domingo, 27 de outubro de 2019

ANTITRATADO DA VIDA INTELIGENTE - PROLEGÔMENOS 1


DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR
Subsérie: Ensaio dedicado às realidades e aos questionamentos sobre a vida inteligente! Na realidade a função desse ensaio é preparar o espírito da humanidade para a realidade da necessidade de profundas alterações no modelo de sociedade adotado hoje pelos humanos. Sendo este o primeiro prolegômenos ao ensaio: A Sociedade Sempro. 

ANTITRATADO DA VIDA INTELIGENTE


Estes dois prolegômenos, o (Antitratado da Vida Inteligente e a Teoria Geral de Um Caos Planetário), serão eivados de repetições de pontos de vistas, unicamente por ele ser dirigido aos 7,7 bilhões de moradores do planeta, onde altíssimo porcentual não possui domínio sobre questões básicas científicas. Terminantemente estes dois prolegômenos e o ensaio A SOCIEDADE SEMPRO, terão caráter universal.

Este ensaio será dedicado aos meus hexavôs: João Gonçalves da Costa e sua esposa Josefa Gonçalves da Costa, patriarca e matriarca da maioria dos conquistenses, que são filhos das antigas famílias do Sertão da Ressaca, simplesmente, sem essas duas benditas pessoas, a maioria de nós, os conquistenses, não estariam aqui! Lembrem-se do paradoxo do avô da física relativista.  

ANÁLISE QUE FAREMOS DA VIDA INTELIGENTE
Para despertar na sociedade humana o gosto pela realidade, tentaremos fazê-lo pelo caminho da abstração, pois, embora o homem conviva com o mundo material e real! Mesmo assim, sentindo, vendo e convivendo com este mundo material e real, ele busca o irreal e a abstração! Como caminho e suporte para entender a realidade de sua existência! A prova mais evidente, dessa escolha, são as religiões! Nossa razão nos diz que nos dias ensolarados, as nuvens serão sempre claras, como o próprio dia ensolarado! A nossa ausência ou presença no ambiente, não mudaria essa realidade da natureza! Nossa ausência ou presença não altera ou cria a realidade das coisas, como nos propõe algumas pessoas de hoje, que na época de Schopenhauer seriam, por ele, chamadas de idiotas. A realidade do mundo é criada pela própria existência do mundo! Não pela presença de nossa consciência, o fato de nossa consciência alterar resultados esperados numa pesquisa no mundo quântico, não muda a realidade material de nossa existência no macrouniverso, nós, deveríamos ver isso como um fato percebido no ambiente da pesquisa, mas, não pertinente à macro realidade do nosso mundo existencial! Nossa percepção do mundo micro e macro torna-se possível somente através de nossos sentidos. E como nossos sentidos não foram feitos para nos mostrar e, não nos mostra a realidade do mundo, assim como realmente ela seja! Daí, advém as dúvidas que surgem naturalmente em nossa existência, e nos põe diante do irretorquível fato de que nada somos diante da intrínseca realidade da existência! E assim, alguns indivíduos levantam questões sobre abstrações, como a levantada a respeito do tombar da árvore solitária! Não faz sentido questionarmos a vibração das moléculas da atmosfera do entorno, (o que chamamos de som), do tombar de uma árvore solitária, se este som deixaria de acontecer ou não, com a ausência de um organismo ouvinte! Mesmo por que! Essa vibração levantaria uma “poeira” nas micropartículas existentes nas redondezas, modificando o ambiente próximo a este tombar! Esta pergunta é inconsequente, desde quando, os seres vivos que possuíssem audição só ouviriam o som se estivessem presentes, mas, a poeira levantada sempre aconteceria, fornecendo uma prova material inconteste da presença da vibração das moléculas do ar, testemunhas da ocorrência do fenômeno físico, a que chamamos de som! A idiotia vaga solta e desembestada pelos rincões do planeta Terra. Um idiota faz uma pergunta idiota e daí em diante uma chusma de idiotas passam a considerá-la uma sabedoria. E esses idiotas passam a se julgar sábios! Antes que uma testemunha consciente e inteligente passasse a existir no planeta, fato ocorrido há 300 mil anos, todos os fenômenos físicos já ocorriam por serem naturais, e não pela presença ou ausência de alguma coisa insignificante como um ser humano consciente! Antes da existência do homem, que erroneamente chamamos de ser superior! (“Tudo Era” Como D’antes no Quartel d’Abrantes!) Nossa vaidade nos faz pensar que somos importantes! Mas, trata-se na realidade de pura vaidade! Acorda humanidade burra! Que vive voltada para os aspectos enganosos que nos apresenta nossa percepção no curto decorrer de nossa existência! E que, por outro lado nos fornece entendimentos errôneos das realidades do mundo em que vivemos. Coisas reais e naturais existentes nos animais com sensibilidade, inclusive nos homens, que chamamos de sentidos! Eles as utilizam como percepções e sensações psíquicas, portanto, abstratas, mas, reais e prazerosas. outras sensações, nós, as chamamos de instintos, para facilitar a reprodução e a perpetuação das diversas espécies! Sendo antes, um engodo, que uma dádiva! Nos homens, essas coisas chamadas de instintos de reprodução, de posse, de propriedade e territorialidade, são necessidades, e não defeitos morais! Que somente sob esse ângulo concordo com Nietzsche! Vemos claramente que tudo externo ao homem é supérfluo, e quando algo externo ao seu “eu”, o beneficia, o faz somente à sua vida material! Somente as coisas internas ao homem são importantes para o constructo de sua evolução espiritual ou moral. A evolução biológica do organismo material do homem é feita pela própria natureza, com grande lentidão, mas, com extrema sabedoria! A evolução moral ou espiritual do homem é feita pelo próprio homem, “consilium Domini sui”, se com sabedoria o faz avançar! Mas, se com as ferramentas da estultícia o faz estagnar, e às vezes até a regredir! A maioria dos humanos vivem enquanto jovens, como se fossem eternos! Mesmo na velhice, poucos abandonam essa visão errônea que tanto lhes causa dissabores. Observem bem! Que ao citar o tombar da árvore, não estou a refutar George Berkeley, na sua metafísica, pois, nem mesmo temos certeza se esta questão foi tratada por Berkeley! O que defendo é que após o carbonífero, árvores sempre caíram e, desde sempre trovões pipocaram nos céus, provocando vibrações no ar, a que chamamos de som! Defendo o ponto de vista de um som poder existir independentemente da presença de um ser vivo para ouvi-lo! Cheguem numa ilha, armem uma bomba, deixem um gravador de som ligado! Afastem-se mil quilômetros dali! Detonem a bomba por rádio! Depois escutem o gravador! Defendo que a existência dos sons, independem da existência e da presença dos seres vivos para acontecer! Gravá-los e ouví-los já é outra história! A radioastronomia nos revela que os planetas e as estrelas produzem sons, que chegam até nós tempos depois, como sinais de rádio, até mesmo, milhões de anos depois! Voltando ao grande filósofo americano, o (Tratado sobre os Princípios do Conhecimento Humano), Berkeley 1710, onde ele aborda com objetividade e acerto o conhecimento do “sapiens”. Temos que considerar que o paradigma ou visão de mundo de George Berkeley, (1685-1753), na época, diferia bastante da visão de mundo do homem do século XXI. O que faço aqui é um simples questionar! Pois, este é o ensaio das realidades e dos questionamentos. Mas, um questionar das ações e seus efeitos, isto, com lógica e acerto. não um questionar na área filosófica.

COMO SE COMPORTA A MAIORIA DOS HUMANOS
Arthur Schopenhauer, (1788-1860), era de opinião que a maioria da sociedade humana era composta e se comportava como idiotas. Leonardo da Vinci, (1452-1519), era de opinião que a maioria dos homens eram simplesmente uns enchedores de latrinas. Eu comungo com eles, sou de opinião que a maioria da sociedade humana é composta por uma imensa manada! E se vocês analisarem bem! Também comungarão com eles e comigo a respeito dessa triste verdade! Observem as multidões nos estádios, nas igrejas nos carnavais, nas grandes manifestações públicas, de livre e espontânea vontade, se comportam como grandes manadas!

Nesses singelos estudos sobre a vida inteligente, adotaremos a policotomia, numa tentativa de lançar um pouco de luz à cada faceta desse magno tema que aqui será abordado! O que chamamos de nossa “essência”, é o que nos permite analisar a nós próprios e ao universo do qual somos ínfimas partículas! “Essência” essa, que também chamamos de espírito, enteléquia, eu, alma e inteligência! Sobre a qual, existe uma imensa variedade de questões ainda sem resposta, sobretudo, quando analisamos a existência da vida inteligente no planeta Terra. Questões, infelizmente, ainda não resolvidas pelos únicos portadores dessa inteligência que também chamamos de fator cognitivo do “sapiens”! Embora, os próprios animais elaboradores do famoso “pacote”, não tenham decifrado ainda o que seja a vida inteligente, não sei porquê! Estes mesmos animais, chamados de “sapiens”! Por exatamente, não saberem de nada! creem que tudo sabem, como se algum comedor de feijão, capins diversos e outros animais, soubesse o que seja a vida, sobretudo, a vida inteligente. Estas duras proposições, nos põem diante de algumas realidades, que vem a lume através de alguns questionamentos, "às vezes duros", sobre nossa existência.

AQUI INICIAREMOS A ANÁLISE SOBRE A VIDA INTELIGENTE
Esta análise será sem o viés de “problema ou mistério”! Por tratar-se de um fato existente, lógico e racional, sobretudo real, no entanto, como a vida inteligente possui uma miríade de questões a serem resolvidas. Esta análise será policotômica, abordando essas questões em sua plenitude e sob seus variados aspectos e formas, não desprezando algumas antigas abordagens filosóficas e metafísicas, sempre com o olhar nas novas proposições e descobertas feitas na área da nova ciência chamada de neurologia. Posso variar no aspecto do tema, mas, estarei sempre focado na vida inteligente! Terminantemente, não trataremos do posicionamento das religiões sobre as questões do que chamamos de vida inteligente. As religiões serão citadas aqui como existentes e necessárias no contexto da formação da sociedade humana moderna, fato ocorrido nos últimos doze milênios, isto, para que se torne evidente que existem outras visões ou abordagens sobre as religiões. Embora, quaisquer que sejam os tipos de questionamentos e posicionamentos que as religiões façam a respeito da existência da vida inteligente, isto, não mudará uma vírgula da realidade das religiões, nem tampouco da vida inteligente! Por isso, sempre tive a visão que o tema religião sempre foi mal abordado e mal compreendido pelos filósofos ateus, sobretudo, pelos filósofos da própria religião, meros enganadores de si próprios e de suas ovelhas, são os pseudos filósofos que se dizem teólogos! As religiões foram, e serão para sempre no seu início ou princípio, um processo natural na estruturação de quaisquer sociedades inteligentes no universo. Qualquer civilização no início do seu caminhar como sociedade organizada, principalmente, quando ainda no início do seu entendimento das reais complexidades que nos apresenta, a complexidade da existência da vida em sociedade!  As religiões são inevitavelmente necessárias, e não um mal! As leis orais religiosas precederam as leis civis, orais e escritas! Sem as religiões no início, dificilmente, as sociedades humanas no planeta se desenvolveriam, e estas sociedades foram muitas, portanto, muitas foram as religiões, necessárias para o início de sua estruturação. O pior de tudo, é que elas ainda não se tornaram dispensáveis! Ainda se julgam no ápice da inteligência, pobres humanos!

