sábado, 16 de março de 2019

PORQUÊ OS HOMENS ABANDONARAM AS CAVERNAS? - ENSAIO





DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR
Subsérie: Contos de ficção! Assuntos em pauta: Cavernas, Antropoespeleologia, Espeleopoesia, Odores do Passado, Pinturas Rupestres, A Grande Síntese, Memória Akáshica e a Evolução dos Espíritos, Um Vislumbre do Que Somos.

PORQUÊ OS HOMENS ABANDONARAM AS CAVERNAS?

O intelecto do homem comum, não se ampliará tão cedo!
Enquanto ele não abandonar a caverna da burrice!
(1). Pauvres clochards, vaniteux et idiots.

DEDUÇÕES LÓGICAS
1* Aqui nesse ensaio, refiro-me às cavernas da Europa, da África, Ásia e Oceania e no Colar de Ilhas! Mais recentemente nas Américas, as cavernas foram utilizadas pelos “sapiens! Pois em cada parte do mundo! Os homens num certo período utilizaram as cavernas como abrigo e como ateliês de pintura! Naturalmente todos estes povos possuem uma história pregressa diferente! Pois, diferentes são as culturas e os costumes de cada povo! Não importa, se povos antigos ou modernos! Suas culturas sempre serão diferentes. Este é um sucinto ensaio na forma de um conto de ficção! Ou elucubrações de uma mente criativa e itinerante, percorrendo diversos oceanos da episteme humana! Quando uma história se perde no meio da existência dos homens! É obrigação das mentes perscrutadora e férteis dos historiadores, encontrar esta história! De preferência nos papeis perdidos nos fundos das gavetas das evidências antropológicas, oriundas dos seus nichos fósseis, utilizando sempre a lógica e a razão, por serem estas as únicas companheiras e irmãs inseparáveis da verdade! Não encontrarás a verdade histórica, onde não utilizardes a razão e a lógica na pesquisa!

2*Há uns 30 trinta mil anos atrás. Pequenos grupos de humanos que utilizavam as cavernas na Europa, as abandonaram repentinamente, e completamente! Eles as utilizavam conforme a região! Se a região fosse pobre de caça, elas eram utilizadas como abrigos temporários, se ao contrário a região fosse rica e abundante de caça! Eram utilizadas como abrigos semipermanentes, mas, nunca permanentes, pois, na época a humanidade ainda era formada por pequenos grupos de caçadores/coletores, tendo que migrar constantemente, sempre, em busca de novos campos de caça quando essa escasseava, então partiam para novas regiões onde pudessem coletar alimentos. Pois era impossível viver exclusivamente da caça devido às dificuldades de se caçar em certos períodos. Estes grupos humanos ao aumentarem muito em número de indivíduos, nos locais ricos de caça, seria natural que continuassem morando nas mesmas cavernas por longos períodos, o que ocasionaria grande poluição por excesso de excrementos depositados nos arredores, e mesmo dentro das cavernas, que na época eram habitadas por nossos avoengos. Principalmente nas regiões onde ocorriam longos períodos de chuvas torrenciais. Que dificultava a saída para atender suas necessidades fisiológicas primárias. Sendo de se esperar que nessas cavernas, poluídas por dejetos, se desenvolvessem diversas cepas de bactérias extremamente nocivas ao organismo humano, ocasionando o abandono das acolhedoras e protetoras, mas, fedorentas cavernas! O efeito disso foi tão devastador para os diversos grupos humanos, sem uma explicação para as doenças epidêmicas, principalmente as de pele, onde as mães viam morrer seus filhos de doenças diversas, sem nada poder fazer para os salvar! Estas mães, ao longo do tempo criaram instintivamente em defesa da prole, várias lendas, considerando malditas as moradas nas benditas cavernas. Digo benditas! Sob a ótica e fato dos homens terem abandonado as cavernas na época, com suas pinturas intactas, a história dos povos! Só tem a agradecer! Pois, assim ficaram preservadas as magnificas pinturas rupestres de nossos avoengos!

