sábado, 2 de março de 2019

O UNIVERSO CAMPO MAXWELLIANO - ENSAIO (161)oks


 

DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR

Subsérie: Temas cosmológicos polêmicos: Digressões sobre uma nova teoria onde se propõe um novo modelo de Universo. Onde se propõe uma nova macro grade topológica para um Cosmos com a forma e algumas propriedades de um campo maxwelliano. Embora semelhante na forma, mas, claro, não exatamente igual a um campo eletromagnético.

 

Uma homenagem à mente brilhante do Doutor, Físico, Engenheiro,

Ilustre Professor, e Diretor da FAINOR –

Faculdade Independente do Nordeste 

 Ubirajara Brito

 

Digressões sobre uma nova teoria para um novo modelo de Universo.

 

 O UNIVERSO CAMPO MAXWELLIANO

 

UMA VISÃO POTENCIALMENTE LÓGICA PARA UMA NOVA FORMA DO COSMOS.

 ADIANTE, AVENTAMOS TAMBÉM A POSSIBILIDADE DE UMA REAL EXISTÊNCIA DE UM UNIVERSO DE UNIVERSOS,

“AD INFINITUM”.

 

Por Edmilson Santos Silva Movér

 

1”OUCM”. Como não poderia deixar de ser! Esta é uma teoria fundamentada em dados atuais, estritamente científicos, mas, por não ter como, e  não poder ser testada num laboratório, seria portanto, uma teoria totalmente com características heurísticas, A maioria dos meus ensaios possuem como temas centrais novas abordagens, nas áreas ainda não efetivamente esclarecidas dessas “ciências” criadas e desenvolvidas pelo intelecto humano, como: cosmologia, paleontologia, antropologia, física relativista e quântica, biologia, psicologia, filosofia, e principalmente, a ainda, obscura história da raça humana.

 

INEGAVELMENTE, O UNIVERSO É INTELIGENTE

2”OUCM”. No geral, eu discorro sobre tudo, sobretudo sobre temas ditos existencialistas, embora aqui não trate nem aborde o pensamento nem a postura filosófica existencialista de Søren Aabye Kierkegaard, (1813-1856). Trato sim, de permeio do ambiente planetário em que vive o homem e que chamamos de biodiversidade, ambiente tão maltratado, pelo animal que surgiu recentemente há 300.000 (trezentos mil anos) atrás, o “homo sapiens”, sempre trato de temas vivenciais e afins, desse mesmo animal, mas, o que gosto mesmo de abordar, são os temas que tenham como “essência/referência”, quaisquer das “ciências da vida”, chamadas de ciências humanas. O animal “homo” é o mais desenvolvido dos animais! Mas, não é tão importante o quanto pensa e aparenta ser! Na realidade, o homem é tão somente uma insignificante partícula, do imenso organismo “vitae” existente no planeta Terra. Se o homem desaparecer do planeta, a vida continuará com toda sua pujança, temos que considerar esta pujança como já existente em tempo pretérito ao aparecimento do homem, mesmo porque, se o homem desaparecer! A vida animal, com certeza, será muito mais pujante ainda. Isto é o que podemos "entristecidos", deduzir, testemunhando que a partir de 1900, quando a população era de 1,6 bilhão de indivíduos, foi nesta data que teve início o vertiginoso crescimento da população mundial. 121 anos depois a população já alcança os 7,9 bilhões de indivíduos. O que provoca a acelerada e irracional predação do meio ambiente! Pondo em risco sua própria existência e permanência no planeta. Mesmo com o desaparecimento da subespécie "homo sapiens sapiens", a vida inteligente ainda retornará ao planeta, isto, óbvio, num futuro distante noutra espécie de “sapiens”. Que para generalizar, é como gosto de nominar o “homem” de hoje. O “sapiens” não é, e nunca foi essencial à existência da vida! Os vestígios de vida mais antiga no planeta foram encontrados nos gelos da Groelândia, nos estromatólitos, estes são os “testemunhos” de vida mais antigos no planeta Terra, ali comprovou-se que a vida surgiu com as cianobactérias na forma de estromatólitos, estes existem no planeta desde 3,7 bilhões de anos entre o início do Eoarqueano há 3,8 bilhões e o início do Paleoarqueano há 3,6 de anos. No entanto, o primeiro organismo animal pluricelular no planeta só surgiu ou veio a aparecer no fim do Proterozoico e início do paleozoico há 540 milhões de anos. E o homem inteligente ou “Ser” pensante só apareceu em torno de trezentos mil anos atrás. Portanto, a existência dos animais não inteligentes começou há 540 milhões de anos, sendo muito anterior a existência do homem, que só surgiu há 300 mil anos. Se realmente somos inteligentes, temos que entender que o organismo “vitae” por ser a essência da existência, não é dependente da existência do homem.  Ao que podemos deduzir! O homem é parte da vida, mas, não é a essência da vida. Podemos afirmar que o Universo como um todo, seria inerentemente inteligente! Isto vemos nas leis que regem não somente o macro Universo na física relativista, mas, também o micro Universo na física quântica! A inteligência sobressai principalmente nas leis que regem a biologia dos animais e das plantas. O fundamento dessa minha proposição e raciocínio, é o fato de que algo não inteligente jamais poderia criar algo inteligente. E nós “os sapiens” aqui estamos, como assertiva dessa proposição, estamos tomando conhecimento do Universo e de nós próprios! Razão porque, então! Podemos afirmar e, ter a certeza, que nada mais somos que: partículas insignificantes deste mesmo Universo inteligente, pois, somos possuidores de inteligência com origem na inteligência primordial que deu origem a um Universo inteligente. Nossa inteligência não teve uma origem “não inteligente”. Quem pensar diferente, com certeza não possuiu esta coisa que chamamos de “inteligência”. Desde quando, sejamos o Universo tomando conhecimento de si próprio! Com quais argumentos, por mais lógico que tenhais, “vossências” me contraditaria?

 

O ENTENDIMENTO DO COSMOS NO SEU “TODO”

REALMENTE NÃO É FÁCIL!

