quarta-feira, 22 de agosto de 2018

 

DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR

Subsérie: Numa análise simples, construo de modo heurístico

e lógico, uma defesa de um raciocínio de Niels Böhr.

 

ANALISANDO UM RACIOCÍNIO DE NIELS BÖHR


Esta notícia está no Site

www.terra.com.br


Aqui, só acrescento o meu comentário.


Em “AURNB”. 1, 2 e 3 está a notícia:


1”AURNB”. A teoria diz que o mocinho, ao reagir sem pensar, atira   mais rápido.  O físico Niels Böhr (1885-1962) já havia lançado a teoria sobre por que o mocinho sempre ganha nos westerns de Hollywood, ou filmes de faroeste. Era simples: o vilão sempre atirava primeiro e o mocinho tinha de reagir sem pensar, portanto, mais rápido. Quando Böhr testou sua hipótese com pistolas de brinquedo em seus colegas que atiravam antes, ele sempre venceu. As informações são do site New Scientist.


Andrew Welchman da Universidade de Birmingham, Reino Unido, levou esse passo mais adiante. Böhr pode ter levado o prêmio Nobel por seu trabalho em mecânica quântica, mas a resposta para esse enigma é mais complicada do que ele pensava.


2”AURNB”. Welchman fez experimentos colocando uma pessoa contra outra em um laboratório. A tarefa? Levantar a mão fora de um botão, empurrar dois outros botões, e em seguida, voltar ao primeiro. Não tinha sinal de largada. “Eventualmente um decide que é hora de começar. O outro jogador então, vai tentar se mover o mais rápido possível”, disse Welchman.


Os jogadores que reagiram levaram 21 milissegundos a menos, em média, que o primeiro. Welchman acha que movimentos de reação envolvem um caminho do cérebro mais rápido do que o movimento intencional. Então Böhr estava certo? Não é bem assim.


3”AURNB”. Houve também um “tempo de reação”, um atraso de 200 milissegundos antes dos jogadores começarem a responder a ação dos oponentes. Assim, embora tenham se movimentado mais rápido, eles não ganharam.


AGORA O COMENTÁRIO


4”AURNB”. Ao que pude entender, com meu QI abaixo de zero o resultado final da pesquisa encetada pelo Andrew Welchman demonstra, (aparentemente), que o Niels Böhr estava errado, pois o tempo de retardo à reação era de 200 milissegundos, enquanto na reação em si, o retardo era de somente 21 milissegundos, assim, o mocinho seria atingido 179 milissegundos antes de seu primeiro disparo, o que não ficou explicitado foi como o Böhr com suas pistolas de brinquedo sempre ganhava de seus amigos. E isto pode ser explicado como uma falha no experimento atual, num duelo o ato de sacar e atirar demanda uma única reação de defesa instintiva (entendendo a reação de sacar, apontar e atirar como uma única reação), e no experimento de laboratório, embora as reações de defesa, sejam em número maior, o que demanda mais tempo que a reação num duelo, as reações de laboratório são mais lentas por serem nove reações distintas:

 

REAÇÕES OU ATOS PSICOLÓGICOS PARA REIRAR E APERTAR

3 (TRÊS) BOTÕES NA SEQUÊNCIA, SEGUNDO, TERCEIRO,  E PRIMEIRO BOTÃO.

 

1ª - o ato da retirada do dedo do primeiro botão,

2ª - o ato da ida para o segundo botão,

3ª - o ato de apertar o segundo botão,

4ª - o ato da retirada do dedo do segundo botão,

5ª - o ato da ida para o terceiro botão,

6ª - o ato de apertar o terceiro botão,

7ª - o ato da retirada do dedo do terceiro botão,

8ª – o ato da ida para o primeiro botão, e finalmente o

9ª – o ato de apertar o primeiro botão.

 

5”AURNB”. Como cada reação instintiva de defesa demanda 21 milissegundos, tempo este, medido por Welchman em laboratório. Se multiplicarmos o tempo de cada reação de 21 milissegundos por 9 teremos exatamente 189 milissegundos que é o resultado exato do experimento, sendo os 11 milissegundos de discrepância, erros de um experimento pífio e mal conduzido e assim o prêmio Nobel Niels Böhr (1885-1962). O das órbitas dos elétrons, estava certo, e o mocinho sempre vence pela reação instintiva que é mais rápida que o ato deliberado de sacar, apontar e atirar. A meu ver, o Andrew Welchman queria demonstrar que a mente dele era melhor que a de Niels Böhr, o que podemos sem sombra de dúvida, duvidar! Pelo menos eu ponho isto em dúvida.


Este ensaio está postado na versão V2 do blog ameno, (Blog do Paulo Nunes), mas, não possui acesso direto pelas EDITORIAS, assim pedi permissão ao moderador do blog, para inseri-lo na versão V3.


Vitória da Conquista, BA, 04 de fevereiro de 2010.
Ensaio revisado e atualizado em dezembro de 2014
Edimilson Santos Silva Movér
moversol@yahoo.com.br

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