transformar em partículas bariônicas, e estas em átomos, e estes em moléculas, e estas em matéria”. Foi quando realmente deu início ao surgimento da matéria não relativista levando o universo à uma brusca frenagem causada efeito provocado pela inversão da equação E=mc2 para M=e/c2. Esta é a única explicação plausível para uma desaceleração brusca numa hiper expansão causada pela explosão de um universo confinado numa singularidade em forma de energia, numa hiper aceleração repulsiva gravitacional, e que chamamos de Big-Bang. Depois de formadas as partículas “bariônicas” ou matéria. A massa da energia automaticamente deixava de ser relativística e passavam e serem determinísticas perdendo suas inerentes velocidades relativísticas desacelerando. Quando já na forma de estrelas e outros objetos massivos, em especial como estrelas, depois de formadas e em imensos números, pela ação da gravidade iam continuamente se unindo como imensos objetos cósmicos, que hoje chamamos de galáxias.  Estava pronto o universo, mas, em constante expansão, embora desacelerada, diferentemente de hoje. Estas explicações são dirigidas aos nossos leitores leigos em física cosmológica e outros imbróglios, os leitores com formação acadêmica podem saltar esses textos explicativos. Como chegamos aos elementos naturais e sintéticos da tabela periódica? Como relatamos antes, a maior parte do universo é formado pelo duplo escuro, sendo que a Matéria Escura participa com 26,8%, e a Energia Escura com 68.3%, os restantes 4,9% é composto pelo que chamamos de “Matéria bariônica”, existente no universo, onde 75% dessa matéria é composta pelo hidrogênio primordial!  Tudo que existe no universo na forma de matéria tem como elemento básico o hidrogênio. Tudo se iniciou com o elemento de número atômico 1, o “Hidrogênio” que se transformaria no elemento (2, o hélio), que se transformaria no elemento (3, o lítio), este no (4, o berílio), este no (5, o boro), este no (6, o “carbono”), este no (7, o “nitrogênio”), e este se transformaria no elemento (8, o “oxigênio”), com mais 84 transformações todos os 92 elementos da tabela estão formados. Estando completa a lista dos elementos naturais da tabela periódica do gênio russo (Dmitri Ivanovic Mendeleiev, (1834-1907). Na lista dos elementos naturais da tabela existe quatro exceções, a do elemento de número atômico (43, o Tecnécio Tc), e exceção do elemento de número atômico (61, o Promécio Pm), a do elemento de número atômico (85, o Astato At), e por último a exceção do elemento de número atômico (87), o Frâncio Fr), estes 4 elementos são “sintéticos”. Os elementos naturais são em número de 92 e são chamados de Cisurânicos, a estes 4 cisurânicos somados aos 88 também cisurânicos, perfazem os 92 da tabela. Do elemento 93 ao 118 são os 26 elementos Transurânicos, todos sintéticos. Sendo que o último elemento natural, ou cisurânico da tabela natural é o de número 92), o urânio. A partir deste vem os elementos transurânicos, como disse, todos estes sintetizados em laboratório, indo até ao número 118. Naturalmente, que o surgimento desses 92 elementos no universo não aconteceu num átimo de tempo. Somente depois de milhões de anos, é que eles se formaram nas estrelas quando por queimarem quase todo o hidrogênio ocorrem as explosões descomunais, que chamamos de “Supernovas”, e estas novamente se transformavam em estrelas de segunda e de terceira geração, somente nas estrelas é que se processaram ou surgiram todos os 92 elementos naturais que completam a tabela periódica, sendo o urânio, o último elemento natural. São 26 o número dos elementos sintéticos faltantes, do elemento 93 ao 118 (118-93) + 1 = 26 o 118 é o último elemento químico artificial superpesado de nome oganessônio, elemento que encerra a tabela periódica atual. O que nós estamos observando e tratando nesse momento nada mais seria que, da (famosa capacidade da  “sapientia” do “sapiens”), para tentar entender o que seja este nosso universo, (sapientia, que não é tão grande, nem tão desenvolvida assim). Aqui nós estamos tentando mostrar as suas capacidades intelectuais atuais. Porquê das capacidades futuras de seus cérebros, “nem de leve ou de perto” estamos tentando tratar delas.