3”OUCM”. Para um melhor entendimento sobre as minhas proposições, às vezes diversificadas e díspares, e algumas vezes, antagônicas, mas, nunca incongruentes, torna-se necessário que se tome conhecimento sobre o que eu proponho e explano no texto de o “Preâmbulo ao Antelóquio” da obra “Os Três Insights”, onde apresento alguns argumentos, (não, os da dialética erística do Schopenhauer), o que exponho no texto do preâmbulo, é somente um esclarecimento sobre as inevitáveis alternâncias em minhas proposições, e mesmo mudanças de opinião, de pontos de vista, e de posturas conceituais. Passo da avença para o conflito, com uma rapidez incrível. Somente os tolos não mudam de opinião. Este meu princípio filosófico de que o universo é feito de dúvidas se fundamenta no fato de que: Se um observador estiver no interior de um objeto (como nós estamos), onde ele não possa conhecer os limites externos desse objeto! Torna-se para este observador, impossível determinar sua posição dentro desse objeto ou mesmo conhecer sua forma externa. Daí, um sistema coordenado criado nesse objeto, mesmo tendo como centro a posição ocupada pelo observador, ele continua e está impossibilitado de determinar a forma do objeto e, muito menos seu volume. A cosmologia nega! Mas, estamos perdidos dentro do Universo. Somente com o recurso do “redshift”, estamos impossibilitados de conhecer o Universo “em sua totalidade”. Se contarmos somente com a análise espectrográfica da luz emitida pelos objetos do campo profundo e somente com os recursos tecnológicos atuais, jamais conheceremos os limites físicos do Universo. Com o decorrer do tempo, a lei de Moore levou a cosmologia do século XXI a utilizar novas ferramentas avançadas como: Telescópios espaciais inteligentes, e com IA, o novo método ou sistema de “Distância Comóvel”, o já conhecido princípio de luminosidade de “Vela Padrão”, com base no espaço tempo, surgiu o modelo Lambda-CDM, ou Lambda Cold Dark Matter, ou, matéria escura fria, estes novos métodos de mensuração do Universo, onde alguns, são realmente complexos, assim não os vou detalhar, mas, mesmo com essas novas ferramentas tecnológicas a realidade é que a cosmologia se encontra defronte é um Universo de difícil leitura, e pode-de dizer, de impossível mensuração, mesmo que feita por estas novas e avançadas tecnologias, senão! A NASA não se refereria até hoje, a um Universo “visível”, o que nos diz que parte dele continua “invisível”, mesmo para os instrumentos e a tecnologia moderna de leitura da NASA. Até mesmo para nossos leitores com formação acadêmica torna-se um assunto de difícil entendimento e concepção! Imagine para nossos leitores leigos! 

 

Eis acima, no marcador de leitura de número 3”OUCM”., uma das inúmeras e irretorquíveis “verdades” existentes sobre o Cosmos. Verdade esta, que os homens da cosmologia, aqui refiro-me aos de espírito pequeno, vaidosamente e teimosamente tentam camuflar e negar. Os fatos abordados e divulgados pelos próprios homens da ciência cosmológica, nos vêm demonstrar a incapacidade dessa ciência do homem de hoje, de fazer uma completa e correta leitura do Cosmos.

 

O PROBLEMA DO MONISMO

4”OUCM”. Outro problema, é que sou por índole, um escarafunchador, um analista inato. Sendo por isso, que algumas verdades me levam a não defender o monismo científico como proposição racional, onde é proposto que tudo no “sapiens”, se resume ao organismo humano, isto, quanto à “consciência e a inteligência”. Quando me deparo com a verdade de que a essência da vida inteligente tem origem em um Cosmos também notadamente inteligente, não encontro razão inteligente no monismo. Creio com firmeza numa eterna pluralidade da procura pelo “desconhecido”, (sobretudo, com referência ao “tudo”). Não vejo como podemos ser pontuais na busca do “tudo”, ainda hoje, um gigantesco desconhecido, como então podemos ser pontuais? Se este “tudo” possui “zilhões” de facetas não decifradas e ainda por serem entendidas! Portanto, se encontrarem em meus escritos, novas e diferentes proposições, a respeito de quase tudo que já escrevi, não se assustem, pois serão somente mais uma das minhas inúmeras e novas tentativas científico/metafísicas de chegar ao acerto almejado e procurado. Que a meu ver seria como o abrir de todas as gavetas! No dia em que tivermos conseguido abrir todas as gavetas do conhecimento, coisa que só conseguiremos fazer daqui a muitos milhares de anos, gavetas que contém tudo “do que julgamos possível e, do que julgamos impossível”, mas, que não são impossíveis, pois, “tudo” em nossa existência é “julgamento”. Quando conseguirmos abrir a última gaveta, tudo nos será revelado, conheceremos tudo, absolutamente tudo sobre o Cosmos e tudo sobre a vida, tudo do seu princípio, tudo que for possível de sua faceta desconhecida, tudo da sua realidade como coisa existente no presente, e aí então, saberíamos tudo sobre o seu inevitável futuro e “talvez” tudo de seu desconhecido fim, se este existir! O que equivaleria a saber tudo sobre o “tudo”. Só resolveremos isto! Quando conhecermos completamente o objeto que chamamos Universo. Então já saberemos como se processou e se existiu um princípio e se ainda existirá um fim! Ou se esse organismo que chamamos de Universo ou Cosmos seria sem princípio nem fim. Entenda que estas duas condições ou entidades: que nominamos de (princípio e fim), hoje, em meus modelos de análise do Universo ou Cosmos estão definitivamente descartadas como matérias de minhas buscas. Em idade tão avançada, eu praticaria uma extrema burrice, ao buscar por coisas muito provavelmente impossíveis de se encontrar. Aos jovens inteligentes delego tais atribuições. Sempre fui de opinião que o princípio ou início proposto para o Universo pela ciência está mais alicerçado “nas vaidades” tão naturais nos homens, que em outras coisas. Quem ler o ensaio 174: O “Universo e a Espécie Pensante”, entenderá essa verdade.

 

EIS O QUE EXPLANO E AFIRMO NO PREÂMBULO AO ANTELÓQUIO DE "OS TRÊS INSIGHTS". DATADO DE JUNHO DE 2002

5”OUCM”. Nesta obra, “Os Três Insights”, apresento enfoques gerais sobre proposições metafísicas diversas, embora a metafísica proposta aqui, seja na maioria das vezes, uma metafísica baseada quase que exclusivamente na física moderna, mais com ares de ciência que mesmo de metafísica, na realidade algumas perguntas sobre o universo e o homem, que possuam caráter transcendental só podem ser respondidas com a metafísica. Em “Os Três Insights”, foi tudo heuristicamente concebido. No contexto geral, cada capítulo tem arrazoados diferentes, divergindo às vezes sobre o mesmo assunto, a riqueza da minha obra é exatamente isso, oferecer vários enfoques ou pontos de vista sobre um mesmo tema, despertando no leitor o gosto pela análise e a busca pelo desconhecido, não o gosto pela incoerência, assim o espero. Alguns capítulos, a exemplo disso, são opostos em suas propostas conceituais, vejamos o caso dos capítulos de “A Grande Bolha” e de “O Universo Reverso”, onde no primeiro proponho um Universo em expansão, embora uma ideia distinta, mas, seguindo a ideia original de Edwin Powell Hubble, (1889-1953), e no segundo, diferentemente, apresento a proposição de um Universo em contração, o que vai de encontro à teoria do Universo em expansão proposto por Hubble, fato este, que de maneira alguma pode ser tomado como uma incoerência, na realidade, o que procurei fazer em toda a obra foi apresentar uma miríade de proposições forçando a mente analítica de cada leitor a tomar sua própria decisão. O fiz assim, porque não acredito que nada, mas, nada mesmo na ciência, e inda mais na “metafísica cosmológica”, (conforme a ciência, a “cosmologia” não é uma ciência), esteja definitivamente resolvido. Motivo pelo qual defendo ardorosamente a pluralidade das proposições. Acredito que no “eternamente” do homem, ou enquanto a subespécie durar nenhum saber será definitivo. Acredito piamente no que já diziam os pré-socráticos, de que: a única coisa permanente existente no Universo seria a impermanência. Hoje já temos inúmeras provas científicas dessa impermanência.