A CAVERNA DA PRATINHA EM SEABRA
3* As deduções a seguir foram feitas quando me questionei no ano 2000 sobre o porquê, dos homens pintores terem abandonado as cavernas para sempre! Como sempre sonhei com cavernas, minha profissão e a curiosidade provocada por meus sonhos! Sempre me levaram às proximidades e ao interior das cavernas. De certa feita, no fim da década de 1960! Numa aventura aurífera, nos preparamos, eu e tio Bilu, para entrarmos na caverna da Pratinha, em Seabra, só nos preparativos gastamos semanas, neles incluía: A confecção de uma balsa feita com uma câmara de ar bem cheia, de um trator 85, e muita corda, remos de madeira feitos por tio Bilu, rolos de cordões, alimentos enlatados, água em garrafas, lanternas, baterias de reserva, estojo de emergência, ferramentas, armas, pois, íamos entrar no desconhecido! E íamos entrar, navegando o rio da Pratinha, que emerge dessa caverna, ela é muito conhecida na Bahia, o Dimas e o Elomar nos impediu de entrar! Foi uma pena! Mais por cuidado com o seu pai e comigo, que por outra coisa! Ocasionando o fim da aventura! Teria sido memorável!

A POESIA DA CAVERNA
4* As cavernas sempre estiveram presentes em meus sonhos! Nunca consegui entender por que esta obsessão por cavernas. Creio que em tempos passados eu já tenha sido um cavernícola empedernido, estalagmites e estalactites sempre me foram muito familiares. Criei até uma forma mnemônica bem simples para diferençá-las, “tites” de tetos, e “mites” de montes, as estalagmites quando novas se parecem com pequenos montes nos pisos das cavernas. Em torno de 1999 ou 2000, quando morava em Itacaré mantive uma conversa com um indiano, conversa esta, em que tratamos dos sonhos e das regressões, ele me fez ver que alguns sonhos se referem a coisas sem uma aparente lógica, e fora de nossa compreensão! Estes nunca são recorrentes, diferentemente dos meus sonhos com cavernas, que sempre foram recorrentes. Coisa de meses depois fiz a poesia do “Último Pintor Rupestre”, e a gravei num disquete num antigo computador, não encontrei mais o original manuscrito, me esqueci do disquete onde a gravei, ele estava entre minhas bagunças, meus trecos, que os escritores antigos chamavam de alfarrábios, e que chamo às vezes de minhas coisas, quando encontrei o disquete, o consegui ler na tela, mas não consegui imprimir a poesia, copiei os versos num papel e não dei atenção a data, coisa que faço com todas minhas poesias, eu sempre registro as datas. Coisa que os poetas não o fazem! Consegui uma explicação para este fato, ora, se os poetas não datam suas poesias! E eu as dato! Então eu não sou um poeta! Estou livre dessa pecha! Em 2009 encontrei a danada da cópia da poesia, utilizei esta data para datá-la! Vixe! Que bagunça “datal”. Quando fiz essa poesia, do “Último Pintor Rupestre”, a inspiração ou o motivo aventado foi outro, não me recordo bem, pelo pouco que consigo me lembrar, éramos um grupo grande havia muita gente, estávamos acuados numa grande caverna! Sei que sobrevivi, já relatei este fato noutro ensaio. Tudo está contido em minha memória akáshica. Eu não tinha como explicar para mim mesmo, como aqueles versos do pintor rupestre surgiram em minha mente! Eles ficaram em minha memória por um bom tempo, só algum tempo depois os escrevi e passei para o computador, talvez até um pouco modificados! Tinha uns versos que falavam em uns animais pintados no teto! Senti a falta desses, e de outros versos, o do girau a balançar, é um deles! Por diversas vezes me via nas cavernas, noutras lembranças fugíamos dos moradores das cavernas! E estas duas condições! Eu já as tinha percebido desde o tempo do serviço militar, minha mente se abriu a respeito do que somos, quando li pela primeira vez, A Grande Síntese de Pietro Ubaldi, adiante continuaremos, vejamos antes a poesia do pintor rupestre...





POESIA


O ÚLTIMO PINTOR RUPESTRE
(Sonhos que nunca entendi!)
Donde vim?
Isto, eu não sei...
Para onde vou?
Isto, jamais saberei...

