quinta-feira, 11 de outubro de 2018

O MEIO AMBIENTE - ENSAIO (154)oks


 

DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR

Subsérie: Dando um sacolejo na história do Sertão da Ressaca. Relembrando fatos ambientais, alguns, já fartamente conhecidos por todos. Com uma rápida focada no meio ambiente da nossa amada Vitória da Conquista.

 

O SER E O EXISTIR

CAPÍTULO 08

O MEIO AMBIENTE

 

Há um bom tempo não dedico um ensaio a uma pessoa tão especial! Este ensaio por ter como um dos temas a história, será dedicado a um historiador, uma pessoa extremamente inteligente, uma mente brilhante, um cidadão de escol, Doutor em Memória: Linguagem e Sociedade. Sendo atualmente professor de Teoria da Constituição e Direito Constitucional, na UESB - Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Com grande sucesso na sua vida profissional, com sua renomada Banca de Advocacia em Vitória da Conquista-Bahia. O meu amigo Dr. Ruy Hermann Araújo Medeiros. 

 

Os pensadores gregos foram os primeiros a reconhecer a necessidade da conservação do meio ambiente, tanto que tive vontade de nomear este ensaio de “O ESPANTO”, espanto este, tão falado nos fragmentos, dos filósofos pré-socráticos.

 

 ANTES DA EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA, INICIADA EM 1804 QUANDO ATINGIMOS O PRIMEIRO BILHÃO, ELES JÁ TINHAM RECEBIDO A ALCUNHA DADA POR LEONARDO DA VINCI

1”OMA”. A maioria das causas que destroem o meio ambiente tem origem na explosão demográfica, onde um número excessivo de falantes, que segundo Da Vinci, essa manada nada mais são que “enchedores de latrinas". Essa imensa manada ao utilizar o meio ambiente como uma “entidade” que existe à parte, e separada deles! E o pior, eles não se dão conta que são a causa principal dessa destruição. Estes homens de “Da Vinci”, devido à “explosão demográfica”, tornaram-se, “pelo número cada dia mais crescente”, os únicos responsáveis pelo consumo desenfreado dos hidrocarbonetos, e o consequente, e também desenfreado consumismo de “bugigangas”, ou supérfluos de todos os tipos, o consumismo é estimulado pelo moderno marketing de vendas das indústrias, sendo ensinado nas faculdades de Administração e praticado inconscientemente pela manada, que tem destruído as reservas de algumas matérias primas, existentes no planeta, mas todas finitas, pondo em risco a continuidade da existência da própria espécie nesse belíssimo planeta azul. Como a sociedade do futuro irá viver sem essas matérias primas? O descaso com a biodiversidade nos levará ao caos. Desde quando, jamais uma espécie conseguirá sobreviver num meio ambiente adverso à vida, a ponto de ser impróprio ao seu próprio sistema biológico. Os homens ao longo do tempo, principalmente nos últimos 252 anos, iniciando em 1769 inventou a máquina a vapor movidas com o “carvão mineral”. Em 1983 abriram o primeiro poço de petróleo no Texas, data que marca o início da poluição da atmosfera com o CO2, hoje em 2021 com o pleno uso de todos os derivados do petróleo o homem está lançando por ano quarenta e um bilhões (41.000.000.000) de toneladas métricas de CO2 na atmosfera. A biodiversidade silenciosamente pede socorro aos poucos homens sensatos. O restante da humanidade como uma imensa "manada" inconscientemente, destroem a biodiversidade desde 1769, como se não necessitassem dela para permanecer no planeta. Não sei se todos sabem que foi o polímata (Leonardo di Ser Piero da Vinci, (1452-1519), mais conhecido como: Leonardo Da Vinci, que lhes deu o merecido epíteto de "enchedores de latrinas", epíteto que continua extremamente adequado nos dias atuais. Para os que não sabem! Da Vinci foi um dos seres humanos mais inteligentes de seu tempo, ele desenvolveu estudos nas áreas de: Anatomia humana, matemática, arquitetura, engenharia em geral, óptica, pintura, Da Vinci foi um inventor profícuo, é dele o primeiro desenho de um helicóptero. La Gioconda e o Homem Vitruviano são as suas obras de arte mais conhecidas.

 

O HOMEM SEMPRE VIVEU NO MEIO DO MEIO AMBIENTE

     3”OMA”. Durante toda a história do homem no planeta, pelo menos desde 70 milhões de anos atrás, quando ainda era a espécie primata “Purgatorius”. No entanto, somente e principalmente, nestes últimos 300 mil anos, a partir de quando passou a pensar se tornando o “homo sapiens”, foi que o “sapiens” ao adquirir inteligência passou a perceber que sempre foi dependente e viveu “dentro” do Meio Ambiente. Sem o meio ambiente o homem sucumbe numa semana. Porque, toda a alimentação da espécie e de todos os outros seres vivos é produzida pelo meio ambiente, nalguns casos eles são o próprio Meio Ambiente, se auto alimentando. Assim a sociedade humana estará para sempre dependente dele. Sendo o homem seu principal agente conservador, transformador, e atualmente está sendo seu principal agente destruidor. Agora podemos realmente compreender Hobbes, quando citou e popularizou a frase de Plauto.

