segunda-feira, 8 de outubro de 2018

OS LIMITES DA PERCEPÇÃO DA ENTELÉQUIA HUMANA - ENSAIO




DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR
Subsérie: Percepções nos extremos conceituais do abstrato e do concreto.

OS LIMITES DA PERCEPÇÃO DA ENTELÉQUIA HUMANA

INTROITO
     1* Logo no começo desse ensaio vamos estabelecer que seu fundamento é o princípio axiomático de que; o “desenvolvimento da nossa enteléquia” está apenas começando! Vou repetir aqui, o introito do ensaio em que trato do nosso isolamento no universo! devido ao tema desse ensaio que ora se inicia também abordar o desenvolvimento da enteléquia humana, assim diz o introito que ora transcrevo:
[“O isolamento humano é um tema palpitante, mas ainda sem solução para a ciência que ora se inicia, e mal balbucia as primeiras palavras. Com relação ao tempo da existência do pensante no planeta, a ciência ainda é um bebê. Ela só tomou impulso depois da época dos descobrimentos. Já o nosso isolamento! É um tema nada palatável! E que incomoda as inteligências pensantes do planeta! Mas, temos que degusta-lo, para saborearmos a verdade contida nele, alguns humanos não veem utilidade em se preocupar com o futuro, e sim com o imediato, com os problemas do dia a dia! Dentro da longa existência do homem! Se todos pensassem assim, não teríamos saído das cavernas... E esses “alguns humanos” por serem muito burros, nem nas cavernas seriam aceitos, morariam nas selvas mesmo, disputando espaço para dormir nos galhos das árvores com os animais”].

2* Isto por que, nós estamos somente no princípio do princípio da aquisição da “racionalidade” e da "sapientia" pretendida com a classificação de "sapiens sapiens" que nos foi dada po Linnaeus! Isto é uma verdade inquestionável! Ora! Se somente há (28 séculos), iniciamos a filosofar, a analisar nossa existência e dentro dela o nosso conhecimento. E isto iniciamos a fazer com os gregos pré-socráticos! Pelo menos são estes os primeiros registros que podemos classificar como registros filosóficos dos povos ocidentais!  Imagine daqui há (500 séculos), como estará nossa enteléquia? Isto! Se continuarmos existindo por mais 500 séculos.

3* Antes que a burrice venha com seus machados bi-faces acheulenses tentar cortar meu pescoço, esclareço que minha pugna não é com o sábio sueco Carolus Linnaeus (1707-1778). Ele classificou taxonomicamente o homem acertadamente! Meu embate é com a burrice da manada, e não com a sabedoria dos sábios, e dos gênios, estes são os únicos responsáveis pelo desenvolvimento da sociedade humana, se dependesse somente dos sábios e dos gênios, já estaríamos nas estrelas! Se dependêssemos somente da manada, ainda estaríamos nas cavernas. A classificação de Linnaeus está correta, o homem é que não faz por merecê-la. Qualquer espécie animal, pelo universo à fora! Para ser classificada taxonomicamente e merecer o título de “sapiens” “sapiens”! Teria que possuir uma enteléquia muito mais evoluída que a da manada atual! No geral, nós somos na verdade, nada mais que uma sociedade ainda no pré-início do desenvolvimento que um dia alcançaremos! Somente pequena parcela dos “sapiens” (os sábios e os gênios), merecem realmente tal título! Pois, só avançamos na realidade na produção de lixo tecnológico. Pois, nos preparamos no (século XX), o século dos horrores, para a qualquer momento destruir o planeta com a tecnologia desenvolvida pelo projeto “manhattan”! Nos damos conta disso! Sabemos disso! E nada fazemos a respeito disso! Coitada dessa sociedade de tolos! A burrice domina tanto o planeta, que temos que explicitar quase tudo que dizemos! Minha querida e inocente manada! Quando me refiro ao projeto “manhattan”, é “com respeito a seus resultados danosos para a humanidade”, nunca tenho os olhos voltados para os cientistas que com sua genialidade o desenvolveram! Mas sim, para os políticos que decidiram fazê-lo e ordenaram que se o fizesse, e “sobretudo”, dele se utilizaram em Hiroshima e Nagasaki.