Vim/de eras remotas/por trilhas ignotas/eu percorri,
Arrostando mundos/de velhas lembranças/ali andei,
Carcaças antigas/de meus ancestrais/eu sei que vi,
Cavernas antigas/escuras/mal cheirosas/ali pintei.

Um couro antigo/como agasalho/a me proteger,  
Um estaleiro perigoso/desequilibrado/ali finquei,
Animais/bocas ferozes/escancaradas/ali notei,
O facho apagado/a escuridão/o medo de morrer.

Um ser acuado/um amigo ausente/a tinta na mão,
Um medo terrível/o roncar das feras/venha salvação!
O rugir na noite/o raiar do dia/já cansado e sozinho,
Um gritar lá fora/um sorrir cá dentro/era o vizinho.

Outros chegaram/expulsando as feras/e eu rezando,
Deixei as pinturas/no coração da terra/alegre a sorrir,
Tintas da terra/e da casca do pau/as mãos sujando,
Saí da caverna/ainda vivo/e de novo/vi o sol luzir.

Pintar/ tetos/paredes/é escrever/para o mundo,
Deixando o recado/nas pinturas/por aqui passamos!
Somos seres/inteligentes/só vivemos/por um segundo,
De onde viemos/para onde vamos/nisso nem pensamos.

No coração da terra/eu juro/que não pinto mais,
Nem que o tempo apague/eu só pinto cá fora,
Vou pintar os campos/as aves/todos os animais!
Saí da caverna/tinta na mão/e de lá fui embora....

Por que os homens pintores,
Repentinamente abandonaram as cavernas?

Em Espanha: Altamira, El Castillo, Bustillo, Atxurra, La Pasiega e muitas outras principalmente na Cantábria. Em França: Lascaux, Chauvet, Les Eyzies, Montgnac, Niaux, Valon-Pont-d’Darc, é verdade que foram abandonadas para sempre, e que nalgumas não pintaram! Mas, ali, moraram.... Suas histórias estão ali guardadas para sempre! Foram nossos avôs! Nossos antepassados.

Ao espírito que dorme desde tempos imemoriais sob a escada.
Num passado distante do irmão Witemberg Pires Pereira

Vitória da Conquista, 10 de abril de 2009
Edimilson Santos Silva Movér

A GRANDE SÍNTESE
5* Quando li a Grande Síntese, embora, ainda muito jovem, eu já conhecia, não com profundidade, as ideias do grupo de Copenhague sobre a física quântica, embora o modelo padrão ainda não tivesse sido montado e proposto, pois, ainda faltava algumas partículas para dar solidez ao modelo, na época eu já absorvia algumas ideias sobre a física de Einstein, como disse, a Grande Síntese me abriu a mente, para fatos, na época,  pouco divulgados sobre o universo, e sobre a função da humanidade, principalmente sobre a existência da vida, de forma ampla, como o Pietro Ubaldi o fez! Só me faltava, na época interlocutores à altura da complexidade da essência dos pensamentos que eu lia na Grande Síntese. Mas o caminho estava aberto, na realidade, eu já tinha conseguido montar uma imagem da existência, com a leitura da Bíblia, embora, uma imagem parcial e distorcida, mas, já conseguia enxergar o universo, quem me iniciou nessa jornada, na realidade foi um professor muito inteligente de nome Everardo Públio de Castro, por ele tenho eterna gratidão e admiração! Ele me chamou a atenção para a grandeza e a beleza do universo, assim, desde cedo me tornei um homem que busca. Mas, voltemos às cavernas.

