segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

A VIAGEM DENTRO DA PARTÍCULA... - ENSAIO





DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR
Subsérie: Um conto de ficção vivido num mundo futuro,
mundo este, resultado da burrice da humanidade atual.
A burrice isolará a espécie dentro do sistema solar.

Capítulo 6 da Obra "Os Três Insights”.
Insights ocorridos no ano de 1999.

A VIAGEM DENTRO DA PARTÍCULA E UMA OPORTUNIDADE PERDIDA 

O ENCONTRADO NÃO FOI O ESPERADO
1* Nesta minha visita à última instância da matéria, as formas que encontrei abalaram a minha crença nos meus conhecimentos referentes a ciência dos homens, não na ciência dos homens! Sei que não tenho conhecimentos profundos e, talvez, nem mesmo superficiais de física quântica, mas o que encontrei está em completo desacordo com o que a física de partículas tem como verdade definitiva e absoluta. Para meu desalento, não vi a separação dos “quarks” em seus seis "sabores", o “up” (ascendente), ou o “down” (descendente), nem o ”charmed” (atraente), ou o “strange” o (estranho),  nem o “beauty” a (beleza), ou o “truth” a (verdade). Claro que não os veria assim! Estes nomes somente dão nomes aos seis tipos de quarks, e somente os dois primeiros formam os prótons e nêutrons. Será que todas estas partículas têm a mesma aparência? E claro que sim! Só sei que não consegui distingui-las e mentalizá-las com formas distintas. São imagens surreais! Sei que estas últimas quatro partículas só se fazem presentes em casos de altas energias e que decaem em curtíssimo espaço de tempo. Talvez devido a isto, não tivesse sido a elas apresentado. Agora entendo a infinitude do valor de um “fermion” ou de um bóson qualquer. Para mim, prótons e nêutrons ou eram uma só entidade ou estavam colados, mesmo sendo partículas bariônicas, as sentia como se fossem mésons, isto é, pares de “quarks/antiquarks”, assim, eu os via sem nenhuma massa. No entanto eles possuem massa. Como estes seis “sabores” citados de “quaks”, eles se apresentam com três “cores” vermelho, verde e azul, existem portanto 6x3 = 18 variedades de “quarks”, que com as suas 18 antipartículas somam 36 entidades. Observe que: cores e sabores, eu não poderia vê-los ou senti-los, pois são somente estados quânticos e não propriedades reais. Sendo um elétron de carga muito menor que um “quark” e assim, uma molécula de massa muito menor, eu não entendi depois porque os via como iguais! Quando penetrei no núcleo, ansiava e esperava encontrar dentro dos prótons e dos nêutrons sempre três “quarks“. No entanto o que encontrei foram milhões e milhões de argolinhas girantes; a física de partículas me diz que a massa do elétron é igual a 0,0005112 GeV e também que a massa do “quark up” é igual a 0,003 GeV e que a massa do “quark down” é igual 0,006143 GeV. Não sei se pela diferença escalar na abordagem, pelo que pude ver é justamente o contrário: a massa do elétron é tremendamente maior que a massa do “quarks”. Observe que eu não o via com os olhos, mas, com a mente! Lembre-se que estou falando de massa e não de tamanho ou volume. Eu não conseguia entender como minha mente fazia aquilo! Realmente, é necessário que nos conheçamos mais, e nos dois sentidos! espiritual e material, mesmo se fosse um sonho, era um feito e tanto de meu cérebro! Sim! A abreviatura “GeV” é Giga/elétron/Volt, representa a tensão elétrica contida na partícula. Na ciência do eletromagnetismo de Maxwell através de cálculo estabeleceu-se que um elétron-volt é a energia cinética adquirida por um elétron quando uma diferença de potencial elétrico o acelera no vácuo! A massa de uma partícula qualquer pode ser expressa em “eV” (elétron/Volt), isto, pela equivalência entre massa e energia da relatividade especial, de 1905 onde E=mc2.