Ela, a sociedade em formação, inevitavelmente busca uma explicação para a vida inteligente, fundamentando-se em uma, ou em várias religiões, se o planeta possuir um único povo vivendo em comum! A tendência será haver uma única religião! Se for um planeta onde os povos se desenvolvam isolados, formando diversas etnias, sociedades e línguas, ou mesmo, espécies distintas, “que não é o caso do nosso planeta”, a tendência natural é que se crie diversas religiões como aqui na Terra, embora com uma só raça!! Portanto, as religiões são mais, suportes e necessidades dos povos no seu início, que anomalias comportamentais de quaisquer sociedades de pensantes, inda mais dando seus primeiros passos! Ao iniciarmos a montar este estudo, em uma homenagem às benditas religiões, que os humanos utilizaram para organizar suas nascentes e diversas sociedades, dentro de suas diversas etnias, temos que entender que: Nunca poderemos fugir da verdade de que no planeta Terra, só existe na atualidade, uma única raça, a que nós mesmos classificamos como subespécie “homo sapiens sapiens”. Que teve sua origem há 4,5 milhões de anos no vale Turkana, no noroeste do Quênia na mãe África. Fora do entendimento de que somos um único povo, uma única irmandade no planeta, uma única raça! O resultado será sempre as guerras e o sofrimento que nos tem acompanhado ao longo dos milênios. Não importa se somos, cada povo, uma sociedade de ricos ou de pobres, se desenvolvidos ou subdesenvolvidos, podemos até nos auto destruir completamente, que não deixaremos de ser para sempre uma irmandade, e uma única raça. A verdade da unicidade da raça aflora na verdade existente em um processo de reprodução natural só ser possível, entre espécies iguais, como todas as etnias dos sapiens o são! Em espécies distintas isso não é possível! Tente fazer um cruzamento mesmo em laboratório de um elefante com uma zebra! Ou cruze um representante da subespécie “homo sapiens sapiens”, com uma representante da espécie “pithecus”, e verás, que nada acontecerá! Agora, experimente cruzar o gene de um esquimó dos confins do ártico com o gene de uma bela antropóloga com todos os títulos que uma grande universidade possa lhes dar!  E se prepare para ser o padrinho do Inuitzinho! Como são diversos os povos ou etnias no planeta! Começaremos estes estudos com uma proposição conceitual do fundamento da existência de uma inteligência no universo, sendo este que segue, um antigo conceito de uma antiga religião de um dos antigos povos do Punjab, cujos descendentes ainda vivem na Índia de hoje, aqui citamos somente parte de um curto texto com um pouco mais de trinta palavras, mas, com uma profunda abrangência e significado filosófico a respeito da vida inteligente no universo, este texto pertence à uma de suas diversas crenças e religiões.

Bhagavad Gita - O Conhecimento Acerca do Absoluto. Verso 3: [Dentre muitos milhares de homens, talvez haja um que se esforce para obter a perfeição, e dentre aqueles que alcançaram a perfeição, é difícil encontrar um que Me conheça de verdade].

ENTENDENDO AS PROPOSIÇÕES SOBRE A VIDA INTELIGENTE
Essa proposição contida no Bhagavad Gita na versão do Mahabharata do século IV (a.C.), nos faz ver que assim como nas religiões ocidentais, também nas orientais, a crença geral, é de que seria extremamente difícil conhecermos a “inteligência suprema do universo”, que gerou a vida inteligente aqui na Terra. Não, em função dessa proposição! Mas, seria um extremo despautério restringir uma abordagem qualquer sobre a vida inteligente, somente ao campo diminuto e insignificante do mundo ocidental, ou mesmo restringi-la somente ao planeta Terra, que nada representa e ocupa no universo. Se conseguíssemos resolver a questão da vida inteligente aqui na Terra, nada teríamos resolvido, mesmo se a considerássemos, como sendo a única parte conhecida do universo com vida inteligente! E A inteligência do homem atual, se vê diante de fatos gerados por números realmente incompreensíveis, sobre o universo, ultimamente foi revelado pelos telescópios espaciais! Que existe em torno de dois trilhões de galáxias! Há tempos que nossos telescópios terrestres nos mostram que nossa galáxia, a Via Láctea   possuí quatrocentos bilhões de estrelas, fato confirmado pelos telescópios espaciais! Estes telescópios espaciais revelaram que ao que tudo indica, a maioria das estrelas possuam sistemas solares, e que esse fato seja comum a todo universo. Embora, aqui esse conceito de muitos sistemas solares possíveis da moderna radioastronomia, não fosse conjecturado por Kant no seu “noúmena”! O kantismo,  no século XVIII o tinha como a essência imaginável de um universo incognoscível. Na época de Kant, um “noúmena” era uma concepção da mente! Temos que entender a proposição de Kant como uma “coisa” real e existente, independendo da mente de um “sujeito” pensante, da mente de um “sapiens” para essa “coisa” existir, não havendo necessidade do uso dos sentidos comuns para se conhecer o “noúmena”, pois, ele é mais a percepção de uma abstração do “todo”, que outra coisa! Mesmo como uma abstração, ele seja o oposto ao “phaenomena”, pois, trata-se de uma ideia! Embora também seja tão real quanto o “phaenomena”, pois trata-se de uma abstração de um universo pensado, mas tido como existente. Temos que entender a proposição de Kant com fundamento na “visão de universo” que o início do século XVIII oferecia a Kant, lembrem-se que essa “visão de universo” dos humanos, só passou a se aproximar da realidade no ano de 1924 - quando Edwin Powell Hubble 1889-1953, descobriu a existência das galáxias e suas distâncias descomunais! Mesmo com a descoberta de Hubble, nossa visão atual do universo ainda é inconcisa, precisamos reduzi-la a conceitos ligados à vida inteligente mais simples e compreensíveis, o problema da radioastronomia é a acelerada expansão, pois, só temos uma visão de um universo ainda a ser entendida, portanto, uma visão ainda inconclusa! O gigantismo do universo gerado pela expansão, cria um universo desconhecido. Principalmente, depois da descoberta feita pela radioastronomia da realidade da expansão acelerara! Então, a visão de universo tornou-se mais inconclusa ainda! Assim! O estudo não será focado somente no planeta Terra, pois, equivaleria a tentar diagnosticar a presença de um vírus mortal num paciente, estudando somente a sombra de uma molécula do canto da unha do dedão do pé desse paciente! Isto, por se desconhecer completamente o potencial e a origem desse vírus, desconhecimento, que provocaria o consequente medo de contaminação, o que dificultaria e impossibilitaria ainda mais o diagnóstico! Existe uma vasta policotomia nos estudos já existentes sobre a vida inteligente no universo, gerando um imenso número de questões filosóficas sem resposta, não somente sobre a vida aqui na Terra, mas, em todo o universo! A questão da inteligência no universo resolve-se pelo fato de que pelos efeitos é possível estabelecer e conhecer um padrão para suas causas! Não concordo com uns palermas quando analisam Aristóteles, ora, se encontro minha camisa molhada! E deduzo que a causa foi fogo, se a encontro queimada! E deduzo que a causa foi água!  Ora! Me dê meu boné. A lógica seria a transformação causada pelo movimento da água e do fogo que minhas camisas se transformaram, mas, identifiquei as causas erradas, mesmo assim, nem o movimento nem a transformação deixou de existir! Mas, não utilizei a lógica para identificar a transformação! Portanto, nalguns casos a lógica é mais importante que a transformação para se identificar uma causa! Mas, a lógica não seria o veículo gerador da causa! Vejamos o mesmo filósofo de botequim quando disse na abordagem da causa material de Aristóteles... Diz ele! A causa material refere-se a matéria de que é feito o objeto, diz assim, o idiota citado por Schopenhauer, que fez a abordagem, se pensarmos na casa do joão-de-barro, a causa material é o barro, de que foi feita a casa, “errado”, a causa material é o joão-de-barro, Ora, Aristóteles postulou  que a causa é o resultado da transformação do objeto causada pelo movimento! Que se revela como efeito! Portanto, a causa da existência da casa do joão-de-barro seria o veículo do movimento, que seria o próprio joão-de-barro. Quando ele chega na “causa final”, esta deveria ser nominada de finalidade da causa! E não, causa final. Ora! Conforme a semântica lusófona, “finalidade de causa” e “causa final” possuem sentidos completamente diferentes. Desisto! Este meu país, nunca vai ter um Prêmio Nobel.

O KANTISMO NO SÉCULO XVIII
Quanto ao kantismo noúmenico, tudo não passa de meras tentativas de se conhecer o desconhecido. Questões estas, que nada mais são que elucubrações da mente dos “sapiens”, quer sejam filósofos, cosmólogos ou pensadores de outras áreas, ou mesmo homens comuns! Estas questões sobre a vida inteligente aqui na Terra e no universo, por mais complexas que sejam, sempre estarão presentes de permeio à existência dos “pensantes/falantes”, e sempre referentes a um “noúmena” kantiano, devido a descoberta recente de que, o universo é imensurável, pois, a expansão acelerada descoberta e proposta por Hubble, nos mostra isso. Desse arrazoado resulta que somos nada mais que uns desprezíveis tolos, insignificantes e vaidosos seres “pensantes/falantes” que, no geral, pensam que tudo sabem! Pobres tolos, envaidecidos com o embrião do que chamo de pacote! E que todos chamam de ciência.

O PACOTE MONTADO PELOS HUMANOS
O motivo desse comportamento, de pensar “tudo saber”! Se fundamenta no seguinte, e isso é taxativo: A subespécie “homo sapiens sapiens” no decorrer dos últimos sete ou seis milênios iniciou a montagem de um “pacote” de questões sobre a natureza do universo que podiam se dar conta e perceber, O desconhecido sempre foi deixado de lado! Isso devido a ausência de instrumental! Como seres inteligentes que eram e são! Sempre fizeram perguntas, e questionaram sobre os fatos que não compreendiam referentes ao universo que os envolvia, como sua vaidade lhes dizia que eram capazes de tudo saber! Consideravam muitas questões como resolvidas, quando na realidade, estavam somente pretensamente resolvidas. Mais recentemente, podemos considerar que a uns quinhentos e poucos anos atrás, quando os homens se aventuraram pelo mar numas canoas de madeiras, que chamavam de navios! Eram mais máquinas de matar marinheiro que outra coisa, Cabral, por exemplo perdeu mais de metade de sua frota quando retornou para Portugal, e ninguém toca nesse assunto. Mas, tudo iniciou a se modificar, foi a partir da invenção da imprensa acontecida uns cinquenta anos antes das navegações, pela facilidade propiciada pela imprensa com os tipos móveis para o registro dos conhecimentos descobertos pelo pacote! Que no futuro seria chamado de “ciência”. A sociedade ocidental iniciou o desenvolvimento acelerado desse “pacote” com base em normas lógicas e racionais, reforçadas no século XVII pelo método de Descartes. O verbete ou nome “ciência” dado a esse “pacote” de questões, com partes pretensamente resolvidas. É bastante mais novo, só passamos a chamar o pacote de “ciência” mais recentemente!  Pois, o nome “ciência” foi utilizado pela primeira vez pelo historiador inglês, filósofo, teólogo, polímata e padre anglicano William Whewell, (1794-1866), antes, as pessoas que investigavam a natureza, o faziam, dizendo que praticavam “filosofia natural”. Foi este padre anglicano que pela primeira vez chamou este pacote de conhecimentos de “ciência” e, a humanidade com esta ciência tenta resolver e entender o que seja a vida e o universo. Mas, por mais que tente, não consegue respostas concludentes para todas as novas questões surgidas ou mesmo, para as já existentes. A verdadeira e grande questão que aflora disso tudo, é que estes pensantes/falantes, com este pacote de questões, como disse, “pretensamente resolvidas”, tentam responder às questões que só vieram à tona, exatamente pela existência do próprio pacote chamado de ciência, pois, sem o pacote estas questões nunca aflorariam ou seriam percebidas!  Vou repetir mais uma vez! A lógica me diz que posso afirmar com toda certeza, que estas questões ainda não foram resolvidas completamente pelo próprio pacote! Como resolver questões de um objeto desconhecido? Se um fator qualquer torna parte de um objeto desconhecido, como descobrir qual porcentual desse objeto é desconhecido? Embora, alguns idiotas e vaidosos digam o contrário; principalmente, as questões pertinentes à vida inteligente! Inteligência esta, inerente ao próprio universo! Ora! Se a vida inteligente é inerente ao universo! O será inerente às partes conhecidas e desconhecidas, ambas estudadas pelo próprio pacote, a que chamamos de “ciência”! As incoerências que surgem no pacote, tem origem nas mentes de alguns “sapiens” vaidosos que por fazerem parte da ciência, e por serem chamados de cientistas, creem e acham que tudo sabem! Quanto engano! E quão longe disso estão! Daí, advém a dificuldade para se desenvolver em alguns setores o que a sociedade dos pensantes/falantes, chamam de ciência. isto, depois da invenção da escrita, pois, antes nada era consistente. Parte dos pensantes/falantes, como cientistas, e o restante como usuários das benesses desse pacote chamado de ciência, se consideram como os seres mais evoluídos do universo. Só não são um número maior de tolos, por serem somente 7,7 bilhões de enchedores de latrinas! Um deles, é este que vos transfere esses conceitos, apresentando-os de uma maneira informal, dura, crua, mas, real! Conceitos, que denomino de singelos raciocínios sobre o tema “vida inteligente”.