O HOMEM
 3A* Os filósofos sábios, os cientistas sábios, e os homens comuns sábios! Lutam em vão! Por favor! Não confundam “sabedoria”, com conhecimento acadêmico! Vós, por mais manada que sejais! Sabeis que podeis vos transformar por conta própria num sábio! Aqui não estou me referindo aos gênios. Sabedoria é uma coisa, e genialidade é outra completamente diferente! Todos podem adquirir sabedoria, no entanto a genialidade é inata. Vou repetir mais uma vez, meu ponto de vista de que toda a humanidade nasce completamente igual, na capacidade de aprender, no entanto, é também uma realidade que facilmente podemos observar que existem quatro tipos de humanos: 
1) A manada, esta representa 99,99% da humanidade. 
2) Os tolos e deficientes cerebrais, estes são em número reduzido em relação a toda humanidade. 
3) Os sábios, 
4) Os gênios, estes últimos são raríssimos, eles só representam pequeníssima parcela dessa mesma humanidade. 
Vamos agora ao exemplo que disse que ia repetir de que toda a humanidade nasce completamente igual. Na realidade somos todos inteligentes! Embora tenha momentos em que vejo mais acerto ao se classificar a humanidade em 5 tipos de seres, 
1) a manada, 
2) os tolos ou deficientes cerebrais,
3) os homens comuns como nós, 
4) os sábios, 
5) os gênios. 
Nesta lista foi inserida os homens comuns, ocupando o posto 3.
Eis a repetição: [... Quereis uma prova? Se pegardes um filho recém-nascido de uma família de uma sociedade mais culta e avançada do planeta, e o entregardes para ser criado por um casal de componentes de uma tribo atrasada em qualquer parte do planeta, em trinta anos, ele será somente um experiente batedor de tambor! Por outro lado, se pegardes um filho desse mesmo tribal e o levardes para ser criado pelo casal do primeiro caso, e o porem para cursar o ensino dessa sociedade, em trinta anos o ex-tribalzinho tornar-se-á, num PhD, num Sc.D, e conforme, num prêmio Nobel. Isto, porque somos todos iguais, só existe uma raça no planeta, a subespécie "homo sapiens sapiens", e todos possuem igualmente 100 bilhões de neurônios! Somos todos iguais, e já nascemos pensando! Maravilha, das maravilhas! ...]. Este texto foi extraído do ensaio postado nesse blog: A BRUTAL REALIDADE DO NOSSO ISOLAMENTO NO UNIVERSO. 
   
4* Quanto à nominação de “sapiens sapiens”! foi só um lembrete! Aqui não vou adiantar, nem me permito penetrar nessa discussão. Ora! O verbete “sapiens”, vem de “sapientia” do Latim! Não vejo sabedoria nesses animais chamados de "sapiens", que mandam no planeta! Por estas duas grandes razões, a que nomino de (Mães da Burrice), e que contradizem esta classificação dada pelo sábio sueco Linnaeus.

(1) A subespécie “homo sapiens sapiens” mantém 17 mil ogivas nucleares armazenadas em seus covis! E bastam somente 500 para destruir toda a humanidade. Isto nos diz a IAEA.

     (2) A feroz explosão demográfica, onde já alcançamos 7,6 bilhões de enchedores de latrinas, (outubro - 2018), que a cada ano aumenta em mais 100 milhões de cagões, isto, simplesmente, nos levará ao CAOS. Sinceramente, não vejo sabedoria nisso! No caso da energia nuclear para uso pacífico e não pacífico temos este órgão inútil na ONU, estacionado com toda pompa, em 29 de julho de 1957 em Viena, Áustria, a IAEA - International Atomic Energy Agency/Atoms for Peace and Development. A IAEA possui o endereço eletrônico postado a seguir:  https://www.iaea.org