O BAIXO GRAU DE EVOLUÇÃO DO “SAPIENS” DIFICULTA
SEU ENTENDIMENTO
2* Aqui não contesto as determinações da física de partículas; estou somente fazendo uma observação do que pude perceber nesta incursão. Numa incursão deste teor é extremamente difícil mensurar ou avaliar valores físicos, Na realidade temos que entender que a incursão foi feita por minha mente, e não por meu corpo físico! A entidade que me fez ver e permitiu que eu tivesse consciência de tais fatos me orientava e dava informações precisas à medida que os fatos aconteciam, no entanto não fornecia dados numéricos, nem dava nomes aos bois, não sei como minha mente entendia aquela complexidade e sabia distinguir as partículas. Daí, a minha crença de que o "meu perceber" provinha do “eu” exterior! Minha curiosidade era maior que a minha disposição para perguntar, no entanto bastava pensar e a resposta vinha completamente inteligível para o meu entendimento, e com explicações complementares quando o entendimento era parco. De forma alguma descarto a possibilidade da abordagem escalar ter confundido minha percepção. Assim, se eu não entendia prontamente a resposta, ficaria sem uma explicação plausível para o fenômeno, o que não ocorria. Quando não entendia algo, a explicação vinha imediata e minuciosa. Foi muito difícil perceber que as argolinhas giravam! Na realidade eu não percebia que as benditas argolinhas girassem; só depois que acreditei no “eu exterior” é que consegui perceber o movimento, pois ele me fez entender que sem movimento elas não existiriam, e se eu as percebia é porque giravam, até hoje este fato me perturba! Como é que nada em movimento passa a ser perceptível? Este fato me tomou semanas inteiras de reflexão. Com o tempo desisti. Passadas muitas noites em claro, resolvi me aprofundar no conhecimento e no comportamento da força forte, de súbito me veio à mente o entendimento do que eram constituídas as argolinhas girantes. Na verdade eram somente espaços deformados pela energia desde a singularidade, todas as partículas bariônicas eram existentes desde a eternidade. Aí entendi por que é possível alguns cmde matéria ter o peso de um bilhão de toneladas, e o porquê da força emanada das argolinhas “ou glúons”! Humm! Será que seriam os glúons? Para assim, manterem os núcleons unidos e assim formassem a matéria. Aí, eu me perguntava, onde entraria o partícula de Higgs? Este “insight” tornou minha mente iluminada, tinha este conhecimento e não sabia como descrevê-lo, e muito menos como transmiti-lo ao mundo. E o pior, é que tinha absoluta certeza que ninguém acreditaria. Ele me fez uma observação e eu não dei a devida atenção à mesma, ele insistiu, e me fez entender que o espaço entre as argolinhas era deformado num sentido e dentro delas era deformado no sentido oposto, maravilha da natureza! Raciocinem! As argolinhas formando as correntes retorcidas formando os monólitos, que eram micro usinas produtoras e confinadoras de energia, como a energia estava confinada ela se comportava como a força forte e, então unidas, nós as sentimos e a detectamos como partículas bariônicas ou matéria! O problema todo é que na época dos “insights” meus conhecimentos não favoreciam nem facilitavam meu entendimento, eu não me recordava com detalhes dos meandros da física quântica que eu tinha iniciado a tomar conhecimento a partir do fim da década de 1950 e no início da de 60, portanto ainda sem os conceitos do “modelo padrão” que hoje facilita tudo, pelo ordenamento apriorístico e rigoroso da natureza lógico-matemática das partículas, quem não entender a essência da física quântica através do “modelo padrão”, pode tirar o cavalo da chuva. É simples entender o salto nos orbitais de Bohr, se se entender um elétron ao ter mais energia, fazendo como o cão ao farejar a cadela do vizinho, mas só saltando o muro depois da refeição! Isto é, com o acúmulo de energia! Embora o elétron não salte o muro, ele simplesmente aparece do outro lado do muro. O muro é ou torna-se a zona proibida do elétron, e pela qual não pode passar. Daí, vem o salto.