DENTRE AS QUESTÕES NÃO RESPONDIDAS PELO “PACOTE” E REFERIDAS SUBLIMINARMENTE ACIMA, SOBRESSAEM AS SEGUINTES:
Vamos brincar de raciocinar para chegarmos a elas! Portanto, não considerem a lista de questões que segue adiante como coisa definitiva”, não há como fazê-la definitiva, novas questões sempre surgirão naturalmente, ou serão criadas a cada momento pelo pacote de conhecimentos que chamamos de ciência.
(1): O que seria o organismo pensante/falante?
(2):  Por que é imperfeita a sua percepção dos fenômenos que ocorrem no universo como um todo?
(3) Esta imperfeição advém da diferença de escala existente entre o pensante/falante e o macro-micro-universo? Ou esta imperfeição seria gerada pela diferença de valores entre a energia presente nos seus organismos e o potencial energético presente no universo como um todo?
A questão seguinte é de aparência simples, mas, na realidade é extremamente complexa e importante!
(4): O que seria este poder inconsciente presente em todos os organismos, que os levam a reagir a estímulos, e por sua vez, nos leva a classificá-los como seres vivos?
Simplificando, a questão (4), ela ficaria em (5), assim!
(5): O poder que leva todos os organismos vivos a reagirem a estímulos, é único e universal ou multíplice e individual?
(6): simplificando mais a questão (4) em (6) este poder é externo ou interno aos organismos vivos?
(7): Se externo! Seria único e universal.
(8): Se interno! Seria multíplice e individual.
(9): Prevalecendo a questão (7), chegaríamos logicamente, a um universo inteligente.
(10): O motivo da resistência à questão (9), está em Ecles. 1:2
(11): Aqui neste ensaio, “admitimos, eu e vocês meus inteligentes leitores”, como uma verdade axiomática, que a maioria dos organismos superiores aqui no planeta pensam, mas, somente uma “espécie” expressa estes pensamentos através da fala.
(12): Deduz-se do proposto em (11), que muitas espécies pensam, mas, não falam. Ainda bem, senão! Grande parte dos “pensantes/falantes”, ouviriam muitos impropérios!
 
RECORDAÇÕES DE FATOS INEXPLICÁVEIS
POIS, NÃO HÁ COMO EXPLICÁ-LOS!
O diálogo entre os seres (A: e B:) dentro da nave enterrada no solo.
A: O que seria a vida inteligente existente no meu planeta Terra?
B: A vida inteligente como a conheceis, é o eco da consciência inteligente do universo reverberando sobre o planeta, a que chamais de vosso.
A: Somente o eco?
B: Sim! Somente o eco! Exatamente isso, o eco!
A: Considerando que: Aqueles que são classificados como sábios lá na Terra, não conseguem entender ou crer na existência dessa consciência inteligente existente em todo o universo! Como ficaria esta questão?
B: Considerando que: Quando eles conseguirem provar a inexistência dessa consciência inteligente! Eles desaparecem, como num passe de mágica! Então, a questão ficaria resolvida num segundo! Agora, vos pergunto, sois um “Ser” inteligente? Se o sois! Logo a inteligência existe no universo, portanto, com possibilidade de ser ampla e total! Ou pensais que sois a única espécie inteligente existente no universo! Ou, vós e vossos sábios acreditais que vossa Terra é um mundo único e privilegiado, existente completamente à parte do universo?
A:  Eu creio que não, embora só possa responder por mim! Agora voltando à questão primeira, vos inquiro! O que sou individualmente, como “Ser”?
B: A resposta está dentro de vós! Sois o próprio universo tomando conhecimento de si próprio!
Este texto é parte do que foi rememorado e anotado alguns dias após o meu reaparecimento dentro do rio em Taboquinhas, Itacaré-Bahia, 08 de janeiro de 2000 - Movér.



QUANDO SURGIU O “PRINCÍPIO DO PRINCÍPIO” DA VIDA INTELIGENTE AQUI NA TERRA
1* Nós os humanos, montamos o famoso pacote e, como responsáveis pela existência desse pacote, seguiremos o que nos diz o bendito pacote! Pois, no momento não há nada mais racional e lógico que o pacote. Conforme a paleoantropologia, o registro do mais antigo fóssil de um primata, foi datado com a idade de setenta milhões de anos atrás, portanto, cinco milhões de anos antes do fim do período cretáceo. (Fique combinado, que aqui, datas não são relevantes). Seu fóssil foi classificado como primata pelos biólogos e naturalistas: Leigth Van Valen, 1935-2010 e R. Sloan em (1965), que lhe deu o nome de Purgatorius, por ter sido encontrado numa região das montanhas rochosas, chamada de colina do Purgatório, no Estado de Montana-USA. Segundo a mesma paleoantropologia iniciamos a pensar bem depois, somente há 300 mil anos atrás! Antes de adquirirmos esse “pensar”, éramos hominídeos da espécie “Cro-Magnon” descendentes do “homo erectus” desde há setecentos mil anos, ao passarmos a pensar, fomos classificados como a espécie “homo sapiens”!  Homens que possuíam o dom de saber! E depois como a subespécie “homo sapiens sapiens”, isto, ao tomarmos consciência em data “incerta”, de que possuíamos o dom de saber que sabíamos! O que alguns dizem ter sido há 125 mil anos atrás, ou em outra data qualquer! Sempre quis saber como a paleoantropologia datou este evento! Gostaria de saber, atrás de qual fundamento se pauta essa afirmativa! Ora! Essas duas classificações taxonômicas Carolus Linnaeus, as elaborou e as publicou em 1735, mas, ao publicá-las, não datou o início de tais eventos, por ser algo extremamente difícil de fazê-lo na época, até mesmo hoje é extremamente difícil datar o último evento! O aparelho fonador do “sapiens” não se fossiliza por mineralização, nem por outro processo qualquer, por ser constituído de cartilagens! O iniciar a pensar da espécie, para classificá-la de “homo sapiens” é bem mais fácil!  A paleoantropologia percebe com mais facilidade as mudanças no comportamento dos Cro-Magnons, no início de seu pensar! Isso fica registrado nos utensílios, nos costumes, nas mudanças na alimentação, coisas que facilmente ficam registradas nos coprólitos, tudo isso, fica junto com os fósseis, mas, datar quando o homem descobriu que sabia que sabia, não passa de uma suposição. Podem criticar à vontade, mas, é assim que entendo a coisa, salvo, se eu não estiver agindo como um “homo sapiens sapiens”, mas, sim como um “homo stultus stultus”! Coisa de que, com certeza serei acusado! E portanto, de não merecer a classificação de “homo sapiens sapiens”, isto é, homem que sabe que sabe! Ou como dizia o linguista e filólogo alemão: Homem que saboreia o saber!

2* Hoje, finalmente, já conseguimos definir o que somos como seres inteligente, de forma “quase perfeita”! Como sendo: O universo tomando conhecimento de si próprio. Nesse tomar conhecimento de si próprio! Explode diante de nós como universo que somos, misteriosamente, um organismo chamado “vida” representado por milhões de espécies, das quais somos uma! Embora ao que nos pareça! Sejamos como espécie, o máximo que a vida conseguiu evoluir em termos de inteligência! Mas, será que estaríamos conceituando acertadamente este evoluir? Como universo inteligente que somos em evolução! O grau de acerto nessa análise seria proporcional ao próprio grau de nossa evolução! Segundo meu julgar, ainda estamos no grau “zero”. Portanto, somente aos poucos, iríamos tomando conhecimento do infinito potencial da inteligência deste universo de que somos partícipes, quando iniciarmos a vislumbrar o potencial dessa inteligência do universo, representada por sua energia, veremos o quanto somos diminutos como indivíduos possuidores de limitada energia, o que nos faz limitados diante dessa ilimitada energia do universo! Então nos perguntamos! Porque somos tão diminutos? Existiria alguma sabedoria ainda oculta ao nosso entendimento, em nos fazer com tão pouca energia? Mesmo em minha infinita pequenez e insignificância como pensante/falante, vejo infinitas razões para acreditar que a consciência/inteligência que se predispôs a engendrar a vida, o fez com infinita sabedoria. Nossas potencialidades cognitivas, conforme nosso julgamento, são infinitas! Mas, quando diante de um pálido retrato formado por nosso entendimento das infinitas potencialidades do universo, se tivermos um grama de humildade, para fazer a leitura correta da nossa condição como seres energético/inteligentes em sua máxima potencialidade! Isto, veremos, como disse, quando diante da magnitude da infinita inteligência que engendrou o próprio universo, que somos simplesmente, nada mais que o “Oposto do Tudo”.  Alguns tolos dirão que a vida não tem mistérios, como se algum “sapiens” soubesse o que é ele próprio! Temos que conviver com a realidade de que a estultícia nos acompanhará pelos milênios a fora! A ciência, tanto quanto a filosofia e principalmente as religiões, não sabem um til do que seja a vida, absolutamente nada! Podem berrar à vontade! Nada sabem, nem de sua origem nem de seu propósito, a verdade é que tudo que se diz está baseado em suposições! Cada um diz o que lhe apraz e o que quer! Nenhum dos seres pensantes/falantes que se dedicam a analisar o universo, montando como resultado dessa análise um pacote a que chamam de “ciência”, não possui ainda suficiente evolução para entender, e humildade para confessar que sua “ciência” ainda está no estado embrionário! A verdade é que todo o conhecimento que o homem conseguiu criar e acumular até hoje como ciência, o afastou mais que o aproximou da verdade. Decifrar e entender a química da vida complexa, é um trilhão de vezes mais fácil que conceber e criar a vida mais simples que existe. Nos informa a ciência conhecida como genética que: Os genomas haplóides dos seres humanos contidos nas células conhecidas como espermatozoides masculinos e óvulos femininos, possuem em torno de três bilhões de pares de base de DNA, isto foi determinado somente em 2012. Dizermos que esta complexidade é uma simplicidade montada pela evolução vai de encontro ao que nos mostra a genômica, a medida que institutos como GP-write. Avançam no rastreio do HGP as complexidades crescem e passam a ser menos compreendidas, pelos humanos embora determinadas pelos programas computacionais, portanto, aumentam! A última reunião do grupo, embora não fosse explícita nesse sentido em 2019 em NY, deixou transparecer isto. Se a genômica entrar no mesmo caminho da MQ, terminará com um modelo padrão também incompleto, e a ser completado para tornar-se compreensível, pelo menos ao nível do entendimento humano.

O GRÃO DE PÓLEN
3* Das três grandes ferramentas, até hoje, tidas como pretensamente capazes, e criadas pelos homens para tentar entender e explicar o universo, ferramentas chamadas de Ciência, Filosofia e Religião! Quem melhor se informou e anda no caminho certo, seria a ciência, mesmo assim, devido ao modelo de ciência determinística adotado, ela desconhece completamente como se formou a vida e, o que é a consciência! Os avanços conseguidos na biogenética, não nos dizem o que é a vida nem como ela se formou! Conseguem até clonar um animal, não tenho conhecimento se algum cientista já tenha conseguido clonar um “sapiens”, e se esse clone possuiria consciência plena! Todas as clonagens feitas até hoje possuem como base uma célula original preexistente! Ainda não conseguiram criar em laboratório uma célula que possa gerar outra célula, nem mesmo um simples grão de pólen que possa polinizar uma flor! O mais difícil é criar uma célula com um DNA complexo que gere um outro organismo complexo! Seria necessário criar primeiro milhões de células, juntando-as ordenadamente, para assim, conseguir clonar um animal complexo e completo, como o fazem numa clonagem normal, mesmo na clonagem de um dos mais simples dos organismos vivos! Ora! Despender recursos e tempo para gerar de forma incerta uma coisa extremamente complexa e já existente, sem um absoluto e completo controle! Sendo o controle uma coisa dificílima de se fazer! Pois, os pesquisadores não podem viver eternamente confinados nos laboratórios! Existe o “risco” permanente de sair dessas tentativas, algo completamente indesejável, e pôr em “risco” a própria existência da humanidade! E no mínimo, seria uma extremada estultícia! Lembrem-se dos ebolas da vida, e de outros vírus que varreram a África, ou um retrovírus com um RNA replicante e mortal, temos como exemplo, os (polivirus ou picomavirus) e outros, sem falar na Aids. Existem diversas acusações de que muitos desses desastres tiveram origem em experiências mal controladas, os civis acusam as pesquisas militares em laboratórios de genética! E, finalmente, para a ciência, qual seria o sentido ou o propósito da vida? Até hoje só conseguiram dizer, que a vida não possui a priori, nem um sentido nem um propósito específico! Como se um comedor de feijão e enchedor de latrinas pudesse decidir “coisas” dessa magnitude!  A esses é que fica indicada a questão (10). A principal prova da dificuldade para se criar a vida! É subliminarmente visto no problema criado para a polinização das extensas lavouras do centro oeste americano, com o desaparecimento das colmeias, provavelmente causada pelos agrotóxicos! Os grandes laboratórios norte-americanos de genética, não conseguiram “ainda”, criar um polinizador para substituir as abelhas. Se o pacote com a biogenética, não conseguir criar um substituto eficaz para a polinização, isso, impedirá no futuro, o funcionamento de uma indústria que gera bilhões de dólares!    