5* A IAEA é uma piada que nunca serviu para nada, nem para nos fazer sorrir! O que seria uma finalidade saudável! Ao que se vê! Só presta para gerar empregos, números e gráficos! Se a finalidade da IAEA não for pelo menos para estabelecer os limites de radiação nas mais diversas condições e em todos ambientes, de ter livre acessos às indústria de processamentos dos diversos minérios radioativos em todas as Nações que pertencesse à ONU, controlar e saber o número real de artefatos bélicos nucleares! Fiscalizar o projeto e construção de todas as usina nucleares! Qual seria sua finalidade útil afinal? Aqui não critico os esforços, nem as ações da IAEA, mas sim, os resultados obtidos com estas ações! Deduzimos com isso que o número de artefatos bélicos nucleares existentes não são controlados também! Pois, não há um número real conhecido! As informações são díspares! Assim! É de se deduzir que também não podemos imaginar a quantidade real existente de artefatos bélicos nucleares clandestinos ou escondidos do grande público, e que a IAEA chama de ilegais. Agora eu me pergunto! Qual seria o órgão imbecil que legaliza tais artefatos atômicos feitos exclusivamente para matar os humanos e por tabela, todos os outros animais? Olhem bem! Que não toquei nem de leve no assunto: “Rejeitos Radioativos”, produzidos por usinas atômicas! No momento já possuímos 451 usinas nucleares em atividade no planeta e mais outras 57 em construção. Este não pode ser tomado como um número exato! Nesse campo as informações são intencionalmente e extremamente desencontradas! Nunca se sabe ao certo! Nem na imprensa impressa ou na televisiva, buscar na internet é pura perca de tempo. A cada dia fico mais convencido de que a internet está se tornando a cara da humanidade! Um grande lixão! Coitada dessa humanidade burra! Chamada de “sapiens sapiens”, o que não deixa de ser outra grande piada! No futuro quando o Armagedom nuclear tornar permanentemente escura a face de Gaia! Já não haverá retorno! Quando não mais virdes a aurora nem o entardecer diante de teus olhos! Confundirás a noite com o dia, e então, quando iniciardes teu sono, toscanejarás intermitentemente, e perguntarás angustiado! Porque não sonho mais? A resposta é simples, simples assim! Os sonhos nada mais são que a esperança se exercitando para construir o porvir! Teus sonhos se escassearam porque a esperança hibernou por um tempo indeterminado... Efeito da burrice dos “sapiens” manadistas.

QUANTO AOS NOSSOS CÉREBROS
6* Repetindo! Observem bem! Todos nós possuímos cérebros exatamente iguais! Dirijo-me aqui, aos com assembleias de conexões neuronais pouco numerosas, ou mesmo com defeitos nas glias, de que aqui, não teço críticas ao sábio sueco Carolus Linnaeus, (1707-1778), pois, ele na época, classificou o homem acertadamente, a crítica é dirigida as ações e a pretensão dos homens atuais, de já terem alcançado o apogeu ou o ápice do uso da sua máquina de pensar! É fácil ver que isso não é verdade. Percebe-se isto, nos estudos efetuados pela neurociência nas grandes universidades do mundo, estudos com foco nos cérebros dos Savants, isto nos é relatado, e torna-se patente e facilmente verificável, num ensaio postado nesse blog com o título: SINGELO ANTITRATADO DO CÉREBRO, ali, pode-se ver e entender muito facilmente estas verdades aqui afirmadas.

