sábado, 18 de agosto de 2018

A GRANDE UNIFICAÇÃO - ENSAIO

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DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR
Subsérie: Analisando alguns singelos mistérios do cosmos e os complexos problemas da ciência para entendê-lo.


A GRANDE UNIFICAÇÃO


O maior sonho da ciência!
 GUT, “Great Unification Theory”.


1* Nestas ponderações, ou elucubrações, visualizando os comportamentos estranhos do Universo, algo nos chama a atenção. Sabemos que no Universo existem quatro forças fundamentais, "conhecidas", a saber: As duas primeiras são a força nuclear forte e a força nuclear fraca, que atuam no interior dos átomos, e são consequência da interação entre algumas partículas. A primeira chamada de "força forte", atua entre os quarks, os  glúons são partículas mediadoras, ou transportadoras da força forte entre os quarks up e down que formam os prótons e os nêutrons. A segunda é chamada de "força fraca", e que possui uma particularidade; ela afeta todos os léptons e quarks, atuando entre as partículas leves, também é descrita como uma interação fraca, sendo dois aspectos diferentes de uma mesma interação eletrofraca, A terceira força fundamental é conhecida como "força eletromagnética", que é a unificação desenvolvida poJames Maxwell, (1831-1879), para explicar a relação existente entre a eletricidade e o magnetismo, esta terceira força que é conhecida como eletromagnetismo, também oriunda do interior dos átomos, ela faz parte do nosso viver cotidiano, nós podemos senti-la e vê-la, pois é dela que nos servimos como luz e força para iluminar e movimentar nossos lares e indústrias, é a nossa conhecida eletricidade, que utilizamos nas suas mais variadas formas.

A GRAVIDADE

      2* Resta a quarta força, que é a gravitação, sendo esta força a mais fraca de todas, ela é externa à matéria, sendo também nossa companheira inseparável; embora seja a menos conhecida pela ciência, é ela que dá forma e torna possível a existência do Universo como nós o conhecemos, sendo mais notável no macro-universo. Sem ela não existiríamos, pois é ela que nos prende sobre a superfície do planeta, e, sobre tudo, é ela que mantém nossa morada, em torno do Sol a uma distância ideal, mantendo a Terra numa temperatura em que é possível existir água na forma líquida, tornando possível a vida no planeta Terra.  Todos os físicos modernos tentaram (é o sonho deles) elaborar uma teoria que unisse estas quatro forças em uma única equação, que seria a famosa teoria da grande unificação, a “Great Unification Theory” ou GUT, e que resolveria de uma só vez os grandes problemas da física em todos os campos de atuação destas forças. Não é para se perguntar o que leva os físicos a este insucesso? Por que só conseguiram unificar, em uma única equação, as três primeiras forças? Assim mesmo de forma inconsistente. Esta inconsistência, conforme Hawking advém do fato da teoria conter parâmetros que não podem ser previstos pela própria teoria; sendo assim uma teoria incompleta.  Será que não existe outra, ou outras forças desconhecidas? Podemos afirmar que existem outras forças! Nem a cosmologia, nem a astrofísica, atualmente, pode nos explicar quais forças provocam a expansão do Cosmos, nem qual força faz com que os aglomerados de galáxias permaneçam coesos, sem se expandirem internamente! Forças estas! Às quais, com nossa tecnologia atual, não podemos acessá-las ou conhecê-las? Ao que me consta, suspenderam a construção do grande acelerador de partículas de 85 km de circunferência norte-americano e só com o do CERN, na Suíça, de 27 km os físicos quânticos não iriam muito adiante na pesquisa da alta física. A nova proposta do CERN, é de fazer um novo acelerador com circunferência em torno de 100 km, chamado de “Future Circular Collider” (FCC), a energia a ser utilizada deve suplantar em muito a do LHC. Chamo a atenção do inteligente leitor, para um fato importantíssimo que ocorre com a recentíssima ciência do animal chamado erroneamente por este mesmo animal de: “Homo sapiens sapiens”, (não é a primeira nem a única vez que isto o farei), Adquirimos o bipedalismo, há 4,5 milhões de anos, fizemos o machado acheulense há 1,8 ou 2 milhões de anos, citado por: (Christopher J. Lepre, do Departamento de Ciências Planetárias e da Terra, da Universidade de Rutgers, The State University of New Jersey).  Ao longo do desenvolvimento dos primatas, a oposição do polegar ocorre em muitas destas espécies, portanto, não foi somente a oposição do polegar que transformou o primata, futuro hominídeo num faber! O crescimento da caixa craniana dos primatas foi paulatina mas, constante! Até chegarmos aos (300 mil anos aC.) Onde ela estabilizou-se no patamar de 1400cm³! A fala se desenvolveu após este período de 300 mil anos atrás, o sedentarismo só surgiu em torno de 11 mil anos atrás, a sociedade organizada há uns 7 mil anos, a escrita há uns 5,5 mil anos, agora o mais importante! A ciência moderna é um neném, só tem 500 anos, agora o pior! A pretensão de ser Deus, ou o que chamamos de antropocentrismo, o orgulho, a pequenez no pensar! A mesquinharia, a burrice!  Estas “desqualidades” nasceram com o "sapiens"! Eu creio que foi há 300 mil anos quando o homem começou a pensar e a abandonar o instinto! Se nossa ciência tem somente 500 anos, ela hoje, pode ser considerada um neném, com relação a ciência que existirá daqui a 1 ou 2 mil anos! Ou algum idiota pensa que o tempo vai parar! Para atender sua burrice e sua falta de visão! Ora! O tempo não para, a evolução da ciência humana também não! Olhe que nós possuímos o órgão físico mais evoluído que existe na Terra, o nosso cérebro! Quem conhece as maravilhas que os Savants fazem com seus cérebros, entende de imediato que ainda não aprendemos a usar toda potencialidade da nossa máquina de pensar! (Leiam nesse blog o ensaio SINGELO ANTITRATADO DO CÉREBRO, e vejam e entendam, o quanto temos de potencialidade em nosso cérebro, sem a sabermos usar!