 

A CONCEPÇÃO ATUAL DA FORMA E DA DINÂMICA

DO NOSSO UNIVERSO PELA CIÊNCIA:

6”OUCM”. É impossível entender ou assimilar uma teoria que defina uma nova forma para o Cosmos, sem que tenhamos, pelo menos, mesmo que de forma simples, um pequeno conhecimento de qual seria a forma que atualmente concebemos para este Cosmos, principalmente, suas dimensões descomunais, começaremos com uma compreensão elementar da dinâmica do Cosmos. Isto, para que possamos compreender a teoria de um Universo com a forma de um campo eletromagnético de Maxwell, físico e matemático escocês. Numa escala secular, ou atual, o avanço tecnológico em todos os setores da ciência é tão rápido na área da pesquisa sobre o Cosmos, que mal são publicadas “novas” descobertas advindas de “novas” tecnologias, e logo “novos” avanços tecnológicos nos trazem “novas” descobertas que ampliam o horizonte do conhecimento já existente ou põem tudo por água a baixo, e então temos que reaprender tudo de “novo”. O avanço tecnológico é tão rápido que está pondo a lei de Moore no chinelo. (A constante chegada do “novo” é que torna o “conhecimento presente” tão efêmero). Sempre que tratarmos de física, não podemos nos esquecer de que, os principais pilares da física foram: (Tycho Brahe 1546-1601), (Johannes Kepler 1571-1630), (Galileo Galilei 1564-1642), (Isaac Newton 1643-1727), (James Clerk Maxwell 1831-1879), (Max Karl Ernst Ludwig Planck 1858-1947), (Albert Einstein 1879-1955), (Werner Karl Heisenberg 1901-1976), e (Stephen William Hawking 1942-2018), e muitos outros. Observem que a física quântica não será abordada neste ensaio, pois, aqui trato especificamente do macro Universo.

 

NO ENTANTO, TEMOS QUE CONSIDERAR QUE:

7”OUCM”. Einstein em 4 terças feiras seguidas do mês de novembro de 1915 no palco da Academia de Ciências da Prússia ao apresentar sua Teoria da Relatividade Geral, desconhecia três fatos de grande relevância e importância que já ocorriam no Cosmos naquela época, e que seguem:

(A): A existência das galáxias, que só foram descobertas no meio da década de 20 do século XX por Edwin Hubble com o telescópio de 2,5m de Mount Wilson.

 (B): O fato de que o Universo estava em expansão, fato descoberto por mesmo Edwin Hubble somente em 1929, descoberta que geraria a consequente teoria da origem do Universo, que estaria fundamentada no reverso de uma anterior contração, que criou a singularidade que geraria um posterior Big-Bang.

(C): Einstein desconhecia sobretudo, a existência da matéria escura e da energia escura, entidades necessárias, mas, descobertas e nominadas a posteriori! Para dar sustentação às equações da expansão do Universo e da mecânica das galáxias, obviamente, viria dar sustentação à própria teoria da Relatividade Geral! ou seja, ele desconhecia o que a ciência chama hoje de “duplo escuro”. Senão! Não teria proposto a constante cosmológica.

 

8”OUCM”. O Duplo escuro, segundo a ciência é o único fator causador da expansão acelerada do Cosmos. O “duplo escuro” foi previsto em 1933 pelo astrônomo suíço Fritz Zwicky, e foi parcialmente confirmado no início da década de 1970 pela astrônoma norte americana Vera Rubim da universidade Georgetown. Mas, a expansão acelerada só veio a ser confirmado definitivamente, pela nova ciência da radioastronomia em 1998. Segundo a opinião dos maiores astrofísicos, o duplo escuro possui uma força contrária à da gravidade. Ao invés de ser atrativa como a gravidade, ela é repulsiva, afastando os grupos de galáxias entre si, causando a expansão do Cosmos ou Universo, e a natural dilatação do espaço! Interessante, a física moderna nos diz que existe na natureza somente quatro forças fundamentais, tais quais:

 

1°) A força forte que tem interações no núcleo atômico, entre os quarks Up e Down, sendo mediada pelos glúons.

2°) A força fraca faz as interações entre léptons e quarks (ou seja, partículas leves), sendo mediada pelos bósons W e Z. Observar que os quarks também são léptons.

3°) O eletromagnetismo, em que os fótons intermediam a interação eletromagnética, cuja força possui dois sinais, positivos ou negativos, conforme! Se iguais ou contrários geram repulsão ou atração.

4°) A força de gravidade, que é somente atrativa. Sendo completamente desconhecida uma provável existência de uma partícula tipo um “glúon” ou um “bóson”, a partícula que intermediaria a gravidade, se é que tal partícula existe! E que denominam de “gráviton”, esta, continua desconhecida pela física.

 

9”OUCM”. O mais interessante, é que eu não havia pensado nisso! Em que lugar do Modelo Padrão os físicos vão encaixar estas novas forças, da matéria escura e da energia escura? Naturalmente, junto às três forças fundamentais, força fraca, força forte e força eletromagnética! Ou junto com a gravidade, que ainda continua fora do Modelo Padrão. E o mais importante, o que transporta ou intermedia a força de repulsão do duplo escuro? A ausência do duplo escuro na teoria quântica de campos do modelo padrão, é motivado pela incerteza do que ele seja. E assim, nunca o inseriram no Modelo Padrão! Qual nome vão dar a estas novas forças fundamentais e intrinsecamente repulsivas do duplo escuro? Sugiro que a 5ª e 6ª força sejam nominadas de: Forças fritzianas 5 e 6. Confesso que não tinha pensado nisso, a física tem agora um enorme nó górdio para desatar, ou cortar com a espada de algum Alexandre passando pela Frígia da física.

 

10”OUCM”. É bom observar que: O que se sabe até 2021, é que o “duplo escuro” nunca foi detectado fisicamente no Cosmos, por nenhum instrumento feito pelo homem! Detectando somente a força gravitacional repulsiva, supostamente oriunda do duplo escuro. A ciência confessa que não sabe o que este “duplo escuro” seja! Só sabemos que ele existe devido ao efeito gravitacional que ele provoca, (ou melhor, supõe-se que provoque), o duplo escuro se apresenta sob duas formas, a energia escura e a matéria escura. Esse duplo escuro foi detectado, no movimento acelerado de expansão do Universo e, no aparente, movimento sólido da rotação das galáxias, e no comportamento das galáxias nos pequenos aglomerados, sendo sua ação repulsiva mais notada nos superaglomerados. O desconhecimento de Einstein dos três fatos relatados no marcador de leitura 7”OUCM”., levou Einstein a criar a constante cosmológica para compensar a dinâmica da gravitação no vácuo. Depois, Einstein considerou a inclusão da constante cosmológica em seus cálculos, como seu maior erro. Quando em 1998 se confirmou definitivamente a presença do “duplo escuro” no Cosmos, evidenciou-se que este foi o seu maior acerto. Que cérebro! Que gênio! Acertou até quando pensou que estava errando. Olhe, que a relatividade geral foi levada ao público em 1916, fato que estou a tratar aqui, hoje, e de que, a grande maioria não se dá conta do que isto seja! Naquela época, (1916), o espaço era tido como um vazio, com a moderna tecnologia da astrofísica e da astronomia sabe-se que não existe o que se chamava de vazio, pois, o espaço em todo o Cosmos está preenchido com matéria escura e energia escura, sendo estas “duas entidades” o que os físicos do Cosmos denominam de “duplo escuro”. (Não devemos abstermo-nos de conhecer, ou lembrar da proposta contida na teoria das “Cosmic Strings” no espaço Calabi-Yau). Tema de um dos meus ensaios: (Nossas 11 Dimensões), também postado neste blog. Estive pensando! O duplo escuro não seria o efeito de duas distintas aglutinações ou densidades das esferas das sete dimensões no espaço de Calabi-Yau?

