terça-feira, 7 de agosto de 2018

A CHEGADA DA VIDA NA TERRA - ENSAIO




DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR
Subsérie: (Estudos metafísicos). Uma viagem 
geo-páleo-bio-antropológica.

Da Obra, O Ser e o Existir
Capítulo 07

A CHEGADA DA VIDA NA TERRA


(CAPUT)
 1* No princípio era o (tudo e o nada), concentrados no ponto infinitesimal da singularidade, portanto, no princípio era o vazio absoluto. Num átimo de um não tempo, tudo que estava concentrado na singularidade devido à descomunal soma de todas as atrações gravitacionais existentes num universo já decaído, transforma-se numa “antigravidade” com um valor inconcebível, expandindo num único pulsar, toda a energia do universo concentrada na singularidade,  que existia naquele momento em forma de um plasma energético, ao atingir 380 mil anos, na medida que se expandia em altíssima velocidade, também transformava-se em partículas que se uniram na primeira recombinação. Esta recombinação refere-se ao tempo em que prótons e elétrons carregados se uniram para formar o hidrogênio eletricamente neutro, pois o hidrogênio possui um próton e um elétron, e suas cargas contrárias se anulam, ou seja, a carga elétrica do próton (positiva) e a carga elétrica (negativa) do elétron se anulam. o hidrogênio comum não possui nêutron, a exceção de seus isótopos, “o deutério e o trítrio”. O hidrogênio, é comumente chamado de hidrogênio primordial, pela sua abundância no universo. Toda matéria que existe no universo, representa 4%, os 96% restantes é composto do duplo escuro! Sendo 23% de matéria escura e 73% de energia escura, e nada mais. Nos 4% de matéria comum existente no universo, 75% é composto de hidrogênio primordial!  Tudo que existe no universo tem como elemento básico o hidrogênio. Tudo se iniciou com o hidrogênio! Este se transforma em hélio, que se transforma em lítio que se transforma em berilo, que se transforma em boro, depois de 92 transformações em outros elementos, incluindo o próprio hidrogênio e está completa a lista dos elementos naturais da tabela periódica de Dmitri Mendeleiev, sendo o último elemento o urânio, a partir deste vem os elementos transurânicos, todos sintetizados em laboratório, indo até ao número 118. Naturalmente, que o surgimento desses 92 elementos no universo não aconteceu num átimo de tempo. Somente depois de bilhões de anos nas estrelas de segunda e de terceira geração é que surgiram estes 92 elementos naturais que completam a tabela periódica. Do elemento 92 que é o urânio ao 118, (é o cérebro humano), mostrando sua capacidade atual!

OS ELEMENTOS BÁSICOS DA VIDA
2* É interessante observar, mas, interessantíssimo mesmo! que entre os oito primeiros elementos da tabela periódica estão os quatro elementos básicos da vida. A ordem é esta: Hidrogênio, Hélio, Lítio, Berilo, Boro, Carbono, Nitrogênio e Oxigênio. O primeiro e os três últimos são os responsáveis pela existência de toda a vida no planeta. “Vida” esta! Como nós a conhecemos.


A TRINDADE “UDE” (OS QUARKS UP E DOWN E O ELÉTRON), FORMA TODA, ABSOLUTAMENTE TODA MATÉRIA 
NO UNIVERSO
3* O mais interessante na física quântica, é que somente três partículas formam tudo que existe no universo em forma de matéria, corpos massivos, nuvens de poeira cósmica, gases que formam as estrelas, , tudo mesmo. Estas partículas são: os dois quarks up e down, estes, formam os prótons, os nêutrons e os pentaquark, hoje, 2018 melhor definidos, estes três bárions formam o núcleo, este núcleo com os elétrons em orbitas ao seu redor formam finalmente os átomos. Portanto toda a matéria existente no universo é formada por três partículas básicas. É o que chamo de UDE a trindade universal. O quark Up, o quark Down e o Elétron.