 O AVANÇO NECESSÁRIO
3* As leituras dos resultados das experiências a serem feitas nesse equipamento, FCC, diferentemente do LHC serão feitas numa espécie de super microscópio de 10 a 20 metros de comprimento. A inexistência do superacelerador americano de 85 km, pode ser uma frustração e um consolo ou alívio, ao mesmo tempo, pois, conforme alguns físicos, havia o risco de criarmos um buraco-negro aqui na Terra, com aquele tipo de acelerador e tecnologia, e destruirmos nosso sistema solar. Os efeitos do bombardeio de partículas em aceleradores tão poderosos são completamente desconhecidos e arriscados. Já pensou se na intimidade dos “quarks” existir algo como um complexo sistema básico de manutenção da energia em forma de matéria e que cientistas voltados para a física do futuro já chamam de “vórtons”, embora sem os conhecer! E se nós os destruirmos inadvertidamente! E provocarmos uma descontrolada reação em cadeia! Na realidade nosso potencial energético atual nos aceleradores é da ordem de 100 GeV, são potenciais muito baixos. Mas, podemos chegar a alguns milhares de GeVs, mas, para testar a teoria da grande unificação (Conforme a física) teríamos que construir aceleradores que tivessem em torno de mil trilhões de GeVs, e que teriam o tamanho do sistema solar, portanto um acelerador (no momento) impensável! Embora seja possível, no futuro resolver isso de outra maneira! Fazendo simulações em “hiper-super-computadores-quânticos”. A medida de energia GeV, equivale a um Giga elétron Volts.


ALGUMAS SINGULARIDADES DO COSMOS

4* Bem, voltemos ao nosso macrocosmos. Dá para pensar! Que estranhos fenômenos provocam tantos absurdos no Cosmos? O que provoca o surgimento de um buraco-negro? E como ele realmente se comporta? Para a ciência, é um enigma! O que faz as galáxias girarem como um corpos sólidos? O que realmente é um quasar? Como, e o que faz os pulsars girarem como alucinados? Por que alguns corpos têm movimentos retrógrados? Alguns dirão: são corpos capturados já com estes movimentos. E em alguns grupos de galáxias onde algumas não parecem pertencer ao grupo, mas agem como se estivessem de passagem, como se fossem imunes às grandes interações gravitacionais do grupo? São muitas perguntas e nenhuma resposta definitiva, e quando surge alguém tentando explicar alguns fenômenos, pouco tempo depois tudo é desmentido por novas descobertas. Há muita coisa a se descobrir sobre o Universo... E como há!