VAMOS AOS “LIMITES” NO PHAENOMENA
Aqui daremos somente 1 exemplo:
7* A consciência ou enteléquia ainda pouco desenvolvida do “sapiens”, o faz conceituar com dificuldade os limites das concretudes e os limites das abstrações através de suas percepções ainda pouco desenvolvidas, quando intenta fazê-lo! O faz com pouquíssimo acerto. As pretensas concretudes do mundo físico, vistas através das abstrações da mente, a que Platão e Kant chamavam de “Phaenomena” e “nooumena”! Nisso, muitos se enganam, e continuarão a se enganar! Não sei se acertadamente! Debito este baixo grau de percepção, ao pouco desenvolvimento na área da interação mente/cérebro ou enteléquia/cérebro, que ocorre numa escala quântica, estas interações não podem ocorrer numa macro-escala, se a interação se desse no campo da macro-escala o sistema se esboroaria, e a percepção não aconteceria! Simplesmente por que nosso raciocínio ou pensamento como os chamamos estão na área das energias sutis, muito além da escala de Planck, como seres racionais e inteligentes que somos! Não vamos esperar que esta energia seja algo semelhante às quatro forças fundamentais. Pelo menos, ela é obviamente extremamente diferente do eletromagnetismo de Maxwell. As interações avançadas atingidas nesses limites da percepção, entre as “macro-micro" escalas pelos cérebros Savants, nos apoiam nesse argumento.  Eudoxus de Cnidus (310-240 aC.), se referia ao aspecto das constelações observadas por ele como um “Phaenomena” como algo “real”, “acontecente”, como algo material e concreto, factível de se estabelecer como um fato ou uma verdade permanente dentro do tempo! Hoje sabemos que tudo que vemos no universo distante, é somente o passado desse universo. Concordo com Eudoxus somente naquele distante “ano e momento” de sua observação, a constelação observada por ele, com o andar da carruagem do movimento das estrelas, hoje não existe mais naquela precisa posição!  Nem a posição que Eudoxus as via naquele momento e tempo eram as suas posições reais. As nossas percepções conceituais dos extremos das abstrações e dos extremos das concretudes, a que denominamos incorretamente de “limites físicos das percepções” estes limites, não são reais. Temos que entender, que devido ao nosso pouco desenvolvimento mental, (desenvolvimento do uso do cérebro), não estamos atentos a nada existente em momento algum, “absolutamente nenhum, e isso é inerente ao “sapiens”! Pois, deveríamos estar atentos ao fato de que não existe "estaticidade" no universo, a começar pelo interior das partículas e no interior dos átomos, onde tudo é dinamismo, portanto, tudo no universo é inquietude e impermanência! No macro universo a inquietude é maior ainda! Nossa enteléquia atua e tem sua origem numa ordem “subquântica”, a que nomino de mundo "neurosubquântico"! Ele está supostamente na escala de 10-48cm, (a suposição), advém da impossibilidade de se estabelecer ou perceber tal escala), portanto, várias escalas a baixo da escala do espaço de Calabi-Yau, e da de Planck. Mas, nós vivemos e existimos no mundo da macro-escala de 101m, então! Nossas percepções se dão nos limites dessas duas escalas. Isto para mim se tornou patente ao estudar o que a neurologia conhecia e desconhecia sobre os cérebros! E de como os cérebros dos Savants funcionam! E principalmente, a potencialidade inerente a estes cérebros savânicos, que nada mais são que cérebros comuns, eles (os cérebros dos Savants), não possuem nem um neurônio a mais, e nem uma glia a mais, que um cérebro de um homem comum como eu! Isto foi constatado pelos institutos de neurofisiologia das grandes universidades do planeta. No entanto, as percepções que os Savants possuem nos limites das percepções das abstrações e das concretudes, nos fazem ver que nossas percepções, (de homens comuns), nestes limites estão muito aquém do possível de se perceber! Portanto, nós os homens comuns, estamos somente no começo do uso do cérebro! Que fique esclarecido que não se trata do caso de se usar somente dez por cento do cérebro, pois o uso que fazemos dele, é de 100 %, mas sim! De como usamos estes 100 % dos nossos cérebros. Aqui, me reporto a "como está”, e não a “como vai ficar”, refiro-me ao fundamento dos limites das percepções no momento questionado e em apreço. Vejamos, qual o grau do nosso entendimento dos “limites das abstrações” e dos “limites das concretudes”, tudo isso, como possível de se ver ou sentir através de nossas percepções sensoriais com nossos cérebros normais! A maioria das proposições contidas em meus ensaios, se fundamentam no que a ciência em geral, estabelece como conceitos científicos. Só emito opiniões heurísticas nos vazios existentes. Se as emito ou aparento emitir erroneamente, às vezes! seria por ignorância pura e simples, minha, ou do leitor!  Aqui fica desde já, minhas explicações e desculpas. Quando refiro-me a nossos cérebros normais, o faço devido a existência dos cérebros Savants.