O ENTENDIMENTO
 3* Foi analisando a ideia de Planck, que me facilitou o entendimento da “coisa”, foi com a sua ideia comprovada de pacotes de energia ou “quantum” que tudo ficou mais inteligívelEspero que com o futuro desenvolvimento tecnológico e espiritual do homem os tais desacordos entre a realidade relativística da macro escala e a realidade quântica da micro escala sejam explicados. Agora e aqui, me reporto aos tapas e beijos entre a relatividade geral e a física quântica. O que sei é que a física quântica tem uma partícula como o elétron como uma entidade sem volume, sem forma, como se fosse um ponto no espaço, mas, o que vi não foi isto, talvez tenha sido devido ao enfoque de escala, que eu controlava conforme minha vontade e o meu grau de entendimento, creio que o real problema, era que minha mente não estava habituada aquele tipo de mundo, era tudo surreal. Onde esperava encontrar uma nuvem de glúons, nada encontrei; só depois me recordei que os glúons eram virtuais! Será que os glúons são formados pelas argolinhas girantes ou o resultado da energia emanada delas? Segundo a física, os glúons têm massa igual a 0 (zero) e carga elétrica igual a 0 (zero) e spin igual a 1 (um), sendo, portanto, uma partícula de spin integral e, consequentemente devido a sua carga e massa 0 “zero”, torna-se óbvio, que é uma partícula imaterial e virtual, sendo antes uma partícula transportadora de força. Ora! o movimento dextrógiro e sinistrógiro produziria energia positiva e negativa, onde sua soma algébrica seria igual a 0 "zero", o que explicaria tudo. Quanto ao spin, este é o spin tipo seta, o spin do aparente giro de 360 graus, quando na realidade o spin refere-se somente a seu momento angular intrínseco.  Nas lantejoulinhas furadas não percebi nem a massa nem a carga; nesse momento me caiu a ficha, eu estava dentro da estrutura de um quark! Mas dentro, parecia-me não conter nada; só movimento, e que não seria o spin. O que sei é que o número dos giros das argolinhas era tão intenso que a princípio achei que eram estáticas; foi a entidade que me fez ver a realidade, isto é, que elas giravam intensamente. Spin em inglês é giro, mas, o spin das partículas não quer dizer giro! Há! Física quântica! Feymann tinha razão!  Um fato que me deixou frustrado foi não ter conseguido ver a forma dos nêutrons nem dos prótons. Não queria falar sobre isto, mas minha maior frustração é a entidade ter desaparecido; depois do terceiro “insight”, nunca mais se fez presente; simplesmente sumiu!  E, o que é mais frustrante! Fiquei sem saber de quem se tratava, nunca vi sua forma, nunca soube o seu nome nem a sua origem! Nunca consegui perdoar-me por isto; agora me dei conta de que nunca ouvi sua voz, salvo quando vibrou dentro de mim! Às vezes eu confundia seu pensamento com sua voz, mas logo caia na real, assim só conheci seu pensamento. É que no meu íntimo não esperava que os “insights” fossem somente três. Meu Deus! Que oportunidade perdi! Uma coisa eu descobri; sei muito menos que antes dos “insights”; minha taxa de desconhecimento aumentou! Incrível! Quanto mais sabemos! Melhor podemos avaliar e entender que menos sabemos, com relação ao "tudo", que existe no micro e no macro universo.

DE VOLTA ÀS GALÁXIAS RECICLANTES, E AO MUNDO DAS GALÁXIAS MORTAS.
4* Naturalmente, as galáxias são tão velhas quanto o Universo e suas estrelas já renasceram um número enorme de vezes! Todas as galáxias se reciclam; raríssimas são as exceções!!!... Estas exceções não reciclantes são as aberrações do Cosmos, são mundos mortos, pois todas as suas estrelas desde muito tempo chegaram ao fim e, por não se reciclarem, vagam no Cosmos, fazendo parte de galáxias mortas de estrelas mortas; se derem sorte e trombarem com uma galáxia reciclante, conforme o ângulo da colisão, renascerão como estrelas de uma galáxia irregular gigante, então, passam e ser reciclantes. Vale  observar, que o aglomerado ou grupo de galáxias de que fazemos parte é, na realidade, um pequeno e insignificante aglomerado, ao ser comparado com os superaglomerados que chegam a ter milhões de galáxias. Quando a Astronomia aprimorar seus instrumentos e ultrapassar várias vezes o que chamam de “Campo profundo”, ainda encontrará no Universo dos Cosmólogos aglomerados que podem ser denominados “galáxias de galáxias”, de tão grandiosos que são estes superaglomerados, comprovando mais uma vez, o quanto é imenso o Universo. Conforme a lei da massa mínima e máxima, estes superaglomerados são as exceções da regra na formação dos aglomerados. Naturalmente que existe uma relação entre as massas e as distâncias dos aglomerados e que esta relação de proporção não obedece às leis da física clássica. No Universo tudo está inter-relacionado e às vezes obedecendo a leis ainda completamente desconhecidas. Estes fatos comprovam mais uma vez, a insignificância da humanidade perante a magnificência do Universo.

