domingo, 5 de agosto de 2018

O CISNE E A FÊNIX - POESIA (130)oks

 CISNE E A FÊNIX                            

 

Um cantará eternamente em vão!

Pois, cantando irá desaparecer...

O outro não se queimará em vão!

Pois, se queimando irá renascer...

 

Creia com a força d’alma, nos acontecimentos futuros,

Não vivas dos sonhos que tivestes num tempo ignoto,

Que vale se lembrar de tempos e amores castos e puros,

Viva o hoje, o amanhã!  Esquecendo o passado remoto.

 

Plantar sementes raras e férteis em sagradas terras,

Para colher as benesses nos anos que ainda advirão,

Esperança e bonança terás se em teu peito encerras 

 O sublime, na forma do amor já em quase adoração!

 

Então poderás enxergar um novo amor em teu porvir,

Mesmo suportando as cruéis dores do teu padecimento,

Sofrendo os mil “chorares” nas noites do teu existir,

Por perderes teu amor na tarde do teu último lamento.

 

Vinde oh! Doce amada que adoro, e viva este doce amor,

Estarás salva da dor, no mais puro amor correspondido,

E bem logo verás surgir na tua mente o destemor,

Não cantai qual Cisne! Em busca do parceiro já perdido!

 

Adquira nova e formidável postura para uma vida plena!

Absorvas o “praña” através da mente na quântica lei,

Retirai de teu espírito os tristes sons daquela cantilena,

Ressurjais das cinzas, qual Fênix! E o teu eterno amor serei...

 

Um convite para que não sejamos como o Cisne!

E para que sejamos como a valente Fênix.

 

 

Vitória da Conquista, Ba.

21 de junho de 2007

Edimilson Santos Silva Movér


0 comentários:

Postar um comentário