O (QUARK UP), O (QUARK DOWN) E O (ELÉTRON)

ACIMA ESTÁ A TRINDADE UNIVERSAL “UDE”

COMPOSTA PELAS TRÊS PARTÍCULAS PRIMORDIAIS.

PARTÍCULAS QUE FORMAM TODA E QUALQUER TIPO DE MATÉRIA EXISTENTE NO UNIVERSO FÍSICO, INCLUSIVE O

NOSSO ORGANISMO MATERIAL

 

2”ACDVNT”. Sendo esta trindade a maior simplicidade existente no universo, isso, porque ela, embora simples, forma todo o universo físico existente. Repetindo! Como vimos, o mais interessante na física de partículas ou quântica, é que somente estas três partículas formam toda a matéria existente no universo. Corpos massivos, quasares, as galáxias e suas estrelas, estrelas de nêutrons, nuvens de poeira cósmica, e os gases que formam as estrelas, tudo mesmo, até os buracos negros são formados com a matéria das estrelas, que é pura matéria bariônica ou hidrogênio, que também é formado por essa trindade. Estas três partículas são: Os dois quarks, up e down e os elétrons, os dois quarks formam os prótons, os nêutrons e os pentaquark, que circundados pelos elétrons forma os átomos. Hoje 2018 numa melhor definição, estes três “bárions” formam o núcleo, este núcleo com os elétrons em orbitas ao seu redor formam finalmente os átomos, esses átomos formam as moléculas, essas moléculas formam toda a matéria existente no universo. Não custa repetir. É o que chamo de trindade universal UDE. O quark Up, o quark Down e o Elétron.

 

DE QUE SERIA FEITA E QUANDO SURGIU A VIDA NO PLANETA? SENDO QUE OS QUATRO PRIMEIROS ELEMENTOS BÁSICOS DA VIDA ESTÃO ENTRE OS OITO PRIMEIROS DA TABELA PERIÓDICA.

 

3”ACDVNT”. É interessante observar, mas, repito que é um fato interessantíssimo mesmo! É que entre os oito primeiros elementos da tabela periódica estão os quatro elementos básicos da vida. A ordem é a seguinte: 1 (Hidrogênio), 2 Hélio, 3 Lítio, 4 Berílio, 5 Boro, 6 (Carbono), 7 (Nitrogênio) e o 8 (Oxigênio). No organismo humano estes quatro elementos participam proporcionalmente assim: Oxigênio com 65%. O carbono com 18,5%. O hidrogênio com 9,5%. O nitrogênio com 3,2%. Somando 95,2 do organismo humano. Creio que a vida seja tão velha quanto as estrelas primordiais. Desde quando os elementos primordiais da vida, já estavam nas primeiras estrelas. Antes mesmo de existirem as galáxias, os elementos principais da vida já estavam dentro das estrelas, foi por isso que o gênio Carl Sagan disse: Somos poeira das estrelas. E ainda me aparece uma cambada de idiotas dizendo que o universo não é inteligente! Então, o que eles estão fazendo aqui? Ou então, essa cambada não possui inteligência, ou não fazem parte desse universo. Eles é que escolhem uma das duas opções, sendo mais provável que a primeira seja a mais acertada.

 

4”ACDVNT”. Dos oito primeiros elementos. O primeiro e os três últimos, são os responsáveis pela existência de toda a vida no planeta, no entanto, sabemos que na realidade os animais primatas, como o homem, possuem em torno de 37 elementos da tabela periódica e traços de mais uns 10 outros elementos em seus organismos.

 