A ORDEM DO "EU" ONISCIENTE.
5* Quando do primeiro “insight”, pensei: vou descrever o que estou vivenciando; no mesmo momento, ouvi uma ordem dura e seca do meu "eu" exterior onisciente, naquele momento, ainda um ilustre desconhecido! Este meu "eu" tinha completa ascendência sobre o "eu" interior e dele ouvi este comando: Inicie e termine com humildade! (Naquele instante, pensei: Como é que estou dando ordens a mim mesmo?) No decorrer do “insight”, o "eu" externo me fez entender o que realmente ocorria, mas só no terceiro “insight” tive certeza que o meu "eu exterior" onisciente era uma entidade de origem cósmica e também me vi possuído da certeza de que não era uma entidade “espírito” com características humanas; eu o sentia como um "eu" externo, com imensa sabedoria e grande poder, quando pensei: como tornarei isto público? (Este fato ocorreu dois dias após o último “insight”) Aí ouvi uma voz dentro de mim, em alto e bom som: por que a preocupação? A dúvida e a descrença prevalecerão! A voz eu não ouvi com a audição ou com a mente, como era normal nos “insights”; desta vez, a voz vibrou dentro do meu corpo; meus ossos estremeceram tanto, que tive vontade de vomitar; aí pensei: será que estou ficando louco? Foi a segunda vez que duvidei da minha sanidade mental. Quando este fato ocorreu, estava dirigindo dentro do Eco Parque, parei o carro e demorou bastante para me recuperar. Assim, fiz duas declarações de humildade. Mesmo por que julgo ser a humildade uma das maiores qualidades do ser humano. É bom que se saiba que, não tenho a mesma visão da “humildade” que teve Spinoza, assim não concordo com a (Proposição LIII e sua demonstração, parte IV). A meu ver, humildade é ter reverência, respeito, acatamento e deferência para com os “entes” superiores. É não agir com arrogância, imponência, orgulho ou soberba; com os seres "momentaneamente" inferiores; é agir com amor para com os intelectualmente ou economicamente desfavorecidos, ou que ainda vivem em pobreza de espírito. Não vejo porquê, nem a vantagem de se ser superior aos humildes. Deve-se sim, ser superior aos poderosos e aos arrogantes. Estes! Tendes a obrigação de os considerar inferiores, pois, é o que são! É nosso dever praticar e espargir amor indiscriminadamente por toda nossa existência.  
  