ANTROPOESPELEOLOGIA
6* Depois que tive uns oníricos entreveros com uns moradores das cavernas, me propus entender melhor a ciência da espeleologia, ou o estudo das cavernas! Isto, se deu há muito tempo atrás. Procurei primeiro entender a relação das cavernas com a recente história do homem na Europa, (40 ou 60 mil anos atrás), época em ele adotou as cavernas da Europa, como ateliê de pintura, as pinturas são geniais, e talvez, tenham adotado suas partes menos profundas, no sentido horizontal, como local de moradia, isto alternadamente, normalmente as partes mais profundas, (horizontal e vertical), não foram habitadas, somente as entradas, principalmente,  pela ausência de luz, e foram habitadas por muitos milhares de anos, nas salas mais profundas, por esta ausência de luz foram os locais em que o homem exercitou tão bem sua arte pictórica, isto, os nossos avoengos, o fizeram em Altamira, Chauvet e Lascaux, Les Eyzies, Abri Celler, e tantas outras, isto, por muito tempo. Existem pinturas datadas pelo processo do “carbono 14”, de 60 até os 17 mil anos atrás. Embora, também existam pinturas menos importantes e menos numerosas e de variadas épocas em outras cavernas, por toda a Europa. Existem pinturas rupestres em todo o mundo! Todas proporcionadas pelas antigas migrações dos “sapiens” facilitadas pela ligação terrestre entre a África, Europa e a Asia. Sendo a África o berço da humanidade, foi dali que se irradiaram. As nossas irmãs bactérias os expulsaram das cavernas entre trinta mil e vinte mil anos atrás. O homem só ocupou por muito tempo as partes das entradas das cavernas, onde penetrava a luz do sol. As cavernas dentro das grandes florestas húmidas, pouco foram utilizadas. Primeiro, porque as cavernas são fixas, e os homens nômades, e segundo pelo motivo citado atrás, da poluição pelos dejetos, sem entendimento, não ligavam uma coisa à outra. O homem moderno se comporta como se fosse sem lógica, Há mais de 150 anos descobriram que os cérebros dos Neandertais possuíam de 1500 até 1700 cm³, portanto com possibilidade de serem mais aptos cerebralmente que os Cro-Magnons que possuíam somente 1400 cm³. Quando tomei conhecimento de que o Neanderthal, possuía um cérebro mais espetacular que o nosso! Não entendi, porque eles desapareceram e nós, os Cro-Magnons não! Aventei a hipótese de serem mais mansos, mais dóceis e não afeitos à guerra! E portanto, eles fossem pouco inclinados à violência, e assim, o planeta perdeu a oportunidade de ter uma sociedade mais humanizada, mais mansa e menos animalizada! Os Neanderthais foram suplantados ou em números, ou pela ferocidade dos Cro-Magnons, então, funcionou a velha lei, sobrevivendo o mais apto, ou o mais feroz! E aqui estamos nós, a destruir o planeta azul, com nossa brutalidade e ferocidade. Brutalidade e ferocidade sempre foi sinônimo de burrice.

ODORES DO PASSADO
7* Nas regressões pude ver o quando uma caverna ocupada pode ter de odor! Ou o que chamamos aqui no nordeste, de “fedor arruinado”! Fedia mais que debaixo das saias da nobreza, nos séculos XVII e XVIII. Quando terminava a regressão eu continuava sentindo o odor! Depois, eu me concentrava e o fedor passava, mas já na rua eu continuava cheirando a manga da camisa! Para ver se eu não estava fedendo! Incrível, o que faz nossa mente! É impressionante. No dia seguinte, eu já sabia! À noite tinha sonho com caverna. Foi nessa época que comecei a compreender com mais profundidade e lógica de que nós não somos absolutamente, o que nós pensamos que somos. Passei a perceber que existiam coisas ou “percepções”, em nossa existência que cobriam um espaço de tempo que ultrapassava a duração de um número muito grande de existências. Lá vem os Vedas, com razão novamente.