HUMANO
4* Só os néscios creem que a existência do universo seja fruto do acaso, é só olhar o caso das proteínas e dos aminoácidos, se tudo fosse por acaso, o mundo não seria organizado como a bioquímica e a física quântica nos demonstra! E o pior, o universo humano inteligente não existiria, mesmo se existisse uns animais que se pudesse chamar de humanos, o mundo só seria povoado por seres “hipermanadas”, embora sem poder algum para com o raciocínio analisar a si próprio, o universo que o circunda, e evoluir! Portanto, seriam mais animais com aparência de humanos que outra coisa! A única função que temos como “pensante/falantes” seria analisar o que somos, analisar o mundo em que vivemos, que chamamos de universo, para assim, evoluir como seres pensantes. Que é nossa única utilidade, e, não adianta procurar outra utilidade para os humanos, nossa única utilidade e função é evoluir, e dentro desse evoluir buscarmos o que somos, para podermos evoluir! O que se torna num ciclo perpétuo! Porquê, os manadas não evoluem? Não há explicação para isso! Tem milhares de anos que estão no planeta e não evoluem! Os seres “manadas” estão por todo lugar, mas, não servem pra nada, no sentido de contribuir com a evolução da espécie! Devido ao potencial numérico, a lentidão da evolução da espécie se faz presente. Portanto a única utilidade seria para atrasar a evolução da espécie! O que, não posso é avaliar se esse atraso é benéfico ou não! Talvez se evoluíssemos muito rapidamente, nos destruíssemos! Se o futuro da espécie dependesse dos manadas, o presente seria igualzinho ao passado, então, não existiria evolução no futuro da espécie, desde quando não haveria no passado. A sua única função é se alimentar, excretar, se divertir, reproduzir e falar bestagens, eles não conseguem fazer mais que isso! Não fizeram nada no passado, não edificaram um presente que possa construir um futuro! Nem tampouco sabem tirar proveito das lições do passado. Sendo completamente dispensáveis! Um “sapiens” desavisado pode até tentar encontrar ou entrever alguma utilidade na área da evolução, para essa classe de humanos! Que só servem para se multiplicar e, com a explosão demográfica pôr em risco a permanência da humanidade no planeta. A realidade é que o “homo Sapiens sapiens” normal já nasce completa e, absolutamente inteligente, inclusive aquele que se transformará em um futuro manada, este, se deteriora ao formar sua personalidade, formando sua visão de mundo e seu paradigma existencial, que depois de formados errados, por mais que se eduque o dono dessa ferramenta de sobrevivência mal formada, chamada de personalidade, ele será para sempre um manada, é o caso dos cientistas idiotas, não há como demovê-los de seus paradigmas existenciais truncados, e de suas crendices. Se recordem que muitos manadas, na condição de seus auxiliares resolveram grandes questões para alguns desses cientistas. Observa-se que alguns desses manadas que se tornam cientistas se sobressaem! Um desses que somente raramente, se sobressai, e poderá até morrer com a fama de um grande cientista, mas, a idiotia jamais o abandonou. Eles serão sempre muito espertos, sempre procuram ocupar as posições de destaque no meio onde vivem, “normalmente” tentando amealhar riquezas. Observem bem!  Sábios e Gênios podem até já nascerem ricos, e por herança morrerem com fortunas, algumas vezes com fortunas adquiridas com seus trabalhos! Mas. nunca os encontrarão correndo atrás de riquezas, naturalmente, são despojados da fúria do enriquecimento. Um humano do tipo 4 e classificado como manada, quando ganancioso, desde jovem aplica seu tempo em enriquecer a qualquer custo, embora tenha certeza absoluta de que nada levará quando morrer! Não gastando seu tempo nem seu dinheiro na correção e no aprimoramento de sua personalidade! Tendendo a morrer como um manada que amealhou bens, e nada mais! O problema é que ele não conseguiu absorver a essência real do universo em que viveu. Com uma boa grade de ensino nas mãos! Pode até ter sido um excelente professor numa instituição de ensino, pode até ter ficado rico, montando um caríssimo e grande laboratório, pagando alguns sábios e alguns gênios desprendidos para gerar conhecimentos para seu laboratório, mas, os prêmios que representem dinheiro, e os louros da vitória sairão sempre em seu nome! Somente isso, ele é o único e receber as glórias e os “royalties”! Se for analisado sobre questões simples e específicas, a idiotia aflorará facilmente, sobretudo, em qualquer área ou profissão que conseguiu se formar numa faculdade. É assim, que se comportam os seres “manadas” da humanidade! Num outro ensaio, classifiquei a humanidade nessas seis classes: com as suas definições adiante:


1ª Classe): Os tolos.
2ª Classe): Os deficientes físicos e mentais. 
3ª Classe): Os manadas.
4ª Classe): Os homens comuns. 
5ª Classe): Os sábios. 
6ª Classe): Os gênios. 


PRIMEIRA CLASSE: Os tolos – Estes, não conseguem aprender a ler ou a escrever, mas, se relacionam bem com o meio em que vivem! Normalmente vivem no seio de suas famílias.
SEGUNDA CLASSE: Os deficientes físicos e mentais - Estes, já nascem com, ou adquirem depois, uma deficiência física ou mental ou as duas ao mesmo tempo. São em número reduzido, com relação a população do planeta
TERCEIRA CLASSE: Os seres manada, Estes, chegam até a cursar uma universidade, esta terceira categoria possui o padrão médio de inteligência da humanidade, devido a isso, deduz-se que todos os humanos são livres para escolher o caminho a seguir na formação de sua personalidade, podendo se comportar como um ser completamente inteligente, mas, muito mais raramente que a quarta classe, alguns podem atingir a quinta classe, chegando a ser um sábio, os humanos da terceira classe representam noventa e nove por cento, ou até mais, da humanidade. Os manadas são os mais numerosos entre todas as classes. Podendo como disse, nalguns poucos casos, se tornarem sábios.
QUARTA CLASSE: Os seres comuns - Estes, são também em número reduzido, dos quais me considero parte, são os homens normais, comuns, estes também possuem o padrão médio de inteligência da humanidade, podendo adquirir pouca ou muita cultura, sendo inteligentes, auxiliam os sábios e os gênios a desenvolver e guiar a humanidade, podendo nalguns poucos casos como os da terceira classe, se tornarem sábios. A 4ª Classe difere completamente da 3ª Classe, os manadas.
QUINTA CLASSE: Os sábios, estes nascem como os homens comuns, da 4ª Classe, mas, desde cedo se sobressaem,  desenvolvendo tanto o intelecto, que passam a serem vistos como luminares do saber, no entanto, possuem somente o saber adquirido em vida, qualquer homem comum da terceira e da quarta classe, pode chegar a ser um humano da quinta classe, sendo que todos humanos que desenvolvem grande sabedoria, passam para a quinta classe, pois, se tornaram sábios.
SEXTA CLASSE: Os gênios – Estes, diferentemente das outras cinco classes, possuem habilidades cerebrais, sobre as quais nada podemos explicar, ou mesmo, entender! Estas habilidades cerebrais somente são encontradas neles mesmos, e nos Savants, sua genialidade é inata. Pode até, por condições sociais, ser um analfabeto, independentemente disso, ele se sobressairá com relação aos humanos com quem conviver, ele terá sempre a visão e o comportamento de um gênio. São completamente isentos de orgulho e vaidade. No entanto, são teimosos e arrogantes, nunca são humildes, mas, também nunca se envaidecem de sua genialidade, um paradoxo!

ANTIGAS APRECIAÇÕES SOBRE AS CLASSES DE HUMANOS E AS CONSEQUÊNCIAS DE SEUS PROCEDERES
5* Eis algumas apreciações que fiz noutro ensaio, sobre os diversos tipos de seres humanos, ora, transcritos:
[... Observem que a sabedoria é irmã gêmea da humildade, mas, a genialidade desconhece a humildade! Os sábios possuem o poder de analisar os diversos “acontecimentos da existência humana”, e deles, somente deles, conforme a “necessidade”, tirar proveito e extrair conclusões acertadas. Os gênios, diferentemente dos sábios, somente utilizando o raciocínio, ou sua genialidade, criam estas conclusões que afetam a existência humana em forma de benefícios como a penicilina, ou de malefícios como o projeto manhattan iniciado em agosto de 1942 e terminado em agosto de 1947, todos sabem as consequências desse projeto, principalmente os habitantes de Hiroshima e Nagasaki. Não adianta relembrar e questionar que o projeto manhattan pôs fim a segunda guerra, o que ele fez foi pôr a espada de Dâmocles permanentemente, sobre nossas cabeças! Voltando aos gênios, eles chegam a conclusões inteligentes independentemente da existência da “necessidade”, suas ações não são referentes ou ligadas a “acontecimentos da existência humana”. Observem com atenção que todos os gênios, por natureza são prepotentes, teimosos, chegando até a ser arrogantes, e a humildade nem passa por perto deles, mas, não são orgulhosos nem vaidosos por serem gênios. Quem fugir disso não é um gênio! Não são humildes, mas, raramente são vaidosos ou orgulhosos de sua genialidade, um paradoxo. Os gênios não são entendidos facilmente! Novamente observem Galileo Galilei, na certeza da proposição de mundo de Copérnico, reforçada por suas observações astronômicas, mas, acima de tudo, confiante na sua amizade com o recém-eleito Papa Urbano VIII. Morreu em cana, só não usou tornozeleira porque não havia na época. Albert Einstein, com sua teimosia contra a física quântica, que ele mesmo abriu espaço para criar, teimosia que durou até sua morte. Sir Isaac Newton, com sua insensibilidade e prepotência quando ocupou a direção da Casa da Moeda da Inglaterra. Os sábios analisam os fatos e deduzem coisas e razões sobre os fatos, mas, não os criam! Os gênios diferentemente dos sábios, criam os fatos mentalmente, e ainda os analisam, deduzindo coisas pertinentes a estes fatos! E o mais inexplicável, é que tiram conclusões acertadas de fatos criados por suas próprias mentes! Sei que é uma conclusão simplória, mas é extremamente lógica! Desafio qualquer um professor de física explicar a si próprio, como Newton chegou à conclusão da lei da gravitação universal somente com o auxílio dos conceitos das três leis de Kepler! nem da determinação feita por Kepler da posição dos planetas dentro de suas órbitas elípticas. Sem a posse de um laboratório apropriado. A gravidade como força atrativa é fácil de ser percebida! Creio que foi um ato de pura genialidade de Newton mentalizar como agiria a gravidade entre duas partículas, ou massas! Mesmo com o auxílio das três leis de Kepler! E imaginar na época a inversa do quadrado das distâncias ao centro das massas! Como ele chegou a essa conclusão? As outras três leis de Newton são de mais fácil entendimento, quanto a sua estruturação e proposição! Os leitores leigos em física newtoniana, nem vão entender o proposto aqui! O que segue adiante é dirigido unicamente aos meus leitores leigos, e refere-se às leis de Newton, para que entendam mais facilmente, como funciona a mente de um humano da 6ª classe).  

Preferi as traduções dos enunciados contidos na obra original de Newton “Philosophiae Naturalis Principia Mathematica”, obra publicada pela primeira vez em 1687.

A Primeira Lei de Newton é chamada de Lei da Inércia. Seu enunciado original encontra-se traduzido abaixo:

Todo corpo continua em seu estado de repouso ou de movimento uniforme em uma linha reta, a menos que seja forçado a mudar aquele estado por forças aplicadas sobre ele.”

2ª Lei de Newton
A Segunda Lei de Newton, também conhecida como Lei da Superposição de Forças ou como Princípio Fundamental da Dinâmica, traduzida de sua forma original, ela é apresentada abaixo:

A mudança de movimento é proporcional à força motora imprimida e é produzida na direção da linha reta na qual aquela força é aplicada.”