A PROFECIA
O DESTINO DOS BÍPEDES IMPLUMES, NO RELATO DE UM PALEONTÓLOGO ALIENÍGENA QUE VISITAR O PLANETA NO FUTURO!  A DIFICULDADE DA UNIFICAÇÃO DA ESCRITA E DA FALA.
6* Somos tecnológica e espiritualmente subdesenvolvidos, isolados de outras humanidades, e não conseguimos vencer este isolamento devido ao subdesenvolvimento espiritual atual, e sua imensa dificuldade para se livrar dos instintos primitivos. E assim permanecemos de quarentena. Obedecendo a uma lei cósmica, nenhuma outra sociedade evoluída tem permissão para entrar em contato conosco. Quando alcançarmos suficiente evolução espiritual, já estaremos conhecendo o porquê desta lei, mesmo porque conhecer o fundamento desta lei na atual fase de desenvolvimento espiritual ou moral que a humanidade conseguiu alcançar, não teria nenhuma utilidade prática e não faria sentido algum. Ou avançamos em desenvolvimento espiritual ou moral, para que também possamos avançar em desenvolvimento tecnológico, ou nunca quebraremos o isolamento a que toda civilização nova é submetida. Sem esta evolução estaremos fadados a nunca pertencermos à sociedade das humanidades evoluídas da galáxia, e do universo. Se não ocorrer antes uma autodestruição, ficaremos isolados e presos ao sistema solar até o fim deste mesmo sistema solar. Aí então encontraremos o nosso fim, isto se uma catástrofe cósmica não nos visitar primeiro, o que é o mais provável. Se isto ocorrer, uma nova forma de vida inteligente, depois de milhões de anos, surgirá no planeta, e aí será a vez dos seus paleontólogos afirmarem! Há 130 milhões de anos um objeto celeste caiu no golfo Haar "antigo golfo do México" não mais existente, e exterminou uma enorme sociedade de sáurios herbívoros e carnívoros. Há 50 milhões de anos um outro objeto celeste com quase o mesmo tamanho do primeiro caiu no lago salgado de Doodrags, "antigas planícies da Amazônia", extinguindo quase que completamente a vida no planeta. Seus principais habitantes eram animais bípedes, semicivilizados e autodenominavam-se humanos, sendo considerados semicivilizados porque deixaram provas de que sempre viveram em estado de guerra e porque há provas irrefutáveis de que nunca deixaram o sistema planetário, tendo conseguido ir somente aos planetas mais próximos. Existem vestígios de instalações deixadas por esta raça em Mung "Lua", em Zoar "Marte" e em alguns satélites dos três planetas maiores. Esta sociedade deixou o que chamavam de cápsulas do tempo; foram encontradas oito destas cápsulas. Esta sociedade tinha escrita rudimentar. Devido às guerras permanentes, que ocorria entre os diversos povos de que era formada; tinha muitas formas de comunicação oral e escrita, este povo nunca conseguiu unificar a escrita nem a fala. Desapareceu para sempre como espécie, não havendo vestígio de descendentes seus em toda o sistema Solar. Desapareceram unicamente por não conseguirem controlar seus instintos mais primitivos. O que provocava tudo de "mal e de ruim" na humanidade, era o antigo instinto de “propriedade”, que provocava a ganancia e de permeio a burrice, sendo a burrice uma coisa simples, fácil de entender e perceber! Simplesmente, é a ausência completa do tão falado, “bom senso”.

A PREVISÃO DA NOSSA EXISTÊNCIA FUTURA
7* Conforme o princípio copernicano de J. Richard Gott, nossa duração mínima futura no planeta é de 5.100 (cinco mil e cem anos), e nossa duração máxima futura será de 7.800.000 (sete milhões e oitocentos mil anos). O que é um nada em relação à existência do planeta, que é de 4,6 bilhões de anos. Há um fato estarrecedor que poucos têm a coragem de abordar, e quando o abordam ou o citam só o fazem superficialmente! É o fato de que nosso planeta é um imenso e descomunal cemitério de espécies animais extintas, ou seja, nenhuma espécie animal tem existência duradoura no planeta. Como somos somente mais uma espécie animal, inexoravelmente cumpriremos o mesmo fado. Comprovadamente, a quantidade de espécies animais já extintas no planeta é de várias vezes mais numerosas que as existentes atualmente. “Se atualmente existem 2,5 milhões de espécies vivas, já passaram pelo planeta e foram extintas, em torno de 60 milhões de espécies”. Assim, estamos, com toda certeza, com o destino já traçado: desapareceremos como espécie animal, mas não como seres conscientes eternos, partícipes do “Todo” e centelhas da Consciência Cósmica. Durante a extinção da espécie, transmigraremos como espíritos para outras Orbes. Viemos de outras plagas e para outras plagas retornaremos. Somos filhos das estrelas e temos por destino as estrelas. Se formos capazes, iremos por conta própria, senão!

