domingo, 5 de agosto de 2018

O CISNE E A FÊNIX - POESIA





O CISNE E A FÊNIX                            


 Um canta em vão! Quando vai desaparecer,

O outro não se queima em vão! Pois, queimando irá renascer.


Creia com a força d’alma, nos acontecimentos futuros,
Não vivas dos sonhos que tivestes num tempo ignoto,
Que vale se lembrar dos tempos de amores castos e puros,
Viva o hoje, o amanhã!  Esquecendo o passado remoto.

Plantar sementes raras e férteis em sagradas terras,
Para colher as benesses nos anos que ainda advirão,
Esperança e bonança terás se em teu peito encerras,

                         O sublime, na forma do amor já em quase adoração!

Então poderás enxergar um novo amor em teu porvir,
Mesmo suportando as cruéis dores do teu padecimento,
Sofrendo os mil “chorares” nas noites do teu existir,
Por perderes teu amor na tarde do teu último lamento.

Vinde oh! Doce amada que adoro, e viva este doce amor,
Estarás salva da dor, no mais puro amor correspondido,
E bem logo verás surgir na tua mente o destemor,
Não cantai qual Cisne! Em busca do parceiro já perdido!

Adquira nova e formidável postura para uma vida plena!
Absorvas o “praña” através da mente na quântica lei,
Retirai de teu espírito os tristes sons daquela cantilena,
Ressurjais das cinzas, qual Fênix! E o teu eterno amor serei...

 


Um convite para que deixes de ser o Cisne, e de que se seja a Fênix.


Vitória da Conquista, Ba. -  21 de junho de 2007
Edilmilson Santos Silva Movér

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