 

AS DIVAGAÇÕES TÃO NATURAIS EM MEUS ENSAIOS

4”OMA”. Estou ficando meio ousado, creio que a velhice faça isso com as pessoas, isto, como um recurso de sobrevivência, observe os pedintes idosos, perdem a vergonha e ficam ousados. Será que já estou divagando no início dos ensaios? Isto levaria o leitor a perguntar! Qual seria o motivo que leva um ensaísta a começar um trabalho já na área da defesa? Explico! Aqui, neste caso em particular, estas palavras, aparentemente iniciais, são na verdade! “Encerratórias”, ou como dizem, “conclusivas”. Elas na verdade concluem, pois, foram acrescentadas a posteriori ao texto já escrito. Elas seriam provocadas pelo medo da retaliação? Talvez seja possível que sim! Podemos observar que devido à liberdade existente e dada aos textos chamados de ensaios, neles, nunca deveria haver meias palavras, ou meias verdades. O modelo de texto chamado de “ensaio” nos permite liberdade total no escrever, desde quando não fira o direito de terceiros. Podendo até mesmo, desde quando se respeite o direito de terceiros, “tirante isso”, podemos divagar por dentro de sonhos e elucubrações nada comuns! Por exemplo: Como em todo bom texto, nos ensaios não são permitidos ataques à honra, e aos princípios e crenças das pessoas! Olhe o exemplo! No momento me bateu uma saudade de uma certa linhagem de meus antepassados! Aí resolvi! Vou tergiversar um pouco e tratar do assunto da minha saudade, depois, chegaremos naturalmente ao assunto do meio ambiente de nossa terra. O meio ambiente é eterno, isto, até o dia de seu desaparecimento. Segundo o princípio de que nada é eterno, à exceção da Energia Criadora, que chamamos de: Yhavhé. Allah, Bramam, Deus, Eu Sou, Grande Arquiteto do Universo, Amon-Rá, Krishna, Tupâ, Mazda, e outras denominações. As saudades ao contrário, que nós chamamos de eternas, estas, só nos vem de vez em quando! Tem saudades que aparecem, somem e nunca mais retornam. Antes devemos nos lembrar que estas elucubrações ou proposições, e também, tudo o que será proposto aqui, mesmo sob outros enfoques, não são acusações! Mas sim! Constatações, às vezes doces, outras vezes amargas, até mesmo azedas. Intento eu, como ensaísta que penso que sou, fazer com que; nas alfombras macias, que aplainam o iniciar e, instigam meus leitores à leitura deste singelo e despretensioso ensaio, onde minha intenção, nem de forma velada ou adjuntiva, foi ou seria de atacar ou agredir quaisquer criaturas humanas, presentes ou ausentes! Esta petição não é dirigida as pessoas de curto pensar que denigrem ou denigriram, o Patriarca da grande maioria dos “Sertãorressaquenses” e, sim, dirigida aos leitores e aos que dela tomarem conhecimento! Se presentes aqui na terra, nesses breves instantes de suas efêmeras existências! Vivam ativamente, o seu pleno viver! Respirem, durmam e sonhem sob as noites iluminadas pelas Luas de seus “longos” existires, sempre sob o frescor do amanhecer e das manhãs e, das tardes ensolaradas, sempre sob a sombra da amada Serra do Piripiri. Mas, quando ausentes! Principalmente, se “nirvanistas” isto é, já estabelecidos há tempos, portanto, moradores antigos, daquele Nirvana onde alguns já foram consolados pelo Frei Albérico! Então, já tornados "de cujus" pela própria existência! A cada um em particular, peço-vos, digo, imploro-lhes! Que avisem ou digam ao exequente, o famoso Coronel João Gonçalves da Costa, sendo ele a causa desta pugna, que a Serra da Tromba está bem e inteira, a Serra do Piripiri, também está bem, com alguns arranhões, mas, vista de longe, ainda está bonita, bela e altaneira, e também me façam o favor de dizer-lhes que seus descendentes, enquanto vivos, não o esquecem, recomende-o para que dê um abraço em Vó Josefa, e que deixe de rusga e dê um abraço em Vovô Matias, pode ser de cara amarrada mesmo, não tem problema nenhum. E diga-lhes que as saudades são muitas, há! Em tempo! Que ele dê um abraço em sua bisneta e minha Trisavó Joaninha, esposa de meu Trisavô Victal Correia de Melo, e outro na minha saudosa Tetravó Maria Clemência Viana do Amor Divino, que lindo nome! À minha tetravò Maria Clemência, o meu eterno amor, minha compreensão e o meu mais profundo respeito. Esposa de meu Tetravô João de Oliveira Freitas! E também na minha Pentavó Faustina, das filhas da minha Hexavó Josefa Vó Faustina é a mais famosa e formosa, uma morena de cabedal. 


      5”OMA”. Neste Blog há um poema em forma de prosa poética, com o nome de "A Serra e o Aguão", nele eu canto o conto da paixão que existiu ente estes dois “entes”, a Serra do Piripiri, e o Aguão, grande açude da baixada de minha amada terra da Conquista, refiro-me a eles, um pouco antes do grande açude, conhecido como, Aguão, ter sua barragem desmontada, creio eu, por motivos de saneamento.