8* Este que segue é o exemplo citado: Vejamos em primeiro lugar! Como nós percebemos as cores! O que nós conceituamos como “cores”, que as vezes nós percebemos e chamamos de concretudes, para outros cérebros como os dos Savants são coisas completamente diferentes e encontradas onde não esperamos encontrar. Interessante! As cores, nós as temos como algo concreto, palpável e real, se está presente num objeto concreto, e no entanto, a percebemos como abstratas se está presente num objeto aparentemente não material, como a atmosfera, ou o horizonte distante. A verdade é que elas são existentes e não existentes nas coisas concretas e não concretas, e isto a um mesmo tempo! Isto porque elas estão nos limites da nossa percepção sensorial das coisas na área do “Phaenomena” no que diz respeito, à percepção da luz. Como elas não são o que pensamos que elas são! Elas passam a existir nos “limites” dessa nossa área de percepção como coisas concretas ou como coisas abstratas de nosso dia a dia. Este fato da cor não existir nos objetos, mas sim na luz, foi descoberto por um das maiores mentes que já passou por este planeta, o sábio inglês Sir Isaac Newton (1643-1727), na realidade foi no século XVII que este fato foi tornado público, isto, em 1672. No entanto, poucos “sapiens” atuais sabem que a cor não está nas "coisas”! A maioria quando tem acesso a estes fatos, não o compreendem. O motivo disso é simples, para se compreender hoje em dia, a “teoria das cores” de Newton com plenitude, mas, sem aprofundamentos técnicos, é necessário somente ter noção do que seja um fóton, principalmente entender o que seja, e como funciona um espectrômetro, daí porque, a maioria passa batida. Tentei explicar a um amigo muito inteligente! Quando disse que cada elemento da tabela periódica refletia a luz diferentemente, ou seja cada elemento possuía a propriedade de refletir sua específica gama de vibração da onda de luz! Ele perguntou, você não disse que a luz é formada pelos fótons estudados por Planck? Eu respondi que sim, mas que também pode ser entendida e analisada como uma onda numa praia! Tendo que se levar em conta a sua frequência e a constante de proporcionalidade sempre referida a característica angular de reflexão do elemento onde incide ou se origina a luz, isto não é tão complicado assim! As cores podem ser entendidas como os diferentes comprimentos de ondas existentes e observados na decomposição do espectro da luz, e podem ser observadas através dos espectrômetros! Tentei explicar o que era um corpo negro, utilizado por Planck! Ele replicou, deixa isso pra lá! Este pequeno relato de aparente ficção foi utilizado somente para nos situar como seres pensantes dentro de sua complexidade no uso de seus raciocínios, um fato simples, descoberto a 346 anos, ainda hoje causa estranheza a estes mesmos “sapiens”, então podemos aquilatar em qual grau de uso do cérebro ainda estamos, isto tudo de forma geral! Pontualmente, claro, estamos é lógico, bem avançados. Num ensaio, não me recordo qual! Eu disse que o “quanta” de Planck era na verdade a multiplicação da energia das esferas da escala de Calabi-Yau, 10-33cm, um amigo com aprofundados conhecimentos de ótica, e cultura acadêmica entendeu, e me disse em tom de brincadeira, é por isso que dizem que os Correias carregam pedras nos bolsos! Aí, retruquei! Pedras coloridas, conforme os elementos de que são formadas suas estruturas! As carregamos nos rins e nos cofres dos carros também. Quando nós entendemos do que estamos falando, até brincadeiras podem ser intercaladas sem prejuízo do entendimento. O desenvolvimento da grade de pensar é muito lento, me reporto ao fato de que: há 300 ou 250 mil anos começamos a pensar! Há 125 mil anos as mulheres já tinham desenvolvido a fala elaborada e complexa para os “sapiens”! E de que há 30 mil anos demonstramos de forma cabal o uso dos 100 bilhões de neurônios do cérebro, nas cavernas de Altamira, Lascaux e Chauvet! E que há 11 mil anos as mulheres inventaram a lavoura, tornando os “sapiens” sedentários! (Sou fã das mulheres, não só por isso). O que lhes permitiu, “aos sapiens”, se transformarem na sociedade moderna de hoje! E “hoje”, para nosso assombro, grandes parcelas da sociedade dos “sapiens” podem ser nominadas de manadas, pois, este é o comportamento natural da grande maioria dos povos do planeta! Como entender isso? Minha proposição é de que isso decorra da pouca percepção e da dificuldade para entender com acerto os limites das percepções do concreto no “Phaenomena” e os limites do abstrato, no “Nooumena”. Aqui no final desse marcador de leitura 8* explicito que o maior feito de Newton não foi a percepção de como a luz comum do sol ao atravessar um prisma se decompunha em cores! A lei da gravitação universal comprova sua genialidade, mesmo com o apoio dos ombros de gigantes como Galileo e Klepler que elaboraram estudos na área da mecânica e da astronomia, todo avanço na ciência, muitas vezes vem dessas recorrências, o próprio Kleper por exemplo, recorreu aos estudos de Ticho Brahe. Newton fez experiências de laboratório para deduzir as três leis da mecânica! Mas, a gravitação entre as massas dos planetas não funcionam na escala dos laboratórios! Então, ele deduziu tudo! heuristicamente, sem recorrer a experiência alguma, salvo a experiência mental, à qual Einstein e todos os cientistas que trabalham com a macro escala recorrem sempre. O interessante é que o movimento das estrelas na galáxia não obedecem a lei da gravitação de Sir Isaac Newton, mas, não chegou o tempo de retirarmos dela o "universal"? Ora! convenhamos! Se existe planetas em torno da maioria das estrelas na Via Láctea, é de se supor que isto ocorra com as estrelas em todo universo, portanto, nestes sistemas a gravitação de Newton continua universal, como Newton a criou! Na época em que ele viveu, não havia como saber se nas outras estrelas existiam sistemas planetários, como no Sol!  Coisa que hoje já sabemos que existe sim. Bom! Newton era um gênio, e naturalmente já previa isto! Ele não sabia era da existência das galáxias, elas só foram descobertas em 1923 por Hubble com o telescópio de Monte Wilson com espelho de 2,5m ou 100 polegadas. Um entendimento mais profundo do problema das percepções sensoriais do "sapiens", lhes seria facilitado com a aquisição dos conceitos de "maya" contidos na filosofia encontrada nos "Upanishads" dos povos da Índia antiga. A ciência do homem moderno, como ela é muito materialista não vê assim! O melhor exemplo está contido na "psicologia" ensinada nas universidades, por mais que eventos ligados ao campo do espírito ou "ânima" se manifeste! Mais, a psicologia tenta explicá-los fora desse campo! Que fazer!  A meu ver, burrice é como lavagem cerebral! Quem faz é o próprio dono do cérebro. Depois de feita torna-se indelével! Olhe! Que não é um trocadilho!