- O INÍCIO DA VIDA –
      4* O momento exato do início da vida, será para sempre uma grande incógnita. A vida possui uma segunda incógnita! Não sabemos se ela só existe no planeta, ou é comum a todo o universo. Vamos ver primeiro como surgiu a água no planeta. Este é um assunto importante, pois sem água não há condições para a existência da vida. Há 4,6 bilhões de anos foi formado o sistema solar! Com ele, o seu séquito de planetas e aderentes. No princípio o Sol central e os planetas eram globos de gases incandescentes. Na Terra, a solidificação da crosta durou um tempo imensurável pela própria impossibilidade de mensurá-lo. Esta mensuração só foi possível depois de calcular a idade do Sol que é igual a idade da Terra. Pelo processo do decaimento radioativo, só se consegue estabelecer a idade da Terra depois dos continentes haverem se solidificado com seus materiais radioativos, esta idade é de 3,8 bilhões de anos. Isto, quando os planetas interiores, ou telúricos, se solidificaram e apareceu o continente primitivo da Terra, espécie de avô dos continentes atuais, quando tornaram-se existentes placas de rochas onde fosse possível hoje se medir sua idade pelo decaimento radioativo de algum minério contido nessas rochas. Urânio, césio, tório, etc. O período em que a massa do planeta se separou da massa do sol, até o momento da formação dessas rochas solidas, é um período em que torna-se impossível qualquer tipo de mensuração com base no decaimento radioativo. O certo é que não temos como pontuar dentro deste tempo como se deu a solidificação da crosta do planeta nem como se deu a formação dos oceanos, nos diz a paleontologia, da qual não descremos, unicamente por não termos algo melhor para crer, que: no período compreendido entre 4,6 bilhões de anos a 3,8 bilhões de anos por se tratar da fase aquecida e pastosa da superfície do planeta, não restou nenhum registro desta fase. Portanto uma fase de 800 milhões de anos sem registro geológico, sendo esta, uma fase obscura da história do planeta. Mesmo se algum dia algum fato novo for desvendado só interessará aos estudiosos de outros planetas, que no futuro nos visitarem, com as mesmas condições atuais dessas nossas (de hoje), antigas condições científicas, “vixe”, que imbróglio, traduzindo em miúdos, num futuro distante, isto não nos interessará em nada, pois não estaremos mais aqui. Esta teoria, (a da formação da água), traz em seu bojo, algumas incoerências e paradoxos, sendo o mais gritante a forma atual de sua superfície, onde temos um planeta com 70% da superfície formada por água. Porquê, no sistema solar somente a Terra possui água em abundância? Não é tão fácil de entender! Água esta, que tem a sua origem completamente desconhecida pela nossa ciência.

SIM! E A ÁGUA?
5* Assim, existem várias teorias de como se formou a água no planeta Terra. Ora! A água é formada por dois gases, H e O, se ela foi formada no princípio de tudo, junto com a formação do planeta, no princípio, esta água deveria estar suspensa em forma de vapor, muito distante da superfície e ao redor de um planeta super aquecido. Portanto, se perderia no espaço exterior! Há problemas que o homem comum não percebe, com respeito as teorias da formação da água do planeta Terra, Ora! Queridos leitores! Se o sistema solar foi formado de uma só vez! Então todos os planetas do sistema solar deveriam possuir proporcionalmente numa mesma quantidade, os mesmos elementos do Sol Como certadamente de planeta Água. Compreenderam o imbróglio? Em Vênus nos seus primórdios desconhecemos como era sua atmosfera! Mas, hoje ela tem 250 km de altura em relação à superfície sólida de Vênus, mas, sem água, havendo somente vestígios de vapor d'água. Estes dados confundem os astrofísicos.  Seriam provocados pela diferença de massa dos planetas? Porque a atmosfera de Vênus não contem a quantidade dos dois elementos que formam a água na mesma proporção existente na Terra? Se ambos os planetas foram formados da mesma massa do protosol? Ou a teoria da formação do sistema solar estaria errada?