 

6”OMA”. Quanto aos colegas de Tucídides, destes trataremos agora! E que os que se sentirem ofendidos se sintam antes, louvados e admirados e até mesmo elogiados, isto, para fazer com que se ilumine minha burrice por ter conseguido sem querer, possivelmente ter acendido suas piras de furor, mesmo assim, de piras acesas, passem a acreditar e ver a verdade de que não pensei em ofendê-los. O maior dos filósofos que viveu no sXIX, o do bigodão, disse erradamente que: o "abster-se da ofensa, da violência, e da exploração mútua" é uma negação da vida. Peço encarecidamente, que não vejam a coisa por este prisma, por que, neste conceito filosófico está embutida a visão de um mundo do passado, um mundo primitivo, da disputa, da luta e da maldade! E não uma visão de um mundo, não digo do presente! Pois esta visão todos nós a temos e sabemos de sua dura realidade. Mas sim, uma visão de um mundo do futuro! Como eu espero que seja o mundo nesse futuro, que com certeza, será um mundo do Amor, da Paz, da Compreensão, da Concórdia, da Bondade. Pois, tudo em nossa existência é uma questão de lógica e do passar do “tempo”! Tempo este, que faz e traz a realidade ao nosso existir cotidiano.  A evolução não anda na direção da seta do passado! Este mundo do futuro estará fundamentado na primeira premissa de um mundo do passado, que caminha para o mundo do presente e deste para um mundo do futuro, trazendo para todos estes mundos a evolução! Fatores evolutivos que se tornaram melhorias no nosso viver no passado! que comprovadamente evoluiu para um melhor viver no presente, e melhor ainda no futuro! O Nietzsche foi um pensador extremamente inteligente, de raciocínios iluminados, mas, extremamente complexos! O "xis" da questão destas declarações nada abonadoras da realidade humana, relembradas pelo grande e pouco compreendido filósofo Friedrich Wilhelm Nietzsche devem teve sido motivadas por uma “ação” sofrida ou testemunhada pelo grande pensador. 

 

7”OMA”. Finalmente! Agora perquiro aos homens dos “furores”! A humanidade está progredindo ou regredindo espiritualmente? Ou como é dito por alguns, “entelequialmente”! Na área do particular e de um tempo pretérito, eu não discuto esta proposição do pensador bigodudo citado! Numa visão de um passado já a muito tempo passado! O animal ou disputava a alimentação da prole, ou sua espécie desaparecia! Numa visão maior, mais alargada! Isto não deve prevalecer no presente, que antecipa um futuro, não tão distante. Este futuro só existirá! Se desde um passado remoto até o presente, a luta tiver sido, e continuar sendo para a preservação de “todas as espécies”, e não somente egoisticamente, com visão curta, burra e antropocêntrica, da “nossa espécie”! Se for a primeira opção a prevalecer! Temos, que a humanidade está evoluindo espiritualmente, conforme nos diz o Steven Pinker, se for a segunda opção, estamos indo para o fundo do poço mais profundo do inferno. Conforme as últimas informações que chegaram a minha singela máquina de analisar o mundo! Pela cor da fumaça que sai da chaminé do Vaticano, há notícias auspiciosas. E o arauto das boas novas é o canadense e professor do departamento de psicologia de Harvard, citado atrás. É o Steven Pinker que nos anuncia na sua obra: “Os Anjos Bons da Nossa Natureza”, 2013 Companhia das Letras, em suas 1087 páginas, as alvissaras, onde nós vemos claramente e de forma racional, lógica e minuciosa, que a sociedade humana está evoluindo. Portanto, diminuindo sua selvageria. Desconhecia esta obra até a pouco tempo, tomei conhecimento dela através de um primo e amigo também como eu, hexaneto de João Gonçalves da Costa, O ex-bancário do BNB, extremamente inteligente, sua obra poética contém uma visão aprimorada do existir, um poeta de escol, Wilson Souto Santos do Centro Empresarial Jerimum. Quanto ao Steven Pinker o que ele propõe em sua obra de 2013 não recebe meu total apoio, o cito por sua obra conter uma visão “restrita” da existência da espécie, junto a esta visão há muitas “verdades” distorcidas da existência, daí estas ressalvas. Um “sapiens” como o Pinker, preparado por uma das melhores universidades existentes, a Harvard University de Cambridge. No entanto o Steven Pinker se deixou influenciar pela visão “capenga” do Richard Dawkins e do Noam Chomsky, sobre a existência da espécie em sua relação com o universo. A estrutura filosófica dos três não coaduna com a visão desses pensadores, (só para citar alguns), com a visão do inglês Rupert Sheldrake, (1942-??), nem a do checo Stanislav Grof, (1931-??). O futuro cuidará de julgar os três. Nenhum deles conseguiu fazer uma correta leitura da vida em geral, principalmente, a relação do “sapiens” inteligente com este mesmo universo. Sobretudo Nenhum dos três conseguiu ver que caminhamos para o caos.  Caos sobre o qual tanto nos alertou o Stephen William Hawking. Sei que não se dignarão me dar uma resposta, o futuro cuidará deles. A história os julgará impiedosamente, como três homens de “Da Vinci” que são. Cultura nunca foi, nem nunca será sabedoria. Algumas lições, só se aprende através de muita decepção e sofrimento.