- O INÍCIO DA VIDA –

5”ACDVNT”. O momento exato do início da vida, será para sempre uma grande incógnita. A vida possui uma segunda incógnita! E não somente a incógnita da data de seu aparecimento no planeta! A outra vem do fato de não sabermos se ela só existe no nosso planeta, ou se é comum a todo o universo. Vamos ver primeiro como surgiu a água no planeta. Esse assunto da água é importante, pois sem água não há condições para a existência da vida. Há 4,6 bilhões de anos foi formado o sistema solar! Com ele, o seu séquito de planetas e seus aderentes, como satélites, cometas, meteoros e meteoritos e outros bagulhos que nos primórdios dos tempos despencaram em cima da nossa futura casa, mas que não temos registros. No princípio o Sol central e os planetas eram globos de gases incandescentes. Na Terra, a solidificação da crosta durou um tempo imensurável pela própria impossibilidade de mensurá-lo. Esta mensuração só foi possível depois de se calcular a idade do Sol que é igual a idade da Terra. Pelo processo do decaimento radioativo, ou radiometria só se consegue estabelecer a idade das rochas que passaram a existir na Terra depois dos continentes haverem se solidificado com suas rochas e nessas, seus materiais radioativos. Esta idade foi determinada como de 3,8 bilhões de anos. Isto, quando os planetas interiores, ou telúricos, se solidificaram e apareceu o continente primitivo da Terra, espécie de avô dos continentes atuais, chamado de: Pangeia, embora haja especulações sobre a existência de continentes anteriores ao Pangeia, o que não vem ao caso. Como disse, com a solidificação de crosta do planeta, tornaram-se existentes as placas de rochas onde fosse possível medir sua idade pelo decaimento radioativo de algum minério contido nessas rochas. Urânio, césio, tório, ou carbono, etc. O período em que a massa do planeta se separou da massa do sol, até o momento da formação dessas rochas solidas, é um período em que se torna impossível qualquer tipo de mensuração com base na meia vida do decaimento radioativo, ou radiometria. O certo é que não temos como pontuar dentro do tempo, o período que se gastou para a solidificação da crosta do planeta nem como se deu a formação dos oceanos, nos diz a paleogeologia, da qual não descremos, unicamente por não termos algo melhor para crer, que: no período compreendido entre 4,6 bilhões de anos a 3,8 bilhões de anos por se tratar da fase aquecida e pastosa da superfície do planeta, não restou nenhum registro desta fase. Portanto uma fase de 800 milhões de anos sem registro geológico, sendo esta, uma fase obscura da história do planeta. Mesmo se algum dia algum fato novo for desvendado só interessará aos estudiosos vindos de outros planetas, e que no futuro visitarem o planeta, não com as mesmas condições atuais dessas nossas (de hoje), ou das antigas e impróprias condições científicas, “vixe”, que imbróglio, traduzindo em miúdos, num futuro distante, isto não nos interessará em nada, pois não estaremos mais aqui. Tratemos de uma teoria, (a da formação da água), ela traz em seu bojo, algumas incoerências e paradoxos, sendo o mais gritante a forma atual de sua superfície, onde temos um planeta com 70% da superfície formada por água. Com um volume de 1.380.000.000 km³ (um bilhão e trezentos e oitenta milhões) de quilômetros cúbicos. Porquê, no sistema solar somente a Terra possui água em tal abundância? Não é tão difícil entender que isso é um mistério! Água esta, que tem a sua origem completamente desconhecida pelas nossas ciências geológicas e cosmológicas.

 

SIM! E A ÁGUA! DE ONDE VEIO?

6”ACDVNT”. É costume comum no homem criar para tudo que lhes é desconhecido, as mais diversas e estapafúrdias teorias, sendo debitado à classe que se nominam de cientistas, em sua ânsia por holofote ou fama. Gente! Nós só temos 500 (quinhentos) anos de ciência, eita povinho chucro, decorridos 5 (cinco) mil anos, a partir de hoje, a ciência da sociedade humana pela imensidão do que ainda não descobriu, não conseguirá descobrir tudo que temos para descobrir sobre o universo e a vida. O comum são os idiotas de hoje publicarem suas besteiras “na forma de teorias” sobre esses assuntos como se já tivessem resolvido tudo, pobres idiotas embevecidos com essa nossa nascente ciência! Faz dó. Assim, existem várias teorias de como se formou a água no planeta Terra. Ora! A água é formada por dois gases, H e O, se ela foi formada no início de tudo, junto com a formação do planeta, no princípio, esta água deveria estar suspensa em forma de vapor, muito distante da superfície e ao redor de um planeta super aquecido. Portanto, se perderia no espaço exterior! Empurrada pelos antigos ventos solares, que deviam por lógica serem muitos mais violentos no início da formação do sistema solar! existeem problemas que o homem comum não percebe, com respeito as teorias da formação da água do planeta Terra, Ora! Queridos leitores! Se o sistema solar foi formado de uma só vez! Então todos os planetas do sistema solar deveriam possuir proporcionalmente numa mesma quantidade, os mesmos elementos que o Sol, mas, tal não ocorre. Então, certamente haveria água distribuída proporcionalmente por todos os planetas do sistema solar, menos no Sol por ser uma fornalha. E não somente no planeta Terra, podíamos dizer, planeta Água. Compreenderam o imbróglio? Em Vênus e sua atmosfera com 250 km de altura com relação à sua superfície sólida, sendo entupida de CO2 dióxido de carbono, numa proporção de 96.5 % com uma alta pressão superficial, numa média de 92 bar ou cem mil pascais por cada bar, ou (9,2 MPa). Sendo 92 vezes maior que a pressão na superfície do mar na Terra, que é igual a 1,01325 bar. Contudo, sabemos que Vênus possui uma atmosfera sem água, havendo somente vestígios de vapor d'água. Estes dados confundem os astrofísicos.  Seriam provocados pela diferença de massa dos planetas? Porque a atmosfera de Vênus não contém a quantidade dos dois elementos que formam a água na mesma proporção existente na Terra? Se todos ou mesmo, ambos os planetas foram formados da mesma massa do protosol? Ou a teoria da formação do sistema solar estaria errada?  E no mínimo, com profundas inconsistências na área da física?