VAMOS AOS “LIMITES” NO NOOUMENA
Aqui daremos também somente 1 exemplo:
9* Vamos tratar o “Nooumena” com a mesma conceituação de Platão (428-347 aC.) e de Kant (1724-1804). Como nosso exemplo dos limites no “Phaenomena”, tangenciava o limite do abstrato! Nosso exemplo dos limites do “Nooumena” tangenciará o limite do concreto! Sempre que trato do assunto “nooumena”, me vem a mente a proposição kantiana de que o limite ou entorno deste suposto noumenismo está na área do incognoscível e do abstrato absoluto, portanto, desconhecido! A percepção destes limites pelos sentidos humanos normais, realmente, está nessa área! Porém! As novas proposições da (biologia/psicologia/neurologia) do biólogo e filósofo inglês Rupert Sheldrake, nos propõem uma mudança nesse paradigma, isto nos foi apresentado na sua recente teoria, (1981), da morfogênese, conhecida também como teoria dos Campos Mórficos, ou da Ressonância Mórfica. Aqui Sheldrake nos apresenta uma inovação no conceito da continuidade da morfogênese dos seres vivos, e não somente do homem! Onde a ressonância contínua dos modelos das formas garantiriam uma perpetuidade relativa das conservação de suas formas! Esta conservação seria quebrada somente pela evolução natural das espécies, onde a ressonância mórfica garantiria a continuidade das novas formas, até a aquisição de novas formas, que resultariam na nova evolução! A ideia do Sheldrake é apaixonante, e também de uma lógica simples e segura! Me recordo de Planck, quando apresentou sua proposição da menor energia necessária para um fóton existir, dentro do corpo negro, a que chamou de “quanta”! Ele foi chamado e considerado pela maioria dos cientistas da época, de idiota, e tratado como um louco. No caso do limite da nossa percepção do “nooumena”!  Vou dar um exemplo bem simples, para que todos o possam compreender! Vamos ver onde um “nooumena”, pode ser observado no limite do (concreto e do abstrato! “Phaenomena” e “nooumena”). Há tempos propus num ensaio, não me recordo qual! Que havia uma causa para fornecer uma explicação lógica, no caso das inúmeras disputas pelos registros da propriedade das invenções, isto ocorre com muita frequência nos órgãos de registro de patentes. Esta causa pertence a área da psicologia jungiana. Ninguém discute mais a proposição de Carl Gustav Jung, (1875-1961), da existência do inconsciente coletivo agindo sobre o famoso "arquétipo". Este arquétipo é meu nó górdio. Quem observa uma multidão numa avenida, e a observa do alto de um edifício! Vê algo interessante! Como se fosse um entrelaçamento entre os seres que compõem a multidão! Alguns o chamam de sincronismo! (Einstein/Jung). Claramente percebe-se este inconsciente coletivo de Jung, no movimentar da multidão, ela se movimenta (eu creio), como se estivesse interconectada por algo que Jung chamou de: inconsciente coletivo. Nem sei se Jung observou isso! (Um psicólogo amigo me disse que não é isso). Ele me veio com o fator "causal", (é a velha história citada no fim do marcador de leituras 8*). Há uns anos atrás eu propus a existência de algo novo na área da psicologia!  A que chamei de (anaconsciente restrito de Movér). O meu anaconsciente, diferentemente do de Jung, não age como algo inconsciente, mas sim, como algo consciente! Quem sofre seu efeito o faz conscientemente! Pois, ele o leva a uma ação consciente! Sendo restrito, porque somente algumas poucas consciências ou enteléquias sofrem seu efeito! Creio que isto ocorre para garantir a consumação do invento! Este limite é na área do “nooumena”. Quando a ação da execução da ideia é realizada, esta ação se transforma na concretização do objeto inventado ou pensado, logo transforma um “nooumena” em um “Phaenomena”. Aqui fica exposto um limite da percepção da mente humana. Um “Nooumena” platônico e kantiano, tangenciando o abstrato e o concreto do “Phaenomena”. Repito o que disse no marcador de leitura 3* E hoje, para nosso assombro, grandes parcelas da sociedade dos “sapiens” podem ser nominadas de manadas, pois, este é o comportamento da grande maioria dos povos do planeta! Como entender isso? Minha proposição é de que isso decorra dessa pouca percepção e da dificuldade para entender com acerto os limites do concreto no “Phaenomena” e os limites do abstrato, no “Nooumena”. Nosso entendimento do universo em que vivemos está dentro e entre estes dois campos! A percepção do mundo concreto e a percepção das “coisas” abstratas, que são sempre perceptíveis, mas, inefáveis! às vezes não inteligíveis! Às vezes estranhamente distantes! E às vezes estranhamente dentro de nós!  