 

8”OMA”. Vamos a uma prova indiscutível da ação perniciosa que o homem pratica no ambiente em que ele vive! E logo depois analisemos o porquê das ações do sertanista em apreço, e meu Hexavô João Gonçalves da Costa. Aqui serei um Dom Quixote lutando contra uns Moinhos de Vento, tomara, que também sejam imaginários. Para ser um bom Dom Quixote tenho todas as ferramentas! Sou sobrinho-neto de Ernesto Dantas, sou poeta e sonhador! Sou sobrinho de Dino Correia! Portanto sou Correia e doido, como o personagem de Saavedra o foi, assim! Pedras é que não irão faltar em meus bolsos para atirar nos Moinhos de Vento. Esta prova da prática perniciosa ao meio-ambiente convive com a sociedade conquistense desde o segundo quarto do século XVIII, década de 1730, quando pela primeira vez, aportou por estas bandas o infante e futuro Coronel João Gonçalves da Costa, futuro acompanhante do Mestre de Campo João da Silva Guimarães, que do governador da Capitania da Bahia, Senhor Manuel da Cunha e Meneses, recebeu ordens, para executar aberturas de estradas na região do Sertão da Ressaca, mas, para isso ser feito, teria que; pacificar os índios da região, e derrubar a vegetação para abrir as estradas, ordens emanadas do governador da Capitania da Bahia, Manuel da Cunha e Meneses, que era por direito de lei, na época, o representante no Brasil da pessoa de João Francisco António José Bento Bernardo, que por sua vez, na época; era por direito de sangue, o Rei João V - Rei de Portugal e Algarves. Assim, deixemos de uma vez por todas de denegrir a imagem dos que já passaram pela história, pois, não existe um só “calça frouxa” da atualidade, historiador ou não! Que tivesse a coragem de enfrentar três tribos de índios, sendo alguns selvagens e antropófagos, como os Pataxós, sendo mais mansos os, Imborés e Mongoiós, digo, ter coragem para enfrenta-los e expulsá-los, não me venham com esta história de que eles eram mansinhos e santinhos, pois, isto é exatamente o que eles não eram! Parece que vocês não conhecem a história do desbravamento da Bahia. Digo ter coragem, para enfrentar com facões e “clavinotes” de carregar pela boca, digo mais! Ter coragem para enfrentá-los sem sujar as calças. Ninguém, absolutamente nenhum desses “estoriadores” calça frouxa teria tal coragem! Portanto, calem a boca definitivamente, sob pena de no futuro serem julgados pela mesma história, como difamadores de personagens, (indefesas por ausência). Nenhum historiador está livre da caneta da história. Ora! Sem um desbravador, competente como um (desbravador) deve ser! Como o foi João da Silva Guimarães e o João Gonçalves da Costa, para que se abrisse as estradas solicitadas, e se expulsasse os índios que atrapalhavam! Usando dos modos disponíveis na época, como seriam obedecidas as ordens diretas do Rei de Portugal e Algarves? O Rei João V. Tais ordens dadas e transmitidas pelo Governador da Capitania da Bahia ao desbravador! Pelos métodos pretendidos por tais “estoriadores” de hoje é que não seriam executadas tais ordens! E assim, dificilmente seria criada e emancipada em 1840 a Imperial Villa da Victória? Se se fosse nos dias de hoje, o Rei João V ou outro qualquer entraria com uma ação de reintegração de posse na justiça, porque no passado, pelo tratado de Tordesilhas, estas terras legalmente lhes pertenciam! Com essa ação tudo estaria resolvido, mas, como a ocorrência se deu em outros tempos, nos idos dos séculos XVIII e XIX, os métodos utilizados foram os disponíveis e comuns à época. Ora! Nessa época, nas leis e no consenso das Nações, quando dos descobrimentos das novas terras, tudo que existisse nessas terras, ar, solo, subsolo, vegetação, animais selvagens, as aves do céu, moradores, nativos, “índios”, até os “tataravôs” de alguns desses “estoriadores”, tudo mesmo, e etc., tornar-se-iam propriedade da nação responsável pela ação do descobrimento, e estariam sujeitas a ação da lei da Nação descobridora. Isto assente e estabelecido! Não vejo por que não questionam a ação destas Nações, e sim a ação dos seus comandados? Lembrem-se “estoriadores”! desconhecedores das leis dentro da história. A espécie Australopithecus Anamensis bipedalista da qual descendemos é autóctone da mãe África, ela surgiu no Vale Turkana, no Quênia há mais de quatro milhões de anos, mas, também lembrem-se, se é que não sabem, o “sapiens” invadiu as Américas há 15 quinze mil anos atrás, e não vieram nadando pelo Atlântico, mas sim, andando, entrando nas Américas pelo estreito de Bering, Confesso que não compreendo a razão destes questionamentos, e deste rancor dedicado aos desbravadores do Sertão da Ressaca. Isso está me perecendo com a “hegemonia cultural” do encarcerado. Devo ser muito burro mesmo! Ou faço de conta que não sei! Não entendendo esta pinoia de decisão! O verbete “furor” utilizado aqui é para não utilizar o verbete “ódio”, pois, os sábios dizem que o ódio é uma imensa pilha de rancores e furores entremeados. E isso os ilustres historiadores de minha terra não possuem.