 

A IDADE DA TERRA

7”ACDVNT”. Para a ciência atual estabelecer a idade da Terra, ela se fundamentou na idade do sistema solar como um todo, e é um processo fácil de entender. A maravilha que os astrofísicos e geólogos têm atrás dos dois olhos e entre seus dois escutadores de bolero, nós também o possuímos e o chamamos de cérebro. Os cientistas perceberam que só seria possível   avaliar e estabelecer a idade da Terra com alguma precisão se conseguissem estabelecer a idade do sistema solar como um todo, foi o que fizeram. E assim, resolveram por dedução matemático/analítico o problema da idade do sistema solar, que teria e seria no caso, a mesma idade da Terra, desde quando, todo o sistema solar se formou a um só tempo. Vamos à geologia da Terra. O pai da geologia no mundo foi um escocês de nome James Hutton, um gênio, um gênio na acepção do termo. Ele era um polímata, advogado, médico, fazendeiro e geólogo e um bocado de outras coisas. Em 1788, poucas pessoas entendiam a importância do contraste existente entre as rochas marinhas e as do continente. Ele foi um pensador iluminado. Quando fazendeiro já na idade de 62 anos, James Hutton, descobriu no Ponto Siccar há mais de dois séculos, exatos 233 anos, o segredo das diversas idades da crosta da Terra. O Ponto Siccar está situado na costa leste da Escócia no Condado de Berwickshire. Ele percebeu que ali, se comprovava a existência de um "tempo profundo", na existência do planeta Terra, tudo marcado nas rochas grauvaque. Hoje já se sabe muito mais, mas tudo começou com James Hutton, no Ponto Siccar. Ninguém havia percebido como o Ponto Siccar ilustrava a própria história da Terra. A sorte foi James Hutton perceber e conseguir ler estes fatos escritos pelo planeta nas próprias carnes do planeta. Para a geologia é o que importa, o resto é história sem importância. Sabe-se atualmente que o Ponto Siccar está hoje nas coordenadas: Lat.: 55°55'53,23"n Long.: 2°18'06.20"O. A geologia descobriu que o Ponto Siccar gosta de passear, e de que, há 435 milhões de anos atrás, na época da formação das rochas grauvaque, estas rochas da costa da Escócia estavam numa região tropical que ficava um pouco ao sul da Linha do Equador. Hoje o Ponto Siccar está bem próximo do círculo polar ártico que fica no paralelo de Latitude: 66º33’44’’, então, podemos dizer que ele, o Ponto Siccar, fez um passeio próximo dos 6.200.000 (seis milhões e duzentos mil metros), vai gostar de passear assim, lá adiante! Na realidade esse passeio é aparente, sendo provocado pelo movimento de precessão do planeta, e que na realidade foi o polo junto com o círculo polar que mudou.  

 

COMO CALCULARAM A IDADE DA TERRA

8”ACDVNT”. A coisa foi muito simples e fácil assim: Astrofísicos, Astrônomos e Geofísicos estabeleceram que:

 

(Primeiro), através de estudos espectrológicos da luz do Sol. Primeiro deduziram quais os elementos que estão presentes na composição da luz emanada pelo Sol, e seus respectivos porcentuais.