3ª Lei de Newton
A Terceira Lei de Newton recebe o nome de Lei da Ação e Reação. Essa lei diz que todas as forças surgem aos pares: ao aplicarmos uma força sobre um corpo (ação), recebemos desse corpo a mesma força (reação), com mesmo módulo e na mesma direção, porém com sentido oposto. O enunciado original da Terceira Lei de Newton encontra-se traduzido abaixo:

A toda ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade: as ações mútuas de dois corpos um sobre o outro são sempre iguais e dirigidas em sentidos opostos.”.

6* Agora vamos a lei da gravitação universal, que não é tão universal assim! A partir de 1924 isso tornou-se evidente quando Edwin Hubble descobriu as galáxias, e depois descobriu-se seu movimento de rotação anômalo no espaço. Quem vê uma foto de uma galáxia espiral, de imediato nota esta anomalia! Os braços, conforme a lei da gravitação universal eles não deveriam existir naquelas posições, mas, eles estão lá! Portanto, contrariam essa lei! Segundo a lei da gravitação a inversa do quadrado das distâncias ao centro das massas formadoras da galáxia, levaria os braços a girarem mais lentamente que as massas mais centrais da galáxia, mudando constantemente a geometria do conjunto! Mais recentemente criaram o conceito de duplo escuro para explicar tal anomalia. É como se recriassem a constante cosmológica de Einstein. Ora! O quadrado inverso não tem uma explicação lógica! Pelo menos para minha pobre e pequena mente que eu penso que seja analítica! Embora matematicamente funcione! Nos sistemas solares! Ora! Huigens e Leibniz questionaram a equação da gravitação porque acreditavam na existência do éter, mas, o trio Einstein-Michelson-Morley acabaram de vez com o conceito de éter. Olhem bem! Que antes eu estava me referindo ao tempo de Newton como se eu estivesse lá! Agora me refiro ao tempo de Einstein, estando aqui! Embora, estas relações entre as visões de Newton e de Einstein até hoje não estejam bem explicadas pelo pacote! Refiro-me ao pacote que os humanos chamam de “ciência”. Ou eu sou burro mesmo! Coisa que eu não esperava, mas, creio que seja uma coisa natural ser burro! Ora! Todos nós possuímos o direito universal de sermos o que bem quisermos, inclusive burros! Ninguém é obrigado a ser inteligente! Ôxente gente!  Existe uma lei que deriva de um conceito romano que diz: “Ad impossibilia nemo tenetur”. Ninguém é obrigado ao impossível! Muitos se perguntarão! Por que o autor citou as leis de Einstein e de Newton em um assunto tão específico como a vida inteligente? A resposta é simples! Elas nos fazem sentir como se levássemos um tapa na cara, e como se recebêssemos um beijo de criança em nosso rosto! Coisas aparentemente semelhantes como atos físicos, mas, complemente diferentes para nossa consciência, na área da cognição lógica e da cognição emotiva. A verdade é que nós, nada mais somos que emoções!

7* O enunciado da lei da gravitação universal nos diz que:
[Dois corpos se atraem com força proporcional às suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância que separa seus centros de gravidade.] Eu gosto mesmo e da versão que aprendi quando estudante com o saudoso professor Everardo Públio de Castro: [Matéria atrai matéria na razão direta do produto de suas massas e na razão inversa do quadrado da distância entre elas]. Já faz quase setenta anos, mas, creio que era assim o enunciado.

8* Tenhamos em vista que fisiologicamente somos todos iguais, embora a sexta classe monte seus raciocínios de forma diferenciada, eles mais parecem savants, que outra coisa. Por outro lado, a uniformidade é o padrão comum da humanidade, a exceção está nos grupos 1, 2, e 6, estes, são uma fração diminuta do “todo”, eles já nascem absolutamente diferentes do restante da humanidade. os grupos 3, 4, e 5 nascem completamente iguais, representando o padrão comum humano. Na realidade somos todos inteligentes, até mesmo os grupos 1 e 2 possuem alguma inteligência, senão, não sobreviveriam! A ciência classifica a humanidade de variadas formas, conforme a necessidade e o enfoque! Esta classificação adiante listada, resulta do grau de inteligência demonstrada por cada grupo! Grau de inteligência, que confere a esta análise, a lógica, o que nos dá um razoável índice de acerto ao se classificar a humanidade nestes 6 tipos de classes, na lista mostrada acima, e em referência neste ensaio.

9* Nunca as mentes dos sábios ou as dos homens comuns, agem como as mentes dos gênios. Os gênios podem questionar ao infinito, e alguns questionam até a morte o que suas mentes não aceitam completamente! Muitas vezes, fatos que eles mesmos descobrem através de raciocínios que levam a uma conclusão “aparentemente, absurda”, os fatos em questão, (não somente os descobertos por eles), às vezes, são o motivo das suas não aceitações, fatos estes, que se não forem aceitos completamente por suas mentes como fatos ou coisas possuidoras de uma verdade absoluta, eles não os creditam como “verdades”, e essas “coisas” passam a ser questionadas por suas próprias mentes e isto, por toda sua existência, ou as desprezam, e não lhes dão mais valor algum! Demonstrarei isso, fazendo uma análise adiante desses três gênios conhecidos, um inglês, um alemão e um brasileiro! Nesses três gênios encontrei as mesmas qualidades. Um ainda está vivo, e sei que ele vai questionar meu posicionamento no que diz respeito a ele. Eu, como livre pensador, não dou a mínima atenção ao que ele venha a dizer ou pensar sobre o meu pensar! O problema em questão, adviria do fato dos gênios nascerem diferentes, e absolutamente independentes, vendo e percebendo tudo completamente diferente de como vemos e percebemos o mundo, eles questionam rotineiramente, até a si próprios.

10* Repetindo um arrazoado que expus, num outro ensaio: A diferença entre sábio e gênio é existente e indiscutível! E eu os diferencio assim! Podem questionar à vontade! Só um tolo não a percebe! Observem que a sabedoria é irmã gêmea da humildade. O sábio possui o poder de analisar os diversos “acontecimentos da existência humana”, e deles, somente deles, conforme a “necessidade”, tirar proveito e extrair conclusões acertadas. O gênio diferentemente dos sábios, somente utilizando o raciocínio, criam estas conclusões acertadas que afetam a existência humana em forma de benefícios como a penicilina, ou de malefícios como o projeto manhattan de 1945, isto o fazem independentemente da existência do acontecimento, ou da necessidade, suas ações não são referentes ou ligadas a “acontecimentos da existência humana”. 

11* A formação da Terra, ocorreu a 4,6 bilhões de anos. Mas a vida só apareceu a 3,4 bilhões de anos com o aparecimento dos estromatólitos, estruturas vivas de cianobactérias. Esta vida primitiva evoluiu, transformando-se nas células procariontes, (as datas criadas pela ciência nessa área serão sempre duvidosas), isto, há 2,5 bilhões de anos atrás, evoluindo para as células eucariontes há 1,2 bilhão de anos, a união dessas células eucariontes em organismos pluricelulares ocorreu em data incerta, sendo admitida a data de 600 ou 540 milhões de anos atrás, estas datas não são definitivas, “os métodos de datação estão em evolução” a ciência dos homens, sempre as mudam. Os organismos pluricelulares surgiram depois que as células eucariontes fizeram uma assembleia, e por unanimidade de votos, resolveram trabalhar em conjunto! Para produzir organismos mais complexos! Numa espécie de sistema socialista e comunista, onde no princípio não havia “Chefes”, mas, também só deu certo porque não havia ainda o Brasil, nem a Petrobrás nem a Odebrecht nem o BNDES, muito menos as pessoas que se diziam ideólogas do sistema, que montaram um tipo de “sistema”, onde somente eles e os chefes eram beneficiados, o que levou a derrocada do sistema,  os chefes se tornaram corruptos e ladrões do erário público! E o sistema faliu, a sorte é que o sistema pluricelular não tinha “Chefe”! Então! O sistema prosperou! Não advindo a falência do sistema. Somente então! Elas, as células eucariontes, que no princípio, viviam em ambiente exclusivamente líquido, com o sucesso das assembleias ou sistemas de células, surgiram milhões de seres multicelulares diferentes e complexos, uns mais, outros menos complexos, todos desenvolvendo e conservando diversas formas de reprodução! Por duzentos milhões de anos os animais só existiram nos oceanos, nos rios e lagos, portanto, em ambientes úmidos. Quando ocorreu um evento auspicioso para uma espécie que hoje faz mais mal que bem ao planeta, e que só surgiria praticamente hoje! Os “sapiens”. Não se sabe porquê, uns animais, talvez, em busca de alimento, ou por “simples diversão ou curiosidade”, resolveram sair do mar para a terra, isto se deu no período devoniano da era paleozoica que está entre os 416 e os 359 milhões de anos atrás. Este fato da espiada e do passeio pelas terras firmes e secas dos continentes, ocorreu há cerca de trezentos e noventa e cinco milhões de anos atrás, estes animais saíram para a terra, criaram pulmões, se desenvolveram e evoluíram para várias espécies até o início do cretáceo há cento e vinte e cinco milhões de anos atrás, nesse ínterim, povoaram os continentes com milhares de espécies diferentes, nessa data foi quando surgiram os primeiros mamíferos, mamíferos que evoluíram para os primatas nossos primeiros ancestrais, nossa espécie descende dos mamíferos, na realidade somos oriundos de um ramo  dos mamíferos chamados de primatas. Estes primatas eram descendentes dos tetrápodes, portanto, com quatro membros, ou quadrúpedes como são mais conhecidos, por utilizar os quatro membros e patas para se locomover. Tendo os seus fósseis mais antigos sido datados de setenta milhões de anos, e nominado de “purgatorius”, por dois inteligentes “sapiens” já bípedes, (citei a “bipedalidade”, por que existem uns da mesma profissão que mais parecem tetrápodes),  mas, os inteligentes biólogos e naturalistas citados no início do marcador de leitura 1* o nominou de “purgatorius”, depois de sessenta e cinco milhões de anos, portanto há uns cinco milhões de anos atrás os descendentes destes primatas, já bastante evoluídos iniciaram o abandono da postura quadrúpede, adotando o bipedalismo! Finalmente a trezentos mil anos atrás, se transformaram em animais inteligentes e iniciaram o domínio do planeta! A pior notícia é que recentemente coisa de 500 anos, em unanimidade resolveram destruir o planeta pra ver no que ia dar! Começando a se multiplicar como ratos, destruindo paulatinamente a biosfera! E hoje, ainda dizem que ninguém sabe porquê! O certo, é que resolveram de comum acordo destruir o planeta onde moram! E o pior! Não possuem tecnologia para se mudar para outro planeta que seja habitável, e mais próximo, mesmo que só esteja a quarenta trilhões de quilômetros! Então, podemos deduzir racionalmente que se não conseguirmos controlar a multiplicação desenfreada da humanidade, reduzindo drasticamente seu número! A tendência é termos que procurar outra morada! Pelo menos, o Mestre Stephen William Hawking nos recomendou que providenciássemos os meios, e fizéssemos esta mudança de caverna urgentemente, em no máximo duzentos anos. Existindo três únicos caminhos para a humanidade seguir: - PRIMEIRO: Reduzir a população para a mesma de 1900 – SEGUNDO: Desenvolver uma tecnologia para abandonar o planeta e, alcançar as estrelas. – TERCEIRO: Permitir que o caos, (previsto por muitas mentes perspicazes e de bom senso), aconteça, mesmo que, num tempo ainda incerto! E então, calmamente e sem atropelos, sem dores, nem ais, a humanidade irá desaparecer dentro do caos, alegre e sorridente. Aqui, pelas bandas de cá de Pindorama! Talvez até façam um carnaval fora de época, ou pelo menos uma alegre micareta para comemorar o evento! Espero que tenham entendido a brincadeira que fiz com o imbróglio do sistema socialista.
   