 

O ATAQUE AO FUNDADOR DA CIDADE EM 1783

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9”OMA”. Não precisam perder tempo e me taxar de burro, leiam antes o meu ensaio “O Elogio da Burrice’, também postado no meu Blog, e ali encontrarão a minha confissão, como dizem, “de próprio punho”, de que sou o “Ser” mais burro que já aportou, ou que está de volta a esse planeta azul. E sob o ponto de vista, de que essa condição histórica sendo relativa ao passado, e não relativa ao presente, então, se a bendita Imperial Villa da Victória não tivesse sido criada, com os esforços do desbravador João Gonçalves da Costa, deduz-se que esses historiadores não estariam aqui denegrindo a história do desbravador! Salvo se pretendessem que um homem destemido como meu Hexavô João Gonçalves da Costa fosse antes à Holanda e trouxesse de lá, (como esses mesmos estoriadores fariam), três caravelas entupidas de flores para enfrentar as três tribos dos santíssimos índios: Patachós, Mongoiós e Imborés. Podiam até ter trazido de quebra uma caravela de tulipas que o ardor e a fúria defensiva dos valentes e dignos Pataxós; Imborés e Mongoiós não arrefeceria! Usem a razão! Não sejam infantis! Tenham dó de si mesmos! Não seria sensato desfazer do próprio nome em detrimento da memória dos mortos. Não estou aqui, propondo um perdão muito menos uma anistia! Isto nunca seria necessário! O Coronel João Gonçalves da Costa não se rebaixaria a pedir um perdão ou uma anistia! Quem não tem culpa não necessita de anistia ou perdão. Nem seus pares o fariam! Estou tentando dizer para suas mentes, (não sei, se pequenas, se grandes, ou mesmo se muito grandes ou por outro lado, sejam extraordinariamente pequenas), atentem para o fato do paradigma e das condições sociais, costumes, acordos morais e de suas lutas por sobrevivência, e sobretudo, que a psicologia dos contendores daquela época eram outras. Proponho somente que deixem os mortos como mortos que já estão mortos em paz! Não os ressuscitem para denegri-los. Se se escreverem mil livros de história, estes mil livros de história não mudarão uma virgula da história que já virou história. Portanto, aqui peço que não se altere, sendo melhor que se encerre esta história. Queria antes, de terminar este sacolejo na história da minha amada terra do Sertão da Ressaca, dizer que faço este sacolejo, na intenção de vos recomendar, que ajam inteligentemente, que façam como o Professor Durval Lemos Menezes, escrevendo a história!  E não tentando mudar uma história que já virou história. Não se chafurdem na história. Ainda há tempo para se tornarem famosos, e serem novos Heródotos, Políbios, Hobsbawms, Claude Perrots, Tácitos, Sênecas, e tantos outros, já ia me esquecendo do Josefo. A história da sociedade humana, mal começou, pois só temos 7,5 mil anos de história escrita, e talvez nem isso. Ora! Creiam-me, segundo a teoria copernicana do Dr. John Richard Gott III, a humanidade ainda tem 7,8 milhões de anos pela frente. Lembrem-se que, o Dr. John Richard Gott III é professor de astrofísica e de física gravitacional, na Universidade de Princeton, na cidade de Princeton no Estado de Nova Jersey nos Estados Unidos da América. Portanto, não me venham denegri-lo. Eis uma importante informação: Nessa cidade de Princeton, a partir de 1933 morou e foi professor até sua morte ocorrida em 1955 o gênio Albert Einstein. A importância desse cidadão, poucos podem avaliar, é muito natural, pois, o que ele fez é muito complexo. Em tempo: A teoria copernicana está descrita aqui no blog, no ensaio: Um Futuro Presumível Para a Humanidade, podes ir direto do 5)UFPPAH)., ao 12)UFPPAH)., marcador de leitura do ensaio.

 

TRATEMOS DO EFEITO DA

TEORIA DE EINSTEIN:

10”OMA”. Entretanto, é fácil entender a importância de Einstein, e isto, fora da física de partículas, no sentido relativístico aqui trataremos do que seja a gravitação e do que seja o tempo. Disto trato também em outros ensaios! Aqui e agora, trato do efeito da distorção do espaço e do tempo, a que a física einsteiniana ou relativística chama de quarta dimensão, ou (espaço/tempo). Faço esta observação somente com relação a descoberta das equações matemáticas que definem as funções relativísticas na física espacial, sem as quais o GPS de teu automóvel, nem do teu Smartphone funcionariam bem, simplesmente eles conteriam erros no X e no Y de alguns quilômetros, consulte um bom profissional de Geomática ou Geodésia, e verás a verdade do ora exposto. O navegador Waze, e outros navegadores, também não funcionariam, a planta de tua cidade e da tua fazenda também não seriam perfeitas, A moderna aviônica não existiria! Os automóveis navios, aviões, satélites, autônomos não existiriam também. E, isso é uma infinitesimal fração do que este senhor que mostra a língua numa foto famosa, fez pela humanidade. Ora! Meus amigos historiadores! Voltemos aos 7,8 milhões de anos do Gott, isto é muito tempo para se fazer e escrever a história, portanto, mãos à obra. É bom que fique explicitado e bem explicitado, que nesse arrazoado que ora faço, não me dirijo ou refiro-me a nenhuma pessoa em particular, nenhuma, mesmo! Estou somente usando um direito natural que o meu bom senso me mostra que tenho, que é, o de defender pessoas indefessas, nesse caso o meu Hexavô João Gonçalves da Costa, ausente de Vitória da Conquista e da vida desde há 198 anos, portanto, para mim um indefeso! A benção meu Hexavô João Gonçalves da Costa!