 

11”OUCM”. Descobriu-se que o espaço que permeia as galáxias e o que está entre as galáxias nos aglomerados está prenhe de matéria e de energia escura. O que explicaria o movimento anômalo das galáxias, onde toda sua massa de estrelas e demais corpos possuem diferentes velocidades de rotação, da periferia até o seu centro, independentemente de suas massas, o que faz com que os objetos mais periféricos tenham velocidades “relativas” maiores, e que os objetos mais centrais, e de que estes possuam velocidades “relativas” menores, o que resulta em velocidades vetoriais iguais. Isto, nos diz que: objetos galácticos, quanto mais próximos do centro fazem o giro de 360 graus em tempos iguais aos objetos da borda. O oposto do que ocorre com os sistemas solares, onde os corpos mais próximos do centro do sistema fazem o giro em torno do centro do sistema em menor tempo, e de que eles possuem velocidades (reais) diferentes para compensar a atração gravitacional que obviamente é maior ou menor quanto mais próximos ou afastados estiverem do sol central, sendo que a massa do objeto é atuante para estabelecer a velocidade e a trajetória desse mesmo objeto. É o que em astronomia denomina-se de momento angular, sendo que o momento angular no espaço mais próximo do centro das galáxias espirais não obedece aos princípios da física newtoniana. Isto, somente quanto à física newtoniana, sendo que: Os corpos mais próximos do centro da galáxia têm o mesmo tempo de rotação dos corpos mais da periferia. Bom, é muito complicado explicar movimentos vetoriais, e momentos angulares, sendo uma relação entre três valores: o vetor do eixo de rotação, a massa do objeto e a velocidade linear deste mesmo objeto, torna-se muito abstrato, deixa pra lá. Algo que nunca entendi foi a presença de enormes buracos negros nos centros das galáxias, e isto por bilhões de anos, será que as galáxias se reciclam? E que as galáxias de hoje não são mais as mesmas galáxias de um ontem distante? Parece-me que a concentração de “duplo escuro” cresce proporcionalmente à medida que se aproxima da maior massa por Km³ do centro da galáxia, diminuindo a velocidade dos corpos até igualá-la à velocidade radial dos corpos da periferia da galáxia, o que se reflete numa compensação com a perda da conservação do momento angular dos corpos “galaxiais”, perda esta, absorvida pela presença do “duplo escuro”, resultando num consequente equilíbrio do movimento no eixo vetorial, isto é observado nas galáxias. E num consequente equilíbrio numa distribuição proporcional do duplo escuro dentro da galáxia! O que resultaria em mais duplo escuro no centro e proporcionalmente, menos duplo escuro na periferia das galáxias. Daí, adviria o relativo equilíbrio! Será?

 

12”OUCM”. É bom que meus poucos e inteligentes leitores saibam que as galáxias giram como se fossem coladas ou desenhadas “fixas” no fundo de um prato, e que suas massas internas acompanham fixas o giro deste prato. O que vai de encontro às leis de Newton e da relatividade geral de Einstein. Entendo, que a quarta dimensão, ou o “espaço/tempo” einsteiniano não deforme o espaço dentro das galáxias! E que o duplo escuro as faça girar como um prato. Ora! Por que os sistemas solares não giram como pratos, como sistemas aparentemente sólidos como as galáxias? Se o duplo escuro que representa 95 % a permeiar todo o espaço cósmico de que é composto o Universo, por que ele não causa nenhum efeito no espaço dentro dos sistemas solares, permitindo que estes sistemas girassem como giram as galáxias? No entanto! Este espaço interplanetário, ao que nos diz a relatividade geral, é de que ele seja deformado pela quarta dimensão, ou espaço/tempo! Isto eu não posso discutir! Discuto é o porquê, do duplo escuro distribuído dentro da galáxia não afetar também nosso sistema solar! Ora! Nós estamos inseridos no braço de Órion dentro da galáxia, mais ou menos no meio da distância do centro para a borda da galáxia! Deve ser então, por um problema de magnitude da massa dos sistemas solares! Será que seria por isso?

 

13”OUCM”. Os movimentos e respectivas velocidades das massas dentro do sistema solar, podem ser determinados com as leis de Newton, que são leis simples, mas, nas galáxias estas leis não funcionam! O movimento dos corpos dentro das galáxias em rotação, é modificado pela presença do duplo escuro, o que elimina a conservação do momento angular dos corpos dentro da galáxia, não posso entender de outra forma. Nunca pude entender como, (sem mentalizar no espaço o princípio de equivalência de massa gravitacional e de massa inercial, mentalizadas no elevador), se possa compreender, mesmo com alguma dificuldade, a essência do que nos é proposto nas duas teorias, a de 1905, sem gravidade, e a de 1916, já considerando a gravidade como a consequente distorção do espaço, agindo também nas altas velocidades das  partículas relativistas. (A ideia de se ver num elevador em queda, foi um grande insight de Einstein, ele pode compreender que gravidade e aceleração basicamente são a mesma entidade).

 

DESTRINCHANDO DE QUE É FEITO O COSMOS:

14”OUCM”. A ciência já sabe de que é feito o cosmo? Ela nos diz que sim, em 2018 nos informaram de que é: - O Universo é feito de 68,3% de energia escura, 26,8% é de matéria escura, 4,9% de matéria comum, nesses 4,9% 1% é de átomos invisíveis, onde, 0,5% é de hidrogênio e hélio, 0,01% é de todos os outros átomos visíveis, 0,01 é da luz de todas as galáxias, mesmo as que nunca brilharam para nós, pois, quando aparecemos elas já haviam se apagado, 0,01% é da radiação de fundo do Big-Bang, o outro 0,47% é da massa dos três tipos de neutrinos, que são: os neutrinos do elétron, do múon, e o do tau, cujas massas ainda não estão bem definidas. - Só muito recentemente a ciência conseguiu estabelecer estes valores gerais da estrutura do Cosmos. E encontram-se às páginas 140 e 141 de (Panorama Visto do Centro do Universo), Joel R. Primack e Ellen Abrams, 2008, Editora Companhia das Letras.