A MEMÓRIA KÁRMICA
8* A vida! Esta coisa em si! É muito mais simples do que pensam os filósofos, os religiosos, os teólogos, os psicólogos e principalmente, os cientistas da moderna neurociência! Somente os que nascem sábios e gênios de espírito! Não os que chamamos de sábios e gênios, por já nascerem gênios ou por se tornarem sábios! Somente os sábios de espírito compreendem a simplicidade da vida. Na existência, mesmo com grandes esforços para se alcançar algum entendimento das coisas simples que a vida, aparentemente às vezes nos expõe como coisas complexas! Sem evolução nunca as entenderemos como coisas simples. É praticamente impossível alcançar e reverter este entendimento! Somente as pessoas sábias e os gênios, possuem condições naturais, sendo que os sábios criam essas condições, e nos gênios elas são inatas, e assim, alcançam e percebem estas nuances. Vi uma grande lógica na proposição de que somente pessoas especiais, conseguem atingir um estado de “splen” para fazer uma regressão profunda que abranja de uma só vez várias e múltiplas existências guardadas na nossa memória kármica! Por favor! não confundam a memória akashica com a memória kármica das emoções de um passado remoto. Estas pessoas especiais, os chamei de pessoas possuidoras de espíritos sábios e gênios, por falta de uma definição melhor! Conheço expressões hindus substitutas! Mas, fugiriam ao entendimento da maioria dos ocidentais. Então, os chamei de sábios e gênios e de pessoas portadoras de espíritos especiais, ou evoluídos!  A separação existente entre as pessoas, é meio sutil e de difícil entendimento, isto eu sei, que é!  Só pessoas com espíritos especiais conseguem ver esta separação! Todos se ofendem e dizem que sabem fazê-lo! Mas, dizê-lo, não é fazê-lo! Pois algumas pessoas, minhas conhecidas e tidas como pessoas afeitas aos raciocínios complexos e elaborados, tentaram e não conseguiram fazer uma regressão profunda, e aqui não estou me referindo a escolaridade! Alguns eram até brilhantes demais nessa área! Esta genialidade e sabedoria do espírito se relaciona ao grau de evolução do espírito de cada um, não ao seu grau de conhecimento, conhecimento este, adquirido durante seu atual existir! Que naturalmente é parte integrante de sua personalidade, óbvio, formada durante este mesmo existir! Este é o limite que separa as existências, o limite é a evolução do espírito, e não cada existência em si! Eu nunca tinha percebido este fato, do limite, fiquei deslumbrado quando percebi, isto se deu em Itacaré, no final do século XX. Sempre me perguntei! O que separa as diversas existências dentro da memória akáshica maior? Seria o encarne e o desencarne? Na existência maior do espírito, isto é, na sua memória kámica maior foi que vi, quando tive um pequeno vislumbre da verdade. Ela, a memória de cada existência, não está ligada aos seus títulos acadêmicos, ou aos conhecimentos adquiridos pela formação da personalidade, nem mesmos ao número dos seus dias de vida! Mas sim! Às suas ações e comportamentos perante os outros espíritos com os quais convive, direta ou indiretamente, isto é lei! Sendo por isso que as nossas más ações do passado, não se relacionam com cada memória kármica menor referente a cada existência, que constitui e faz parte da memória akáshica maior! Quanta sabedoria nisso! Donde advém a dificuldade para numa regressão rever toda uma existência, ou todas as existências já vividas! Entendi que as vidas são entrelaçadas e essa memória é o que chamamos de akáshica . A lógica e a consequência disso, é não podermos nas regressões, vivenciarmos ou recordarmos atos ou fatos que gerem sentimentos espúrios, rancores, raivas, ódios,  sentimentos-vingativos, e etc., fatos narrados de acontecimentos como se fossem através das regressões, referentes a fatos que gerem ódio, são criações de pessoas mal-intencionadas e maldosas, estes fatos são parte da memória kármica emotiva! As maldades dos encarnados, simplesmente, não fazem parte de seus registros akáshicos. Não faz sentido registrá-los, para acessá-los a posteriori, pois só causam mais maldades, na mesma encarnação e em reencarnações futuras.