 

11”OMA”. Meus leitores e irmãos, somente eu, possuo 64 hexavôs e 64 hexavós, para dirimir dúvidas sobre genealogia leiam nesse Blog o meu ensaio, ANTITRATADO DE GENEALOGIA, podem ir direto ao marcador de leituras nº 53*, do antitratado, e se porventura forem conferir o número de hexavôs, e de hexavós, lembrem-se da regra do n+1. Gracias.

 

VEJAMOS O TRATAMENTO QUE DERAM AO LONGO DOS ANOS AO RIACHO DO VERRUGA, RIACHO QUE FOI A PRINCIPAL CAUSA DA ESCOLHA DESTE LOCAL (RUA GRANDE) PARA FINCAR AQUI, A VILA DA CONQUISTA EM 1783

12”OMA”. Ninguém se dá conta! As águas do Riacho do Verruga da Serra do Piripiri que correm serra a baixo, e nunca serra a cima, com este bonito nome de Riacho do Verruga, e que corta nossa cidade de Vitória da Conquista ao meio, hoje, início do século XXI, este fato comum, não é do conhecimento da maioria da população atual, a maioria não sabe nem mesmo da sua existência, nem tão pouco sua localização! Daí, a brincadeira do correr para cima. As águas límpidas e cristalinas desse humilde e esquecido riacho eram utilizadas para: lavar roupa, lavar os pratos, lavar as casas, tomar banho, dar banho nas crianças, lavar aquilo, cozinhar, fazer saborosos licores para as festas de Nossa Senhora da Vitória, e vocês não vão acreditar! Servia principalmente, para beber, na época era pura, límpida e cristalina, e a única disponível no entorno do Arrayal da Conquista. Hoje amados leitores, eu desafio qualquer um de vocês a cheirar suas águas (fora da área protegida do Poço Escuro), sem sentir náusea ou repulsa! A maioria da população que convive, e vive em Conquista nunca ouviu falar desse riacho, e grande parte não sabe onde ele passa, o problema é que mataram o pobre do riacho, daí, ficaram com vergonha e esconderam seu cadáver! No meu tempo de estudante, nós bebíamos suas águas, isto dentro do ambiente do Poço Escuro, o Ginásio do Padre é contíguo a este. Toda a vida no planeta é dependente da água. Para a humanidade existem dois grandes exemplos! O primeiro, é que a humanidade foi formada em torno de um grande reservatório natural de água! No vale Turkana e lago do mesmo nome, no noroeste do Kênia na Mãe África. O segundo, é que a sociedade humana moderna foi formada mais ou menos, há dez mil anos atrás, na mesopotâmia, isto é, entre dois rios, os bíblicos rios Tigres e Eufrates.

 

          A ARENGA

 13”OMA”. Vamos à minha arenga. Antes, peço licença ao meu amigo e parente o José Mário Ferraz para dar uma arengada, uma arengadinha só! Minha avó, paterna, Mãe Neném, Odília dos Santos Melo, filha de Joaquim Correia de Melo e de Raquel Andrade Santos Silva, esta, era filha de Sinhazinha Santos Silva, portanto minha avó era Bisneta do Padre Andrade, quando minha vó ainda jovem em 1895, época em que seu pai era o intendente do município, e a sua família morava na Rua Grande, ela, mais recentemente, já na década de 1960, nos contava, que na época em que era jovem, todas as famílias de Conquista, (não existia ainda o nome Vitória da Conquista), utilizavam as águas límpidas, geladas e cristalinas do Riacho do Verruga. Por isso eu afirmo; o homem é o principal agente conservador, transformador, e por vezes destruidor, do meio-ambiente em que vive. Este primeiro enfoque foi dentro de casa, agora partamos para o mundo. A citação da minha origem familiar, foi para me posicionar perante meus leitores e perante o ambiente em que vivo, e principalmente perante mim mesmo. Parte desse conhecimento genealógico me foi passado pelo genealogista Paulo Márcio Fernandes Cardoso há muito pouco tempo. Eu pouco conhecia de minha árvore genealógica. Nós destruímos o ambiente em que vivemos, e passamos a vassoura do descaso em nossa história, então, passamos a ser arautos e falsos defensores do meio ambiente como se nós não fôssemos responsáveis por nada da imensa destruição, que a subespécie feroz chamada de “homo sapiens sapiens” faz com o planeta, nunca serei como os pseudo ambientalistas, que são infensos à verdade. (Não há como ver? Que todo mal provocado ao meio ambiente tenha origem na explosão demográfica! No ano de 1900, início do século XX, a população do planeta era de 1,6 bilhões de seres, nessa época o meio ambiente estava praticamente intacto, foi a explosão demográfica que nos trouxe:

 

1) o uso dos combustíveis fósseis, o que tornou possível,

2) o motor a explosão, e os automotores,

3) os tratores de todos os tipos,

4) as moto-serras,

5) os aviões, 

6) os navios a diesel, 

7) os tanques de guerra,

8), as duas grandes guerras, 

9) a guerra fria, que nos deixou como herança 17 mil ogivas atômicas de todos os tipos e potências. 