 

ONDE A FÍSICA DE NEWTON NÃO FUNCIONA:

15”OUCM”. Vou repetir para um maior, melhor e mais fácil entendimento: Antes de se descobrir o duplo escuro, a astronomia não tinha explicação para o movimento das galáxias em torno de seus eixos! O movimento de rotação das galáxias sempre foi tido como uma anomalia da física do Cosmos, pois nas galáxias, quanto mais próximo ao centro o momento angular é menos conservado, (hoje sabe-se), sendo transferido para a massa do “duplo-escuro”, o que desacelera proporcionalmente os corpos, quanto mais próximos estiverem do centro da galáxia. O comportamento e o movimento das galáxias só recentemente vieram a ser parcialmente, compreendidos e explicados, com a descoberta da presença de matéria escura e de energia escura em altíssimas quantidades dentro e fora das galáxias. Ora! Adoro um ora! Se o duplo escuro causa a expansão do Universo! Então por que, se é da ação gravitacional repulsiva do “duplo escuro” que advém a expansão do Universo, então, por que o duplo-escuro não expande as galáxias? Antes, as fixam como corpos sólidos! Vixe! Mais um nó górdio para os cosmólogos! O duplo-escuro proporciona a forma espiralada encontrada na maioria das galáxias. Pelo menos esta é a opinião dos astrofísicos!  A nossa Via-Láctea como um todo dá um giro de 360 graus em torno do seu eixo em 220 milhões de anos, no entanto, o seu centro gira proporcionalmente e relativamente muito mais lentamente que os objetos da sua borda, o certo é que todos os corpos (do centro e da periferia), possuem (como dito anteriormente), a mesma velocidade angular, o que é um paradoxo. Outra importante descoberta da astrofísica e da astronomia moderna é de que os aglomerados locais e os superaglomerados de galáxias obedecem a lei de expansão do Cosmos, como se fossem corpos sólidos, isto é, não se expandem, mas permanecem juntos, assim, a expansão do Universo não faz com que as galáxias dentro dos aglomerados e dentro dos superaglomerados se afastem entre si. Isto não está bem explicado ainda. Os aglomerados e os superaglomerados é que se afastam entre si. Portanto é devido a isto que dentro de cinco a sete bilhões de anos nossa galáxia (Via Láctea) M30 estará se chocando com a M31 (Andrômeda), isto, devido ao fato de que seus movimentos serem convergentes em razão das suas mutuas, e imensas atrações gravitacionais. São dois objetos apaixonados, que inevitavelmente no futuro se abraçarão. Não existe a possibilidade destas duas galáxias, passar uma pela outra de raspão, seu atrator gravitacional é tão descomunal que elas tenderão inevitavelmente a um choque frontal e direto, no entanto, a Via Láctea e sua parceira Andrômeda deveriam estar se afastando uma da outra, se fizessem parte de aglomerados diferentes, isto pela repulsão gravitacional refletida na acelerada expansão cósmica provocada pelo “duplo escuro”.

 

AINDA O DUPLO ESCURO

16”OUCM”. No final do século XX criou-se um novo conceito de Cosmos com a descoberta do “duplo escuro”. O “duplo escuro” age de forma estranha, sua gravidade é repulsiva, portanto, não atrativa, existe a proposta de que o Universo a tenha herdado em um período que antecedeu ao Big-Bang. Também no nosso grupo local, composto de 63 galáxias sendo 31 tidas como principais, e 32 menos relevantes, a expansão cósmica acelerada não o dispersa pelo espaço, pois, a gravidade interna devido à proximidade dos corpos se sobrepõe à força de repulsão do “duplo escuro” interno, o que mantém coeso nosso grupo local, como na maioria dos aglomerados. O mesmo ocorre dentro das galáxias, a gravidade interna das galáxias se sobrepõe à força de expansão do “duplo escuro” existente dentro da galáxia. Senão a coisa está mal explicada! A força de repulsão do “duplo escuro” dentro da galáxia por ser mais atuante no seu centro, não somente faz retardar a velocidade de translação dos corpos mais ao centro da galáxia. Mas, também evita a expansão das galáxias dentro dos aglomerados. Quem só concebe o Universo raciocinando com base na física newtoniana dificilmente visualiza o movimento de expansão do Universo e o movimento interno das galáxias, em nosso caso, uma galáxia espiral, a Via-Láctea. Quanto à nossa expansão acelerada pelo espaço a fora, ela continua normalmente, e a cada segundo mais acelerada ela está, isto é, está se afastando aceleradamente de todos os outros aglomerados, vizinhos ou distantes! Descobriu-se assim, algo que explica facilmente a expansão acelerada do Cosmos. Todo o Cosmos é cheio de “duplo escuro” e quanto mais distante um corpo cósmico está do outro, mais “duplo escuro” existe entre eles, e quanto mais “duplo escuro” existe entre dois corpos, mais acelerado é seu movimento de expansão, disto deduz-se facilmente que os corpos mais distantes possuem mais “duplo escuro” entre si, e sua aceleração da expansão tenderá a aproximar sua velocidade da velocidade da luz “c”. Daí vem o limite do nosso Universo visível ou observável. Objetos mais distantes, simplesmente não se deixam ver, devido ao fato de que a sua velocidade de afastamento já esteja próxima da velocidade da luz, não permitindo que os fótons de sua luz caminhem em nossa direção. Além destas distâncias, nossos instrumentos por mais que se os aperfeiçoe serão sempre cegos. Lembre-se, tudo isso é somente abstração.

            

MEUS QUESTIONAMENTOS:

17”OUCM”. A proposição da ciência, de que quanto mais afastados os corpos estão, mais duplo escuro existe entre eles, (com isto eu não concordo), já vi, e confesso que sou um chato! Isto é mais uma burrice da ciência dos homens, persigam o seguinte raciocínio: Se num momento dado, entre dois corpos cósmicos existe uma distância A e neste mesmo momento entre estes dois corpos existe uma quantidade B de “duplo escuro”, como poderia noutro momento dado, quando a distância for A+X, então a quantidade de “duplo escuro” também aumentaria de quantidade para = B+Y? O que me diz esta proposição da ciência é que mais “duplo escuro” teria sido criado, quando esta mesma ciência nos diz que tudo que compõe o Universo foi criado no período iniciado aos 380.000 (trezentos e oitenta mil anos) decorridos entre a singularidade e o início da criação da matéria na forma de átomos e outras partículas, que a cosmologia chama de primeira recombinação. Diz-nos a ciência que a massa do Universo “é” “está” e ponto, portanto, não está mais sendo criada, tudo que existe “é” e ponto final. Eu criei uma explicação mais plausível: para este fato! Que seria melhor entendido e explicado se considerássemos que: O aumento da distancias entre as galáxias em expansão, provocaria uma queda na força atrativa da gravidade, segundo a lei da gravitação de Newton, mas não diminuiria a força expansiva do duplo escuro existente entre os corpos, antes, aumentaria proporcionalmente a expansão! E estaria então! Explicada a aceleração da expansão! Acabaria com a zoeira dos cosmólogos e estaria tudo explicado. Desde quando tomei conhecimento da proposição científica de que o duplo escuro, continha uma força repulsiva, e que provocava a expansão do Cosmos, que minhas dúvidas eriçaram meus cabelos, na época ainda abundantes. Ora! Por que o duplo escuro provoca a expansão do Cosmos com sua suposta força repulsiva/expansiva? Mas, torna a massa das galáxias estáticas, o que as faz girar como um corpo sólido, tipo um prato? Pois, observamos que seu movimento interno de rotação radial ou vetorial é estático! Para melhor entender! As galáxias giram como um todo, a exemplo de nossa Via-Láctea, em que todas suas 400 bilhões de estrelas dão um giro de 360 graus em 220 milhões de anos. Para este fato, do giro uniforme da sua massa, a cosmologia ainda não conseguiu nenhuma explicação, então debitaram este fato ao novíssimo e recém criado “duplo escuro”, que ainda não se sabe realmente o que seja.