MAQUIANDO COISAS ANTIGAS

      5* Recentemente, lançaram um novo telescópio espacial, o Chandra, mais potente que o Hubble. Com o Chandra, teremos dados mais precisos dos segredos do Universo (o infravermelho e o raio X tem a propriedade de alargar o poder da análise!), mas estes dados coligidos continuarão a serem dados de um passado longínquo (e não poderia ser diferente). O que falta é conhecimento ou honestidade de quem leva estes dados ao conhecimento do grande público (que naturalmente é quem paga aos profissionais da área), esta afirmativa é verdadeira, todas as pesquisa científicas são pagas pelo governo com o dinheiro do povo, ou financiadas por grandes empresas com o abatimento nos impostos). Estes dados ou estas imagens são de objetos que podem até não existir mais. Infelizmente, a ciência só pode coligir dados de um Universo que não existe mais (pelo menos onde o vemos). Mesmo aqui em nossa galáxia, se a estrela mais próxima explodir hoje, só o saberemos depois de mais de quatro anos do fato ocorrido, se acontecer hoje a explosão de uma estrela da periferia da Via Láctea, só o saberemos daqui a 20 mil anos, se estiver no lado do braço de Órion, se for localizada no lado oposto, levará 80 mil anos para tomarmos conhecimento deste evento. Imagine as ocorrências dentro do espaço profundo! A imensidão do universo esmaga o conhecimento do homem, só não consegue acabar com um fiapo de sua burrice e de seu orgulho.


IMENSO E NÃO PERCEPTÍVEL


6* O problema da imensidão e do dinamismo do Cosmos é de tamanha magnitude e importância para a cosmologia, que esta mesma cosmologia trata o assunto como se ele não existisse, talvez por não poder equacioná-lo ou não ter interesse em tornar públicas as dificuldades que enfrenta, ao empreender o estudo do Cosmos como um todo, pois, lidando com uma pequena parcela do todo, torna-se impossível um entendimento em sua plenitude. Assim, até parece que o universo dos cosmólogos, dos astrônomos e dos astrofísicos é diminuto e estático, quando todos sabemos que a realidade não é esta. O astrofísico normalmente é um radioastrônomo, sendo um dos responsáveis pelos cálculos da física do cosmos, seus instrumentos são os supercomputadores e os radiotelescópios, em que o modelo mais potente é o das enormes antenas parabólicas, como o de Arecipo, em Porto Rico. Isto é, lidam com as radiações cósmicas como ondas de rádio, raios X, raios gama, etc. Já os astrônomos lidam com as imagens de luz e utilizam os telescópios de lentes e espelhos refratores e refletores. Tenha em mente que o ato de analisar a imagem luminosa ou a radiação de uma estrela que estiver do outro lado da Via-Láctea e que também estiver como o nosso Sol, há trinta mil anos-luz de distância do centro da galáxia, esta análise não nos dirá onde se encontra esta estrela no preciso momento desta análise. O que ficaremos sabendo é como se encontrava esta estrela há setenta mil anos atrás, e não o estado atual desta estrela e muito menos sua posição. Tendo que se considerar que nossa galáxia (conforme a astronomia) dá um giro completo mais ou menos a cada duzentos e vinte milhões de anos e que nosso grupo de galáxias que são em número de trinta e um corpos galaxiais, sendo, vinte e três com distâncias de quinhentos mil, há até mais de cinco milhões de anos-luz, e as outras a distâncias menores, a maior é a M31 Andrômeda, com cento e cinquenta mil anos-luz de diâmetro, e a menor a GR 8, com um mil e quinhentos anos-luz; as mais distantes são, Leão A e Pégaso com distâncias acima de cinco milhões de anos-luz, e a mais próxima é a Grande Nuvem de Magalhães, a uma distância de cento e setenta mil anos-luz. A galáxia mais próxima da Via Láctea é a M31 Andrômeda que está a uma distância de 2.537.000 anos luz. Este nosso aglomerado de trinta e uma galáxias principais, gira em torno de um centro comum, com velocidades diferentes e desconhecidas, e o conjunto todo dá uma volta em torno de si em um espaço de tempo também ainda não exatamente determinado. Em vista disto, é impossível saber a exata posição de uma estrela no sistema coordenado sideral, que tem sua origem no foco do Big-Bang, sendo que esta estrela, como todas as estrelas do Cosmos, sofrem o efeito de vários movimentos, sendo que estes movimentos não foram ainda matematicamente determinados.