PERCEPÇÕES NOS LIMITES DO CONCRETO E DO ABSTRATO
(UM RELATO ONDE SE MISTURA O REAL E A ILUSÃO)

Como diferençá-los?

10* Não sei como começar este relato! Vai ser assim! Quando eu vivia noutro lugar, ou talvez noutro mundo! Observem que com esta expressão “vivia noutro lugar”, não estou me referindo as minhas andanças, ou passagens, ou vidas por ventura vividas nesta “Urbe”! Um dia, num tempo que não me foi possível entender se era no passado ou se no futuro, sei que era num tempo e local bem distantes e diferentes do mundo onde naquele momento eu vivia, bem diferentes do meu mundo! Assim eu transcrevi o fato há 18 anos passados, eis o relato já atualizado no ano de 2014! Eu me encontrava num local desconhecido, nunca havia visto paisagens como aquela, me pareceram à posteriori, com as paisagens que uns dez anos depois eu vi no filme Avatar! Mas, muito mais diferentes que as paisagens do filme que pareciam ser daqui da Terra! As paisagens do filme eram muito terráqueas! No caso do meu relato, os seres eram muito diferentes, diferentes mesmo! E muito estranhos! Principalmente as suas formas que pareciam mudarem sempre! Daqueles seres emanava paz, harmonia, tranquilidade e despreocupação! Não entendi como percebia aquilo! Nunca imaginei que existisse seres tão estranhos como aqueles!