 

A EXPANSÃO ACELERADA DO UNIVERSO SEM O ENFOQUE 

DO MARCADOR DE LEITURA 17”OUCM”.

18”OUCM”. Em 1929 o astrônomo norte americano Edwin Powell Hubble descobriu (para assombro da comunidade científica da época), que o Universo estava se expandindo numa taxa impressionante, no entanto, na época acreditava-se que esta taxa de expansão fosse uniforme e constante. Foi quando Einstein criou sua famosa equação demonstrando que: se a massa do Universo possuísse ou ultrapassasse um valor (X) o Universo voltaria a se contrair, portanto seria um Universo fechado, mas, se sua massa não alcançasse este valor (X), o Universo tenderia a se expandir para sempre, perdendo energia, e tenderia a desaparecer para dentro do espaço infinito, morrendo como um corpo sem luz, frio e sem vida, numa escuridão eterna, e obviamente como um Universo morto, e nesse caso seria um Universo aberto, E tudo indica (segundo o que nossa ciência atual descobriu), que nosso Universo seja um Universo aberto. O que não deixa de ser um quadro desolador, para quem pensa em escala de eternidade.

 

       19”OUCM”. No Universo conhecido, ou seja, no Universo massivo cujo limite visível é o “Campo Profundo” existe um número relativamente pequeno de tipos de objetos, sendo a maioria galáxias, de permeio a estas existem: protogaláxias, nebulosas, nuvens de gás, a maioria destes são berçários de estrelas. E dentro de cada galáxia um número imenso de estrelas, corpos chamados quasars, estrelas de nêutrons, nebulosas, estrelas mortas: anãs brancas, anãs azuis, anãs vermelhas, poeira cósmica, buracos negros, nuvens de gás, e os famosos buracos negros,etc. Nossa galáxia possui tamanho e massa média, no entanto possui um diâmetro de 100.000 (cem mil anos luz) possuindo no seu interior 400.000.000.000 (quatrocentos bilhões de estrelas), adoro os números grandes! Eles me fazem ver o quanto “eu” sou pequeno, os outros que sejam do tamanho que bem quiserem. Este número acima de estrelas está dentro dos limites do nosso Universo próximo e visível, ou seja, dentro de nossa galáxia. No restante do Universo existe um número “quase” infinito de galáxias. O número existente de galáxias que a NASA nos forneceu em 2016 foi de 2 trilhões. O que limita nosso Universo é a impossibilidade de vermos além deste limite, sendo que esta parte que é o limite do nosso Universo conhecido e visível, foi nominado pela cosmologia de “Campo Profundo”, sendo impossível conhecer o que realmente existe além desse limite chamado de “Campo Profundo”, porque está no extremo visível do Cosmos. Tudo que ultrapassar este limite seria portanto, pura especulação e elucubração da mente humana, ou mesmo da física, e neste caso, é função da metafísica meter o “bedelho”, sendo o que faço neste momento. Havendo esta ressalva: A Universidade de Cambridge no ano 2000 inseriu nas páginas 121-122 da sua publicação anual (Cambridge University Press, 2000, o argumento de Leonid Grischuk e Yakov Borisovich Zel'dovich (1978) de que a radiação de fundo junto com um argumento baseado na relatividade geral, sugerem que o nosso Universo poderia ter 100 (cem) vezes o tamanho do raio do nosso Universo cósmico visível que é de 13,8 bilhões de anos luz. Ou seja, um raio de 1.380.000.000.000 (um trilhão trezentos e oitenta bilhões) de anos luz, embora eu não tenha visto a explicação, mas, isso não passa no momento, de pura especulação, óbvio, ainda sem comprovação. O que vem corroborar minha ideia de que nosso Universo é muito maior do que a ciência nos diz, nunca consegui aceitar os argumentos da ciência para o tamanho do nosso Universo, na Obra “Os Três Insights”, do século passado, proponho um Universo esférico com 55 (cinquenta e cinco) bilhões de anos luz de diâmetro. Isto antes do ano de 2000. Mas, tudo que houver além do nosso horizonte cósmico, de 13,8 bilhões de anos luz, com certeza é uma incógnita, ora! Se sua luz nunca for emitida na nossa direção! O que houver além deste horizonte cósmico continuará por um longo futuro uma incógnita. Embora o limite luminoso de nosso Universo seja a radiação de fundo, com um raio de 46,1 -. Ora! Se a radiação de fundo está a 46,1 bilhões de anos luz, o proposto pelo “Cambridge University Press, 2000”, não faz sentido, ou a radiação de fundo em microondas não seria o que a cosmologia diz que seja! Não tendo sua origem no Big-Bang. E ainda nos julgamos importantes e grandes cientistas! Mas o grande problema reside no fato do Universo visível estar conforme a cosmologia em expansão acelerada. O fato real é que estamos lidando com um “objeto” que ainda não foi completamente compreendido, e com certeza, somente parcialmente conhecido. Aqueles que rejeitarem essa verdade, são simplesmente, homens dos três sábios: Pauvres remplisseurs de latrines!

 

OS PARADIGMAS DAS SOCIEDADES PRIMITIVAS DENTRO DO TEMPO:

20”OUCM”. Todos os povos indistintamente, me refiro aos povos que formaram grandes sociedades organizadas no passado e que tiveram, suas visões do Universo criadas por eles ou mesmo, herdadas de outros povos. Nenhum destes povos tiveram sua “visão de mundo”  restrita ao seu Universo terráqueo local, todos montaram seu mundo incluindo o Cosmos além do alto dos céus visíveis, todos tiveram uma visão de mundo incluindo o céu com as estrelas, e além das estrelas, só os povos ditos (bárbaros) viam seu mundo com referência ao restrito “aqui e agora local da superfície da Terra”, ou seja, todos que alcançaram algum tipo de progresso civilizatório tiveram seu “Uróboro Cósmico”, com a cabeça representando o macro de seu mundo material e sua cauda o micro Cosmos, representado para ele por sua essência, pensamento ou espírito. Para mim este símbolo esotérico ou uróboro, cósmico representaria mais, a transmutação do micro no macro Universo da roda da vida, equivalendo ao sansara do hinduísmo, o “Um no Todo”. É interessante observar que desde as mais antigas civilizações o homem concebeu ou construiu seu mundo incluindo o macro Universo, na época, isto era de difícil mentalização. Já o homem do século XXI, independentemente de ter educação acadêmica ou não, não consegue fazer isto. Daí a origem da pergunta, (o que há de errado com este novo homem dos séculos XX e XXI, o que há?). Onde seu Universo cósmico reduz-se ao Universo da superfície de Gaia. Sabe meus ilustres leitores! Eu descobri assustado, que vários amigos meus com formação acadêmica de todas as áreas, desconhecem a mecânica correta que provoca as quatro estações no planeta Terra. Interessante! O homem do campo, olha para o céu, ao ver a Lua sabe em que fase está, sabe em qual dia vai mudar, e para qual fase está indo. Nessa área o homem citadino só tem esse conhecimento se for um astrônomo, caso contrário, é um desinformado se tiver outra atividade como profissão. Estou me referindo a pessoas com formação cultural normal.