SIMPLESMENTE! A CIÊNCIA ASTRONÔMICA ESTÁ TENTANDO 


 DETERMINAR EXATAMENTE ONDE ESTAMOS NO UNIVERSO.


Nesse campo, a astronomia enfrenta é problema que advém da dimensão do cosmos! Cada corpo que vemos hoje no universo não está onde aparentemente parece estar! Por exemplo: A estrela mais   próxima, a “alfa centauri” estava naquela posição que vemos hoje, há 4,35 anos atrás! A galáxia Andrômeda estava naquela posição que vemos hoje, há 2.537.000 anos atrás! E assim, é como vemos tudo no Cosmos. Ora! Se vemos uma galáxia o campo profundo e o seu “redshift” é de 12 bilhões de anos luz! Ela estava naquela posição há 12 bilhões de anos atrás! Como podemos inferir que aquela é a distância atual daquele objeto? Se o cosmos é dinâmico e sobretudo em expansão! Ora! Meu povo inteligente! A astronáutica calculou através de computadores a quantidade de galáxias existentes no cosmos, (120 trilhões de galáxias), sendo isso somente um cálculo, e não uma medida física. O que comprova que a astrofísica desconhece a dimensão e o volume da matéria do cosmos, esta história de 23 por cento de matéria escura, e de 75 por cento de energia escura e de 4 por cento de matéria bariônica, é pura elucubração da ciência. Ora! Se o cálculo do número de galáxias existentes é tão grande, e previsto pelos computadores, mesmo adotando uma massa média, ainda é um grande chute, para se calcular toda a massa do universo. Os cientistas tentam enganar o ego e o orgulho deles mesmos, são uma bosticas. Não possuem a humildade dos sábios! Para confessar que a grandiosidade do universo os mostram e os “infinitizam” como seres pequeninos que são!



Se a ciência da astrofísica não consegue calcular as posições atuais das galáxias e de outros objetos existentes nas proximidades e nas profundezas do cosmos como saber onde estamos com relação ao macro cosmos? Não sabemos as suas posições atuais, então! Como calcular nossa posição atual! Não tentem enganar meu cérebro! Creio que sou o mais burro dos “sapiens”, por ter coragem para ser tão questionador. Só se os cientistas são os sábios dos sábios e se suplantam! Eu seja o mais burro dos burros, e não consiga me sofrear, ou me conter!

Alguns movimentos do nosso Sol:

7* Veja a quantidade dos “principais” movimentos a que uma estrela como o Sol está sujeita e a ordem destes movimentos:


(1): O primeiro movimento da estrela é o de rotação, em torno de si mesma, = 27 dias terrestres no equador, e nos polos 32 dias. O Sol portanto não é sólido.


(2): O segundo movimento é feito em torno de um centro comum com outras várias estrelas, acompanhando o nosso próprio Sol, este conjunto gira em torno da estrela gigante Vega da constelação da Lira; a estrela Vega está a uma distância constante de 2,47x1014 de km do Sol, ou seja, a vinte e seis anos-luz de distância, este seria o movimento de translação do Sol. Todas no pequeno braço de Órion.


(3): O terceiro movimento o Sol faz acompanhando o movimento de rotação da galáxia, em torno do centro desta mesma galáxia, este movimento é feito em 220 milhões de anos; lembrar que a Via Láctea gira rígida como um prato. Toda a galáxia dá um giro completo nesse tempo. Ninguém avança nem se atrasa.

(4): O quarto movimento, o Sol faz acompanhando a Via Láctea na direção da galáxia de Andrômeda, este movimento terá uma duração de 5 ou 7 bilhões de anos.


(5): O quinto movimento é o que o Sol faz acompanhando a galáxia em torno do centro comum do seu grupo de galáxias.


(6): O sexto movimento é o movimento curvo em direção do espaço externo ao universo, que o próprio universo faz em seu movimento de expansão.


(7): O sétimo movimento, este se existir, é hipotético, pois se há vários Universos, é natural que grupos de Universos girem em torno de um centro comum a cada grupo.