12* A NASA nos informa que o tempo de existência da Terra, representa um terço da idade do universo, idade esta, estabelecida pela ciência chamada de cosmologia, como sendo de 13,81 bilhões de anos. Pelo menos este é o último valor calculado e aceito pela ciência. Ora! Por lógica, se a Terra só passou a existir a partir de 4,6 bilhões de anos atrás, e nesse espaço de tempo a vida conseguiu se estabelecer nesse terceiro planeta! Se nós, subtrairmos da idade do universo a idade da Terra, nos sobra 9,21 bilhões de anos num passado anterior a existência da Terra. Que podemos considerar como um período mais que suficiente para que se desenvolvesse a vida inteligente em bilhões de outros sistemas solares existentes em nossa galáxia, ou em trilhões de outros sistemas solares nos outros 2 trilhões de galáxias existentes segundo a NASA, no restante do universo. Ocorre! Que a formação de sistemas solares com exoplanetas habitáveis, por lógica seria sequencial dentro do tempo, portanto, por lógica, desde a formação das primeiras estrelas, estas já possuíam sistemas solares! Quando se formaram as primeiras galáxias, 150 milhões depois da era da recombinação, reconbinação que aconteceu 380 mil anos depois do Big-Bang. Ora! Hoje, segundo a NASA, já existiriam 2 trilhões de galáxias, (sempre a NASA está por trás desses números), sempre a NASA, pois, não existe outros órgãos que nos forneça frequentemente estes dados, como a NASA o faz! A confiança que nós debitamos à NASA advém disso. Estes 2 trilhões de galáxias, com a probabilidade de possuírem um número incalculável de planetas com condições habitáveis circulando em torno de suas estrelas! E grande parte, “presume-se”! Habitados por seres inteligentes! Portanto, quaisquer planetas com a mesma idade que a Terra, na condição de habitáveis, poderiam possuir uma espécie inteligente. Vemos que a equação de Drake, mesmo modificada por Ethan Siegel recentemente, embora tenha mudado o resultado de Drake de 2,31 para 10.000 civilizações inteligentes, mesmo assim, o que fez, foi conseguir assegurar com esse resultado da busca, um número ainda muito restrito de civilizações que pudessem se comunicar com os terrestres. O Drake calculou que a probabilidade de existência seria somente de 2,31 civilizações inteligentes em nossa galáxia, a correção que o astrofísico Ethan Siegel fez na equação, foi uma tímida mudança, aumentando o resultado para uma probabilidade de dez mil civilizações, o que torna esse número algo ridículo, diante de uma galáxia com 400 bilhões de estrelas. Atualmente nossa tecnologia não nos permite estender a busca para o universo como um todo, que conforme a NASA possui 2 trilhões de galáxias. Mas, Drake com 2,31 civilizações inteligentes e Ethan Siegel com 10.000 civilizações presumíveis em nossa galáxia, repito, é algo ridículo! Pode-se ler nos resultados dessas equações que estes são fruto de uma visão de ciência impregnada de ateísmo. Eles não contam com a possibilidade de existir inteligência em todo o universo, e principalmente com o fato do universo ser inteligente! A ciência é idiota e egoísta, quanto a este aspecto! Parece que a inteligência é propriedade e foi criada somente para estes enchedores de latrinas! Não poderia ser diferente! A idiotia rola solta e desembesta pelo planeta. Atenção! A citação repetida da NASA é motivada, pela dificuldade para se obter dados de outras empresas semelhantes a NASA. Mesmo porque, os dados da NASA são tão confiáveis como os da ESA ou de outras! Simplesmente, a NASA disponibiliza seus dados com mais frequência.

O ISOLAMENTO
13* Se admitirmos que as distâncias descomunais desses prováveis focos de vida, impediria a nossa transmigração para quaisquer desses focos, nossa civilização mesmo com uma tecnologia por mais avançada que seja num futuro qualquer, distante ou não, estaria eternamente isolada de outros tipos de seres inteligentes!  Ora! Tentar comunicação, mesmo que somente por ondas hertzianas com outras galáxias, nem pensar! A resposta só retornaria de Andrômeda a mais próxima galáxia daqui há 2,537 (dois milhões e quinhentos e trinta e sete mil anos. Meus amigos, se não possuímos tecnologia nem para alcançar fisicamente “alfa centauri”, alí pertinho, somente há 4,35 anos luz, onde gastaríamos 94 mil anos para ir a esta estrela vizinha! Como alcançar a mais próxima galáxia? A M31 (Andrômeda) que como disse, que está distante de nós, 2 milhões e 537 mil anos luz? Vou insistir! Mesmo que através das ondas de rádio! Vou repetir! A resposta via ondas hertzianas só teríamos, depois de 2 milhões e 537 mil anos! E o pior! Nossa civilização de seres ditos inteligentes! Está destruindo o planeta, na ânsia de amealhar e juntar dólares e riquezas materiais! Riquezas que não lhes servirão para nada, nem aos seus descendentes, pois, todos estarão mortos dentro de pouco tempo! Depois de morto o planeta, com certeza sua civilização não subsistirá! (Como é que podemos considerar este punhado de tolos, imbecis, vaidosos, velhacos e malucos que habitam o terceiro planeta! Como uma civilização?). Portanto, terminantemente, este povaréu que hoje habita Gaia, não é uma civilização! Podendo sim, serem nominados de “manada”. Uma sociedade que destrói o próprio planeta, mesmo sabendo que o mais próximo sistema solar está a 4,35 anos luz, ou seja, a mais de 41 trilhões de km. de distância! E que mesmo a 50 mil km por hora só chegaríamos lá depois de 94 mil anos! Eita povinho xucro! É bom lembrar, que já sabemos que a estrela “alfa centauri”, possui um sistema solar com um planeta na zona habitável e “provavelmente”, com água na forma líquida. Todos os habitantes desse planeta Terra, políticos, cientistas, religiosos, filósofos e até os malucos como eu, e que tem a coragem de expor a verdade, e o restante da manada, não merecem outros epítetos, senão estes anteriormente citados. E vou repetir a citação dos epítetos para aqueles que já se esqueceram! (Como é que podemos considerar este punhado de tolos, imbecis, vaidosos, velhacos e malucos que habitam o terceiro planeta! Como uma civilização?). Os poucos humanos que pensam dessa forma! São as exceções, mas, essas exceções são tão raras e inexpressivas que não é possível separá-las, para assim, poder citá-las em separado! Para minha tristeza, essas raríssimas exceções nada podem fazer pelo planeta azul.

A IDADE DA VIDA NO PLANETA E A BURRICE DOS HOMENS QUE SE DIZEM DONOS DO PACOTE.
14* O pacote nos diz que: Os estromatólitos só surgiram na Terra há 3,4 bilhões de anos e a vida inteligente somente há 300 mil anos! Como por lógica, existe uma infinidade de exoplanetas na Via Láctea com a idade pelo menos igual à da Terra, e localizados em zonas habitáveis, requisitos básicos para a existência da vida com base nos elementos: hidrogênio, carbono, oxigênio, fósforo, nitrogênio, enxofre e outros, vida esta, que aqui no terceiro planeta, passados 1,2  bilhões de anos depois da formação do planeta, foi que o processo de criação da vida encontrou um ambiente adequado, portanto,  somente há 3,4 bilhões de anos, mas, a vida só muito depois tornou-se inteligente. Ora! Depois do Big-Bang, se iniciou a 380 mil anos a primeira recombinação, foi nesta fase e momento que surgiram os elétrons, os átomos de hidrogênio neutro e as outras partículas, foi somente 150 milhões de anos depois do Big-Bang que surgiram as primeiras estrelas e com elas, a possibilidade da formação das galáxias. Portanto, a partir do período inicial do universo de 13,81 Bilhões menos 150 milhões de anos, portanto há 13,66 bilhões menos a idade da vida na Terra de 3,4 bilhões de anos, restaria 10,26 Bilhões, para surgir infinitas vidas inteligentes antes de nós, no universo das primeiras galáxias, mesmo que ainda sem a presença da Terra! É bom observar que a Terra se formou quando o universo já possuía 9,21 bilhões de anos. O que seria tempo também mais que suficiente para que a vida tivesse surgido em um número “infinito” em outros locais ou pontos do universo, isto, como disse, antes do surgimento da Terra! Naturalmente, em sistemas solares com exoplanetas que permitisse a existência de vida semelhantes à da Terra, meus ilustres leitores! Em outras galáxias as possibilidades são infinitas. Alguém já dissera, que seria um imenso desperdício de tempo e de mundos se não houvesse vida inteligente em boa parte deles! A metade da solução do paradoxo de Fermi, se encontra nesse raciocínio anterior! Sabemos que somente na Via Láctea existe 400 bilhões de estrelas, e boa parte delas são de quinta grandeza, muitas com massa semelhante ao do nosso sol, que é um tipo de estrela comum no universo. A massa dos exoplanetas é importantíssima, pois, em gravidades muito altas  o movimento torna-se quase impossível, sem poder se locomover é impossível surgirem as moléculas da vida primitiva, pois, impossibilita qualquer tipo de molécula se alimentar,  em ambientes com gravidade muito alta, a vida seria completamente diferente da nossa, mas, é possível que se desenvolva a vida nesses ambientes, sendo  importante sim, a distância do planeta à estrela, e o tipo de estrela, para que o planeta esteja numa zona habitável. O número de estrelas na nossa galáxia não é levado em conta na equação de Drake ou outra qualquer com a mesma finalidade, o que ele levou em consideração foi a taxa de criação de novas estrelas! Nunca imaginei que os astrofísicos e cosmólogos de todo o planeta fossem tão desfocados! Eles nunca conseguiram imaginar as galáxias obedecendo a lei da gravitação universal de Newton! Imagine! Meu caro leitor leigo, o nosso insignificante sistema solar com seus insignificantes 9 planetas, não adianta terem desclassificado Plutão, ele continua lá em sua órbita maluca! Devido a esta lei os planetas não giram como giram as estrelas dentro das galáxias, todos os planetas de um sistema solar qualquer! Possuem distâncias diferentes do sol central, isso evita os choques ocasionais, na realidade eles nunca se chocam, mas, já houve um choque de dois “planetas”, entre Marte e Júpiter, entre eles existe o que chamamos Cinturão de Asteroides, isso deixa claro! Que ali houve um embate entre dois corpos planetários! Não se sabe se eram ambos do sistema solar, ou se um deles ou se os dois vieram de fora do sistema! Agora, meu ilustre leitor leigo! Imagine se as galáxias obedecessem a lei da gravitação universal! Todas as galáxias se despedaçariam em um curto espaço de tempo! As galáxias não obedecem a lei da gravitação universal de Sir Isaac Newton, para não girarem como os sistemas solares, assim elas conseguem permanecer para sempre existindo, com seus bilhões de sistemas solares! Com vida ou não, por isso é que nesse enfoque, e nesse momento torna-se irrelevante tratar dessas questões! Ainda me aparece uma chusma de astrofísicos e cosmólogos ateus de merda, dizendo e pregando que não existe uma inteligência suprema e que transcenda ao próprio universo! Se o universo não é inteligente! Peço aos donos do pacote! Me expliquem, como as mães presentem as mortes dos filhos no distante front? Me expliquem, como crianças em tenra idade pintam e tocam instrumentos como se fossem adultos? Me expliquem, como analfabetos conseguem falar diversas línguas em certos ambientes?

15* Muito recentemente o número de galáxias existentes foi recalculado com dados dos telescópios espaciais da NASA, como sendo 2 trilhões. Portanto mesmo com a modificação feita na equação de Drake por Ethan Siegel, ela não nos daria um resultado correto. Não que a equação esteja incorreta, o resultado obtido por Ethan Siegel não está é atualizado com os novos dados da NASA. Vamos analisar a equação de Frank Drake de 1961, e a modificação inserida por Ethan Siegel na equação mais recentemente. Sendo ambas as equações um argumento probabilístico, mesmo a equação modificada, não poderia fornecer-nos um resultado real do fato procurado, em se tratando do que ela se propõe! Não sendo um resultado que se possa cotejar com a realidade, sempre a tratei como uma diversão do cérebro inteligente do Drake! De forma nenhuma ela pode ser levada a sério! Mas, vamos à equação, do Drake que foi montada assim:

N = R* x fp x ne x f x fi x fc x L

·         R* - estimado em 7/ano
·         fp – estimado em 0,5
·         ne – estimado em 2
·         fl – estimado em 0,33
·         fi – estimado em 0,01
·         fc – estimado em 0,01
·         L – estimados como sendo 10.000 anos.