                                 AS DUAS ATMOSFERAS,
                                   A IDADE DA TERRA
7* Para a ciência atual estabelecer a idade da Terra, ela se fundamenta na idade do sistema solar como um todo, e é um processo fácil de entender. A maravilha que os astrofísicos e geólogos têm atrás dos dois olhos e entre seus dois escutadores de bolero, nós também o possuímos e o chamamos de cérebro. Os cientistas resolveram por dedução o problema da idade do sistema solar, que seria no caso a mesma idade da Terra, desde quando, todo o sistema solar tenha se formado a um só tempo. O pai da protogeologia foi um escocês de nome James Hutton, um gênio, um gênio na acepção do termo. Ele era um polímata, advogado, médico, fazendeiro e geólogo e um bocado de outras coisas. Em 1788, poucas pessoas entendiam a importância do contraste existente entre as rochas marinhas e as do continente. Ele foi um pensador iluminista. Quando fazendeiro já na idade de 62 anos, James Hutton, descobriu no Ponto Siccar há mais de dois séculos o segredo da idade da Terra. Ele percebeu que ali, se comprovava a existência de um "tempo profundo", na existência do planeta Terra, tudo marcado nas rochas grauvaque. Hoje já sabe-se muito mais, mas tudo começou com James Hutton, no Ponto Siccar. Ninguém havia percebido como o Ponto Siccar ilustrava a própria história da Terra. A sorte foi James Hutton perceber e conseguir ler estes fatos escritos pelo planeta nas próprias carnes do próprio planeta. Para a geologia é o que importa, o resto é história sem importância. Sabe-se atualmente que o Ponto Siccar está hoje nas coordenadas: Lat.: 55°55'52.96" N   ---- Long.: 2°18'06.76" O. a geologia descobriu que o Ponto Siccar gosta de passear, e de que, há 435 milhões de anos atrás, na época da formação das rochas grauvaque a Escócia estavam numa região tropical que ficava um pouco ao sul da Linha do Equador. Hoje o Ponto Siccar está bem próximo do círculo polar ártico que fica no paralelo de Latitude: 66º33’44’’, então, podemos dizer que ele, o Ponto Siccar, fez um passeio próximo dos 4.200.000 (quatro milhões e duzentos mil metros), vai gostar de passear assim, lá adiante!    

COMO CALCULARAM A IDADE DA TERRA 
8* A coisa foi simples e fácil assim: Astrofísicos, Astrônomos e Geofísicos estabeleceram que:

(Primeiro), através de estudos espectrológicos da luz do Sol, deduziram quais os elementos que estão presentes em sua composição, e seus respectivos porcentuais.

(Segundo), eles calcularam o volume e a densidade do Sol.

(Terceiro), então, puderam calcular a massa do astro.

(Quarto), descobriram que o Sol é uma imensa fornalha atômica.

(Quinto), descobriram que a energia utilizada por esta fornalha é o hidrogênio.

(Sexto), já sabiam que o hidrogênio ao se desintegrar se transforma em hélio.

(Sétimo), estabeleceram os porcentuais de hidrogênio e de hélio atalmente existentes.

(Oitavo), inteligentemente, calcularam quanto o Sol perde de massa por segundo, com o vento solar e outras radiações, incluindo percas por outros fenômenos mais complexos.

(Nono), calcularam qual o porcentual de hidrogênio e hélio que existe atualmente no astro.

(Décimo) simplesmente, com os dados da perda de massa por segundo, e dos dados da massa atual, e de posse desses conhecimentos, facilmente chegaram a massa primitiva do Sol.

(Undécimo), aí, foi como chupar um picolé! Com uma simples regra de três chegaram até a idade de formação do Sol, e obviamente, do sistema solar como um todo.

O processo acima imaginado por mim, pode conter algum erro de cronologia, mas, foi mais ou menos assim, que o imbróglio foi “desembrogliado”.