8*  Aqui estes movimentos foram tratados empiricamente, e de forma heurística. E foram citados somente os principais. Imaginem meus amados leitores! Se com a dinâmica, a imensidão do Cosmos, e com o desconhecimento matemático de todos os seus movimentos, imaginem! Como disse, se a ciência cosmológica, (que as vezes, nem é considerada como ciência, pela própria ciência).  Consegue predizer onde se encontra algum corpo sideral em um dado momento? Pois, na realidade, só conseguimos indicações de direções fixas de fontes de luz, que sabemos não mais estarem na posição de onde nos enviaram estas ondas de luz ou pacotes de fótons e, ou radiações luminosas. Na realidade, as estrelas da Via-Láctea, em vista disto, não se encontram, de maneira alguma, onde aparentemente parecem estar. Então! O que vemos no céu, nada mais seria que uma visão de vários passados, isto conforme a distância que esteja o objeto. Portanto, o que vemos nada mais seria que uma visão dos vários passados da nossa galáxia, ou seja uma não realidade atual. Podemos dizer então! "Uma ilusão"! Lembre-se, se a estrela mais próxima explodir hoje, continuaremos vendo-a intacta por mais 4,35 anos. Assim! É o universo em que vivemos, mesmo um universo bastante próximo, como o das estrelas vizinhas.

A INCERTEZA


9* Em minha opinião, o Universo é o verdadeiro teatro do absurdo. Não seria de se pensar em uma análise estatística para o macrocosmos, como foi adotada para o microcosmos por Werner Heisenberg, com seu princípio da incerteza, embora a incerteza de Heisenberg advenha do fato de que ao se tentar predizer a posição ou a velocidade de uma partícula, o ato desta mesma tentativa altere a velocidade ou a posição desta mesma partícula, sendo impossível calcular ou conhecer estes dois parâmetros ou vetores de uma só vez, ou seja, conhecê-los simultaneamente. Assim, quanto melhor se conhece a posição da partícula, menos acurada será a determinação da sua velocidade, e a recíproca é verdadeira. No macrocosmos esta incerteza viria do fato de desconhecermos matematicamente todos os movimentos a que o objeto sideral está sujeito, eliminando, destarte, toda possibilidade de predizermos uma posição passada ou futura ou mesmo atual deste objeto sideral e, principalmente, por desconhecermos totalmente a realidade momentânea da existência deste objeto emissor de radiações. É impossível prever um evento futuro ou passado de um objeto que só nos fornece uma única foto estática de um passado remoto deste mesmo objeto e isto é só o que o Cosmos pode nos oferecer: fotos estáticas e antigas. Se digo estáticas e antigas é porque quinhentos anos de registros de dados astronômicos são um bilionésimo de segundo no tempo cósmico, e só temos 80 anos de registros precisos, pois os grandes telescópios e a tecnologia da fotografia astronômica de alta precisão só surgiram no meio da década de 1920, com a construção dos telescópios de Monte Wilson e outros mais potentes. A radioastronomia só surgiu nos idos de 1960. O grande problema é o tamanho do Universo, e olhe que há a possibilidade de estarmos lidando somente com uma pequena e diminuta fração do Universo.


SOMENTE RECORDEMOS:
10* Recordemos o fato anunciado pela Teoria do universo reverso do 2º “insight”, de que o Universo está em contração. O único fato que nos leva a acreditar que o Universo esteja em expansão é o aparente movimento em sentido de dispersão radial (em todos os sentidos e partindo de um foco), o que é confirmado ao observarmos o Cosmos a partir do nosso Sistema Coordenado, que está inserido numa imensa lente gravitacional gerada pela presença das inumeráveis galáxias e demais corpos massivos que compõem a textura da terceira esfera do Universo da “Grande Bolha”. E da falta de explicação do por que ou de qual força está provocando a aceleração positiva e variada das galáxias, distanciando-se de nós, de forma que, quanto mais distantes, mais velocidades possuem.  Isto assente, assimilado, confirmado e esclarecido, tudo o mais não tem importância alguma. Mesmo abstraindo o princípio copernicano! Como explicar a expansão radial? Mais parece que nossos cientistas não têm coragem suficiente para confessar que nossos instrumentos nos mostram com a mais absoluta certeza um “Universus illusionis”.  

Edimilson Santos Silva Movér

Itacaré, julho de 2003

Atualizado em agosto de 2018


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