 

(Segundo), em seguida eles calcularam o volume através da determinação de sua distância e de seu ângulo de paralaxe.

 

(Terceiro), então, puderam calcular a massa através de cálculos do efeito da gravidade exercida pelo astro Rei.

 

(Quarto), de posse desses dados, deduziram sua densidade, então, descobriram que o Sol é uma imensa fornalha atômica. Mas, ninguém foi suficientemente bobo, para ir verificar tudo isso, “in loco”.

 

(Quinto), há tempos descobriram que a energia produzida por esta fornalha é proveniente da transformação do hidrogênio em hélio.

 

(Sexto), claro, que já sabiam que o hidrogênio ao se desintegrar se transforma em hélio.


(Sétimo), estabeleceram os porcentuais de hidrogênio e de hélio atualmente existentes, ou restantes.

 

(Oitavo), inteligentemente, calcularam quanto o Sol perde de massa por segundo, com o vento solar e outras radiações, incluindo percas por outros fenômenos mais complexos.

 

(Nono), calcularam qual o porcentual de hidrogênio e hélio que existe atualmente no astro.

 

(Décimo) simplesmente, com os dados da perda de massa por segundo, e dos dados da massa atual e da primitiva. Então, de posse desses conhecimentos, facilmente chegaram ao valor da massa primitiva do Sol.

 

(Undécimo), aí, foi como chupar um picolé, ou descascar uma banana! Com uma simples regra de três chegaram até a idade de formação do Sol, e obviamente, do sistema solar como um todo.

 

O processo acima imaginado por mim, pode conter algum erro de cronologia, mas, foi mais ou menos assim, que o imbróglio foi “desembrogliado”.

 

CHUPANDO O PICOLÉ

9”ACDVNT”. Hoje um estudante de curso fundamental, pode dizer com acerto que a Terra tem 4,6 bilhões de anos de existência, e que ainda vai durar em torno de 3 a 5 bilhões de anos, que é o tempo que o Sol tem para consumir o hidrogênio existente hoje em suas entranhas! Será! Que a expressão entranhas ficou adequada? (Os gramáticos não me deixam em paz! Enterrei os meus fantasmas, em 20 de agosto de 2010, escrevendo o ensaio: Convite Para o Enterro dos Meus Fantasmas, que está postado aqui nesse blog. Mas, os gramáticos continuam por aí!) uma hora dessa vou escrever um ensaio, convidando a galera para o enterro dos meus “já falecidos” gramáticos, porque gramático vivo é muito teimoso, e recalcitrante e então poderiam me processar, mesmo depois que eu já estivesse morto. Voltemos às Eras e períodos geológicos, que marcam a idade da Terra. Como disse! Para os físicos foi como tomar um sorvete, mas, para chegar até este “tomar de sorvete”, o homem gastou 300 mil anos, ou até mais, para atingir este “tomar de sorvete”, (isto, desde o dia em que começamos a pensar até hoje). Por outro lado, foram gastos milhões de dólares em estudos universitários e em pesquisas, enfim, foram consumidas existências inteiras dedicadas aos estudos sobre a idade da Terra, e gasto muitos neurônios, se é que neurônio estaria sujeito ao desgaste pelo uso! O lógico seria que ele se fortalecesse com o uso! Com o pensar! Já sei! Neurônio cansa, somente isso. Ou as academias de ciência seriam para fortalecer os músculos do corpo? E não para exercitar os neurônios? Então, frequentar academia de ciência seria pura perda de tempo e de dinheiro, pois, não robustece os neurônios! Por falar nisso! Ao contrário, nunca vi um cientista nonagenário que tivesse sido um atleta na juventude! Nem mesmo um octogenário! Então, creio que eles nas academias de ciência só robustecessem os neurônios.    