CHUPANDO O PICOLÉ
 9* Hoje um estudante de curso fundamental, pode dizer com acerto que a Terra tem 4,6 bilhões de anos de existência, e que ainda vai durar em torno de 5 bilhões de anos, que é o tempo que o Sol tem para consumir o hidrogênio existente hoje em suas entranhas! Será! Que a expressão entranhas ficou adequada? (Os gramáticos não me deixam em paz! Enterrei os meus fantasmas, mas, os gramáticos continuam por aí!) Como disse! Para os físicos foi como chupar um picolé, mas, para chegar até este “chupar de picolé”, o homem gastou 250 mil anos, ou até mais, para atingir este “chupar de picolé”, (isto, desde o dia em que começamos a pensar até hoje). Por outro lado, foram gastos milhões de dólares em estudos universitários e em pesquisas, enfim, foram gastas vidas inteiras dedicadas aos estudos em geral, e gasto muitos neurônios, se é que neurônio está sujeito a desgaste pelo uso! O lógico é ele se fortalecer com o uso! Com o pensar! Ou as academias para, (nesse caso), fortalecer os músculos! Seria pura perda de tempo! E de dinheiro! Por falar nisso! nunca vi um nonagenário que tivesse sido um atleta na juventude! Nem mesmo um octogenário!     

A GRANDE DESCRIÇÃO GEOLÓGICA DA TERRA
10* A paleontologia só trata do período que vai de 3,8 bilhões de anos até os dias de hoje. Sendo que o período que chamamos de Pré-Cambriano, dos 3,8 bilhões de anos aos 2,5 bilhões de anos compreende todo o período Arqueano, dos 3,8 milhões de anos até os 540 milhões de anos atrás, a paleontologia, denomina todo este período de Pré-Cambriano. Nesse período a geologia faz seus estudos e deduções com muito mais acerto. Pois no período que vai dos 3,8 bilhões da anos até aos 4,6 bilhões de anos, até mesmo a geologia teria muitas dificuldades para estudar um período da formação do planeta em que a sua superfície se encontrasse em forma pastosa devida à sua alta temperatura. Repetindo! A geologia dividiu os diversos períodos da história da terra a partir dos 3,8 bilhões de anos até os 540 milhões de anos que chamou de era do Pré-Cambriano, dos 540 milhões de anos até hoje, dividiu em três grande eras: Era Paleozóica, Era Mesozóica e a Era Cenozóica, que vai até os dias de hoje, isto tudo, com dados sólidos fornecidos por estudos fundamentados em escritos fornecidos pelo próprio planeta, ao leigo parece um absurdo um ente aparentemente morto, que não fala e nem grita um ai, nos relatar sua própria história. Mas é isto mesmo que ocorre, se algum fato da história sair distorcido o único culpado é o próprio homem por não saber ler o que o planeta tão bem lhe descreve.  Não só trataremos aqui da história da geologia, mas, também da paleontologia, e dos feitos extraordinários destas duas ciências.

11* O tempo decorrido entre 3,8 bilhões de anos até hoje foi classificado pela geologia, e separado em quatro grandes eras, e estas sofreram novas separações. Aqui, sem detalhar ou citar a cronologia dos períodos. Se se tentar detalhar! Para o propósito deste ensaio, isto termina ficando complicado!

Eras a saber, de forma bem simples:
Pré-Cambriano que vai de 3,8 bilhões de anos até 540 milhões de anos atrás.
Este, pré-cambriano foi dividido em quatro períodos, Hadeano, Arqueano, Proterozóico, e (Vendiano ou Ediacarano).

Era Paleozóica   que vai de 540 milhões de anos até 245 milhões de anos atrás.
Foi dividida em seis grandes períodos, Cambriano, Ordoviciano, Siluriano, Devoniano, Carbonífero e Permiano.

Era Mesozóica   que vai de 245 milhões de anos até 65 milhões de anos atrás. Foi essa a era dos dinossauros.
Foi dividida em três grandes períodos, Triássico, Jurássico e Cretáceo.

Era Cenozóica   que vai de 65 milhões de anos até os dias de hoje
Foi dividida em duas Eras a Terciária e a era Quaternária

A Era Terciária foi dividida em cinco períodos que vai de 65 milhões até 2 milhões atrás a saber: Paleoceno, Eoceno, Oligoceno, Mioceno, e Plioceno.

12* A Era Quaternária foi dividida em dois períodos, que vai de 2 milhões de anos até aos dias de hoje, sendo:
O Pleistoceno que vai de 2 milhões de anos até 11 mil anos atrás. fim da glaciação Würm.
O Holoceno que vai de 11 mil anos atrás (provável fim da última glaciação), até aos dias de hoje. 
Tempo ou período este, que realmente mais nos interessa por se tratar do período em que está encravada a história do homem sedentário, e não mais nômade, nossa história escrita está inserida dentro deste período.