10) Fora as ogivas clandestinas feitas pela burrice humana! Este ato de esconder é a mais insana atitude do "sapiens"! Pois, só provoca mais "escondeção". Isto, "Ad infinitum". e não me venham com essa, de que a subespécie "homo sapiens sapiens", porque fez a bomba, não seja burra! Manter 17 mil bombas atômicas declaradas como em estoque, fora as não declaradas é a maior burrice ou uma sabedoria? Creio que a maior burrice que uma espécie pensante pode fazer em toda a Via Láctea. 


       14”OMA”. Foi também, esta maldita explosão demográfica, (que não seria possível sem o uso dos combustíveis fósseis). Que no fim! No fim! Está matando a biodiversidade do planeta com a emissão de CO2 e outros gases. O mais interessante é que não se toca no assunto controle de natalidade, como se fosse necessário matar as pessoas! Quando na realidade é necessário tão somente controlar a taxa de natalidade, onde nascimentos e mortes aconteceriam de forma natural e, sem sofrimentos. A verdade é que controlando a natalidade os PIBs não cresceriam mais, como desejam e esperam os insanos governos de todos os países. Vão matar o planeta em busca de mais PIB, e nada poderemos fazer. Uso o “poderemos” mesmo, pois, ninguém pode, nem hoje nem amanhã, nem depois de amanhã! Os malucos dos governantes nunca mudarão sua visão nem seu modo de pensar, muito menos farão as ações necessárias à estabilização e diminuição no número de enchedores de latrinas.

 

15”OMA”. Independentemente do seu desenvolvimento tecnológico o homem tem a capacidade natural, (e isto é inerente ao seu “Ser” e “modus vivendi”), de transformar o meio ambiente em que vive, assim como todos os animais possuem a capacidade de se adaptarem fisiologicamente a seu nicho ecológico. Infelizmente! O homem é capaz de alterá-lo. Sendo isto de extrema importância para a permanência da vida em geral, e da espécie humana no planeta. O meio ambiente interno de nosso nicho onde sobrevivemos, é como uma capa que nos protege e nos guarda das agruras corrosivas do ambiente externo a este meio. Nós somos como frágeis botões de rosa protegidos pela imensurável estufa que é o meio ambiente geral do planeta, principalmente o campo magnético, sua espessa atmosfera, a camada de ozônio que alguns pseudos cientistas malucos, dizem que não existe! Fora da proteção deste meio ambiente nunca haverá uma vida plena e saudável, a radiação cósmica mataria a vida em pouco tempo! Observem Marte! não vão encontrar lá nem uma pulga para ferroar o saco do primeiro astronauta a pisar por lá num futuro próximo! Fora deste tipo de meio ambiente existente e a nos proteger na Terra todas as formas de vida fenecem, compreendendo naturalmente cada forma de vida, como adaptada ao seu próprio meio ambiente. O meio-ambiente global, é o que chamamos de biodiversidade, que engloba tudo. O homem faz parte do próprio meio ambiente em que vive! [Nós somos um zoológico ambulante! Segundo estudos biológicos feitos por cientistas de grandes universidades!  O número total de bactérias excretadas a cada dia pelo corpo humano vai de 100 bilhões a 100 trilhões, se todo o sistema for descartado. Cada centímetro quadrado do nosso corpo é lar de cerca 10 bilhões de micróbios. As áreas mais populosas do nosso corpo são os dentes, a garganta e o sistema digestivo], - Nós somos simplesmente o meio ambiente delas! Não se pode compreender o meio ambiente como uma entidade (à parte), isolada do homem! Ele próprio é um múltiplo meio-ambiente, incluso nele o homem, ou seja, ele mesmo! E isto se repete quão múltipla seja a vida. Entenda que! Tão múltiplo torna-se o meio ambiente, quão múltipla torna-se a vida nesse mesmo meio ambiente. Como aqui só trataremos do meio ambiente em que está imerso o homem, o meio ambiente enfocado será, portanto, somente o da sua relação com o homem. 

 

 

HÁ UM PONTO DE EQUILÍBRIO NO MEIO AMBIENTE E UMA PERFEITA SINTONIA COM A VIDA, QUANDO OS COMPONENTES NECESSÁRIOS E VIVOS DO SISTEMA VIVEM EM HARMONIA.

POR ISSO, PODEMOS DIZER QUE O MEIO AMBIENTE É UMA “MULTIPLICIDADE DE ORGANISMOS”

    16”OMA”. Em todos os nichos de vida no planeta há princípios ecológicos básicos que não devem (e não podem) ser alterados ou suprimidos, sob pena de se romper os liames que tecem a teia da vida em cada nicho. Há pressupostos básicos em cada nicho que forçam sua inalterabilidade, pressupostos que afloram naturalmente, quando seus princípios básicos são rompidos, assim, dispensam-se ensaios ou análises elaboradas, quando tal ocorre, todos o presentem, das vidas mais simples às formas mais complexas.