CONTINUANDO O RELATO:
    11* O veículo em que eu viajava era grande, chegando a ser imenso, longo e translúcido, naquele momento estava com meio corpo enterrado de ponta no solo pastoso daquele Lugar estranho! Meu veículo estava fechado, e completamente estanque, eu ouvia vozes vindo do seu interior numa língua estranha, mas eu as compreendia perfeitamente! Quando, os seres estranhos que meu entendimento não identificava o que seriam, se reuniram num grupo mais numeroso, simplesmente voaram em torno do veículo e lentamente o retiraram do local onde estava, ele com todo seu peso descomunal, simplesmente pairou no ar, agora já em posição horizontal, completamente limpo e brilhante, foi quando percebi que meu corpo estava dentro do veículo, creio que não havia saído de lá! Eu me vi numa sala toda feita de cristais coloridos, sentado em algo que me pareceu uma almofada de luz que cercava todo meu corpo, os cristais eram nas mais diversas formas e cores! Senti o veículo partir, e tudo escureceu, de súbito me vi dentro de um rio, saí do rio, senti o frio da água até a altura da cintura, andei um pouco, cheguei numa cidadezinha que logo reconheci, foi aí que eu notei que minhas roupas estavam completamente secas! Não compreendi aquilo!  Não andei cinquenta passos estava numa rua da cidade, vi algumas pessoas conhecidas, andei para a rua onde podia pegar uma carona, o consegui numa Kombi que logo apareceu! Deixei a cidadezinha amigável de Taboquinha para trás! Eu não me sentia um estranho naquele ambiente! Cheguei em Itacaré já escurecendo, nunca contei isso a ninguém! Os Insights tinham acontecido há pouco tempo. Minha cabeça fervilhava de lembranças! Era na época de Natal, sei disso pelos enfeites que encontrei em casa!

UM CONTO DE QUE PODE SER FICÇÃO OU NÃO!
12* Onde se misturam os limites do exequível e do inexequível,
onde faz morada o real e a ilusão, isto, no mundo das coisas  concretas e abstratas. Nunca entendi, como passei tanto tempo fora, sem que ninguém notasse, nem em casa, nem no meu trabalho, não fui questionado a respeito por ninguém!  Era o fim do ano de 1999, quando cheguei, Matheusinho como sempre, me disse, já sei! Não veio almoçar porque foi para ilhéus comprar o meu presente! Embora não conseguisse esquecer daquelas cenas dos seres voando em volta do veículo! Eu mentalizava aquela cena do veículo enterrado no solo decorrendo por um período de vários dias. Jantei, saí um pouco para espairecer, sem me afastar muito de casa, assim que voltei, fui dormir sem pegar no livro que estava lendo! Não sei como consegui, mas, dormi a noite toda! No outro dia, já na fazenda São José, subi para um local alto e isolado, fiquei pensando e tentando entender aquilo que eu achava que tinha acontecido comigo, fiquei dentro do Fiorino até perto do meio dia, pensando, mas, sem encontrar uma resposta! quando desci para a praia, me encontrei com um amigo, que era chamado de Taboquinha, porque era natural de Taboquinhas, cidadezinha onde me vi saindo da água, sem estar molhado. Sem eu falar nada! Ele me perguntou! O que foi fazer ontem em Taboquinhas? Algum conhecido comum tinha me visto por lá! Meu medo crescente de estar ficando louco! Diminuiu aos poucos, até se acabar! Me aquietei, desisti de ficar procurando explicações para aqueles estranhos acontecimentos. Existem fatos que nos acontecem! Sobre os quais nunca conseguiremos explicações plausíveis, continuei sem conseguir entender como aquilo aconteceu! Comigo acontece coisas tão estranhas, que nunca mais procuro explicações! Como o caso da pirâmide, o da caverna, da guerra na Espanha, da morte no hospital, tem um que não posso relatar! Os que mantive lembranças mais consistentes, eu tentei descrever! Outros descrevi sucintamente e de forma incompleta em versos, o fiz só para deixar registrados, para não morrer na gaveta do esquecimento. Itacaré-Bahia 08 de janeiro de 2000- revisado em setembro de 2018

13* Nós somos unicamente memórias! O "xis" da questão é sabermos o que são estas memórias! Sempre percebi que havia distintamente duas memórias, eu as chamava de memórias de processos materiais e de as processos imateriais!  E que tudo que ocorre na mente ou enteléquia era resultante ou passava por esses processos, processos de entendimento, processo criativo, real, ilusório, raso, profundo, processos consciente e inconscientes, estes dois últimos com relação a nosso nível de percepção. Quando tomei conhecimento e passei a perceber e entender que existiam duas memórias interagindo dentro do “sapiens”, a implícita e a explícita meus conceito do que seja nossa memória se ampliou enormemente.

14* Este assunto, memória, foi o que me fez interessar pelo assunto que me foi apresentado pelo amigo José Mário Ferraz, assunto este, referente aos cérebros Savants, citado no fim do marcador de leitura 6* acima.


Edimilson Santos Silva Movér
Camaçari, Bahia 04/10/2018



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