 

UM VISLUMBRE DE NOSSO UNIVERSO

21”OUCM”. Na realidade a ciência desconhece a real dimensão e a forma do Cosmos, e este desconhecimento é motivado pelo fato de que os corpos emissores de luz no limite do Cosmos se afastam de nós com velocidade próxima à da luz, ou simplesmente sua luz ainda não chegou até nós. O que nos leva a só poder ver a luz de objetos que não ultrapassem o limite mais distante do Campo Profundo, pois, no Campo Profundo o objeto emissor de luz mais distante que até hoje a ciência pode observar está a treze bilhões e oitocentos e dez milhões de anos luz, sendo este o raio limite do nosso Universo observável, que os cosmólogos chamam de nosso horizonte cósmico, ou limite do campo profundo. No entanto, a ciência cosmológica (não é nem considerada como uma ciência, segundo a maioria dos cientistas), a ciência cosmológica admite que ao chegarmos a este horizonte cósmico, ou limite do Universo observável, seja possível que teremos pela frente e para todos os lados um novo Universo observável com um raio de treze bilhões e oitocentos e dez milhões de anos luz, e ao chegarmos ao limite deste novo Universo estaremos no centro de um novo Universo, e assim “ad infinitum”, portanto, estaremos diante de um Universo sem fim. Mas, sempre só observável até uma distância de 13,81 bilhões de anos luz. E isto nos leva a um paradoxo, neste tipo de Universo onde ficaria a singularidade, mãe do Big-Bang. E para onde iria a relatividade geral de Einstein com sua luz de velocidade limitada a um único valor, isto em relação a qualquer sistema coordenado (SC), inercial ou não, e onde ficaria o centro do Universo primordial? Os cosmólogos sabem que em um Universo onde prevaleça este tipo de limite observável, sempre haverá uma pergunta, para a qual nunca haverá uma resposta lógica, verossímil e plausível. Onde ficaria o centro do Universo primordial? Onde óbvio, surgiu este Universo. Espero que tenha conseguido com estas poucas palavras delinear o Universo concebido, e assim, visto por nossa ciência neste início de século XXI.

 

O UNIVERSO COM A FORMA DE UM

CAMPO MAXWELLIANO:

22”OUCM”. Este modelo de Universo me veio à mente no final do século passado, ao descobrir que tudo no Universo é passível de possuir um campo eletromagnético; um átomo, uma molécula, um corpo qualquer, tudo é passível de possuir um campo, conquanto seja feito dos materiais adequados à existência deste campo. Assim, um átomo, um pedaço qualquer de um minério apropriado, um veículo, um corpo humano, um planeta, uma galáxia, tudo no Universo é passível de possuir um campo eletromagnético. Finalmente, onde houver energia eletromagnética existirá um campo. A própria Terra possui um imenso campo eletromagnético. No sistema solar, somente Marte e Vênus não possuem campo, embora Marte tenha um pequeno campo eletromagnético.  Daí deduz-se que uma das coisas mais abundantes no Universo sejam os campos eletromagnéticos, se esta proposição for verdadeira! Por que o próprio Universo não seria uma espécie de um imenso campo eletromagnético? Com as devidas ressalvas, de que este Universo teria a forma deste campo, mas, não seria um campo eletromagnético. Desde quando for deduzida matematicamente a forma deste campo, devido a sua grandiosidade, tenderia para a forma mais perfeita do Universo, que é a forma esférica, então ele teria, deduz-se, a forma ligeiramente elipsoide se aproximando da forma esférica. É bom notar que a forma mais abundante no Universo é a forma esférica. Esta forma torna-se necessária devido à grandiosidade da massa do Universo, pois este campo não poderia ter seu núcleo ou “túbulo” com a forma excessivamente longilínea, devido ao fato de que a massa total do Universo refluirá perpetuamente por dentro do seu núcleo ou túbulo, e este núcleo deverá ter dimensão radial (raio cilíndrico ou espaço em toro), igual ao raio de nosso Universo, suficiente para permitir que todos os corpos do Universo fluam permanentemente pelo seu interior naturalmente, de forma que as distâncias mínimas entre estes corpos sejam respeitadas para que suas massas não se comprimam  sem se aglutinar ou se despedaçar pela gravidade isto, obedecendo a lei de Roche, (se nesta escala esta lei ainda conservar sua validade), a massa do Universo penetra se contraindo no lado negativo do núcleo ou sul do núcleo do campo, e saindo se expandindo, também sem se alterar, aglutinar ou despedaçar no lado positivo do núcleo ou norte do campo, isto num “ciclo contínuo e eterno”. Aqui estou propondo que o “Universo Campo” ora proposto possua um túbulo interno com suficiente dimensão longitudinal e transversal para que a parte massiva “galáxias e outros corpos” desse Universo massivo flua constantemente pelo espaço interior do túbulo sem perder as distâncias mínimas entre os grandes aglomerados existentes.  Assim, quando da entrada no lado negativo ou sul do núcleo o movimento temporário do Universo será de aparente e suave contração, e quando na saída no lado positivo ou norte do núcleo o movimento temporário será de aparente e forte expansão. Este lado norte seria onde nos encontramos agora. Este modelo de Universo eliminaria o discutido fim/início deste mesmo Universo. Este modelo de Universo não é estacionário como o de Fred Hoyle, nem tampouco o modelo da cosmologia atual com uma singularidade e um Big-Bang no seu “fim/início”. Algo realmente pouco lógico e incredível. Ou como dizem! Incrível, implausível, inexplicável, inimaginável, improvável, inverossímil, inconcebível, incompreensível e sobre tudo, inverossímil. Um modelo de Universo dinâmico em constante movimento, talvez sem um início, e talvez sem um fim, diferente como o Big-Bang proposto pela atual ciência cosmológica, não é condizente com uma “Inteligência Cósmica”, desafio toda ciência dos homens, a nos mostrar uma única burrice praticada pela “Inteligência Cósmica”, dentro do macro Cosmos relativista, ou dentro do micro Cosmos quântico, ou mesmo dentro de toda a natureza que estamos em contato aqui no terceiro planeta, na superfície dos continentes, em suas profundezas, nos fundos dos mares, nas zonas fóticas e abissais, ou em toda a atmosfera. Ninguém, apontará uma única burrice, se o fizer, com toda certeza é um mentiroso, que não cultiva respeito nem por si próprio, um desonesto tentando imputar erro e burrice onde só existe acerto e sabedoria. Este modelo de “Universo campo”, proposto por mim, ainda no ano de 1999 é mais lógico, mais viável, mais condizente com a física do Cosmos, mais simples, mais crível e sobre tudo, muito mais elegante. A natureza e a matemática primam pela elegância. Este modelo de Universo é dinâmico com relação ao movimento de seus corpos massivos e outros componentes, não é estático, mas é estacionário com relação à sua forma. Sobretudo, é um Universo em estado de equilíbrio permanente e eterno. Embora, com forma diferente, do Universo que foi proposto pelo cientista Fred Hoyle na década de 40 do século passado. Determino terminantemente, que no meu modelo de (Universo-campo maxwelliano/moveriano), este grande cientista inglês, o Fred Hoyle, (1915-2001) ocupe uma cadeira de honra. Seus inteligentes questionamentos sobre o Big-Bang, sobre os hidrocarbonetos, e sobre tudo sobre as proteínas e os aminoácidos, todos estes seus corajosos questionamentos e posicionamentos, muito me influenciaram na análise da existência do Universo e da vida.