Então: N = 7x0.5x2xo,33x,0.01x0,02x10.000 = 2,31

Nos dando um resultado pífio de 2,31 civilizações que pudessem se comunicar conosco.
Equação que em 2018 o astrofísico Ethan Siegel modificou para:
N = Ns x nx fH x nx fx fx ft
As duas equações, com suas simplificações e explicações estão disponibilizadas na net.
Com esta nova equação o astrofísico Siegel chegou a 10.000 civilizações que poderiam interagir com os terráqueos. Embora sejam somente tentativas de se conhecer a probabilidade matemática de um fato desconhecido, temos que nos lembrar que a maioria dos dados foram livremente estabelecidos por eles através de pesquisas.  Portanto estão embasadas em dados sérios. Quem desejar se aprofundar no assunto Drake! Siga o link abaixo: Temos que entender que o cientista Frank Drake utilizou os dados que a ciência produzia na época, mas ele além de inteligente era sobretudo honesto com seus projetos. Eu li críticas aos trabalhos do cientista Ethan Siegel, críticas infundadas, o Siegel também é um cientista de comportamento irrepreensível em seus trabalhos. Estes tipos de trabalhos, devido ao desconhecimento da ciência sobre alguns dados do universo, são trabalhos com resultados sempre duvidosos, os críticos dos dois cientistas são uns tolos, somente isso! Que “povim” xucro este aqui de Pindorama! Ou querem somente aparecer? Pois, a equação original e a modificada, possuem o princípio matemático de serem somente: Um “argumento probabilístico”. Seria melhor não comentarem! Dizem que em boca fechada não entra mosca, nem sai asneira. Povim xucro!


16* A outra metade da solução do paradoxo de Fermi, vai ser exposta no seguinte raciocínio! Isso se resolve considerando que quando Fermi fez a pergunta! (Onde estão todos eles?), não se conhecia muito do Universo! Ele pronunciou a célebre frase no tempo do projeto manhattan, na primeira metade da década de 1940. Quando não se conhecia com precisão as distâncias das estrelas mais próximas ao nosso sistema solar. Muito menos o volume do universo, que agora é fácil estabelecer, de posse do valor de seu raio de 13,81 bilhões de anos luz. Leitores, portanto, mãos à obra! Amados leitores! Nem é difícil estabelecer suas distâncias médias, e assim, conhecer a distribuição dos 2 trilhões de galáxias existentes no universo, mesmo porque conforme a cosmologia o universo é isotrópico e homogêneo. Na época de Fermi, não se conhecia o tamanho do universo, que conforme a radioastronomia possui o raio acima. Fermi também não teria como imaginar que hoje, 2019 já tivéssemos descoberto só em nossa galáxia, 4.090 exoplanetas. E também, Fermi naquele momento, não se lembrou do fato de que a estrela mais próxima da Terra, a “próxima centauri” estava a 4,35 anos luz, ou 41 trilhões de km. E que para alcançá-la num foguete viajando a 50 mil km por hora, os humanos gastariam somente para ir 93.894 anos. Portanto, para nós, “no momento”, a estrela mais próxima é inalcançável. Para o povo de Fermi, que são os (alienígenas), não temos como saber se eles conseguiriam nos alcançar! Nem mesmo Enrico Fermi, se vivo fosse, conseguiria saber.

17* Na verdade, não há fontes bibliográficas dos alienígenas, não encontrei nada a respeito. Com certeza, os alienígenas deixam seus livros por aí, mas, em locais de difícil acesso! Não andam dando entrevistas a qualquer repórter por aí. Portanto, por desconhecermos o grau de sua tecnologia, não podemos afirmar que possam nos visitar!  Mas, também não podemos afirmar que não o possam! A resposta para o paradoxo de Fermi, também pode ser dada com somente uma frase, Fermi perguntou! Onde estão todos eles? Seria simples responder! Estão por detrás da imensidão do universo! Parece que o “sapiens” tem medo de enfrentar a grandiosidade do cosmos.

18* Analisando o paradoxo sob a ótica da equação de Frank Drake, hoje corrigida por Ethan Siegel, embora não citem o paradoxo de Fermi, ele, está ali sendo focado sob uma nova visão! Vou transcrever o que nos diz parte do texto sobre a equação de Siegel no link: - [... Então, fazendo os cálculos com base na correção da Equação de Drake sugerida por Ethan Siegel, o astrofísico chegou à estimativa de que possa haver 10 mil mundos na Via Láctea onde é possível existir uma variedade de vida com organismos complexos e diferentes entre si, com a evolução se encarregando de surgir ao menos 1 espécie inteligente o suficiente para se tornar tecnologicamente evoluída, em cada um deles. Sendo assim, há estimados 10% de chance de haver, no presente, uma outra civilização inteligente de maneira científica e tecnológica além da humana em nossa galáxia. Ainda assim, pelo fato de alguns dos parâmetros da equação reformulada ainda serem um tanto vagos, essa estimativa pode estar bem longe da realidade que, um dia, devemos descobrir – podendo ser maior ou menor. Mas, de qualquer maneira, a interpretação de Siegel da equação original de Drake nos dá uma perspectiva atualizada quanto à busca por vida inteligente fora da Terra...]. – Quem quiser ler toda a matéria acesse-a no link acima. Não deu para “capiscar” a qual porcentagem, se refere o autor do texto.

19* Ora! Se o planeta Terra em 4.599.700,000 (quatro bilhões quinhentos e noventa e nove milhões e setecentos mil anos, após sua formação, conseguiu produzir vida inteligente! Então, em 13,81 bilhões de anos de existência do universo, quantos planetas mais velhos que a Terra, existiriam desde a criação das primeiras galáxias? Galáxias estas, com seus numerosos sistemas solares? Nesse universo novo que a NASA, nos apresenta de 2 trilhões de galáxias? Este número cresceria inimaginavelmente! Portanto, um número muito grande de sociedades com possibilidade de já terem desenvolvido vida inteligente em seus incontáveis sistemas solares! Ora! Num universo com 2 trilhões de galáxias, cada uma com uma média de 150 bilhões de sistemas solares! Certamente existiria também incontáveis sociedades inteligentes. E me aparecem com uma equação, que mesmo corrigida, gera a proposição, mesmo que seja probabilística, de só haver poucas sociedades inteligentes. Ora! dez mil sociedades inteligentes nada representam diante de dois trilhões de galáxias existentes, quando multiplicados os 2 trilhões por 150 bilhões de estrelas de cada galáxia, então aí, o número torna-se realmente, assustador! Os astrofísicos sabem muito bem, que o processo químico da criação da vida primária não é propriedade somente desse planeta insignificante, que diante da grandiosidade do novo universo da NASA, torna-se realmente uma bufa de mosquito!  E que orgulhosamente chamamos de nossa Terra, como se fôssemos donos de alguma coisa no universo! O problema é que somos animais naturalmente “territorialistas”, com fortíssimo sentimento e instinto de “posse”. Daí, chamarmos o planeta Terra de “nosso”, como se fôssemos realmente donos dessa bolota de barro! Não se espantem, quando aparecer por aqui a primeira leva de “alienígenas”, e os governantes da época tentarem vender o planeta em troca de qualquer bugiganga, que a eles, pareça possuir algum valor escondido! Fora de sermos territorialistas e adoramos um escambo! No planeta, o costume é trocar até filhos por diversas bugigangas! Povinho xucro!

20* Sendo atualmente, muito bem conhecida a química da vida e como ela funciona, vida essa, fundamentada nos elementos acima enumerados, não sendo este processo muito complicado, dependendo de um número relativamente pequeno de condicionantes físicas e químicas! Confesso que não sei por quais caminhos anda a lógica dos donos do pacote, (cientistas). Não se espantem se aparecerem por aí com uma equação provando que não existe vida inteligente no universo! Inclusive a deles também! Ninguém assume a grandiosidade do universo, por medo de cometer um disparate, e ser marcado para sempre dentro da história da cosmologia como um tolo! Algo altamente compreensível! Não o medo, mas, o reconhecimento de suas naturais qualidades.

21* A inserção do texto no marcador de leitura 18*, trata de uma abordagem do resultado da equação de Drake já modificada, e não nos leva a uma conclusão! Portanto, as dúvidas continuam a nos perseguir! Pode-se propor que uma resposta definitiva para o problema da existência da vida em mundos distintos, só surgiria quando esta mesma vida daqui da Terra evoluísse suficientemente para entender e explicar a vida, algo extremamente óbvio! O que também nos diz que ainda somos pouco evoluídos! Sendo esta, uma das poucas certezas que podemos ter! Resulta de tudo isso, que nós não evoluímos o suficiente para que pudéssemos explicar nossa própria existência.

22* Quem primeiro teve a ideia da panspermia foi Anaxágoras, (500-428 a.C.). A proposição da panspermia nos diz que: A vida teria sido trazida de fora, por meteoritos. O que gera no mínimo três condições contrárias a essa teoria! PRIMEIRA, os meteoros são rochas relativamente grandes e os meteoritos são rochas mais pequenas que vagam no sistema solar, com órbitas mais ou menos regulares, normalmente estes pequenos bólidos vagueiam no espaço interplanetário e adquirem temperaturas extremamente baixas até abaixo de -200º C, para conterem vida!  SEGUNDA, um meteorito para apanhar elementos da vida num planeta, teria que sofrer um choque ao passar de raspão, (dar um cascudo), no planeta de origem da vida, submetendo-se a um superaquecimento violento, o que provocaria a morte da vida primitiva e pescada pelo choque! TERCEIRA, na fase de aterrissagem ele teria que dar um mergulho na atmosfera do planeta receptor das moléculas da vida, “lembre-se que em planetas sem atmosfera não há suporte para a vida com base no carbono”, onde o mergulho na atmosfera existente provocaria um novo superaquecimento, que também mataria a vida a ser entregue no planeta, daí, surge a pergunta! A vida tão frágil no seu início! Suportaria estas condições físicas tão adversas? Sob estas três condicionantes reais e físicas, não vejo nenhuma lógica na teoria da panspermia. Mas, a panspermia sobre um enfoque mais tecnológico, e com o auxílio de outra inteligência já existente no universo! Poderia sim, ser admissível, não vejo por que não! O que sobra e aflora desse pequeníssimo texto sobre a panspermia, seria tão somente nossa grandiosíssima pequenez.

VAMOS A UMA ABORDAGEM DA FILOSOFIA HEGELIANA
23* Escolhi parte de um trabalho de um aluno, pois, os alunos ainda não opinam sobre as ideias dos mestres, somente por isso. Vamos a uma análise do pensamento hegeliano sobre a consciência, a religião e o saber absoluto. A passagem da representação para o conceito da fenomenologia do espírito, na essência do ser pensante-falante. A religião absoluta pode assim ser compreendida como figura de retórica, na qual a essência é sabida como espírito e que reúne todas as figuras anteriores da consciência com suas determinidades universais em um contexto reordenado, que Hegel descreve como sendo a totalidade que se move a si mesma, que devem ter como acontecimento. A forma de comunicação desse acontecimento total é o mito-lógico, uma narrativa do acontecimento divino, de uma história divina. O absoluto é tornado presente na forma objetual-intuitiva, é re-presentado. A religião vale como a suprema e última figura da consciência do espírito, ela fecha a série dessas figuras, mas a última figura desse tipo “ainda não tem a forma do conceito”. A consciência de si, divina, ainda tem como religião uma figura que ainda não é apropriada ao seu conteúdo, à verdade. 9 - A fim de expressá-lo tendo presente todo o caminho anterior: embora a superação do paradigma da consciência esteja em curso desde o início, somente agora pode seguir-se a última superação da estrutura da consciência, a passagem para a última figura do espírito, em sua “figura espiritual”. 10 - Na forma do saber conceitual. A forma da representação é o lado ainda não superado, a partir do qual o espírito tem de passar para o conceito. Trata-se, portanto, da tradução da forma ou da linguagem da representação para a forma ou a linguagem do conceito. Trata-se “unicamente ainda da superação dessa mera forma”. 11 - Somente com essa superação da forma da representação no pensamento conceitual, somente na forma pura do conceito que o espírito ganha sua existência originariamente própria, sua forma pura e simplesmente apropriada a ele. É primeiramente essa forma que representa a “última figura do espírito, a figura do conceito que conclui a série de suas configurações”. 12 - Por meio dessa breve remissão à temática, são nomeados os problemas a serem explicitados e os termos principais – forma da representação, fé como saber imediato, objetualidade, acontecimento e medialidade mito-lógica. Esses componentes apontam para um retorno necessário para o pensamento puro, para a confrontação com uma forma que já foi conquistada anteriormente em sua unilateralidade com o pensamento puro e livre do ceticismo. Em sua execução, na consumação do elemento cético, a consciência experimenta a inevitabilidade de sua conversão [Umkehrung], ela se torna in-vertida [ver-kehrte]. Ela experimenta o que se encontra no caminho para ela mesma, para a sua essência e para o seu conceito. Essa estrutura constante e de transformação recíproca entre a pura subjetividade e a pura objetividade pode aqui ser apenas ilustrada com alguns exemplos selecionados. O percurso do pensamento puro do entendimento conduz ao mundo supra-sensível, ao mundo in-vertido [ver-kehrte]. A consciência pura, cética, revela-se ao mesmo tempo como consciência de si não livre, destituída de si e in-vertida [ver-kehrtes]. Georg Wilhelm Friedrich Hegel

Hegel, G. W. F. Filosofia da arte ou estética. Caderno do aluno F. C. von Kehler. Editado por Annemarie Gethmann-Siefert e Bernadette Collenberg-Plotnikov. München: 2004,
Klaus Vieweg*
*Universidade Friedrich Schiller de Jena.