 

A GRANDE DESCRIÇÃO GEOLÓGICA DA TERRA ATÉ O APARECIMENTO DOS ORGANISMOS PLURICELULARES

10”ACDVNT”. A geologia só trata do período que vai de 3,8 bilhões de anos até os dias de hoje. Qualquer tempo que anteceda os 3,8 bilhões de anos, tempo anterior a formação do primeiro continente, é chamado de Hadeano, e extremamente ausente de registros geológicos. Sendo que o período que chamamos de Arqueano dos 3,8 bilhões aos 2,5 bilhões de anos compreende todo o período Proterozoico. Dos 2,5 bilhões de anos até 1,6 bilhão de anos atrás, a paleontologia, denomina todo este tempo como a Era Paleoproterozoica. De 1,6 bilhão até 1 bilhão de anos atrás a geologia denomina este tempo como a Era Mesoproterozoica. De 1 bilhão de anos até 541 milhões de anos, quando surgiu os organismos pluricelulares este tempo é denominado de Era Neoproterozoica.

 

11”ACDVNT”. Nesse período a geologia faz seus estudos e deduções com muito mais acerto. Pois no período que vai dos 3,8 bilhões da anos até aos 4,6 bilhões de anos, quando consolidou o sistema solar, a geologia teria muitas dificuldades para estudar esse período da formação do planeta em que a sua superfície se encontrasse em forma pastosa devida à sua alta temperatura. Repetindo! A geologia dividiu os diversos períodos da história da terra a partir dos 3,8 bilhões de anos até os 540 milhões de anos que chamou de era do Pré-Cambriano, dos 540 milhões de anos até hoje, dividiu em três grande eras: Era Paleozoica, Era Mesozoica e a Era Cenozoica, que vai até os dias de hoje, isto tudo, com dados sólidos fornecidos por estudos fundamentados em escritos fornecidos pelo próprio planeta, ao leigo parece um absurdo um ente aparentemente morto, que não fala e nem grita um ai, nos relatar sua própria história. Mas é isto mesmo que ocorre, se algum fato da história sair distorcido o único culpado é o próprio homem por não saber ler o que o planeta tão bem lhe descreve.  Não só trataremos aqui da história da geologia, mas, também da paleontologia, e dos feitos extraordinários destas duas ciências.

 

12”ACDVNT”. O tempo decorrido entre 3,8 bilhões de anos até hoje foi classificado pela geologia, e separado em quatro grandes eras, e estas sofreram novas separações. Aqui, sem detalhar ou citar a cronologia dos períodos. Se se tentar detalhar! Para o propósito deste ensaio, isto termina ficando complicado!

 

13”ACDVNT”. Eras a saber, de forma bem simples:

Pré-Cambriano que vai de 3,8 bilhões de anos até 540 milhões de anos atrás. Este, pré-cambriano foi dividido em quatro períodos, Hadeano, Arqueano, Proterozoico, e (Vendiano ou Ediacarano).

 

14”ACDVNT”. Era Paleozoica   que vai de 540 milhões de anos até 245 milhões de anos atrás. Foi dividida em seis grandes períodos, Cambriano, Ordoviciano, Siluriano, Devoniano, Carbonífero e Permiano.

 

15”ACDVNT”. Era Mesozoica   que vai de 245 milhões de anos até 65 milhões de anos atrás. Foi essa a era dos dinossauros. Foi dividida em três grandes períodos, Triássico, Jurássico e Cretáceo.

 

16”ACDVNT”. Era Cenozoica   que vai de 65 milhões de anos até os dias de hoje, foi dividida em duas Eras a Terciária e a era Quaternária

 

17”ACDVNT”. A Era Terciária foi dividida em cinco períodos que vai de 65 milhões até 2 milhões atrás a saber: Paleoceno, Eoceno, Oligoceno, Mioceno e Plioceno.

 

18”ACDVNT”. A Era Quaternária foi dividida em dois períodos, que vai de 2 milhões de anos até aos dias de hoje, sendo: O Pleistoceno que vai de 2 milhões de anos até 11 mil anos atrás. Fim da glaciação Würm. O Holoceno que vai de 11 mil anos atrás (provável fim da última glaciação), até aos dias de hoje. 
Tempo ou período este, que realmente mais nos interessa por se tratar do período em que está encravada a história do homem sedentário, e não mais nômade, nossa história escrita está inserida dentro deste período.

 

19”ACDVNT”. Estas dissertações das eras geológicas são muito úteis e simples, e tornaram-se necessárias para que possamos assim navegar pelos diversos períodos da história do planeta sem fazermos constantes consultas às tabelas geológicas ou mesmo consultar os diversos livros de paleontologia tentando localizar em que período de tempo se deu cada acontecimento, geológico ou da vida, ou como cada acontecimento estava relacionado a cada período no planeta.   