 

A CAPACIDADE CRIATIVA DE NOSSA DIMINUTA MENTE

23”OUCM”. Nossa mente é capaz de criar um Universo campo que faça parte de um Universo campo de Universos campos, “ad infinitum”. Existe, como disse noutro ensaio, infinitas formas de Universos passíveis de serem criadas por nossa mente. Esta que segue é racional, lógica e elegante! O nosso Universo em forma de um campo eletromagnético. Fazer parte de um Universo de Universos em forma de campo é lógico e racional! É nessa escala que tenho um ínfimo e infinitesimal vislumbre dessa Energia Cósmica Inteligente, que comanda a criação de tudo que existe. Que nós pobres mortais nominamos de “Deus”.

 

24”OUCM”. Posso conceber um número infinito destes modelos de Universos, formando um super macro Universo campo de (Universos Campos). Referidos no marcador anterior:

23”OUCM”. Com a concepção deste super macro Universo Campo de (Universos Campos), acredito que assim, me livro das mentes pequenas, elas não o conseguirão conceber.

 

25”OUCM”. O raio proposto para este modelo de nosso Universo, com a forma do campo de Maxwell que teria um comprimento longitudinal do túbulo com 96.000.000.000 (noventa e seis bilhões) de anos luz. Tendo um diâmetro transversal ao comprimento do túbulo de 28 Gal. (vinte e oito bilhões) de anos luz. No sentido longitudinal do túbulo interno teria 28 x 2 nas extremidades + 96 no túbulo = a 152 Gal. Devido a necessidade de um túbulo com um diâmetro de 28 Gal, dimensão adequada à massa contida do nosso Universo material visível para que ele possa transitar pela área interna do túbulo. Talvez, um raio um pouco menor na direção do comprimento do núcleo ou “túbulo”, o que resultaria num constante percorrer de galáxias e outros objetos na direção sul norte do túbulo com um raio médio de 14 Gal. Fazendo com que sua forma externa na parte fora do túbulo fosse ligeiramente elipsoidica, tendendo para uma forma quase esférica nessa parte externa do campo em si. Nossa galáxia na posição atual neste tipo de Universo estaria saindo do túbulo ou eixo norte do campo à talvez, 13,8 bilhões de anos luz do limite visível da sua saída do eixo norte central (o que provoca a aparente expansão) e entrando na outra extremidade do núcleo ou eixo sul central do campo, (o que provocaria um movimento com a forma de contração). Rememorando: Em nosso caso, teríamos então, durante este período um movimento em forma de expansão na saída do núcleo no eixo norte, criando um efeito bolha em expansão, motivo pelo qual consideramos nosso Universo como esférico e em expansão. E quando já no outro lado, na entrada no núcleo no eixo sul do túbulo, criando outro efeito bolha, onde o movimento seria de contração constante. E em ambos os casos, quando estivéssemos à 13,8 bilhões de anos luz distantes das extremidades do núcleo veríamos um aparente efeito bolha também de 13,8 bilhões de anos luz de raio. Em ambos os polos veríamos a radiação de fundo se apresentar à distância aproximada da metade do comprimento do túbulo ou eixo de comprimento de 92 bilhões de anos luz, somada a metade do diâmetro do Universo, ou seja, um raio de 13,81 Gal. anos luz, como também veríamos a energia existente em todo túbulo central do campo em expansão na forma de radiação que abarcaria as duas esferas de 13,81 Gal., nas extremidades norte e sul do túbulo, seria esta energia que Arno Penzias e Robert Wilson em 1965 com sua antena da A&T Bell identificaram como sendo a radiação de fundo que teria se originado 380.000 (trezentos e oitenta mil anos) após o suposto e inexistente Big-Bang, de uma inexistente singularidade. Num Universo maxwelliano/moveriano haveria permanentemente e eternamente uma expansão na extremidade norte núcleo ou túbulo, e uma contração em cada extremidade sul do núcleo ou “túbulo” do (Universo Campo). Este é a ideia central do meu elegante (Universo Campo) maxwelliano/moveriano, eterno, no sentido das duas setas do tempo.

 

26”OUCM”. As ideias que apresentei neste curto e singelo texto são tão somente ínfimos lampejos luminosos de uma futura teoria completa de um Universo em forma de um campo eletromagnético, seria função da ciência desenvolvê-la. Eu propus com a heurística os fundamentos do que chamei de teoria do Universo maxwelliano/moveriano, e nada mais. Um Universo como o Universo ora proposto seria definido por somente quatro equações, que são as equações de campo de Maxwell, se assim possam definir ou tenham potência matemática e prevalência para qualquer tipo e tamanho de campo! Do micro ao macro campo. E este (Universo Campo), seria o macro dos “Macros Campos”.

 

27”OUCM”. As proposições atuais dos dados científicos do Cosmos: embora sempre se alterem, estas aqui consideradas, são encontradas e referidas em Notas: nas páginas 361 a 435 em (Panorama Visto do Centro do Universo), 2008, do Joel R. Primack e Ellen Abrams, Editora Companhia das Letras. Embora a ideia da teoria do Universo Campo “maxwelliano/moveriano” tenha ocorrido, escrita e desenvolvida, no século passado no ano de 1999 por mim. Quando da ocorrência do 2º Insight. Seu aprimoramento tem sido constante. Essa teoria me faz lembrar um escritor brasileiro, que revisava seus livros, até quando já estavam indo para o prelo.


Edimilson Santos Silva Movér

Itacaré-Bahia. Dezembro de 1999

Ensaio revisado e atualizado

em Vitória da Conquista, agosto de 2018

Ensaio revisado e atualizado

em Maiquinique, 14 de julho de 2021

 

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