24* Chamo a atenção para a palavra “religião” aqui empregada, neste curto texto, sobre a visão de Hegel sobre a essência do universo, no sentido de seu paradigma, visão de mundo, e de crença acertada e absoluta, sempre com referência ao “vir-a-ser”. Sempre me sentia à vontade, quando lia e tentava penetrar na Fenomenologia do Espírito de Hegel, foi o caminho que encontrei para desenvolver o entendimento das coisas mais levemente complexas. Mas, não saia de espírito leve e satisfeito, isso demorou bastante, notava um “algo” no ar, devia ser minha tendência “escarafunchatória”, tenho sempre a tendência de ir ao fundo das questões, por mais que essa tendência me desassossegue o espírito! Deve ser coisa dos Correias e dos Dantas.

A RESISTÊNCIA AO NOVO, LOGO EM SEGUIDA, A MODERNA BIOLOGIA MOLECULAR
25* Quando em Salvador, em 1996 ou 95 um colega que à noite estudava biologia, chegou depois das aulas na empresa onde trabalhávamos com algumas queixas sobre uma novidade que um professor trouxera de volta de um doutorado feito no exterior! A Biologia Molecular! Eu lhes disse: Se está na grade vai ter que estudar e compreender! Não fiquei sabendo onde o professor tinha feito o doutorado, em 2009 descobri em minhas anotações o nome do professor, num encontro com o aluno e amigo, perguntei sobre o professor e a biologia molecular, ele me disse que não sabia, mas, que ouvira algo a respeito de ter sido no Instituto Pasteur em Paris, onde talvez ele tivesse feito seu doutorado, ai, somente em 2012 relendo um texto sobre a biologia molecular pude ligar a dificuldade de meu amigo naquela época! Imagine hoje, sobre a conhecida e divulgada proposta sobre a “consciência” se processar através das proteínas alostéricas do professor Jean-Pierre Changeux, também francês, e também do Instituto Pasteur em Paris, este meu amigo do qual não declino o nome, possuía fortíssima formação religiosa, fora coroinha quando muito jovem, e creio eu, ele não conseguia ajustar as duas propostas, a “relativa às proteínas alostéricas”, com suas crenças religiosas milenares, na época pensei em mostrar para o mesmo que o fundamento e a postura religiosa dos hebreus, tinha origem nos antigos povos sumérios! Mas, desisti! O conserto seria sair pior que o soneto! As propostas, as teorias e os recursos da nova biologia molecular levava os resultados para um campo, extremamente determinista, e isto não casava com suas crenças! Mas, vamos ao caso da moderna biologia molecular do professor Changeux, vou abordar aqui somente os estudos e deduções da mente desse inteligente biólogo francês o Dr. Jean-Pierre Changeux. As deduções que se fizer sobre as proposições desse eminente cientista ficarão por conta dos meus ilustres leitores, reservo-me o direito de não opinar sobre a questão! Isto não exprime nem representa minha discordância nem tampouco a minha concordância sobre o assunto, mesmo por que, é um assunto que será longamente debatido e discutido pela própria biologia e, por muito tempo! Assim, prefiro aguardar! Sei que sou chato, teimoso como um burro, e talvez até mesmo, um deles, e com orelhas bastante compridas e “tesourantes”! Mas, prefiro aguardar! O proposto no item (10): continua válido. Não é tão difícil entender o que seja as proteínas, proteínas estas, que são formadas pelos aminoácidos, são as proteínas que nos mantem vivos.


26* Lembrem-se de que os leitores leigos possuem posição de destaque nesses próximos textos desses marcadores de leitura, como em todo ensaio, dai, essa explicação, embora simplória, sobre os aminoácidos. Para podermos entender o que nos propõe o cientista francês, Dr. Jean-Pierre Changeux, torna-se necessário entendermos o que são as proteínas! Então vamos buscar este entendimento na química da vida! A que chamam de bioquímica. As proteínas são macromoléculas de alto peso molecular, polímeros de compostos orgânicos simples, os α-aminoácidos. Nas moléculas protéicas os aminoácidos se ligam covalentemente, formando longas cadeias não ramificadas, através de ligações peptídicas envolvendo o radical amino (-NH2) de um aminoácido e o radical ácido carboxílico (COOH) de um outro, havendo a liberação de uma molécula de água durante a reação. A união entre dois aminoácidos, forma um dipeptídeo, assim como três unem-se formando um tripeptídeo e assim sucessivamente, sendo que a união de vários aminoácidos irá dar origem a uma cadeia polipeptídica. São conhecidos 20 aminoácidos (Alanina, Arginina, Aspartato, Asparagina, Cisteína, Fenilalanina, Glicina, Glutamato, Glutamina, Histidina, Isoleucina, Leucina, Lisina, Metionina, Prolina, Serina, Tirosina, Treonina, Triptofano e Valina) encontrados nas moléculas de proteínas, com sua síntese controlada por mecanismos genéticos, envolvendo a replicação do DNA e transcrição do RNA. A metade dos aminoácidos é sintetizada pelo organismo e vai suprir as necessidades celulares; aqueles que não são sintetizados precisam estar presentes na dieta e são chamados de aminoácidos essenciais e os aminoácidos não-essenciais aqueles que são sintetizados no organismo. A ligação peptídica ocorre entre o grupamento -COOH de um aminoácido com o grupamento -NH2 de outro. O primeiro aminoácido da cadeia peptídica é aquele que possui o grupamento amino-terminal e o último, o que possui o grupamento carboxila-terminal. O grupamento R sempre ocupa posição oposta ao próximo, devido ao Cα ser assimétrico, o que vai contribuir para a forma tridimensional da proteína.

Vamos a uma entrevista do Dr. Changeux, contida num material da FAPESP: Para facilitar nosso entendimento da função das proteínas alostéricas em nossa consciência.

OUÇAMOS O DR. CHANGEUX, NUMA ENTREVISTA ESCOLHIDA A DEDO, PARA OS LEIGOS
27* A entrevista a seguir foi concedida por Jean-Pierre Changeux, um senhor suave e gentil, ainda quando relata experiências de grande vigor ou deslinda conceitos complexos para leigos, em sua sala do Instituto Pasteur em 8 de julho passado. Em paralelo ao Collège de France, o Pasteur é uma de suas “casas” de toda uma vida.
O senhor prefere que comecemos pelos fundamentos biológicos da consciência ou por uma visão geral de seu trabalho?
Vamos começar pela visão geral porque isso me permitirá expor as ideias que posso ter sobre a consciência no contexto dos trabalhos que realizei anteriormente.

Falemos então de sua primeira descoberta. O senhor descobriu a alosteria e elaborou o modelo alostérico de funcionamento das proteínas com Jacques Monod e Jeffries Wyman.

Exatamente. Comecei em 1961. Esse trabalho sobre as proteínas alostéricas, segundo penso, está na origem de uma visão da vida – e, por isso, das funções do cérebro – que repousa sobre um mecanismo molecular relativamente simples de transdução dos sinais biológicos. O trabalho que fiz para minha tese, com Jacques Monod, buscava inicialmente compreender como funciona uma enzima reguladora bacteriana, a L-treonina desaminase, que estava envolvida num processo de retroalimentação, isto é, de feedback. A treonina desaminase é a primeira enzima de uma cadeia de biossíntese na bactéria colibacilo e ela é inibida pelo produto final da cadeia. Há, portanto, uma regulação do funcionamento da cadeia química. Essa primeira enzima tem uma atividade catalítica – catalisa uma reação enzimática – e, ao mesmo tempo, reconhece e é capaz de modificar sua atividade em função de um sinal que é o produto final da cadeia de biossíntese. É uma molécula que tem uma espécie de dupla especificidade: reconhecer e transformar o substrato, receber e transmitir o sinal regulador. Portanto, é uma espécie de modelo de regulação biológica elementar.

E como o senhor chegou a essa enzima?
Já havia trabalhos sobre essas enzimas, não fui eu quem as descobriu, minha intenção era compreender o mecanismo da regulação. E a partir dos trabalhos que eu fiz e que outros, em paralelo, fizeram, consegui dissociar a atividade enzimática da atividade reguladora. Isto é, consegui obter uma enzima que ainda estava ativa, mas já não era mais regulada pelo produto final da cadeia de biossíntese, uma espécie de enzima desmontada. Isso então permitiu compreender a mecânica da montagem, já que foi possível desmontar a enzima. Tem-se dois sítios, duas regiões distintas, que são religadas entre si por uma mudança de conformação. E assim temos, consequentemente, uma espécie de processador que efetua uma regulação crítica em um nó particular do metabolismo.

Não é uma ligação elétrica?
Não! Ela é uma proteína que muda de conformação, uma espécie de mecânica molecular que se torna evidente no nível molecular e mesmo no nível da organização dos átomos da molécula. Podem intervir cargas elétricas ou não, mas são ligações que intervêm na estrutura das proteínas, unicamente. Portanto, temos aí de saída uma nova categoria de proteínas que recebeu o nome de proteínas alostéricas. Elas têm duas regiões e, de acordo com as conclusões a que chegamos, meu então orientador, Jacques Monod, e eu, são de certo modo modelos de sistemas reguladores elementares. No final de minha tese eu generalizei essa ideia para moléculas desse tipo que estariam na membrana e que interviriam na comunicação entre células nervosas, portanto apontei a relação entre um mecanismo elementar bacteriano e um sinal de regulação intercelular – só que nas bactérias ele é intracelular. E ainda na tese propus essa ideia de que os receptores de neurotransmissores no nível de uma sinapse – que é o ponto de contato entre células nervosas – podiam ser proteínas alostéricas. E em seguida, passei toda minha vida trabalhando sobre esse tema. Então esse estudo da tese foi para mim um trabalho fundador de toda uma filosofia de compreensão dos seres vivos e do sistema nervoso central e, portanto, do cérebro.

28* Como disse no começo da abordagem dos trabalhos do Dr. Jean-Pierre Changeux, sua teoria foi acima, cuidadosamente mostrada, embora longa, mas, sucinta ao mesmo tempo, tornando-se uma proposição, para livre análise dos meus ilustres leitores. Movér

29* A vida inteligente, como vimos, é vista pelos “sapiens” sob vários enfoques e formas! Na realidade, embora não a consideremos, como disse no princípio, um “problema ou mistério”! “Ela não deixa de nos intrigar”! Como esse ainda é o primeiro “prolegômenos”, ao ensaio A SOCIEDADE SEMPRO, teremos tempo e espaço suficiente para analisar a vida inteligente sob seus mais variados aspectos quando estivermos tratando da TEORIA GERAL DO CAOS. Não vamos confundir o meu “ensaio/prolegômenos” TEORIA GERAL DO CAOS com a Teoria matemática conhecida como “Teoria do Caos”, pois, esta é uma teoria matemática que trata dos sistemas dinâmicos, mas, exclusivamente deterministas, mesmo assim, Lorenz e Mandelbrot anteviram que o caos, estaria na essência de tudo no universo, e porque não, na vida inteligente! Se esta faz parte do próprio universo?
Portanto, estou disposto a dar outra forma ao segundo “prolegômenos”, ao ensaio A SOCIEDADE SEMPRO, ele possuirá o nome de TEORIA GERAL DE UM  CAOS PLANETÁRIO.


A sociedade humana necessita urgentemente ser modificada, para não desaparecer! E é isto que vou propor no ensaio:
A SOCIEDADE SEMPRO.


Epitáfio de Newton: Por Alexander Pope.
 “A natureza e as leis da natureza estavam imersas em trevas, Deus disse “Haja Newton” e tudo se iluminou”.

Edimilson Santos Silva Movér
Vitória da Conquista e Camaçari-Ba.
Escrito, parte em cada cidade.
10-10-2019
moversol@yahoo.com.br