 

A VIDA NO PERÍODO PRÉ-CAMBRIANO

20”ACDVNT”. Para início de conversa creio que nada sabemos e de que nunca saberemos realmente como surgiu a vida no planeta. Vamos então aos estudos da paleontologia: No período chamado Pré-Cambriano que abrange uma escala de tempo entre 3,8 bilhões de anos até os 540 milhões de anos atrás, portanto, um período de 3 bilhões e 260 milhões de anos, neste período surgiu no planeta a vida unicelular. Esta vida foi representada pelas seguintes estruturas vivas: Primeiro foram os seres que se fossilizaram e ficaram conhecidos como Estromatólitos, que eram formados por cianobactérias, isto, desde 3,4 bilhões de anos, depois surgiram os chamados seres procariontes que são na verdade células sem as organelas, sendo portanto arqueocélulas ou células primitivas, depois surgiram os seres chamados eucariontes que são células mais desenvolvidas possuindo a carioteca membrana que envolve o núcleo da célula, incluindo as organelas ou mitocôndrias, estes seres unicelulares surgiram “talvez” quase no fim do Proterozoico os seres pluricelulares surgiram bem próximo ao fim do Proterozoico, (542 milhões de anos)  compreendamos porém, que tudo são aproximações, são hipóteses, e nada mais que hipóteses, e que é impossível haver uma acurácia cronológica, isto, porque há coisas que não temos como saber realmente, a paleontologia registra a presença de fosseis de Estromatólitos desde 3,4 bilhões de anos até os dias de hoje, pois, eles existem hoje em forma de fósseis, na Austrália e no Canadá. A cada hora uma surpresa! Descobriu-se estromatólitos vivos na Tasmânia. "O descobrimento de estromatólitos vivos na Tasmânia é altamente significativo, porque estes são raros em nível mundial e não eram conhecidos anteriormente na região, exceto como fósseis antigos", assegurou Roland Eberhard da Divisão de Patrimônio Natural e Cultural do DPIPWE.

https://br.sputniknews.com/ciencia_tecnologia/201711159837623-fosseis-prova-da-vida-terra-cientistas/ 

 

A BIOGÊNESE

21”ACDVNT”. Tudo que a biogênese pode nos ensinar está inescapavelmente fundamentado nos conhecimentos acima descritos, assim deduzimos que não chegaremos a uma elucidação do segredo maior da referida biogênese, que é unicamente a própria biogênese.

 

A CONFISSÃO

22”ACDVNT”. Nós, todos os seres sencientes, lúcidos e falantes do planeta “Terra” confessamos com humildade que de maneira alguma sabemos, ou temos como saber quando ou onde no tempo e no espaço surgiu a vida neste planeta, ao mesmo tempo em que, confessamos com orgulho e altivez, que estamos definitivamente convencidos de que o planeta Terra é, “e que a partir de alguma data”, sempre foi um organismo vivo, e pensante, desde quando surgiu o homem inteligente, ele por mais selvagem que fosse, isto o percebeu! Tanto é que parte desse material inteligente deste planeta já alcançou de forma propositada, outros astros de nosso sistema solar sem a interferência de nenhum dos outros planetas do nosso já citado sistema. Na Terra a vida se faz presente no ar e em suas alturas, nos mares e em suas profundezas, nos continentes e mesmo em suas entranhas, portanto o planeta terra é um Ser vivo, pensante dentro de seus limites, e pulsante por si mesmo. Isto nós confessamos com orgulho, alegria e júbilo. Assinado: Todos os seres defensores e amantes do holismo, inteligentes e fiéis seguidores de James Lovelock. 

 

Isto, agradecemos a um grande pensador que já nos recomendava: Sapere aude.

 

Sim! Agora é que me lembrei! E de onde veio mesmo a imensa quantidade de água existente no planeta Terra?

Isto, nunca o saberemos!

 

Edimilson Santos Silva Movér

Itacaré, junho de 2002

Atualizado em agosto de 2018

Atualizado em outubro de 2021

moversol@yahoo.com.br

 

 





0 comentários:

Postar um comentário