 

17”OMA”. O macro meio ambiente engloba todas as formas de vida existentes no planeta, cada uma adaptada ao seu próprio micro meio ambiente, a que chamamos de “nichos”. O meio ambiente em que vive o homem engloba todas as diversas formas de vida que compartilham esse mesmo meio ambiente com o homem.  Portanto, o meio ambiente conquistense engloba todo meio interno e circundante, mas, próximo à nossa cidade. O macro meio ambiente contém o que é denominado pela ciência da ecologia, de princípio de harmonia biológica. Ou seja, todas as formas de vida que compartilham o mesmo meio ambiente são interdependentes e complementares e sobre tudo são todas por si mesmas, não excludentes. Isto é, não se pode afetar a parte sem afetar o todo, assim ao tratarmos do meio ambiente em que o homem ocupa a posição principal, pelo princípio da complementaridade não podemos excluir deste tratamento as outras formas de vida que também o ocupam. Sob pena de quebrarmos o equilíbrio necessário, (também ao entendimento, nesse caso), da manutenção das vidas complementares a este meio. Embora só nos atenhamos neste estudo ao homem, todas as outras formas de vida lhes são afins, e assim devem ser consideradas, tratadas e respeitadas. No macro meio ambiente onde vive e depende para sua sobrevivência toda a humanidade, atualmente com 7,8 bilhões de seres.

 

Algum leitor mais perspicaz poderia avaliar qual seria o efeito imediato para a humanidade, causado por um repentino e total desaparecimento de um dos componentes vivos do meio ambiente, como por exemplo: As abelhas?

 

A MULTIPLICIDADE E A COMPLEXIDADE DO MEIO AMBIENTE

    18”OMA”. Certos pontos de vista ou raciocínios de pessoas com visão planetária revelam sutilezas sublimares, alguém já dissera que o bater das asas de uma borboleta no Caribe provoca uma tempestade no Japão. Esta frase esconde uma verdade insuspeitada, e naturalmente é oriunda de uma mente com rara visão do meio ambiente planetário como um todo. Este raciocínio está contido e foi proposto na Teoria do Caos de Edward Norton Lorentz. Tanto os pequenos, quanto os grandes acontecimentos dentro deste macro meio ambiente afetam a vida como um todo. Se o bater das asas de uma borboleta afeta uma tempestade do outro lado do globo, (entendam que este raciocínio é subjetivo, mas é uma realidade), quem conhece um pouco de física quântica e tem uma ideia do que seja o efeito EPR sabe disso. Não é fácil entender! Que um fato banal que o homem comum nem suspeita da existência! De que as correntes marinhas podem fazer desaparecer por completo a vida como existe hoje no planeta, em outras palavras, as diferenças entre seus vários componentes vivos é que provoca o equilíbrio do meio ambiente permitindo a existência da vida, se tudo fosse uniforme, salinidade, temperaturas, velocidades de rotação do planeta. As diferenças de temperatura dentro das diversas correntes marinhas existentes nos mares provocam as diferenças das águas superficiais dando lugar a maiores ou menores taxas de conservação da temperatura provocada pela absorção da energia solar ao longo do ano, influindo e muito na taxa de evaporação destas águas superficiais, causa principal da existência dos ventos e das chuvas, tidos como fatores principais  que permitem e dão sustentação à vida no planeta, sem as correntes marinhas, talvez até haja vida no planeta! Mas um tipo de vida completamente diferente desta que nós conhecemos. Um bom exemplo é a corrente do golfo, sem esta corrente, que aquece as águas do mar do norte, as costas do oeste da Europa seriam inabitáveis. Qualquer estudante de climatologia sabe disso. As correntes marinhas são as responsáveis pelo equilíbrio e perpetuação da vida marinha em todas suas escalas. Donde viria tanta energia para manter por milhões de anos tais volumes de água em movimento? Ora! Da rotação do planeta e das diferenças de salinidades e consequentes trocas de temperatura em seus diversos mares, levando-se em conta as diferenças de velocidade nas diversas latitudes do planeta, no equador a velocidade de rotação é de 1669 km por hora, nos polos é praticamente, 0 (zero) Km por hora. Descobriu-se há pouco tempo que as correntes oceânicas, (velocidades e direções) são influenciadas grandemente pela configuração ou desenho das orlas continentais, com suas dobraduras e profundidades.

 

Estou somente adiantando!

19”OMA”. Estou preparado e já esperando o ataque dos que usarem a carapuça de (“estoriador desocupado, burro e inculto”), o máximo que podem fazer seria me classificar de “burro”, isto tornou-se desnecessário porque eu mesmo já confessei que o sou! A outra pecha possível, é de que seja sem escolaridade, isto nunca escondi! E é uma verdade. Portanto, sou infenso a estes ataques. Podem dizer que não domino o vernáculo, isto eu sei que é verdade e, já criei uma forma de contornar e de como solucionar isso, não só por mim, mas, por todos que não dominarem bem, o que os gramáticos normativos chamam de “forma culta da língua”. A isso eu já respondi, e expus no ensaio (CONVITE PARA O ENTERRO DOS MEUS FANTASMAS). Também, já postado neste Blog. Quem tiver um preparo mínimo de português, e ler o (CONVITE PARA O ENTERRO DOS MEUS FANTASMAS), pode fazer uma carta, “sem medo”, para qualquer membro da Academia Brasileira de Letras, que será bem compreendido. Só não pode criticar os gramáticos! Senão ele diz que o português está incompreensível!!!...

 

NOTA: 1). O significado popular ocidental de Nirvana, é “céu”, isto é, para onde vão os mortos de alma pura, mas, não para o budismo, que em sânscrito significa: A perfeita imperturbabilidade da mente.

 

Edimilson Santos Silva Movér

Vitória da Conquista, 2007

Atualizado em 08/2018 – Camaçari-Bahia

Vitória da Conquista-Ba.  Revisado e atualizado em

 06/07/2021

moversol@yahoo.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 



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