UM VISLUMBRE DO QUE SOMOS
9* Incrível! Somos algo, como se fôssemos somente nossos pensamentos na forma expandida de nossa pequena memória implícita, e nada mais! E assim, a psicologia pôde constatar em ambiente de laboratório, e numa certa condição onde: Você não sai de dentro de um ambiente, e percorre num minuto o mundo inteiro sem sair daquele ambiente, só posso dizer! Incrível. Você passa a se recordar de uma cidade onde nunca esteve antes, e que na maioria das vezes você não fica sabendo o nome, nem onde está localizada, quando acontece que você a vê num filme, ou vê uma foto, é tudo igualzinho, nos mínimos detalhes, quando você vê o filme não percebe isso de imediato, só alguns momentos ou dias depois, no meu caso, eu só passei a perceber tais nuances depois! Então, fazemos a ligação, pelo menos foi o que algumas vezes ocorreu comigo. Como isso é possível? Que alguém possa fazer, o que chamei de “introspecção mental”, se recordando de detalhes, antes desconhecidos. Na física quântica ocorre a mesma coisa! Como explicar a “não localidade”! Severamente confirmada em laboratório pelos próprios oponentes da proposição da “não localidade”. Há muito tempo, discuti isso, com um médico que conheci através de Elomar e de tio Valter, o Cana   Brasil, o mesmo Cana Brasil havia fundado a “Sociedade Esotérica Cavaleiros do Astral”, ela foi fundada por ele, e o inesquecível Yolando Fonseca, juntamente com o saudoso Yolando Castro e outros. Eu já sabia que ele praticava regressões. Ele tinha o consultório próximo a residência do Yolando Fonseca, na Rua do Espinheiro. O Cana Brasil me disse de primeira, que só me responderia se eu fizesse um teste! Antes que eu fizesse qualquer pergunta, como ele sabia que eu ia inquiri-lo? Ele me saiu com esta. Me disse que só poderia me responder se fizesse parte dessa sociedade, onde a pessoa teria que descobrir uma palavra mágica, palavra esta, que era impronunciável para os lábios e estava gravada com caracteres de fogo nas carnes do coração! Isto, descobri e respondi num relance! Fiquei intrigado, eu não tinha pedido para fazer parte de nada! O Cana Brasil era um “Ser” especial, muito especial mesmo. Ele tinha uns tiques interessantes! Discuti também, com o Manfrêdo e, a uns dez anos atrás tive a oportunidade de abordar o tema com o Vitor Hugo Médici! Mas, não consegui chegar a um consenso, com nenhum deles, isto, com relação as regressões! E foram e são todos os três, pessoas especiais, o Manfredo e Vitor, foram médiuns notáveis. O problema é que: Nós não somos o que pensamos que nós somos! Há tempos que comecei a ter uma pequena noção do que seja esta coisa simples, que nós tratamos como complexa, que chamamos de “vida”, e não vão acreditar! A primeira coisa que descobri, é que somos a “vida” se expressando na forma de entidades inteligentes, os tolos vão bradar! Isto todos sabem! Mas, só dizem que sabem, pois, na realidade não sabem! E assim, nada podem discorrer sobre o assunto! Não suportariam cinco minutos de escrutínio sobre o assunto “vida”! Isto, porque todos os humanos, na atual fase de evolução tendemos a ver e entender a vida como algo complexo. Isto, puramente por desconhecimento, o que gera soberba e vaidade! A realidade bate em nossa cara! E não vemos, olhem o mundo como ele é atualmente! Todo aquele que entender a sociedade humana como no ápice do desenvolvimento moral e espiritual não passa de um tolo! Ninguém, absolutamente ninguém escapa disso! Então ninguém sabe de nada! Não gostamos de pertencer a uma coisa tão simples o quanto a vida o é! E assim, tentamos vê-la, e fazê-la tão complexa o quanto gostaríamos que ela fosse! Para assim, vaidosamente fazermos parte de uma coisa complexa e importante na visão dos néscios. A falta de humildade do homem, somada à sua grande vaidade! O faz ver as coisas mais simples! Como se fossem as coisas mais complexas! O problema reside na importância que nos damos, mas, não temos perante a existência que chamamos de “minha vida”! Como se fôssemos donos de alguma coisa!

10* Pobres humanos feitos de: (grupos de células, feitas de moléculas, feitas de átomos, feitos de quarks e elétrons, que são feitos simplesmente de nada). E que hoje se nominam orgulhosamente de “homo sapiens sapiens”!
(1). Pobres vadios, vaidosos e idiotas!


Edimilson Santos Silva Movér
Camaçari-Bahia, 16/03/2019
moversol@yahoo.com.br


0 comentários:

Postar um comentário