Estas dissertações das eras geológicas são muito úteis e simples, e tornaram-se necessárias para que possamos assim navegar pelos diversos períodos da história do planeta sem fazermos constantes consultas às tabelas geológicas ou mesmo consultar os diversos livros de paleontologia tentando localizar em que período de tempo se deu cada acontecimento, geológico ou da vida, ou como cada acontecimento estava em cada período no planeta.   

A VIDA NO PERÍODO PROTEROZÓICO
13* Para início de conversa creio que nada sabemos e de que nunca saberemos realmente como surgiu a vida no planeta.
Vamos então às ilações da paleontologia:
No período chamado Pré-Cambriano que abrange uma escala de tempo entre 3,8 bilhões de anos até os 540 milhões de anos atrás, portanto, um período de 3 bilhões e 260 milhões de anos, Neste período surgiu no planeta a vida unicelular.
Esta vida foi representada pelas seguintes estruturas vivas: Primeiro foram os seres que se fossilizaram e ficaram conhecidos como Estromatólitos, isto, desde 3,4 bilhões de anos, depois os chamados seres procariontes que são na verdade células sem as organelas, sendo portanto arqueocélulas ou células primitivas, depois surgiram os seres chamados eucariontes que são células mais desenvolvidas possuindo a carioteca membrana que envolve o núcleo da célula, incluindo as organelas ou mitocôndrias, estes seres unicelulares surgiram “talvez” quase no fim do Proterozóico os seres pluricelulares surgiram bem próximo ao fim do Proterozóico, (542 milhões de anos)  compreendamos porém que tudo são aproximações, são hipóteses, e nada mais que hipóteses, há coisas que não temos como saber realmente, a paleontologia registra a presença de fosseis de Estromatólitos desde 3,4 bilhões até os dias de hoje eles existem em forma de fósseis, na Austrália e no Canadá. A cada hora uma surpresa! Descobriu-se estromatólitos vivos na Tasmânia. "O descobrimento de estromatólitos vivos na Tasmânia é altamente significativo, porque estes são raros em nível mundial e não eram conhecidos anteriormente na região, exceto como fósseis antigos", assegurou Roland Eberhard da Divisão de Patrimônio Natural e Cultural do DPIPWE.
https://br.sputniknews.com/ciencia_tecnologia/201711159837623-fosseis-prova-da-vida-terra-cientistas/ 

A BIOGÊNESE
14* Tudo que a biogênese pode nos ensinar está inescapavelmente fundamentado nos conhecimentos acima descritos, assim deduzimos que não chegaremos a uma elucidação do segredo maior da referida biogênese, que é unicamente a própria biogênese.

A CONFISSÃO
15* Nós, todos os seres sencientes, lúcidos e falantes do planeta “Terra” confessamos com humildade que de maneira alguma sabemos, ou temos como saber quando ou onde no tempo e no espaço surgiu a vida neste planeta, ao mesmo tempo em que, confessamos com orgulho e altivez de que estamos definitivamente convencidos de que o planeta Terra é, e a partir de alguma data, sempre foi um organismo vivo, e pensante, e desde quando surgiu o homem inteligente, ele por mais selvagem, isto o percebeu! Tanto é que parte material deste planeta já alcançou de forma propositada, outros astros de nosso sistema solar sem a interferência de nenhum dos outros planetas do nosso já citado sistema. Na Terra a vida se faz presente no ar e em suas alturas, nos mares e em suas profundezas, nos continentes e mesmo em suas entranhas, portanto o planeta terra é um Ser vivo, pensante dentro de seus limites e pulsante por si mesmo. Isto nós confessamos com orgulho, alegria e júbilo.
Assinado: Todos os seres amantes do holismo, e fiéis seguidores de James Lovelock

Sapere aude, Kant.

Sim! Agora é que me lembrei! E de onde veio mesmo a água do planeta Terra?
Isto, nunca o saberemos!

Edimilson Santos Silva Movér
Itacaré, junho de 2002
Atualizado em agosto de 2018
moversol@yahoo.com.br




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