AS SEMENTES DE UMA NOVA SOCIEDADE INTELIGENTE.
QUEM VIU LUCY, NÃO VIU UM AVIÃO!!!
8* Várias sementes de uma futura sociedade inteligente já estão presentes no planeta. O golfinho e a lula são nossos melhores exemplos e não são os únicos. Impossível para um contemporâneo de "Lucy" acreditar que seus descendentes voariam e que chegariam até a Lua. Se não houver evolução espiritual ou moral, o relato de ficção aqui feito tornar-se-á a real história final, mais provável da futura história dos animais bípedes implumes, paradoxais e burros, chamados humanos. Tudo que foi dito aqui não foi dito para se acreditar ou questionar; foi dito para transmitir um conhecimento adquirido da forma mais inacreditável e inusitada possível; assim é o nosso Universo, quer creiam, quer não. A quem questionar a burrice da humanidade, fica a pergunta! Uma sociedade que produziu 17.000 (dezessete mil ogivas atômicas, é burra ou inteligente? 

ALEA JACTA EST
9* Os alicerces do desenvolvimento de qualquer raça cósmica já foram lançados no planeta. Porque tanta resistência à evolução espiritual? A humanidade chega a ter vergonha de querer evoluir. As bases estão aí; há o Tao Te Ching, o Bhagavad-Gita, o Talmud, o Torá, o Quhrãm, o Velho Testamento onde há tanta sabedoria! E tantas outras bases! Sobretudo tem o Evangelho de Jesus Cristo, e dentro do Evangelho, o "Sermão do Monte", que, por seu conteúdo é o bastante para levar evolução espiritual a qualquer sociedade inteligente no Universo.

(O FUTURO DA HUMANIDADE)
10* Tomem as palavras ditas sobre o paleontólogo do futuro somente como uma necessária advertência, pois acredito e deposito a maior esperança no futuro da humanidade como raça cósmica que evoluirá e alcançará pleno desenvolvimento espiritual ou moral e tecnológico e ainda fará parte da sociedade dos povos evoluídos do Universo. Itacaré, Bahia, junho de 2000

A REDUNDÂNCIA
11* Ao narrar sucintamente os fatos e as visões ocorridas nos três “insights”, sei que fui extremamente redundante e repetitivo ao tentar transmitir o conceito da dimensão e da forma do Universo das três esferas. Assim mesmo não sei se o consegui de forma satisfatória. Sem entender estes conceitos e sem entender o raciocínio e a lógica do capítulo A IDEIA E SUA ORIGEM, à página 9 da teoria do Universo Reverso, afirmo: qualquer um perde seu tempo, e está a ler em vão. Tenha certeza: este alguém não é originário dos patamares ou degraus inferiores da pirâmide escalonada invertida. (Isto é somente uma constatação, mesmo porque, não é nenhum deslustre não ser originário da base da pirâmide escalonada; há uma outra constatação; um dia todos fomos novatus). Os três “insights” ocorreram no ano de 1999, no entanto só foram rememorados e coligidos como ora é apresentado no meio do ano de 2002. Depois de esperar “em vão” por mais de dois anos pela volta “dele”, senti-me compelido a fazer algumas alterações no corpo da narrativa (que continha fatos e dados mal-interpretados, descritos somente de forma geral, sem ater-me a detalhes e, com muita conotação pessoal). Agora está mais de acordo com os “insights”. Foi um turbilhão de informações, em três rapidíssimas ocasiões. Se eu fosse descrever todas as informações recebidas nos três “insights” teria que escrever até o dia do meu desencarne, e isto eu não vou fazer. De um fato tenho a mais absoluta certeza: nunca conseguirei entender ou decifrar por que e como eu me desdobrava em dois e de onde vinha o poder e a sabedoria do meu ”eu exterior”. Mesmo porque, a mais real e verdadeira dificuldade em todo nosso existir é tornar compreensível o verdadeiramente incompreensível.

(Um humilde habitante deste magnífico Universo)

Edimilson Santos Silva Movér
Itacaré, Bahia, junho de 2002
Revisado em novembro de 2018


0 comentários:

Postar um comentário